Bula Sinerge EC

acessos
Ametryn + Clomazone
6496
FMC - Campinas

Composição

Ametryn 300 g/L Triazina
Clomazone 200 g/L Isoxazolidinona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico, Pós-emergência, Pré-emergência, Seletivo condicional
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência inicial das plantas infestantes, pós plantio em jato dirigido
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência inicial das plantas infestantes, pós plantio em jato dirigido
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência inicial das plantas infestantes, pós plantio em jato dirigido
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
3 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência inicial das plantas infestantes, pós plantio em jato dirigido
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 30 dias. Pós-emergência inicial das plantas infestantes, pós plantio em jato dirigido
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Beldroega
(Portulaca oleracea)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Burra leiteira
(Chamaesyce hyssopifolia)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Capim colonião
(Panicum maximum)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Grama seda
(Cynodon dactylon)
6 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Malva branca
(Sida cordifolia)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Mentrasto
(Ageratum conyzoides)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Mussambê
(Cleome affinis)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Poaia do campo
(Spermacoce alata)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. Não determinado. Pós-plantio. Pré e/ou pós-emergência inicial em relação as plantas infestantes
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
4 a 5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 116 dias. Pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
4 a 5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 116 dias. Pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
4 a 5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 116 dias. Pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
4 a 5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 116 dias. Pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
4 a 5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 116 dias. Pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
4 a 5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 116 dias. Pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
4 a 5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 116 dias. Pré ou pós-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
4 a 5 L p.c./ha 300 a 400 L de calda/ha - Único. 116 dias. Pré ou pós-emergência das plantas infestantes

Bombona retornável – metálica e plástica (PEAD): 945 L
Bombona – plástico, PET/COEX/PEAD: 5; 10; 20; 25 e 50 L
Contentor intermediário IBC – plástico com estrutura metálica, PET/COEX/PEAD: 100; 200; 300; 400; 500; 945 e 1.000 L
Bulk - plástico com estrutura metálica, PET/COEX/PEAD, ferro revestido com resina epóxi: 500; 1.000; 2.000; 3.000; 4.000; 5.000 e 10.000 L
Mini bulk- plástico com estrutura metálica, PET/COEX/PEAD: 100; 200; 300; 400 e 500 L
Container - plástico com estrutura metálica, PET/COEX/PEAD: 100; 200; 300; 400; 500; 945 e 1.000 L
Farm-pack retornável - plástico com estrutura metálica, PET/COEX/PEAD: 100; 200; 300; 400; 500; 945 e 1.000 L
Isocontainer – metálico, plástico, COEX/PEAD/PET, aço: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1.000; 5.000; 10.000; 20.000; 25.000 e 30.000 L
Isotanque– metálico, plástico, COEX/PEAD/PET, aço: 100; 200; 300; 400; 500; 945; 1.000; 5.000; 10.000; 20.000; 25.000 e 30.000 L
Frasco – plástico, COEX/PEAD/PET, polietileno com barreira de poliamida: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3 e 5 L

NÚMERO E ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas.

MODO DE APLICAÇÃO:

CANA-DE-AÇÚCAR: pós-plantio, pré-emergente e/ou pós-emergente inicial (3 a 4 folhas, antes do perfilhamento) em relação as plantas infestantes.

ALGODÃO: pós- emergente inicial das plantas infestantes, pós-plantio em aplicação em jato dirigido.

MANDIOCA: Na cultura da mandioca a escolha da dose poderá ser feita em função do tipo de solo e da intensidade de infestação de plantas infestantes, logo, as doses maiores deverão ser usadas para solos argilosos e/ou condições de alta infestação e doses menores para solos arenosos e/ou condições de baixa infestação.

O solo deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pela gradagem.

SINERGE EC para sua ativação necessita de umidade no solo para iniciar sua atividade biológica de controle de plantas infestantes.

