Protecphos 56
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Fosfeto de alumínio
Registro MAPA:
19423
Empresa Registrante:
Rising Sun |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Fosfeto de alumínio | 560 g/kg | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Fumigante, Pós-colheita / Produtos armazenados
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
1 - Produto Extremamente Tóxico
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Fumigante (FU)
Modo de Ação:
Fumigante
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Arroz | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui | |||
| Sitophilus oryzae (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Tribolium castaneum (Besouro castanho) | veja aqui | |||
| Aveia | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Sitotroga cerealella (Traça) | veja aqui | |||
| Tribolium castaneum (Besouro castanho) | veja aqui | |||
| Café | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Araecerus fasciculatus (Caruncho) | veja aqui | |||
| Cevada | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui | |||
| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Tribolium castaneum (Besouro castanho) | veja aqui | |||
| Farinha de trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Plodia interpunctella (Traça indiana da farinha) | veja aqui | |||
| Tribolium castaneum (Besouro castanho) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Zabrotes subfasciatus (Caruncho do feijão) | veja aqui | |||
| Fumo / Tabaco | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Lasioderma serricorne (Caruncho do fumo) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Sitotroga cerealella (Traça) | veja aqui | |||
| Tribolium castaneum (Besouro castanho) | veja aqui | |||
| Soja | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
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| Callosobruchus maculatus (Caruncho) | veja aqui | |||
| Plodia interpunctella (Traça indiana da farinha) | veja aqui | |||
| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Tribolium castaneum (Besouro castanho) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Rhyzopertha dominica (Gorgulho dos cereais) | veja aqui | |||
| Sitophilus oryzae (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Sitophilus zeamais (Gorgulho) | veja aqui | |||
| Sitotroga cerealella (Traça) | veja aqui | |||
| Tribolium castaneum (Besouro castanho) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Não Lavável | Frasco | Metálico | Rígida | Sólido | 1 KG |
| Não Lavável | Frasco | Metálico | Rígida | Sólido | 1,5 KG |
INSTRUÇÕES DE USO
PROTECPHOS 56® é um inseticida que contém 560 g/kg do ingrediente ativo Fosfeto de Alumínio, formulação Fumigante em pastilha, pastilha/comprimido, sachet, grupo químico inorgânico precursor de Fosfina, e indicado no controle de insetos em grãos de arroz, cevada, aveia, milho, feijão, café, trigo, farinha de trigo, farelo de soja, fumo armazenado e soja.
INÍCIO, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÕES
O produto é aplicado quando há sintomas de infestação. Sendo o produto de contato, sempre que houver reinfestação haverá necessidade de aplicação do produto. Soja: Aplicar uma vez, na fumigação de soja à granel nos porões de navios destinados à exportação.
O número, a época e o intervalo de aplicação entre uma fumigação e outra, é determinado pelo nível de reinfestação do produto armazenado, segundo critério do técnico responsável pela armazenagem.
MODO DE APLICAÇÃO
O produto é aplicado no expurgo de arroz, cevada, aveia, milho, feijão, café, trigo, soja, farinha-de-trigo, farelo-de-soja e fumo armazenado para o controle de pragas tais como besouros, carunchos.
Para os grãos de arroz, cevada, aveia, milho, feijão, café, trigo e soja armazenados podem ser expurgados de várias formas:
• Em tendas plásticas (graneleiro e sacaria): hermeticamente fechadas com cobras de areia.
• Em armazéns fechados: onde se fumiga todo o volume do armazém o qual tem de estar hermeticamente fechado para que não haja escape de gás.
• Em silos: os quais devem estar bem fechados para que não haja escape do gás. Introduzir as pastilhas de fosfeto de alumínio, com o auxílio de sondas, cujas extremidades inferiores apresentem paletas, que se abrem para deixar cair pastilhas, sendo que estas são distribuídas a diferentes alturas, conforme o volume ou tonelagem.
• O produto em Sachet (saco): deve ser distribuído, após se constatado às condições de hermeticidade, nas doses recomendadas para cada tipo de armazenamento;
. Sacarias: distribuir o produto espaçadamente entre os sacos (sobre as pilhas) ou no piso, em pequenas caixas ao lado do lote a ser expurgado.
. Graneleiros e Silos: distribuir o produto nos dutos do sistema de expurgo existente ou durante a operação de carregamento (silos verticais) ou distribuídos com sondas manuais (silos horizontais).
. Porões de navio: para os grãos de soja destinados à exportação devem ser aplicados nos porões de navio da seguinte forma:
• Deve-se utilizar pedaços de tiras de lençol plástico de boa espessura e fita adesiva, assegurando-se da perfeita vedação dos porões e da impossibilidade de vazamento para áreas limítrofes com presença da tripulação, procurando fechar bem todo ponto, onde o gás fosfina possa escapar, como por exemplo, escotilhas de acesso, orifício de exaustores do teto, etc.
• Anteriormente deve-se estender os Sachets em tiras nas superfícies dos grãos de soja e enterrálos entre 20 e 30 cm de profundidade.
Observação: O expurgo para fins de exportação de soja em grãos deve ser realizado por empresa credenciada no Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento. A critério do Engenheiro Agrônomo ou técnico responsável as condições de aplicação podem ser alteradas, por exemplo em locais com circulação de ar forçado.
Modo de Aplicação: como utilizar
.Pastilhas (3 g) e pastilhas/comprimidos (0,6 g):
A• Armazéns Convencionais - produtos em fardos ou sacarias:
Cobrir cada bloco ou grupo de blocos a ser fumigado com lona própria. Sob a lona, colocar as pastilhas ou comprimidos em pequenas caixas de madeira ao redor dos blocos e vedar toda a beirada da lona com cobras de areia para evitar vazamento do gás.
