Bula Regent 800 WG

acessos
Fipronil
5794
Basf

Composição

Fipronil 800 g/kg Fenilpirazol

Classificação

Inseticida, Cupinicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Ingestão

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
150 a 200 g.p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura antes da cobertura dos tubérculos semente, na dose de 150 g.p.c./ha. Fazer uma complementação na dose de 200 g.p.c./ha no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca da cana
(Migdolus fryanus)
250 a 500 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura. Doses: 500 g p.c./ha no sulco de plantio OU 400 g p.c./ha arado + 250 g p.c./ha no sulco de plantio
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
500 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura
Cupim
(Heterotermes tenuis)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura
Cupim
(Cornitermes cumulans)
200 a 250 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura
Cupim
(Neocapritermes opacus)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura
Cupim
(Procornitermes triacifer)
200 a 250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura
Saúva parda
(Atta capiguara)
1 a 2 g p.c. / L de calda 50 mL de calda/olheiro - - Não determinado. Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”
Cana-de-açúcar (soqueira) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cupim
(Heterotermes tenuis)
250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas
Cupim
(Procornitermes triacifer)
250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas
Cupim
(Neocapritermes opacus)
250 g p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas
Cupim
(Cornitermes cumulans)
250 g.p.c./ha 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto abaixo da superfície do solo na região de maior ocorrência do sistema radicular das plantas
Saúva parda
(Atta capiguara)
1 a 2 g p.c. / L de calda 50 mL de calda/olheiro - - Não determinado. Aplicação do produto no olheiro e trilha de caminhamento próximo ao “olheiro”
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Larva pão de galinha
(Diloboderus abderus)
100 g p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura
Vaquinha verde amarela
(Diabrotica speciosa)
100 g p.c./ha 250 a 300 L de calda/ha - - Não determinado. Aplicação do produto no sulco de plantio no momento da semeadura

Sacos multifoliados de papel Krafit com peso líquido de 0,5; 1,0; 5,0 e 20 kg;
Cartuchos de papelão com peso líquido de 0,5 e 1,0 kg;
Bombonas plásticas de 0,5; 1,0; 5,0; 6,0; 10; 20 e 50 kg.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
BATATA:
SULCO DE PLANTIO
Para o controle da Larva-alfinete realizar a aplicação em jato dirigido no sulco de plantio da cultura, antes da cobertura dos tubérculos semente, na dose de 150 g.p.c./ha (120 g.i.a./ha) com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 150 a 300 litros de calda por hectare.
Fazer uma complementação na dose de 200 g.p.c./ha (160 g.i.a./ha) no momento da “amontoa” (15 a 25 dias após a semeadura), dirigido para a base das plantas, local onde haverá a formação dos tubérculos cobrindo o produto imediatamente com terra após a aplicação, formando assim uma barreira química impedindo o acesso da praga até os tubérculos.

CANA-DE-AÇÚCAR / PLANTIOS NOVOS:
SULCO DE PLANTIO:

Cupins e Broca-da-Cana: Realizar as aplicações preventivamente no sulco de plantio, sobre as “mudas”, no momento da semeadura da cultura com auxílio de pulverizadores adaptados com bicos de jato plano (leque) imediatamente antes da cobertura.
Utilizar as doses mais baixas 200 g.p.c./ha (160 g.i.a./ha) para controle de cupins, em área onde se tenha o histórico de infestações baixas da praga. A dose maior, 250 g.p.c./ha (200 g.i.a./ha) deverá ser utilizada em casos onde se tenha níveis de infestações médios a altos.

Migdolus: Em áreas de baixa incidência da praga, utilizar a dose de 500 g.p.c./ha (400 g.i.a./ha) em uma única aplicação com auxílio de pulverizadores tratorizados adaptados com bico de jato plano (leque) a uma vazão de 300 litros de calda por hectare no sulco de plantio no momento da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra.
Áreas de alta infestação utilizar o parcelamento de doses, sendo: 400 g.p.c./ha (320 g.i.a./ha) pulverizado na base do arado de aiveca, formando uma barreira química no subsolo contra o ataque da praga, complementado com a dose de 250 g.p.c./ha (200 g.i.a./ha), aplicado no sulco de plantio no momento da realização da semeadura da cultura, cobrindo imediatamente com terra.


CANA-DE-AÇÚCAR/SOQUEIRA:

Cupins: realizar as aplicações com equipamentos pulverizadores adaptados para tal função com uma vazão de 300 litros de calda por hectare, abrindo um sulco lateral de cada lado da soqueira, procurando sempre colocar o produto abaixo do nível do solo e na região de maior ocorrência de raízes da cultura. Aplique somente após ser constatada a presença da praga na área, e acima do nível de dano econômico.

CANA-DE-AÇÚCAR / PLANTIO NOVO OU SOQUEIRA:
Saúva parda: Deve ser feita uma vez de forma dirigida, aplicando-se 50mL de calda/olheiro e proximidades da trilha de caminhamento.


MILHO:
SULCO DE PLANTIO

Larva Alfinete: No controle da larva-alfinete, proceder a aplicação preventivamente em jato dirigido no sulco de plantio no momento da realização da semeadura, com equipamento adaptado e bico de jato plano (leque) a uma vazão de 250 a 300 litros de calda por hectare, cobrindo o produto que foi pulverizado imediatamente com terra.

