Bula Rancho

acessos
Diuron + Hexazinona
17508
Ouro Fino

Composição

Diuron 533 g/kg Uréias substituídas
Hexazinone 67 g/kg Trianinona

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Burra leiteira
(Chamaesyce hyssopifolia)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Capim colonião
(Panicum maximum)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Corda de viola
(Ipomoea nil)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca. Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência

Bombonas plásticos/fibra: 5; 10; 15; 20; 25; 50; 100 e 200 Kg.
Tambores metal/plástico:5; 10; 15; 20; 25; 50; 100 e 200 Kg.
Minibulk metal: 50; 100; 200; 300; 400 e 500 Kg.
Minibulk plástico: 50; 100; 200; 300; 400 e 500 Kg.
Minibulk fibra:50; 100; 200; 300; 400 e 500 Kg.
Bulk metal/plástico/fibra: 600; 700; 800; 900; 1000; 1500; 2000; 5000; 10.000 e 20.000 Kg

INSTRUÇÕES DE USO:

-CULTURAS, PLANTAS INFESTANTES:
ADVITER® é um herbicida apresentado na forma de granulado dispersível para o controle seletivo de plantas infestantes em pós-emergência e pré-emergência na cultura da cana-de-açúcar. É prontamente absorvido pelas raízes e através das folhas das plantas infestantes, mostrando ação de contato e residual. O grau de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo.

DOSES, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
ADVITER® é recomendado para aplicações em pós e pré-emergência, em cana planta e em cana soca, nas doses de 2,0 à 3,5 kg/ha.
As maiores doses devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas infestantes. As menores doses próximas a 2,0 kg/ha devem ser aplicadas em condições de solos extremamente arenosos.
Em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante.

Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das ervas e/ou solo, é fundamental para se obter um bom controle de plantas invasoras. Em estádios de desenvolvimento mais avançado da cultura, ou quando o porte da cana soca estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes, recomenda-se aplicação em jato dirigido, evitando-se o efeito "guarda-chuva" sobre as plantas infestantes.

Melhores resultados são obtidos em condições de solo úmido, boa umidade relativa do ar, temperaturas favoráveis e observância da velocidade do vento, conforme descrito a seguir.
Nas aplicações em pré-emergência, o solo deve estar bem preparado, livre de torrões, de touceiras de cana ou de plantas infestantes remanescentes e úmido.
As aplicações em cana soca devem ser feitas após o enleiramento da palha e cultivo.
Para cana planta em solos leves, recomenda-se que as aplicações sejam feitas após as primeiras chuvas depois do plantio, suficientes para acomodação final do solo. Isso é necessário para se evitar concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em decorrência do assoreamento, obtendo-se assim maior seletividade à cultura, e uniformidade de controle nas entrelinhas.

MODO / EQUIPAMENTOS DE APLICAÇAÇÃO:

•Aplicação terrestre
- equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 Lb/pol2).
- altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou da área das plantas infestantes.
- Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
- tipos de bico: na pré e pós emergência usar bicos de jato plano (Ex. Teejet XR
Teejet TK, DG ou Twinjet); na pós emergência podem ser usados também bicos de jato cônico (Ex.: Fulljet Conejet) de acordo com as recomendações do fabricante.
- Volume de aplicação: 250 a 400 L de calda/ha em pré-emergência, ou 350 ou 800 L de calda/ha em pós-emergência.

Obs: È necessário contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar sobreposição das faixas de aplicação.

• Aplicação aérea

- equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
- tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45, ou atomizadores de tela rotativa
Micronair
- volume de aplicação: 30 a 50 L de calda/ha
- ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135°
- altura de vôo: 2 a 4 metros sobre o solo
- largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave de modo a
proporcionar uma boa cobertura
- condições climáticas:
- temperatura: inferior a 25°C
- umidade relativa: superior a 70%
- velocidade do vento: inferior a 10 km/h

Obs: A aplicação aérea poderá ser feita em pré ou pós-emergência da cultura.

Preparo da calda

O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retomo em funcionamento e então adicionando o produto, completando por fim o volume com água. Caso indicado o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado a calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

Nota: Antes da aplicação de ADVITER® o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

Lavagem do equipamento de aplicação: Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difícies de serem removidos. O adiamento, mesmo que por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.

