Bula Verdum WG

CI
Imazapir; Imazapique
29220
CropChem

Composição

Imazapir 525 g/kg
Imazapique 175 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo condicional, Sistêmico

Arroz

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum australe (Carrapicho rasteiro)
Aeschynomene denticulata (Angiquinho)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cyperus iria (Tiririca do brejo)
Echinochloa crusgalli (Capim arroz)
Fimbristylis miliacea (Cuminho)
Ludwigia longifolia (Cruz de malta)
Luziola peruviana (Arrozinho)
Oryza sativa (Arroz vermelho) (Arroz vermelho)
Pennisetum setosum (Capim custódio)
Sagittaria guyanensis (Aguapé)
Sagittaria montevidensis (Aguapé de flecha)

Milho

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto)
Bidens pilosa (Picão preto)
Blainvillea latifolia (Erva palha)
Brachiaria decumbens (Capim braquiária)
Brachiaria plantaginea (Papuã)
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Commelina benghalensis (Trapoeraba)
Cyperus rotundus (Tiririca)
Digitaria horizontalis (Capim colchão)
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo)
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola)
Melampodium perfoliatum (Flor amarela)
Raphanus raphanistrum (Nabiça)
Richardia brasiliensis (Poaia branca)
Sida rhombifolia (Guanxuma)

Soja

Dosagem Calda Terrestre
Acanthospermum hispidum (Carrapicho de carneiro)
Ageratum conyzoides (Mentrasto) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Alternanthera tenella (Apaga fogo)
Amaranthus deflexus (Caruru rasteiro) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Amaranthus viridis (Caruru comum)
Bidens pilosa (Picão preto)
Bidens subalternans (Picão preto )
Brachiaria plantaginea (Papuã) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Cenchrus echinatus (Capim carrapicho)
Chamaesyce hirta (Erva de Santa Luzia)
Chenopodium album (Erva formigueira branca)
Commelina benghalensis (Trapoeraba) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza bonariensis (Buva) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Conyza canadensis (Buva)
Digitaria horizontalis (Capim colchão) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Digitaria insularis (Capim amargoso ) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Echinochloa crusgalli (Capim arroz) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Eleusine indica (Capim pé de galinha) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Euphorbia heterophylla (Amendoim bravo) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Galinsoga parviflora (Picão branco)
Hyptis suaveolens (Cheirosa)
Ipomoea grandifolia (Corda de viola) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Nicandra physaloides (Joá de capote) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Panicum maximum (Capim colonião)
Richardia brasiliensis (Poaia branca) ( veja aqui ) ( veja aqui )
Sida rhombifolia (Guanxuma)
Tridax procumbens (Erva de touro)

Tipo: Bag in box
Material: Fibra celulósica com bolsa plástica interna
Capacidade: 600 kg

Tipo: Big-bag
Material: Plástico e ráfia
Capacidade: 1500 kg

Tipo: Bombona
Material: Plástico
Capacidade: 50 kg

Tipo: Frasco
Material: Plástico
Capacidade: 2 kg

Tipo: Saco
Material: Hidrossolúvel
Capacidade: 5 kg

Tipo: Saco
Material: Plástico/Plástico aluminizado/Plástico metalizado/Ráfia/Ráfia com bolsa plástica interna
Capacidade: 50 kg

Tipo: Saco para armazenar sacos hidrossolúveis
Material: Alumínio/Plástico/Plástico aluminizado/Plástico metalizado
Capacidade: 5 kg

Tipo: Tambor
Material: Fibra celulósica com bolsa plástica interna
Capacidade: 30 kg.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

VERDUM WG é um herbicida, sistêmico e seletivo, à base dos ingredientes ativos imazapique e imazapir, desenvolvido para uso em produção de soja tolerantes a imidazolinas, para uso na cultura de soja geneticamente modificada, e para uso no sistema de produção Clearfild® - milho e Arroz.

SOJA EVENTO CULTIVANCE

FATORES IMPORTANTES PARA O SUCESSO DO SISTEMA DE PRODUÇÃO DE SOJA TOLERANTE AO HERBICIDA VERDUM WG
Aplique VERDUM WG somente nas cultivares de soja tolerantes ao herbicida.
1. Aplicação em pós-emergência na dose recomendada, adicione o adjuvante não iônico a 0,25% v/v na calda de pulverização.
2. Faça a aplicação dentro do período ideal do estágio de desenvolvimento e mato competição das plantas daninhas na cultura da soja.
3. Evite aplicações nas horas mais quentes do dia e com baixa umidade relativa do ar ou com ventos acima de 10 Km/h.
4. Limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizálos com outros produtos ou em outros campos de soja não CV ou outros cultivos.
5. Limpe a semeadora antes de utilizá-las com soja CV. Retire todo o resto de sementes de soja não CV (tolerantes as imidazolinonas).

