Bula Regent 800 WG - Basf

Bula Regent 800 WG

acessos
Fipronil
5794
Basf

Composição

Fipronil 800 g/kg Fenilpirazol

Classificação

Inseticida, Cupinicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva alfinete
(Diabrotica speciosa (larva alfinete))
150 g.p.c./ha 150 a 300 L calda/ha (sulco de plantio) - Realizar uma aplicação em jato dirigido no sulco de plantio Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos
Larva alfinete
(Diabrotica speciosa (larva alfinete))
200 g.p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - Realizar uma aplicação no momento da amontoa Não determinado por se tratar de tratamento de solo Realizar uma complementação na dose de 200 g.p.c./ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos
Cana-de-açúcar (Plantio) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da cana
(Migdolus fryanus)
500 g p.c./ha 300 L calda/ha (sulco de plantio) - Realizar uma aplicação em jato dirigido no sulco de plantio Não determinado por se tratar de tratamento de solo Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g.p.c./ha em uma única aplicação no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra
Broca da cana
(Migdolus fryanus)
650 g p.c./ha 300 L calda/ha (sulco de plantio) - Realizar uma aplicação em jato dirigido no sulco de plantio Não determinado por se tratar de tratamento de solo Em áreas de alta infestação, utilizar o parcelamento de doses, sendo 400 g.p.c./ha pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g.p.c./ha, aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
500 g p.c./ha 300 L calda/ha (sulco de plantio) - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura
Cupim
(Heterotermes tenuis)
200 a 250 g p.c./ha 300 L calda/ha (sulco de plantio) - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura, utilizando doses maiores para maior período de controle
Cupim
(Cornitermes cumulans)
200 a 250 g.p.c./ha 300 L calda/ha (sulco de plantio) - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura, utilizando doses maiores para maior período de controle
Cupim
(Neocapritermes opacus)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura, utilizando doses maiores para maior período de controle
Cupim
(Procornitermes triacifer)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura, utilizando doses maiores para maior período de controle
Saúva parda
(Atta capiguara)
1 a 2 g p.c. / L de calda 50 mL de calda/olheiro - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”
Cana-de-açúcar (Soca) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Heterotermes tenuis)
250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Realizar as aplicações abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura
Cupim
(Cornitermes cumulans)
250 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Realizar as aplicações abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura
Cupim
(Neocapritermes opacus)
250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Realizar as aplicações abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura
Cupim
(Procornitermes triacifer)
250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico. Realizar as aplicações abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura
Saúva parda
(Atta capiguara)
1 a 2 g p.c. / L de calda 50 mL de calda/olheiro - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva alfinete
(Diabrotica speciosa (larva alfinete))
100 g p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha (Jato Dirigido) - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
100 g p.c./ha 100 a 300 L calda/ha (sulco de plantio) - Aplicação única Não determinado por se tratar de tratamento de solo Aplicar no sulco de plantio no momento da semeadura de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra

Sacos multifoliados de papel Krafit com peso líquido de 0,5; 1,0; 5,0 e 20 kg;
Cartuchos de papelão com peso líquido de 0,5 e 1,0 kg;
Bombonas plásticas de 0,5; 1,0; 5,0; 6,0; 10; 20 e 50 kg.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Batata:
Sulco de plantio:
Para o controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos somente, na dose de 150 g.p.c./ha com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare. Fazer uma complementação na dose de 200 g.p.c./ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos.
Cana-de-Açúcar/plantios novos:
Sulco de plantio:
Cupins e Broca-da-Cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura. Utilizar as doses mais baixas 200 g.p.c./ha para controle de cupins em área onde se tenha histórico de infestações baixas da praga. A dose maior, 250 g.p.c./ha deverá ser utilizada em casos onde se tenha níveis de infestações médios a altos.
Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g.p.c./ha em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra. Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g.p.c./ha pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g.p.c./ha, aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra.
Cana-de-Açúcar/soqueira:
Cupins: Realizar as aplicações com equipamentos pulverizados adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatado a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico.
Cana-de-Açúcar/plantio novo ou soqueira:
Saúva parda: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50mL de calda/olheiro e proximidades da trilha de caminhamento.
Milho:
Sulco de plantio: Larva Alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder à aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra.
Pão-de-galinha: Para o controle do Pão-de-galinha o produto poderá ser aplicado no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra.
MODO DE APLICAÇÃO: Para sulco do plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra. Para saúva parda deve ser realizado pulverização da calda do Regent® 800 WG de forma dirigida, com um consumo de 50 mL de calda/olheiro, usando um pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do “olheiro” e mais parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metro), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Devido à modalidade de uso as condições climáticas não são fatores limitantes para aplicação do produto, exceto casos extremos como chuvas, vento muito forte, altas temperaturas e outros fatores que possam impedir a aplicação do produto.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata: Não determinado por se tratar de tratamento de solo
Cana-de-açúcar: Não determinado por se tratar de tratamento de solo
Milho: Não determinado por se tratar de tratamento de solo
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Como a finalidade do produto é a aplicação no solo, não há necessidade de observância de intervalo de reentrada, desde que as pessoas estejam calçadas ao entrarem na área tratada.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida Regent® 800 WG pertence ao grupo 2B (Bloqueadores de canais de cloro mediados pelo Gaba) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do Regent® 800 WG como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 2B. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Usar Regent® 800 WG ou outro produto do mesmo grupo químico somente em tratamento de sementes. • Seguir as recomendações de bula quanto a aplicação permitida.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do Regent® 800 WG ou outros produtos do Grupo 2B quando for necessário;
• Sempre realizar as aplicações direcionadas em tratamento de sementes e em fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

GRUPO 2B INSETICIDA

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.