Spartano CI

Geral
Nome Técnico:
Bacillus velezensis
Registro MAPA:
34426
Empresa Registrante:
Bionat
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Bacillus velezensis ESALQ-6195 20 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Fungicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Microbiológico, Agente biológico de controle, Contato
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1,0 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5,0 L

INSTRUÇÕES DE USO

Spartano (Bacillus velezensis ESALQ-6195) é um fungicida microbiológico de que age por contato e indução de resistência, indicado para aplicação via pulverização sobre as plantas para a redução da incidência e severidade do fungo antracnose (Colletotrichum truncatum), da ferrugem da soja (Phakopsora pachyrhizi), da mancha alvo (Corynespora cassicola). O produto apresenta eficiência agronômica comprovada na cultura da soja e pode ser utilizado em qualquer outra cultura com ocorrência das doenças.


MODO DE APLICAÇÃO

Antes de realizar o preparo da calda de pulverização certificar-se da limpeza do reservatório do equipamento de aplicação. Caso apresente resíduos de produtos de aplicações anteriores (principalmente bactericidas) é de fundamental importância a limpeza do equipamento, pois pode afetar o desempenho do produto.
- Calibrar a pressão e vazão do pulverizador de forma a ajustar o volume de calda.
- Recomenda-se que se inicie a aplicação logo após o preparo da calda.
- Para a aplicação pode-se utilizar pulverizador costal, tratorizado ou aérea.
- Efetuar as aplicações de forma que possibilitem uma boa distribuição na superfície aérea das plantas.
- A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre à deriva e perdas do produto por evaporação.
- Aplicação em pulverização: O volume de calda deverá ser de 100 a 200 L/ha. A mistura deve ser agitada até completa homogeneização.
- Recomenda-se o uso de espalhante adesivo na dose de 0,2% v/v.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para a aplicação do produto.


LIMITAÇÕES DE USO

Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou a noite, em dias nublados.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre Manejo Integrado de doenças (MID), provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. O MID envolvendo os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle microbiano, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto visam o melhor equilíbrio do sistema.

A resistência de fungos a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle do patógeno podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido do SPARTANO ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do SPARTANO como uma ferramenta útil de manejo de fitopatógenos agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo de resistência, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de SPARTANO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração do praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do SPARTANO ou outros produtos quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Doenças (MID) como rotação de culturas, controle biológico, controle químico etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência a fungos devem ser encaminhados para o FRAC-BR (www.frac-br.org) ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

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