1.Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difulsores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de protudo. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com respectivo produto.
2.Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3.Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este liquido atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
4.Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5.Repita o passo nº3.
6.Enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água
limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Recomendações para evitar deriva: Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

Importância do diâmetro de gota: A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (0,15 a 0,20 mm). A presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estágio de desenvolvimento da cultura, etc devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura, e Inversão térmica.

Controlando o diâmetro de Gotas - Técnicas Gerais
Volume: Use bicos de maior vazão para aplicar maior volume de calda possível considerando suas necessidades práticas. Bicos com vazão maior, produzem gotas maiores.

Pressão: Use a menor pressão indicada/para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração através das folhas da cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.

Tipo de bico: Use o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Para a maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Altura da barra: Para equipamento de solo, regule a altura da barra para a menor possível, de forma a obter uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. A barra deve permanecer nivelada com a cultura, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.

Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior à 5 km/h devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver vento forte, acima de 16 km/h, ou em condições de vento inferiores à 5 km/h.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade: Em condições de clima quente e seco, regule o equipamento de aplicação para produzir gotas maiores a fim de reduzir o efeito da evaporação.

Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea

Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3,0 m acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanece perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação da temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina no nível do solo. No entanto, se não houver neblina as inversões térmicas podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em das e com movimento lateral indica a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Cana-de-açucar: 150 dias

INTERCALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda ( no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
•Fazer somente um tratamento por ciclo da cultura, seguindo as recomendações de dose para cada tipo de solo.
•A cana-de-açúcar em que foi aplicado ADVITER® não deve servir para alimentação animal.
•Nas aplicações em pré-emergência, o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
•As aplicações em cana soca devem ser feitas após o enleiramento da palha e cultivo.
•Para cana planta, recomenda-se que as aplicações sejam feitas após as primeiras chuvas depois do plantio para se evitar concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em decorrência do assoreamento, obtendo-se assim maior seletividade à cultura, e uniformidade de controle nas entrelinhas.
•Não aplicar em solos leves com menos de 1% de matéria orgânica.
•A tolerância de novas variedades deve ser determinada antes de se adotar ADVITER® como prática.
•Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle e/ou injúria à cultura, especialmente se a aplicação for feita em solo seco.
•Para a rotação de cultura observar o período mínimo de 01 ano após a aplicação para o plantio de outras culturas.
•Não aplicar através de sistemas de irrigação.
•Evite que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambienta!. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
•Não utilizar o produto em desacordo com às instruções do rótulo e bula.

Aviso ao comprador: ADVITER® deve somente ser utilizado de acordo com as recomendações dessa bula/rótulo. A Du Pont não se responsabilizará por danos ou perdas resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente na bula/rótulo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES
PRODUTO PERIGOSO
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
-Produto para uso exclusivamente agrícola.
-Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
-Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
-Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
-Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
-Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
-Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
-Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
-Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
-Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, botas de borracha, máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila. Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
-Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
-Verifique a direção do vento e aplique de forma a evitar o contato com o produto, dependendo do equipamento de aplicação.
-Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas de borracha,máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2), óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
-Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
-Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação.
-Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
-Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
-Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
-Troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
-Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
-No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado. Consultar um médico imediatamente.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS
•Grupo químico: Uréia Substituída e Triazinona
•Classe toxicológica: III- Medianamente tóxico
•Vias de exposição: oral, dérmica e inalatória
•Toxicocinética(metabolismo):
DIUROM

Absorção
O diuron é absorvido tanto pela via gastrintestinal quanto pelo trato respiratório. Contudo, não se sabe se o diurom também é absorvido pela pele.

Metabolismo
A maior parte dos metabólitos do diuron, que são excretados pela urina, mantêm a configuração da uréia e resultam de hidroxilação e dealquiação do diuron.

Excreção
É rapidamente excretado pelo rim, na forma original ou metabólitos após breve armazenamento nos tecidos corporais.
Em ratos e cachorros alimentados com diurom, a excreção dos metabólitos ocorreu tanto nas fezes quanto na urina.

