Bula Profit - FMC

Bula Profit

acessos
Carfentrazone-ethyl
18208
FMC

Composição

Carfentrazona-etílica 15 g/L Triazolona
Clomazona 600 g/L Isoxazolidinona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência, Pré-emergência

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,6 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio e pré-emergência em relação as plantas infestantes e a cultura
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,75 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio e pré-emergência em relação as plantas infestantes e a cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,8 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio e pré-emergência em relação as plantas infestantes e a cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,2 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio e pré-emergência em relação as plantas infestantes e a cultura
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-emergência antes da inundação
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
0,8 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-emergência antes da inundação
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,8 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Único. Não determinado. Pré-emergência
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,75 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio e pré-emergência em relação as plantas infestantes e a cultura
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,5 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio e pré-emergência em relação as plantas infestantes e a cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,75 L p.c./ha - 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. Não determinado. Pré-plantio e pré-emergência em relação as plantas infestantes e a cultura

•Tipo:
- Frasco (PEAD): capacidade de 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5 e 3,0 L.
- Lata (foljas de Flandres e Alumínio): capacidade de 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0; 4,5; 5,0; 10,0; 2,0 e 50 L.
- Bombana (metálica): 100, 200, 300, 500 e 1.000 L.
- Container - Plástico e Metálico - 100, 200, 300, 400, 500, 945 e 1000L
- Farm Pack - 100, 200, 300, 400, 500, 945 e 1000L

MODO DE APLICAÇÃO:
•Pós-palntio, pré-emergente em relação às plantas infestantes e à cultura, podendo ainda na cultura do arroz irrigado ser aplicado logo após o início da emergência do arroz.
• 0 solo deve estar livre de torroes, previ mente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem.
• PROFIT para sua ativação precisa de uma quantidade minima de umidade no solo. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10 mm) para sua ativação. Neste caso, se houver mate ja germinado, o mesmo deve ser eliminado através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter PROFIT na camada superficial.
• Uso em algodão: antes do plantio as sementes devem ser tratadas com safener PERMIT ou PERMIT STAR que funcionam como "safener" (protetor), conferindo seletividade ao PROFIT para a cultura. PROFIT devera ser aplicado imediatamente após a semeadura da cultura (sistema Plante e Aplique).
• Uso em arroz-irrigado: antes do plantio as sementes devem ser tratadas com PERMIT ou PERMIT STAR que funcionam como "safener" (protetor), conferindo seletividade ao Gamit para a cultura.
• Uso em melão: antes do plantio as sementes devem ser tratadas com safener PERMIT ou PERMIT STAR que funcionam como "safener" (protetor), conferindo seletividade ao PROFIT para a cultura.

Preparo da calda:
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque ate 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando por fim o volume com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possivel após sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. E possível ainda fazer uma pré-diluição do produto em um balde, e depois adicionar ao tanque com 3/4 de água.

Nota: Antes da aplicação de PROFIT o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos.O adiamento mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.

1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visiveis de produto. O material resultante desta operação devera ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.

2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos.Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.

3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amenia caseira (3% de amenia) na proporção de 1 % (1 Iitro por 100 litros). Circule está solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d'agua, nascentes ou plantas úteis.

4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um limpeza.

6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras,barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.

Limpe tudo que for associado ao pulverizador inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medida de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

GERENCIAMENTO DE DERIVA:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Sigas as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva e determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e clima. 0 aplicador deve co Ide r todos estes fatores quando da decisao de aplicar.

IMPORTÂNCIA DO DIÂMETRO DE GOTA:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e control (> 50 a 2001J). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diametro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne e as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais esfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversao térmica.

CONTROLANDO O DIÂMETRO DE GOTAS - TÉCNICAS GERAIS:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diametro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

CONTROLANDO O DIÂMETRO DE GOTAS - APLICAÇÃO AÉREA
Número de bicos: Use o menor numero de bicos com maior vazão possivel que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações. Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para tras produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: o comprimento da barra nao deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor. Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3,0 m acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

ALTURA DA BARRA:
Regule a altura da barra para a menor possível para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas a evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura com o mínima de solavancos, proporcionando sobreposição homogênea dos jatos dos bicos.

