Bula Token

acessos
Hexazinone
10017
BRA

Composição

Hexazinona 750 g/kg Triazinona

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Beldroega
(Portulaca oleracea)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Beldroega
(Portulaca oleracea)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Braquiarão
(Brachiaria brizantha)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Capim colonião
(Panicum maximum)
200 a 500 g.p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Capim colonião
(Panicum maximum)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Carrapicho rasteiro
(Acanthospermum australe)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Fedegoso branco
(Senna obtusifolia)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Guanxuma branca
(Sida glaziovii)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Losna branca
(Parthenium hysterophorus)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Malva branca
(Sida cordifolia)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Malva branca
(Sida cordifolia)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
200 a 500 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura. A dose varia conforme a textura do solo: leve 200 - 300 g/ha. Médio 300 - 400 g/ha. Pesado 400 - 500
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
350 a 450 g p.c./ha 250 a 600 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por ciclo da cultura. 150 dias. Aplicar em pós-emergência inicial da cultura

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50 Kg

Tipo: Caixa
Material: Papelão
Capacidade: 1,0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50 Kg

Tipo: Saco
Material: Multifoliado/ Aluminizado/ Metálico/ Plástico/ Poly-nylon
Capacidade: 1,0; 2,0; 2,5; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50 Kg

Tipo: Tambor
Material: Metálico
Capacidade: 1,0; 2,0; 3,0; 4,0; 5,0; 10; 15; 20; 25; 50 Kg

INSTRUÇÕES DE USO:
TOKEN é um herbicida seletivo, de ação sistêmica, na formulação granulado dispersível, que contém 750 g/kg do ingrediente ativo hexazinona.

MODALIDADE DE EMPREGO:
O produto deve ser aplicado em pré-emergência ou pós-emergência inicial na cultura de cana-de-açúcar, para controle seletivo de plantas infestantes. O produto é prontamente absorvido raízes folhas das plantas daninhas, apresentando ação de contato e residual. O grau de controle e a duração do efeito do produto podem variar conforme a dose aplicada, a ocorrência de chuvas, a temperatura e textura do solo.

CULTURA:
TOKEN é utilizado para o controle de plantas daninhas na cultura da cana-de-açúcar
VIDE INDICAÇÕES DE USO/DOSES

DOSE, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Realizar apenas uma aplicação por ciclo da cultura, respeitando as recomendações para cada tipo de solo.

Cultura: Cana-de-açúcar
Textura do solo: Leve *
Dose (g/há) Pré-emergência: 200 - 300
Dose (g/há) Pós-emergência: 350 - 450
Intervalo de segurança: 150 dias
* O produto não deve ser utilizado em cana-planta em condições de solo leve.

Cultura: Cana-de-açúcar
Textura do solo: Médio
Dose (g/há) Pré-emergência: 300 - 400
Dose (g/há) Pós-emergência: 350 - 450
Intervalo de segurança: 150 dias

Cultura: Cana-de-açúcar
Textura do solo: Pesado
Dose (g/há) Pré-emergência: 400 - 500
Dose (g/há) Pós-emergência: 350 - 450
Intervalo de segurança: 150 dias