Pão-de-galinha: Para o controle do Pão-de-galinha o produto poderá ser aplicado no sulco de plantio no momento da semeadura com o auxílio de pulverizadores específicos de tal forma que haja uma distribuição homogênea do produto, devendo o mesmo ser coberto imediatamente com terra.

MODO DE APLICAÇÃO:
Para o sulco de plantio o produto poderá ser aplicado com equipamentos tratorizados adaptados com bico de jato leque (plano) ou cônico, dependendo do alvo a ser atingido, e a uma vazão de 100 a 300 litros de calda por hectare, procurando sempre colocar o produto no local de ocorrência da praga a ser controlada.

Para saúva parda deve ser realizado pulverização da calda do Regent 800 WG de forma dirigida, com um consumo de 50 mL de calda/olheiro, usando um pulverizador costal, procurando-se atingir o centro do “olheiro” e mais parte do caminho por onde caminham as formigas (0,5 metro), procurando atingir os indivíduos ali presentes e também o solo por onde as mesmas estão circulando.


CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:
* Temperatura: máxima 27oC
* Umidade relativa do ar: mínima 55%
* Velocidade de ventos: máxima 10 km/hora (3 m/seg.).
Considerar sempre que a umidade relativa do ar é o elemento mais importante na maior ou menor velocidade de evaporação das gotas. Lembrar que as gotas muito finas não atingem adequadamente o alvo, e tem deriva maior, enquanto que gotas muito grossas dão uma deposição inadequada e escorrem para o solo.

INTERVALO DE SEGURANÇA
Batata:................................................... não determinado por se tratar de tratamento de solo
Cana-de-açúcar ......................................não determinado por se tratar de tratamento de solo
Milho: ......................................................não determinado por se tratar de tratamento de solo

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
- Não há, desde que sejam sigam as recomendações de uso do produto.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA:

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Ao abrir a embalagem, faça de maneira a evitar derrames
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não utlize equipamentos com vazamentos.
• Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
• Não transporte o produto juntamente corn alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas
• Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados
• Quando for descartar as embalagens, use luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
• Use protetor ocular. Se houver contato do produto corn os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
• Use luvas de borracha. Ao contato do produto corn a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS
• Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS
• Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar derrames. Use óculos protetores,
macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
• Não aplique o produto contra o vento, o produto produz neblina,.
• Use óculos protetores, macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu, impermeável de abas largas, máscara corn filtro de carvão ativado.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível o contato corn a área ja aplicada até o término do intervalo de reentrada na área.
• Mantenha o restante do produto em sua embalagem original, adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho, troque e lave as suas roupas, separado das roupas domésticas.
• Não reutilize as embalagens vazias
• Após cada aplicação lave e faça a manutenção em todos os Equipamentos de Proteção Individual.

PRIMEIROS SOCORROS :
• Em caso de ingestão acidental, NÃO PROVOQUE VÔMITO, se a vitima estiver consciente administre 2 — 3 copos de agua e procure imediatamente o medico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
• Em caso de contato corn os olhos, lave-os imediatamente corn agua corrente em abundancia e procure imediatamente o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Em caso de contato corn a pele, remova roupas e sapatos contaminados e lave imediatamente com água e sabão em abundância e, procure um médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
• Em caso de inalação, remova o paciente para local arejado, procure urn médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTOS E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA MÉDICOS):
Não há antídoto específico conhecido.
Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico, manutenção das funcções vitais.
Nos casos de ingestão utilizar catartico salino e carvão ativado. Avaliar a necessidade de lavagem gastrica, até uma hora após a exposição, sempre protegendo as vias aéreas (este procedimento só deve ser realizado se a vitima estiver consciente).

Eventuais convulsões podem ser tratadas com benzodiazepinicos IV (Diazepam ou Lozepam).

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
Testes realizados em animais de laboratório mostram que o FIPRONIL é absorvido lentamente pelo trato gastrointestinal e rapidamente metabolizado. A concentração máxima do Fipronil no sangue ocorre de 4 a 6 horas após sua ingestão e começa a declinar lentamente, sendo seu processo de eliminacao lento.
O produto atua sobre o sistema nervoso central. E um inibidor reversível do receptor GABA (ácido Gama Aminibutírico).
A excreção do Fipronil e de seus metabólitos é realizada principalmente através da fezes e em menor quantidade através da urina.

EFEITOS AGUDOS:
Efeitos adversos em humanos não foram relatados. Os sintomas descritos são todos de dados corn experimentos com animais, quando administrado em altas doses em ratos de laboratório, o Fipronil pode causar redução do consumo de alimentos, anoria, aumento de excitabilidade e convulsões.

EFEITOS CRÔNICOS:
Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais os animais sao observados durante toda ou boa parte de suas vidas, expostos ao Fipronil, em diferentes concentrações, os animais apresentaram reducao do consumo alimentar e menor ganho de peso.

EFEITOS COLATERAIS:
Por não ser de finalidade terapeutica, não há como caracterizar os efeitos colaterais.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA: (51) 562-1250 e 0800 170 450

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).

- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para abelhas, podendo atingir outros insetos benéficos. Não aplique o produto no período de maior visitação.

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhen¬tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - telefone de emergência: Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.


ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparen¬te (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo mínimo de um ano a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padroni¬zadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
? Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
? Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
? Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
? Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.