VENTO
o potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condicções sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais ecomo eles aletam a deriva.

TEMPERATURA E UMIDADE
Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduxir o efeito da evaporação.

INVERSÃO TÉRMICA
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao por-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma
nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, ha indicação de um bom movimento vertical do ar .

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO
. Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressÃo constante (15 a 50 Ib/pol2).
• Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
• Tipos de bico: usar pontas de jato plano (ex.: Teejet, XRTeejet, DGTeejet ou TurboFloodjet) e de jato cónico (ex.: Fulljet); na pós-emergencia usar pontas de jato plano (XRTeejet, Twinjet, TurboFloodjet) e de jato cónico (Conejet), de acordo com recomendações do fabricante.
Condições climáticas recomendadas para aplicação:
• Temperatura: inferior a 27°C
• Umidade relativa: superior a 55%
• Velocidade do vento: inferior a 10 km/h

Obs.: E necessário continua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar a sobreposição das faixas de aplicação. Recomenda-se o uso de anti-gotejante nas pontas e marcadores que evitem a sobreposição de barras.

APLICAÇÃO AÉREA (ARROZ-IRRIGADO E ALGODÃO)
• Equipamento: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
•Tipo de bicos: cônicos 08, 0,10 ou 12, core 45.
•Volume de aplicação: 30 à 50 L de calda/ha
• Ângulo dos bicos em relação a direção de vôo: 135º
•Altura de vôo: 2 à 4 metros sobre o solo.
• Largura da faixa de deposição efetiva: proporcionar uma cobertura uniforme.
• Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.

- Condições climáticas recomendadas para a aplicação:
• Temperatura:inferior a 25°C
• Umidade relativa: superior a 70%.
• Velocidade do vento: inferior a 10 km/h

Faixa de deposição: Avioes IPANEMA e similares: Faixa média de 15m. Aviões grandes: não devera exceder 22m.

Obs: A aplicação áerea somente devera ser feita em pré-emergência da cultura com acompanhamento de profissional técnico especializado.

INTERVALO DE SEGURANÇA: (VERIFICAR OS ESTUDOS DE RESÍDUOS)
CULTURA DIAS
Algodão Não especificado devido modalidade de uso.
Soja Não especificado devido modalidade de uso.
Melão Não especificado devido modalidade de uso.
Arroz irrigado Não especificado devido modalidade de uso.

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completada calda (mínima de 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse periodo, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recom a os para uso durante a aplicação.

LIMITAÇÃO DE USO:
•Não se recomenda aplicar PROFIT a menos de 800m das culturas de girassol e milho e das seguintes atividades: hortas, pomares, viveiros, casas de vegetação (estufa), jardins, videiras, arboredos, vegetações ribeirinhas e outras nativas.
• Independentemente da prática adotada, seja ela aplicação tratorizada em área total em pré -emergência, ou jato dirigido, não ultrapassar os limites máximos de dose em kg/ha recomendados nas instruções de uso.
• Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle e/ou injúria a cultura, especialmente se aplicação for feita em solo seco.
• Não aplicar, exceto quando recomendado para uso em cultura, ou drenar, ou lavar, equipamentos de pulverização sobre ou próximo de plantas ou áreas onde suas raízes possam se estender, ou em local onde o produto químico possa ser lavado ou posta em contato com as raízes das mesmas. Não usar em gramados, alamedas, parques ajardinados ou áreas similares. Evitar a deriva da pulverização sobre plantas úteis.
• Culturas de inverno (trigo, aveia, centeio) subsequentes a aplicação de PROFIT poderão apresentar leve clorose em locais se houver erro de aplicação como doses duplicadas ou sobreposição de barra. Entretanto, estas plantas recuperam-se normalmente, não afetando a produção nestas condições.
•O uso do PROFIT nas culturas de algodão, melão e arroz irrigado deverão ser feitos o tratamento das sementes previamente com PERMIT ou PERMIT STAR
nas doses recomendadas de bula.