As maiores doses devem ser utilizadas quando o solo apresentar alto teor de matéria orgânica e/ou argila e alta pressão de plantas daninhas. As menores doses, próximas a 200 gramas/há, devem ser aplicadas em condições de solos arenosos. O produto não deve ser utilizado em cana-planta em condições de solo leve. Quando do uso em pós-emergência das ervas, usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante. A aplicação deve ser feita quando as plantas infestantes atingirem 10 cm de altura (folhas largas) e até antes do perfilhamento (gramíneas), quando estiverem em pleno desenvolvimento vegetativo, sob condições de alta umidade (70%) e temperatura acima de 21°C.
Em caso de ameaça de chuva, suspender aplicação. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.
Tanto no caso de aplicação em pós-emergência com em pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das ervas e/ou solo são fundamentais para se obter um bom controle de invasoras.
TOKEN deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido com pingente, a fim de se evitar o efeito "guarda-chuva". Para controle de plantas infestantes em áreas infestadas por capim marmelada (Brachiaria plantaginea), a aplicação deve ser feita quando as chuvas estiverem regulares.
Na aplicação em pré-emergência o solo deve estar bem preparado, úmido, livre de torrões e restos de culturas. TOKEN pode também ser aplicado em condições de baixa umidade do solo ("meia-seca") quando em um período ao redor de 2 semanas as chuvas se tornarem regulares e ocorrer o fechamento da cana-de-açúcar.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Aplicação terrestre:
- Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 a 50 lb/pol2).
- Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
- Tipos de bico: na pré-emergência usar pontas de jato plano (ex.: Teejet, XRTeejet, DG Teejet ou TurboFloodjet); na pós0emergência usar pontas de jato plano (XRTeejet, Twinjet, TurboFloodjet), de acordo com as recomendações do fabricante.
- Volume de aplicação: 250 a 600 L de calda/há em pré-emergência e pós-emergência das plantas daninhas e da cultura. Utilizar maiores volumes de calda de acordo com a infestação, espécies de plantas daninhas e porte da cultura.
Obs.: É necessária a contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar desperdícios e a sobreposição das faixas de aplicação que podem duplicar a dose aplicada.

Aplicação aérea:
- Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
- tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45, ou atomizadores de tela rotativa (Micronair).
- Volume de aplicação: 30 a 40 L de calda/há.
- Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: de acordo com o equipamento e aeronave utilizados, e das condições climáticas no momento de aplicação.
- Altura de vôo: 3 a 5 metros sobre o alvo.
- Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme. Ensaios para a determinação da dimensão mais adequada da faixa de deposição efetiva devem ser realizados localmente.
- Evitar a sobreposição das faixas de aplicação.
- Não permitir que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir as restrições existentes na legislação pertinente.
- Condições climáticas:
Temperatura: inferior a 25°C
Umidade relativa: superior a 70%
Velocidade do vento: inferior a 10 Km/h.
Obs.: A aplicação aérea somente deve ser feita em pré-emergência da cultura.

Preparo da calda:
O abastecimento do tanque pulverizador deve ser feito enchendo o tanque com água até 1/3 de sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando, por fim, o volume com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado a calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso ocorra algum imprevisto que interrompa a agitação do produto, possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agite vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.
Nota: Antes da aplicação de TOKEN, o equipamento de pulverização deve esta limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

Limpeza do equipamento de aplicação:
Antes da aplicação, verificar se o equipamento está limpo e bem conservado.
Após a aplicação com TOKEN, o equipamento de aplicação deverá ser lavado imediatamente, para evitar a formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, torna a limpeza mais difícil. Este procedimento deverá ser feito longe de nascentes, fontes de água e de plantas úteis. Para a sua realização, siga os seguintes passos:
1. Esvaziar o equipamento de pulverização. Enxaguar completamente o pulverizador e fazer circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos , difusores. No caso da existência de depósitos do produto, os mesmos devem ser soltos e removidos. O material resultante desta operação deve ser pulverizado na área tratado com o produto.
2. Completar o pulverizador com água limpa e circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa. Circular pelo sistema de pulverização durante 15 minutos. Circular pelas mangueiras, barras e filtros e difusores. Esvaziar o tanque na área tratada com o produto.
3. Completar novamente o pulverizador com água limpa e adicionar amoníaco de uso doméstico (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro para cada 100 litros de água). Circular a solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligar a barra e encher o tanque com água limpa e circular pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circular então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvaziar o tanque em local que não atinja corpos d'água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remover e limpar bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repetir o passo 3.
6. Enxaguar completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa por, pelo mens, 3 vezes.
Limpar tudo que estiver associado ao pulverizador, inclusive o material utilizado no enchimento do tanque. Tomar todas as medidas de segurança necessária durante a limpeza. Não limpar o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descartar a água remanescente da lavagem e resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Gerenciamento da deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos esses fatores quando da decisão de aplicar.

Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 u). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade, e Inversão térmica.

Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas gerais:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos casos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível, que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo à corrente de ar, produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: Bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor. Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura do vôo: Aplicações a alturas maiores que 4,0 metros da cultura aumentam o potencial de deriva.

Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor possível, visando uma cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo a barra deve permanecer nivelada com a cultura, com o mínimo de solavancos, proporcionando sobreposição homogênea dos jatos dos bicos.

Ventos: O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 Km/hora (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 Km/hora. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e tipo de equipamento, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Condições locais podem influenciar o padrão de vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

Temperatura e umidade: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

Inversão térmica: O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas, que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica, enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Cana-de-açúcar: 150 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTUTAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas, portanto, independente da prática de aplicação adotada, os limites máximos de dose recomendados, deverão ser adotados.
- A cana-de-açúcar em que foi aplicado o TOKEN não deve servir para alimentação animal.
- Nas aplicações em pré-emergência, o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
- As aplicações em cana soca devem ser feitas após o enleiramento da palha e cultivo.
- Para cana planta, recomenda-se que as aplicações sejam feitas após as primeiras chuvas do plantio, para se evitar concentração excessiva do produto no sulco de plantio, em decorrência do assoreamento, obtendo-se assim maior seletividade à cultura, e uniformidade de controle nas entrelinhas.
- Não aplicar em solos leves, com menos de 1% de matéria orgânica.
- A tolerância de novas variedades deve ser determinada antes de adotar o TOKEN como prática.
- Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo volume e/ou injúria à cultura, especialmente se a aplicação for feita em solo seco.
- Para rotação de culturas, observar o período mínimo de 1 ano após a aplicação para o plantio de outras culturas.
- Não aplicar através de sistemas de irrigação.
- Não drenar ou lavar os equipamentos de aplicação sobre ou próximo a plantas ou áreas onde suas raízes possam se estender, ou em locais onde o produto possa ser lavado ou posto em contato com as raízes das mesmas. Não usar em gramados, alamedas, parques ajardinados ou áreas similares. Evitar a deriva da pulverização sobre plantas úteis.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EM) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EM) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar que o produto se espalhe.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara para pós; viseira facial e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
• Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; viseira facial; máscara facial cobrindo o nariz e a boca; óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Não reutilizar a embalagem vazia.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorreplente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula elou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Grupo químico: Triazinona

Classe toxicológica: l - Extremamente tóxico

Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.

Toxicocinética: A hexazinona é rapidamente metabolizada e excretada pelos animais. Ratos: excreção quase completa em 3 a 6 dias, principalmente pela urina. Não parece ter nenhum acúmulo significante em tecidos. Um metabólito de hexazinona foi encontrado em leite de vacas, e pequenas quantidades deste composto foram encontradas no fígado de cabras. Principais metabólitos na urina de ratos: 3-(4-hydroxycyclohexyl)-6 (dimethylamino)-1 -methyl-1 ,3,5-triazine-2-(1 H,3H)-dione (metabólito A: 46,8%); 3-cyclohexyl-6-(methylamino)-1-methyl
1,3,5-triazine-2,4-(1H,3H)-dione (metabólito B: 11,5%) e 3-(4 hydroxycyclochexyl(-6 (methylamino) )-1 -methyl-1 ,3,5-triazine 2,4-(1H,3H)-dione (metabólito C: 39,3%). Principais
metabólitos fecais: A (26,3%) e C (55,2%). Forma inalterada: menos que 1% na urina ou nas fezes.

Mecanismos de toxicidade: Testes de laboratório com animais mostraram que a ingestão repetida de hexazinona produziu hepatotoxicidade, com aumento na massa do fígado, sem evidência de danos patológicos ao órgão. Em altas doses, observou-se também redução do peso corporal.