PREPARO DA CALDA:
Colocar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SINERGE EC na dosagem previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto não se faz necessário usar o agitador.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
O SINERGE EC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min.), tais como: Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04,Fulljet.
O espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm. e altura da barra de 30 - 50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixas velocidades de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol2 e volume de água de 300 a 400 L/ha. Densidade de gotas: 40 - 80 gotas/cm2. DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 - 300 micra

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Mandioca: 116 dias.
Algodão: 30 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:
Não se recomenda aplicar SINERGE EC a menos de 800 m das culturas de girassol e milho e das seguintes atividades: hortas, pomares, viveiros, casas de vegetação (estufas), jardins, árvores ornamentais, videiras.
Culturas de inverno (trigo, aveia, centeio) subseqüentes à aplicação de SINERGE EC poderão apresentar leve clorose em locais aonde houver erro de aplicação, como dosagens duplicadas ou sobreposição de barra. Entretanto, as plantas recuperam-se normalmente, não afetando a produção.
Aguardar um período mínimo de 150 dias após a última aplicação de SINERGE EC para a instalação de culturas subseqüentes.
Para aplicações em cana soca já brotada, poderá ocorrer clorose localizada, pela ação do contato com o SINERGE EC, havendo recuperação rápida e total da planta, sem afetar o desenvolvimento e sua produtividade.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Use protetor ocular.
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente. Veja PRIMEIROS SOCORROS.
Use máscaras cobrindo o nariz e a boca.
Produto perigoso se inalado ou aspirado.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e veja PRIMEIROS SOCORROS.
Use luvas de borracha.
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e veja PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas, avental impermeável e máscara apropriada.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO PROPRIAMENTE DITA:
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
O produto produz neblina; use máscara cobrindo o nariz e a boca.
Não aplique o produto contra o vento.
Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
Não reutilize a embalagem vazia.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho, troque e lave as suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS:
Ingestão: Não provoque vômito, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Não dar nada via oral, nem induzir vômito a uma pessoa inconsciente. Não administrar leite, álcool, gordura animal ou vegetal, pois podem aumentar a absorção.
Olhos: Lave com água em abundância . Se ocorrer irritação e ela persistir procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Pele: Lave com água e sabão em abundância. Se ocorrer irritação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Inalação: Procurar local arejado. Se ocorrer desconforto respiratório procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

ANTÍDOTO/TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA USO MÉDICO):
O tratamento em caso de intoxicação com o produto deverá ser o sintomático e medidas de suporte.
Não induzir vômito devido ao risco de pneumonite se o produto for aspirado durante o vômito. Deve-se considerar a lavagem gástrica através de sonda endotraqueal.
O Sinerge CE apresenta baixa toxicidade aos seres humanos (DL50 oral = 3800 mg/kg e DL50 dérmica para ratos => 4000 mg/kg).

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
O clomazone e seus metabólitos são rapidamente absorvidos e excretados. A maior parte (63-79%) é excretada na urina. Os metabólitos em sua maioria são eliminados pela urina e fezes nas primeiras 24 horas.
A ametrina é excretada nas primeiras 24 horas, sendo 52% eliminada pela urina e 18% pelas fezes. Em 72 horas a eliminação é quase completa, restando menos de 2% no organismo.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Os efeitos do Sinerge não são cumulativos. O produto não tem demonstrado nenhum potencial neurotóXÍco, mutagênico, teratogênico ou carcinogênico.

EFEITOS COLATERAIS: Não são observados efeitos colaterais no ser humano causado pelo Sinerge CE.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais
corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa FMC Química do Brasil Ltda, pelo telefone de emergência 0xx34 3319-3019.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água, siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio, USE EXTINTORES DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, de CO2 ou PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O Armazenamento das embalagens vazias, até a devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vaLia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RíGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito ás regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas devidamente registrados para cultura, com diferentes mecanismos de ação. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos cinsulte um Engenheiro Agrônomo.