Hexazinona:
A hexazinona é rapidamente absorvida após a exposição oral e é rapidamente metabolizada e excretada. A taxa de absorção dérmica parece ser muito menor do que a absorção via exposição oral.
As transformações metabólicas são limitadas à hidroxilação, desmetilação e oxidação; que são processos relativamente simples e comuns no metabolismo de muitos agrotóxicos e no de outros compostos que ocorrem naturalmente no organismo. Todos esses passos tendem a tornar os metabólitos mais solúveis em água e aumentar a taxa de excreção pelos rins.
Tanto a excreção urinária quanto a fecal são rápidas: a excreção urinária é completa em 48 horas e a excreção fecal em 72 horas.
Em estudos com ratos, verificou-se que a maior parte da hexazinona é excretada pela urina.
Exposições por períodos longos não diminui o rápido processamento e eliminação.
Menos do que 1 % da hexazinona original foi detectada na urina e fezes; sendo encontrados quase que somente metabólitos. Não parece haver qualquer acumulação tecidual significante.
de Diurom: doses letais apresentam indicacões de danos tóxicos
•Mecanismos de toxicidade:
DIUROM
Doses letais apresentam indicações de danos tóxicos ao fígado,rins, intestinos e cérebro.
HEXAZINONA:
Há pouca informação disponível acerca do mecanismo específico de toxicidade da hexazinona em humanos ou em outras espécies de mamíferos.Embora a hexazinona seja classificada como um herbicida pertencente ao grupo químico triazinona, a hexazinona é estruturalmente diferente e parece não ser toxicologicamente relacionada a outros agrotóxicos deste grupo.
•Sintomas e sinais clínicos:
DIUROM:

Exposição Aguda
A)Baseado em resultados obtidos com estudos em animais, este agente parece ter baixa toxicidade sistêmica. A severidade da intoxicação deve ser baseada nos achados clínicos. Pode ocorrer metemoglobinemia em ingestães de grandes quantidades
B)Caso sejam evidentes sintomas severos outros além da hemoglobinemia, deve-se suspeitar de ação alternativa ou adicional de algum outro tóxico.
Ocular
A exposição aos olhos pode resultar em irritação ocular
Respiratório
Pode-se observar irritação da mucosa respiratória após contato prolongado.
Cardiovascular
A depressão do SNC e hipoxemia podem ser observadas caso haja metemoglobinemia.
Gastrintestinal
Após ingestão, podem ocorrer náusea, vômito e diarréia.
Geniturinário
Alguns metabólitos podem causar irritação no trato urinário.
Hematológico
Foi observada sulfohemoglobina no sangue de ratos e cachorros aos quais administraram-se repetidamente altas doses de diurom, e em uma overdose de monolinuron em humano. A metemoglobinemia pode resultar de efeitos dos metabólitos de alguns herbicidas uréicos.
Dermatológico
Pode ser observada cianose não responsiva à terapia de oxigênio em pacientes com metemoglobinemia devida à absorção de quantidades excessivas desses agentes.
Pode ocorrer irritação da pele após exposição.

HEXAZINONA:
A hexazinona é pouco tóxica para mamíferos por via oral, é praticamente não tóxica via dérmica, não causa irritação significante na pele ou sensibilização, mas pode causar sérios danos oculares. É ALTAMENTE IRRITANTE PARA OS OLHOS.
A toxicidade inalatória de hexazinona é muito baixa.
Efeitos devidos à exposição aguda podem incluir: irritação nos olhos nariz e garganta, assim como náusea e vômito.
A hexazinona não parece causar efeitos no sistema imunológico.
Em estudos com animais, empregando-se doses muito elevadas, são freqüentemente observados: lacrimação, salivação, vômito, tremores, ataxia, fraqueza, diarréia e freqüência respiratória elevada e/ou dificuldade respiratória. Embora esses efeitos possam ser causados por neurotoxinas, não há indicadores específicos de neurotoxicidade. Esses efeitos podem ser secundários a outros mecanismos de toxicidade. Não há dados para dizer que a hexazinona é diretamente uma neurotoxina. Em intoxicações menos severas, o sintoma mais comumente induzido pela hexazinona foi perda de peso.
Embora a hexazinona pareça ser absorvida muito mais lentamente através de exposições dérmicas (se comparado à exposições orais), os estudos agudos e crônicos disponíveis de exposição dérmica indicam que a hexazinona pode ser absorvida pela pele em quantidades suficientes para causar pelo menos sinais sensitivos de toxicidade, particularmente perda de peso.
•Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
•Tratamento:
Antídoto: Não existe antídoto específico.
Diurom:
Exposição Oral
A) Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico;
B) Descontaminação - Remova as roupas contaminadas e lave as áreas afetadas, incluindo o cabelo, com água e sabão
C)O tratamento é sintomático e de suporte;
D) Metahemoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de azul de metileno a 1 % lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de
água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos.Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica
Descontaminação:Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir.
HEXAZINONA
Exposição Oral
A)Êmese: A indução de vômito empregando-se ipeca não é recomendada, pois há muito pouca informação acerca do efeito da overdose em humanos.
B)Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em infantes com menos de 1 ano de idade.
C)Lavagem Gástrica:: Considere após ingestão recente (geralmente até 1 hora) de uma quantidade que represente risco à vida:
Contra-indicações: Perda de reflexos protetores das vias respiratórias, nível diminuído de consciência, após a ingestão de compostos corrosivos ou hidrocarbonetos (alto potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal ingestão e de quantidades pouco tóxicas
D)Se pessoas expostas a agrotóxicos do grupo das triazinonas exibirem sintomas de toxicose severa, deve ser considerada a absorção concomitante de outras toxinas.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Monitore quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritação no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, conforme necessário. Trate o broncoespasmo com agonista beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidade copiosa de água corrente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. Se a irritação ou dor persistir, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
•Contra-indicações:Indução de vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.
•Efeitos sinérgicos: Não foram relatados efeitos sinérgicos relacionados aos diferentes ingredientes.
•ATENÇÃO:
Ligue para Disque-intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter
informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS)
Telefones de emergência: 0800-701-0109