MODO DE APLICAÇÃO
• Pós-plantio, pré-emergente em relação as plantas infestantes e a cultura, podendo ainda na cultura do arroz irrigado ser aplicado logo após o inicio da emergência do arroz.
• 0 solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem.
• PROFIT para sua ativação precisa de uma quantidade mínima de umidade no solo. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (maior que 10 mm) para sua ativação. Neste caso, se houver mato ja germinado, o mesmo deve ser eliminado através de um cultivo superficial (tratorizado ou manual) nas entrelinhas, evitando-se o movimento intenso do solo para manter PROFIT na camada superficial.
• Uso em algodão: antes do plantio as sementes devem ser tratadas com safener PERMIT ou PERMIT STAR que funcionam como "safener" (protetor), conferindo seletividade ao PROFIT para a cultura.
• Uso em arroz-irrigado: antes do plantio as sementes devem ser tratadas com PERMIT ou PERMIT STAR que funcionam como "safener" (protetor), conferindo seletividade ao Gamit para a cultura.
• Uso em melão: antes do plantio as sementes devem ser tratadas com safener PERMIT ou PERMIT STAR que funcionam como "safener" (protetor), conferindo seletividade ao PROFIT para a cultura.

PREPARO DA CALDA
O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando por fim o volume com água. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depositos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação. E possível ainda fazer uma pre-diluição do produto em um balde, e depois adicionar ao tanque com 3/4 de água.
Nota: Antes da aplicação de PROFIT o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

11. Intervalo de reentrada: Não entre na área em que o produlo foi aplieado antes da secagem completa da calda (no minimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o use durante a aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA
• ALGODÃO: Não especificado devido a modalidade de uso
• SOJA: Não especificado devido a modalidade de uso
• MELÃO: Não especificado devido a modalidade de uso
• ARROZ IRRIGAOO: Não especificado devido a modalidade de uso

13. Modalidade de aplicação: Pulverização terrestre e áerea (arroz irrigado e algodão).
14. Classificação toxicológica: CLASSE 111- MEDIANAMENTE TÓXICO.
15. Emprego autorizado: Uso exclusivamente agrícola.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)

Este produto e ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para algas.
Este produto e ALTAMENTE TÓXICO para abelhas.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'agua. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação áerea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250(duzentos e cinqCienta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagrícolas.

INSTRUCOES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres:CUIDADO VENENO
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, devarão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
Isole e sinalize a area contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC QUÍMICA DO BRASIL LTDA. - telefone de Emergência: (OXX34) 3319-3019.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoarnento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruc;oes abaixo:

• Pivo pavimentado: absorva o projuto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derrarnado não devera ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante atraves do telefone indicado no rotulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contarninado, recolha Esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Carpels d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humane ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, vista que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incÊndio, USE EXTINTORESS DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLlNA, de CO2 ou PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUCAO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZACAO OU EM DESUSO:

EMABALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
- LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o prepare da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o contelldo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
-Adicione água limpa a embalagem até 1/4 do seu volume;
-Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
-Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
-Faça está operação três vezes;
-Inutilize a embalagem plástica ou rnetálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de eguipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanisme para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30
segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mante-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realizagao da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário deve ser efeutado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável no próprio localonde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUCAO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um anO da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha side totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o terminar do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vázia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, rnedicamentos, raçães, animais e pessoas.

EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMABALAGEM
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalaegns cheias.

DEVOLUÇÃO DAS EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da emabalagem vazi, pelo usuário onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, rnedicamentos, rações, animais e pessoas.

-DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por ernpresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

-DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizada pelos órgão competentes.

-É PROIBIDO AO USUÁRI9O A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas devidamente registrados para a cultura, com diferentes mecanismos de ação. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.