SOJA TOLERANTE OU NÃO TOLERANTE ÀS IMIDAZOLIDONAS MOMENTO DE APLICAÇÃO: PRÉ-PLANTIO DA CULTURA

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
• Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais desenvolvido das plantas daninhas infestantes.
• As aplicações deverão ser realizadas quando as plantas daninhas apresentarem entre 2 folhas a 1 perfilho de plantas fisiologicamente ativas no caso das poáceas e entre 2 a 4 folhas para as plantas daninhas dicotiledôneas.
• Para uso em pré-plantio da cultura da Soja, recomenda-se aplicação única, respeitando o intervalo de 30 dias entre a aplicação e semeadura da soja. É extremamente importante que haja uma precipitação acumulada de no mínimo 100 mm neste período. As aplicações onde o manejo é feito previamente com herbicidas a base de glifosato tem mostrado excelente complementação para o controle de plantas daninhas.

MILHO CLEARFIELD

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
• Utilizar a maior dose em situações onde haja maior infestação e/ou estádio mais desenvolvido das plantas daninhas infestantes.
• As aplicações deverão ser realizadas quando as plantas daninhas apresentarem entre 2 folhas a 1 perfilho de plantas fisiologicamente ativas no caso das poaceas e entre 2 a 4 folhas para as plantas daninhas dicotiledôneas. As aplicações onde o manejo é feito previamente com herbicidas a base de glifosato tem mostrado excelente complementação para o controle de plantas daninhas.

ARROZ DE TERRAS BAIXAS

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

ARROZ CLEARFIELD

Aplicação em dose única ou sequencial, dependendo da infestação, estádio de desenvolvimento e fluxos de germinação das plantas daninhas.

ÁREAS COM BAIXA E MÉDIA INFESTAÇÃO

A dose recomendada é de 100 ou 140 g/ha dependendo do sistema de produção. A aplicação deve ser realizada em pós-emergência, nos seguintes estádios de desenvolvimento das plantas daninhas: arroz-vermelho e outras gramíneas - 2 folhas até o 1º perfilho, ciperáceas e plantas aquáticas - entre 2 a 4 folhas.

ÁREAS COM ALTA INFESTAÇÃO

Campos semeados com arroz por muitos anos com alta infestação de plantas daninhas, principalmente arroz vermelho, para que se obtenha um melhor controle e manejo das plantas infestantes recomenda-se aplicação sequencial:
- Efetuar a 1ª aplicação de VERDUM WG em pré ou pós-emergência inicial, estádio de 2 a 4 folhas do arroz vermelho, na dose de 70 ou 140 gramas/ha dependendo do sistema de produção, e a 2ª aplicação, em pós-emergência, para novas reinfestações no estádio de 2 a 4 folhas.

Manejo de Plantas Daninhas na Cultura do Arroz

• VERDUM WG é um herbicida de amplo espectro de controle, das principais plantas daninhas infestantes da cultura do arroz, incluindo Arroz-vermelho, apresentando flexibilidade quanto à época de aplicação.
• O Arroz-vermelho é uma infestante de difícil controle e seu manejo depende de diversos tratos desde o preparo da área para plantio até o seu manejo após implantação da cultura, sendo a principal planta daninha limitante para a cultura do arroz.
• Para Arroz de Terras Baixas, é importante a entrada da água 48 a 72 horas após aplicação do VERDUM WG para garantir o perfeito funcionamento do herbicida e impedir a germinação de novas infestações. A lâmina de água deve ser mantida durante todo o ciclo da cultura até a maturação da cultura.
• Este manejo de água é uma prática recomendada pelas Comissões Oficiais de Arroz sendo importante ser adotada como mais uma ferramenta no manejo de plantas infestantes na cultura do arroz irrigado.
• As aplicações de VERDUM WG deverão ser realizadas em condições climáticas favoráveis a ação do herbicida.
• Deve-se garantir boa cobertura das plantas daninhas com a calda da pulverização.
• Aplique VERDUM WG somente nos cultivares do Sistema de Produção Clearfield® – Arroz, com exceção dos materiais IRGA 422CL, BRS Sinuelo CL e SCS117 CL.