Mecanismos de ação, absorção e excreção para Animais de Laboratório:
Estudos de metabolismo realizados com animais de laboratório indicam que Hexazinona ingerida é rapidamente metabolizada, sendo eliminada principalmente pela urina e fezes. A eliminação de Hexazinona e seus metabólitos ocorre na sua maior parte nas primeiras 24 horas, sendo completamente eliminado entre 3 e 4 dias após a administração. Aproximadamente, 61% a 77% da molécula radiomarcada foi eliminada via urina e 20% a 32% via fezes. Hexazinona não apresenta potencial para bioacumulação.

O metabólito predominante da degradação do Diurom em cães foi 3,4-diclorofeniluréia, além de pequenas quantidades de Diurom não metabolizado, 3,4-dicloroanilina e 3,4-diclorofenol. A toxicidade do metabólito predominante é baixa. O Diurom não apresenta potencial para bioacumulação. A excreção se dá pelas fezes (17%) e, principalmente, pela via urinária (83%).

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:
Efeitos agudos:
DL50 oral para ratos: Superior a 3800 mg/Kg
DL50 dérmica para ratos: Superior a 4.000 mg/Kg
Irritabilidade dérmica em coelhos: O produto foi considerado não irritante para a pele dos animais. Irritabilidade ocular em coelhos: O produto causou irritação ocular reversível em até 72 horas, sem opacidade da córnea.
Sensibilização cutânea em porquinhos-da-índia: Não causou sensibilização ao ser aplicado na pele dos animais.

Efeitos crônicos:
Com base em testes com animais de laboratório, a ingestão repetida de Hexazinone e/ou Diuron, produziu aumento da massa do fígado e redução do peso corpóreo nas doses mais elevadas. O Diuron é irritante podendo levar ao aparecimento de "rash" cutâneo, irritação ocular com desconforto, lacrimejamento e visão turva, aumento do fígado e efeitos no baço e tireóide. Após contato intenso e prolongado com o ingrediente Hexazinone, alterações hepáticas podem ser evidenciadas. De um modo geral os sintomas são inespecíficos e seu aparecimento associado à confirmação de exposição ao produto, sugere intoxicação.

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

-Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
-Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
-Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2.INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação
-Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DU PONT DO BRASIL S.A., pelo telefone de emergência 0800 701 0109.
-Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
-Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado - recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, recolha este material e coloque em um recipiente lacarado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, e contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, C02 OU PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4.PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

-INSTRUÇÕES PARA EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's- Equipamentos de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto .

•Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo da tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo .

•Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de uma ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

INSTRUÇÕES PARA EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de uma ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

INSTRUÇÕES PARA EMBALAGENS FLEXÍVEIS

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatório a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

INSTRUÇÕES PARA EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados a este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovado pelo órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrências natural, podem sobreviver ao tratamento adequado de herbicida, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementear e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.