Sintomas e sinais: Não existem informações sobre sintomas de alarme específicos para o homem. Devem ser observados dados para animais de laboratório: irritações na pele (eritema dérmico), olhos (conjuntivite) e mucosas, inclusive a respiratória após contatos prolongados, vômitos, náuseas e diarréia, salivação e tremores discretos. Exposição aguda à hexazinona: sinais de irritação ocular severa (testes em coelhos), irritação de nariz e garganta, náuseas e vômito.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível, e, nos casos de ingestão, confirmado pela presença do composto no material gástrico.

Tratamento: O tratamento é sintomático e deve ser instituído a critério médico.
Ingestão: lavagem gástrica até uma hora após a exposição e/ou aparecimento de sintomas de intoxicação. Após esse período utilizar antídotos de ação ampla, como carvão ativado (adsorção digestiva) e purgativos salmos (catarse).
Dermal e contato: higienização das partes do corpo atingidas, dando especial atenção às regiões que sofreram maior depósito ou que possam reter o produto (cabelos, ouvidos,
axilas, umbigo, unhas e genitais). Avaliações especializadas do trato respiratório, ocular e dermal ser requeridas.

Contra-indicações: O vômito é contraindicado em razão do risco potencial de aspiração. A diluição do conteúdo gastrintestinal é contraindicada em razão do aumento da superfície de contato.

Efeitos sinérgicos: Com os adjuvantes presentes nas formulações, que são irritantes para a pele e podem aumentar a absorção do produto.

ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (51) 3029-1425

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Em experimento com ratos o ingrediente ativo radiomarcado fornecido via oral foi rapidamente metabolizado por hidroxilação do anel ciclohexil e monodemetilação do grupo metilamino e eliminado entre o 3° e 60 dia do teste. Aproximadamente 61% a 77% da molécula radiomarcada foi eliminada via urina e 20% a 32% via fezes. Praticamente toda a radioatividade foi recuperada nas primeiras 24 horas depois do tratamento. Níveis muito baixos de radioatividade (cerca de 0,2% da dose administrada) foram detectados no trato gastrointestinal, pele, órgãos (coração, pulmões, fígado, baço, rins, cérebro, testículos ou ovários), músculos, gordura e sangue. Os maiores metabólitos na urina e fezes foram o 3-(4-hidroxiciclohexil-6-(dimetilamino)-1-metil-1 ,3,5-triadine-(2,4(1 H,3H)¬diona e 3-(4-hidroxiciclohexil-6-(metilamino)-1 -metil-1 ,3,5-triadine-(2,4(1 H,3H)-diona.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
• DL50 oral em ratos> 300 mg/kg
• DL50 dérmica em ratos > 2.000 mg/kg
• Irritação Dérmica: o produto é considerado irritante leve.
• Irritação Ocular: o produto é considerado irritante severo.
• Sensibilização cutânea: não sensibilizante.

Efeitos crônicos:
Em experimentos com ratos foi constatada uma diminuição do consumo de alimento e do ganho de peso, alterações nos pesos dos órgãos, alterações hematológicas e bioquímicas, bem como hepatotoxicidade, todos diretamente relacionados com a dose. Não se observou potencial oncogênico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO A MEIO AMBIENTE:
Este produto é Muito perigoso ao meio ambiente (Classe ll).
-Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produto ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 ( duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aero-agrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original , sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3 - INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BRA Defensivos Agrícolas Ltda., pelo telefone de Emergência (51) 3029-1425.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4 - PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E
DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo de calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, pro 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes; -
Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, com caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- PARA EMBALAGEM FLEXÍVEL
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico
transparente (Embalagens Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificada e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo
de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens
Padronizadas — modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMANENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias, e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de Incineração em fornos destinados para este tipo de operação e aprovados por órgão ambiental responsável, equipados com câmaras de lavagem de gases e efluentes.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

- RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos Responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou provada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biótipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biótipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.