B• Armazéns Graneleiros (horizontais) e Silos (verticais) de concreto ou metálicos - produtos à granel:
Cobrir toda a massa (à granel) a ser fumigada com lona própria. Enterrar a extremidade da lona entre a massa e as paredes da estrutura e vedar com cobras de areia. Deixar um espaço aberto entre as lonas para a aplicação das pastilhas ou comprimidos e em seguida fechá-las com fita adesiva ou "velcro". Vedar com lonas e fitas adesivas as entradas de aeração, válvulas de descarga e demais locais onde possa ocorrer vazamento de gás.
.Tubos de tecido de algodão ou tela (‘sleeves’):
A• Armazéns convencionais - produtos em fardos ou sacarias:
Cobrir cada bloco ou grupo de blocos a ser fumigado com lona própria para fumigação. Manter um afastamento de ao menos 30 cm da base da pilha, com uma sobra de +/- 50 cm em todos os lados.
Sob a lona, colocar os tubos de tecido pendurados nas laterais das pilhas e vedar toda a beirada da lona com cobras de areia para evitar vazamento do gás.
B• Armazéns graneleiros horizontais e silos verticais de concreto ou metálicos - produtos à granel:
Cobrir toda a massa (à granel) a ser fumigada com lona própria. Enterrar a extremidade da lona entre a massa e as paredes da estrutura e vedar com cobras de areia. Deixar um espaço aberto entre as lonas para a aplicação dos tubos de tecidos com o produto (‘sleeves’) e em seguida fechá-las com fita adesiva ou "velcro".
Vedar sempre com lonas e fitas adesivas as entradas de ar, válvulas de descarga e locais que o gás possa vazar.
• Porões de Navios:
A fumigação só deverá ser realizada em navios que tenham porões herméticos e que estejam aptos para o transporte de grãos. É recomendada a inspeção prévia do porão.
Sempre tomar cuidado com a possibilidade de ocorrência de chuvas, pois como o processo de fechamento dos porões é lento, o fumigante aplicado poderá ser exposto à umidade, vindo a ocorrer acidentes.
Recomenda-se que o fumigante a ser aplicado no porão do navio, durante o processo de fumigação, deve ser distribuído por toda a superfície da carga fumigada, não permitindo a sua aglomeração em pequenas áreas do porão.
Verificar locais de possível vazamento de fosfina, a exemplo de respiros diversos, sistemas de detecção de chamas por dutos, válvulas e outras comunicações entre o porão e o convés.
Observar as borrachas das tampas dos porões, bem como do acesso via agulheiro.
No caso de utilizar o processo de recirculação em fumigação de porões de navios, recomenda-se que os critérios básicos sejam cumpridos (periodicidade de acionamento e localização da instalação do motor, etc.).
TEMPO DE EXPOSIÇÃO
Instruções para a ação total da Fosfina em função do tempo de exposição para o efetivo controle dos insetos.
As temperaturas são do interior das câmaras de fumigação dos produtos nos silos, graneleiros e porões de navios.
. Temperaturas acima de 25ºC:
- Arroz, cevada, aveia, milho, feijão, café, trigo, soja, farinha-de-trigo, farelo-de-soja e fumo armazenado (Em fardos ou sacarias): Período mínimo de fumigação: 5 dias (120 h).
- Arroz, cevada, aveia, milho, feijão, café, trigo, soja, farinha-de-trigo, farelo-de-soja e fumo armazenado (graneleiros horizontais, silos verticais e porões de navios): Período mínimo de fumigação: 10 dias (240 h).
. Temperaturas de 15ºC~25ºC: prolongar o tempo de exposição em 20% (fardos ou sacarias).
. Temperaturas menor que 15ºC: Fumigação não recomendada.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Após o período de exposição, que seria o tempo de tratamento, há necessidade de aeração do ambiente onde os grãos ou produtos armazenados foram tratados, como também a aeração dos próprios grãos ou produtos. As concentrações residuais de gás devem ser verificadas previamente pelo cheiro característico exalado (cheiro de peixe em decomposição) ou ainda de forma quantitativa usando uma bomba e ampolas Drager específicas para Fosfina. Recomenda-se que os
trabalhadores aguardem o período de aeração, no mínimo de 3 a 4 dias, para reentrada no local fumigado. Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
- Fitotoxicidade: O produto quando utilizado nas doses recomendadas não apresenta fitotoxicidade nem afetao poder germinativo.
- Compatibilidade: O produto não deve ser utilizado com outros agrotóxicos.
- Nível de Concentração Máxima: As exposições ao gás Fosfina não devem exceder a 0,23 ppm para jornadas de trabalho de até 48 horas semanais.
- Inflamabilidade: É Inflamável espontaneamente no ar à concentração acima de 26 g/m³.
- Corrosividade: A fosfina é corrosiva para a maioria dos metais, especialmente ao cobre e metais nobres, em consequência da reação da fosfina com os mesmos. Os aparelhos que contenham cobre, tais como motores elétricos, cabos condutores de eletricidade, interruptores elétricos, sistemas de alarme, sistemas eletrônicos e outros, podem sofrer danos. Dessa forma, antes de iniciar a fumigação verificar atentamente a presença desses aparelhos e protegê-los devidamente da ação da fosfina.
- Somente iniciar a fumigação após certificar-se que a área está completamente livre de pessoas não autorizadas e de animais.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.
• Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência.
• Recomenda-se as seguintes estratégias de manejo de resistência, pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas.
• Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
• Utilizar somente as dosagens recomendadas no rótulo/bula.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo da resistência.
GRUPO 24A INSETICIDA