Bula Trifluralina H Nortox - Nortox

Bula Trifluralina H Nortox

acessos
Trifuralina + Hexazinona
17718
Nortox

Composição

Hexazinona 100 g/L Triazinona
Trifluralina 400 g/L Dinitroanilina

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Sistêmico

Cana-de-açúcar (logo após plantio) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea nil)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea nil)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea nil)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea triloba)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea triloba)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea triloba)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Cana-de-açúcar (Soca) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Capim colonião
(Panicum maximum)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea nil)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea nil)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea nil)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea triloba)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea triloba)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Corda de viola
(Ipomoea triloba)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
2,75 L p.c./ha (solo leve) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3 L p.c./ha (solo médio) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
3,5 L p.c./ha (solo pesado) 200 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação por safra da cultura. Não determinado. Aplicar na pré-emergência da cultura e das plantas daninhas

1.4. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

T – HEX NORTOX deve ser utilizado em única aplicação durante a safra da cultura de cana-de-açúcar. É aplicado em área total após plantio da cana-planta, após corte da cana-soca e em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas.

1.5. MODO DE APLICAÇÃO E INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO:
O herbicida T – HEX NORTOX é aplicado em pré-emergência da cultura de cana-de-açúcar e das plantas daninhas em solo bem preparado, com bom teor de umidade, livre de torrões, resíduos, detritos para melhor ação do herbicida. Pode ser aplicado através de pulverizador costal manual, tratorizado ou aeronaves registradas pelo MAPA.

PREPARO DE CALDA:
Para preparar melhor a calda, coloque a dose indicada de T – HEX NORTOX no pulverizador com água até ¾ de sua capacidade e em seguida complete o volume agitando constantemente, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento. A agitação deve ser constante durante a preparação da calda e aplicação do produto. Acionar e manter o agitador em funcionamento e adicionar o produto, completando por fim o volume do tanque com água. Aplique de imediato sobre as plantas daninhas.

APLICAÇÃO TERRESTRE

Para a aplicação do produto utilize uma tecnologia de aplicação que ofereça uma boa cobertura. O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno. Utilizar gotas de classe Grossa – C ou Muito Grossa – VC. As gotas menores são indicadas para locais que não haja riscos de atingir as folhas de plantas econômicas por deriva. As gotas maiores possibilitam a formação de película com distribuição homogênea do herbicida sobre o solo.
A pressão de trabalho deverá ser selecionada em função do volume de calda e da classe de gotas.
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos, e consequentemente a deriva. Para determinadas culturas que utilizarem equipamentos específicos o tamanho das gotas pode ser ajustado e adequado de acordo com cada situação.

Deve-se realizar inspeções nos equipamentos de aplicação para calibrar e manter (bicos, barra, medidores de pressão) em perfeito estado visando uma aplicação correta e segura para total eficiência do produto sobre o alvo.
Volume de calda recomendado: 200 L/ha.
Na pulverização utilize técnicas que proporcionem maior cobertura. Consulte um Engenheiro Agrônomo.

APLICAÇÃO AÉREA

Utilizar aeronave agrícola registrada pelo MAPA e homologada para operações aero agrícolas pela ANAC.
A altura de voo não deve ultrapassar 4,0 m, para evitar problemas com deriva, a altura ideal é de 2 a 3 m acima do alvo, desde que garanta a segurança do voo. Deve-se utilizar gotas de classe Fina – F ou Média – M.
O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, os mesmos devem ser escolhidos de acordo com a classe de gotas recomendada acima, sendo que devem orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar.
A vazão deve de ser de 20 a 40 L/ha.
A faixa de disposição deve ser de 18 a 20 m.
Na pulverização utilize técnicas que proporcionem maior cobertura. Consulte um Engenheiro Agrônomo.
Nota: Sempre verificar o risco de atingir culturas econômicas sensíveis a herbicidas por deriva.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS PARA APLICAÇÃO TERRESTRE E AÉREA:

As condições climáticas mais favoráveis para pulverização utilizando equipamentos adequados são:
- Umidade relativa do ar: mínimo 60%; máximo 95%;
- Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora;
- Temperatura: entre 20 a 30ºC ideal;
Caso haja a presença de orvalho na cultura, não há restrições nas aplicações com aviões; porém, deve-se evitar aplicações com máquinas terrestres.

