Bula Lifeline-Sync - UPL
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Bula Lifeline-Sync

Glufosinato - sal de amônio; S-Metalacloro
12520
UPL

Composição

Glufosinato - Sal de amônio 128 g/L
S-Metolacloro 300 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
4 - Produto Pouco Tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Emulsão Óleo em Água (EW)
Sistêmico, Ação Total, Não seletivo

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 1,0 L
Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade:20 L.

INSTRUÇÕES DE USO

UPL 3024 FP é um Herbicida com ação sistêmica e seletivo condicional, recomendado em pré-plantio da soja, milho e algodão e pós-emergência inicial das plantas infestantes e, na entrelinha em jato dirigido na cultura de algodão.

MODO DE APLICAÇÃO

Recomendações gerais

Via terrestre

Deve-se utilizar pulverizador de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque, com sistema de pré-orifício visando à produção de gotas médias.
Para aplicação em jato dirigido, utilizar bicos com indução de ar, ou cônico cheio, visando à produção de gotas grossas a extremamente grossas. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra e o espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na área, conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via aérea

A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.

Preparo de calda

Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque com água quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador.

O Engenheiro Agrônomo pode alterar as condições de aplicação desde que não ultrapasse a dose máxima, o número máximo de aplicações e o intervalo de segurança determinados na bula.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão (aplicação em dessecação): Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de aplicação.
Algodão (aplicação em jato dirigido): 130 dias.
Milho: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de aplicação.
Soja: Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de aplicação.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o uso durante a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a
resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo H e K3 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac- br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO H HERBICIDA
GRUPO K3 HERBICIDA

O produto herbicida UPL 3024 FP é composto por GLUFOSINATO – SAL DE AMÔNIO e S- METOLACLORO, que apresenta mecanismo de ação dos Inibidores da GS (Glutamina sintetase) e dos Inibidores da divisão celular, respectivamente, pertencente ao Grupo H e K3, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).