FATORES IMPORTANTES PARA O SUCESSO DO SISTEMA DE MANEJO DE PLANTAS DANINHAS COM O HERBICIDA VERDUM WG

1. Na aplicação em pós-emergência na dose recomendada, adicione sempre adjuvante, conforme recomendado para a cultura de ARROZ CLEARFIELD®.
2. Faça a aplicação dentro das condições climáticas e do período ideal do estágio de desenvolvimento das plantas daninhas e da cultura de ARROZ CLEARFIELD®.
3. Assegure o controle com:
a. Com uma boa cobertura dos alvos a serem controlados;
b. Aplicação em plantas daninhas em pleno desenvolvimento vegetativo;
c. Presença de luz solar intensa aumenta a velocidade de controle; d. Condições de alta umidade relativa e temperatura entre 20 e 30ºC.
4. Evite aplicações nas horas mais quentes do dia, temperaturas acima de 30ºC; baixa umidade relativa do ar, umidade relativa abaixo de 60% e ventos acima de 10 km/hora. Principalmente quando essas condições causam stress hídrico nas plantas e favorecem à deriva da pulverização.
5. Aplique todo volume preparado no mesmo dia, não deixe o produto dentro do tanque de um dia para outro.
6. Logo após o uso, limpe completamente o equipamento de aplicação (tanque, barra e os bicos) antes de utilizá-los com outros produtos ou em outros cultivos. 7. Limpe a semeadora antes de utilizá-las com arroz Clearfield®. Retire todo o resto de sementes de arroz não-Clearfield®.

MODO E EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

O produto é indicado para aplicações terrestres e aéreas de acordo com as recomendações abaixo:

APLICAÇÃO TERRESTRE

Seguir as recomendações abaixo para uma correta aplicação:
- Equipamento de aplicação
Utilizar equipamento de pulverização provido de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Seleção de pontas de pulverização: A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura do solo e produzam gotas de classe acima de grossas (C) em pré-emergência ou que produzam boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC) quando em pós emergência da planta daninha, conforme norma ASABE. Em caso de dúvida quanto a seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico).
- Pressão de trabalho: Observar sempre a recomendação do fabricante e trabalhar dentro da pressão recomendada para a ponta, considerando o volume de aplicação e o tamanho de gota desejado. Para muitos tipos de pontas, menores pressões de trabalho produzem gotas maiores. Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho. Caso o equipamento possua sistema de controle de aplicação, assegurar que os parâmetros de aplicação atendam a recomendação de uso.
- Velocidade do equipamento: Selecionar uma velocidade adequada às condições do terreno, do equipamento e da cultura. Observar o volume de aplicação e a pressão de trabalho desejada. A aplicação efetuada em velocidades mais baixas, geralmente resulta em uma melhor cobertura e deposição da calda na área alvo.
- Altura de barras de pulverização: A barra deverá estar posicionada em distância adequada do alvo, conforme recomendação do fabricante do equipamento e pontas, de acordo com o ângulo de abertura do jato. Quanto maior a distância entre a barra de pulverização e o alvo a ser atingido, maior a exposição das gotas às condições ambientais adversas, acarretando perdas por evaporação e transporte pelo vento.
- Aplicação com equipamento costal: Para aplicações costais, manter constante a velocidade de trabalho e altura da lança, evitando variações no padrão de deposição da calda nos alvos, bem como a sobreposição entre as faixas de aplicação.

APLICAÇÃO AÉREA

- Equipamento de aplicação: Utilizar aeronaves providas de barras apropriadas. Ao aplicar o produto, seguir sempre as recomendações da bula. Proceder a regulagem do equipamento de aplicação para assegurar uma distribuição uniforme da calda e boa cobertura do alvo desejado. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada.
- Volume de calda por hectare (taxa de aplicação): Recomenda-se o volume de calda entre 30 a 50 litros/ha.
- Seleção de pontas de pulverização: A seleção correta da ponta é um dos parâmetros mais importantes para boa cobertura do alvo e redução da deriva. Pontas que produzem gotas finas apresentam maior risco de deriva e de perdas por evaporação. Dentro deste critério, usar pontas que possibilitem boa cobertura do solo e produzam gotas de classe acima de grossas (C) em pré emergência ou que produzam boa cobertura das plantas alvo e produzam gotas de classe acima de muito grossas (VC) quando em pós emergência da planta daninha, conforme norma ASABE. Bicos centrífugos produzem gotas menores, podendo favorecer as perdas por evaporação e/ou deriva das gotas (vide CONDIÇÕES METEOROLÓGICAS). Em caso de dúvida quanto à seleção das pontas, pressão de trabalho e tamanho de gotas gerado, consultar a recomendação do fabricante da ponta (bico). Quando for necessário elevar o volume de aplicação, optar por pontas que permitam maior vazão (maior orifício) ao invés do aumento da pressão de trabalho.
- Altura de voo e faixa de aplicação: Altura de vôo deverá ser de 3 a 6 metros do alvo a ser atingido, atentando à segurança da operação e à cobertura adequada do alvo. Evitar a sobreposição ou falha entre as faixas de aplicação utilizando tecnologia apropriada. O uso de marcadores humanos de faixa não é recomendado, pois trata-se de situação potencialmente perigosa devido à exposição direta destes marcadores aos agroquímicos. Atentar à legislação vigente quanto às faixas de segurança, distância de áreas urbanas e de preservação ambiental. A aplicação deve ser interrompida, imediatamente, caso qualquer pessoa, área, vegetação, animais ou propriedades não envolvidos na operação sejam expostos ao produto. O aplicador do produto deve considerar todos estes fatores para uma adequada utilização, evitando atingir áreas não alvo. Todos os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, minimizando assim o risco de contaminação de áreas adjacentes. Evite derivas para as culturas vizinhas, principalmente para soja e arroz não tolerantes ao VERDUM WG. Aplique apenas em condições ambientais favoráveis. Evite sobreposição de faixas de pulverização durante a aplicação. Recomenda-se uma faixa de segurança de 100 metros entre a área aplicada com avião e a área cultiva com soja e arroz não tolerantes.