RECOMENDAÇÕES DE BOAS PRÁTICAS DE APLICAÇÃO:
Evitar as condições de inversão térmica.
Deve-se evitar aplicação com excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura das barras ou aeronave.
Ajustar o tamanho de gotas às condições ambientais, alterando o ângulo relativo dos bicos hidráulicos ou o ângulo das pás do “micronair”.
Os volumes de aplicação e tamanho de gotas maiores são indicados quando as condições ambientais estão próximas dos limites recomendados. Já para lavouras com densa massa foliar, recomendam-se gotas menores e volumes maiores.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização (independente do equipamento utilizado, o tamanho das gotas é um dos fatores mais importantes para evitar a deriva) e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura), para tanto o tamanho de gotas a ser utilizado deve ser o maior possível, sem prejudicar a boa cobertura da cultura e eficiência.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

LIMPEZA DE TANQUE:

Logo após o uso, limpar completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra, pontas e filtros) realizando a tríplice lavagem antes de utilizá-lo na aplicação de outros produtos/ culturas.
Recomenda-se a limpeza de todo o sistema de pulverização após cada dia de trabalho, observando as recomendações abaixo: Antes da primeira lavagem, assegurar-se de esgotar ao máximo a calda presente no tanque. Lavar com água limpa, circulando a água por todo o sistema e deixando esgotar pela barra através das pontas utilizadas. A quantidade de água deve ser a mínima necessária para permitir o correto funcionamento da bomba, agitadores e retornos/aspersores internos do tanque.
Para pulverizadores terrestres, a água de enxague deve ser descartada na própria área aplicada.
Para aeronaves, efetuar a limpeza e descarte em local adequado. Encher novamente o tanque com água limpa e agregar uma solução para limpeza de tanque na quantidade indicada pelo fabricante.
Manter o sistema de agitação acionado por no mínimo 15 minutos. Proceder o esgotamento do conteúdo do tanque pela barra pulverizadora à pressão de trabalho. Retirar as pontas, filtros, capas e filtros de linha quando existentes e colocá-los em recipiente com água limpa e solução para limpeza de tanque. Realizar a terceira lavagem com água limpa e deixando esgotar pela barra.


1.6. INTERVALO DE SEGURANÇA: CULTURA INTERVALO DE SEGURANÇA (DIAS)
Cana-de-açúcar Não determinado devido à modalidade de emprego

1.7. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

1.8. LIMITAÇÕES DE USO:

- A umidade é importante para a ativação do herbicida, desta forma para cana planta é recomendável que as aplicações sejam realizadas após as primeiras precipitações.
- No caso de ocorrência de chuvas excessivas e de grande intensidade após a aplicação do produto pode causar em uma diminuição do controle e também fitotoxicidade a cana-de-açúcar isto quando o produto for aplicado com o solo seco.
- Para cana-planta, aplicar o produto após as primeiras chuvas após do plantio objetivando evitar alta concentração do herbicida no sulco de plantio, em virtude da ocorrência do assoreamento, deste sulco e que desta forma se consegue maior seletividade à cultura e também controle uniforme nas entrelinhas da cultura
- Quando se tratar de cana-soca, as aplicações devem ser feitas após o enleiramento da palha e cultivo.
- Não direcionar a cana-de-açúcar para alimentação animal quando esta for objeto de aplicação do herbicida;
- Evitar o plantio de outras culturas por um período mínimo de 1 ano após a aplicação do herbicida.

1.9 - INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS
VIDE DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

1.10 - INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação

1.11 - DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.12 - INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

1.13 - INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
VIDE DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

INFORMAÇOES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA A HERBICIDAS:

T – HEX NORTOX é composto de hexaziona, inibidor da fotossíntese no fotossistema II, pertencente ao Grupo C1 e trifluralina que apresenta mecanismo de ação inibidor da formação de microtúbulos, pertencente ao Grupo K1, segundo classificação internacional do HRAC (Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas a Herbicidas). O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 e K1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).