PREPARO DA CALDA

O responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto. Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda. Por se tratar de uma formulação do tipo WG (Granulado Dispersível) o produto deve ser adicionado lentamente no tanque do pulverizador sob agitação constante ou pré dissolvidos em recipientes adequados. Adicionar o adjuvante à calda após o produto, conforme recomendações no item CULTURAS, PLANTAS DANINHAS e DOSES.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS DURANTE A APLICAÇÃO

- Velocidade do vento:
A velocidade do vento adequada para pulverização deve estar entre 05 e 10 Km/h dependendo da configuração do sistema de aplicação. A ausência de vento pode indicar situação de inversão térmica, que deve ser evitada. A topografia do terreno pode influenciar os padrões de vento e o aplicador deve estar familiarizado com estes padrões. Ventos e rajadas acima destas velocidades favorecem a deriva e contaminação das áreas adjacentes. Deixar uma faixa de bordadura adequada para aplicação quando houver culturas sensíveis na direção do vento.
- Temperatura e umidade:
Aplicar apenas em condições ambientais favoráveis. Baixa umidade relativa do ar e altas temperaturas aumentam o risco de evaporação da calda de pulverização, reduzindo a eficácia do produto e aumentando o potencial de deriva. Evitar aplicações em condições de baixa umidade relativa do ar (menores que 60%) e altas temperaturas (maiores que 30ºC). Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas.
- Período de chuvas:
A ocorrência de chuvas dentro de um período de quatro (4) horas após a aplicação pode afetar o desempenho do produto. Não aplicar logo após a ocorrência de chuva ou em condições de orvalho. As condições de aplicação poderão ser alteradas a critério do engenheiro agrônomo da região. O potencial de deriva é determinado pela interação de fatores relativos ao equipamento de pulverização e ao clima (velocidade do vento, umidade e temperatura). Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador.

Limpeza do pulverizador

Pulverizadores de barra

1- Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação, adicione o produto limpante, agite por 20 minutos, e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada;
2 - Remova e limpe todas as pontas da barra e suas peneiras separadamente;
3 - Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bocais abertos (sem os bicos) em local apropriado de coleta de água contaminada;
4 - Limpe os filtros de sucção e de linha, recoloque os filtros de sucção, de linha e de bicos e recoloque todas as pontas. Neste momento, é importante escorvar o filtro de sucção com água para não entrar ar na bomba ao ser ligada novamente;
5 - Preencha todo o tanque com água limpa, ligue a agitação e pulverize o conteúdo do tanque pelos bicos em local apropriado de coleta de água contaminada.

Observação

Nas etapas acima, ao perceber, pelo nível do tanque que o mesmo está quase vazio, desligue a bomba para que a mesma nunca trabalhe vazia. Se a bomba trabalhar a seco, mesmo que por segundos, esta poderá sofrer danos ou ter sua vida útil reduzida.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

A rotação de culturas pode permitir também rotação nos métodos de controle das plantas infestantes que ocorrem na área. Além do uso de herbicidas, outros métodos são utilizados dentro de um manejo integrado de plantas infestantes, sendo eles o controle manual, o controle mecânico, através de roçadas ou cultivadores, a rotação de culturas e a dessecação da área antes do plantio os mais utilizados e eficazes.

O herbicida VERDUM WG apresenta mecanismos de ação sistêmica, pertencente ao Grupo B, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas). O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo. Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
- Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo B para o controle do mesmo alvo, quando apropriado;
- Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO B HERBICIDA
GRUPO B HERBICIDA




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