Vision
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Óleo vegetal
Registro MAPA:
193
Empresa Registrante:
Oxiquímica |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Óleo vegetal | 930 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida, Fungicida, Acaricida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Contato
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Citros | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Orthezia praelonga (Cochonilha) | veja aqui | veja aqui | |
| Pinnaspis aspidistrae (Cochonilha escama farinha) | veja aqui | veja aqui |
| Feijão | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Bemisia tabaci (Mosca branca) | veja aqui | veja aqui |
| Maçã | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Panonychus ulmi (Ácaro da macieira ) | veja aqui | veja aqui |
| Soja | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Bemisia tabaci (Mosca branca) | veja aqui | veja aqui |
| Tomate | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | veja aqui |
| Uva | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Panonychus ulmi (Ácaro da macieira ) | veja aqui | veja aqui |
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Balde | Metálico | Rígida | Líquido | 30,0 L |
| Lavável | Balde | Plástico | Rígida | Líquido | 30,0 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 60,0 L |
| Não Lavável | Caminhão-tanque | Fibra de Vidro | Rígida | Líquido | 35.000,0 L |
| Não Lavável | Caminhão-tanque | Metálico | Rígida | Líquido | 35.000,0 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Metálico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1.200,0 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico | Rígida | Líquido | 1.200,0 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 2,0 L |
| Lavável | Tambor | Metálico | Rígida | Líquido | 220,0 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 220,0 L |
INSTRUÇÕES DE USO (Culturas, Doenças/Pragas e Doses)
VISION® é um óleo vegetal utilizado como acaricida, fungicida e inseticida, conforme recomendações
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
OBSERVAÇÃO: As doses variam de acordo com o nível de infestação mais intensas. Em caso de alta infestação e com o desenvolvimento da cultura e maior crescimento da planta, usar a maior dose recomendada. Não exceder as doses recomendadas.
CITROS: Iniciar a aplicação com o aparecimento da praga. Em caso de reinfestação, repetir a aplicação após 20 dias. Não aplicar sob sol quente e nem durante a florada. Volume de calda: 2.000 L/ha;
FEIJÃO: Iniciar a aplicação com o aparecimento da praga, repetindo com intervalos de 14 dias. Realizar 03 aplicações. Volume de calda: 200 L/ha;
MAÇÃ: Iniciar a aplicação com o aparecimento da praga, repetindo com intervalo de 10 dias. Realizar 03 aplicações. Volume de calda: 1.200 L/ha;
SOJA: Iniciar a aplicação com o aparecimento da praga, repetindo com intervalo de 14 dias. Realizar 03 aplicações. Volume de calda: 200 L/ha;
TOMATE: Iniciar a aplicação com o aparecimento da praga, repetindo com intervalo de 5 dias. Realizar 04 aplicações. Volume de calda: 200 L/ha;
UVA: Iniciar a aplicação com o aparecimento da praga, repetindo com intervalo de 10 dias. Realizar 03 aplicações. Volume de calda: 1.200 L/ha.
MODO DE PREPARO DA CALDA E DE APLICAÇÃO
Modo de aplicação: VISION® deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água limpa e aplicado na forma de pulverização terrestre, para as culturas registradas.
Preparo da Calda: o responsável pela preparação da calda deve usar equipamento de proteção individual (EPI) indicado para esse fim. Colocar água limpa de boa qualidade, de forma que o pH final da calda seja = 5, ideal para a aplicação do produto, no tanque do pulverizador (pelo menos 3/4 de sua capacidade) ou de tal forma que atinja a altura do agitador (ou retorno) e, com a agitação acionada, adicionar a quantidade recomendada do produto.
Também manter a calda sob agitação constante durante a pulverização. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia da preparação da calda.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes deste período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
Fitotoxicidade: Não é fitotóxico para a cultura indicada dentro da dosagem recomendada.
Compatibilidade: Incompatível com produto à base de enxofre.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS (MID)
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças (MID), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle (Controle Químico, Cultural, Biológico, Genético e Físico). O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, uso de fungicidas adequados, manejo de pragas e plantas daninhas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema de tal modo a manter a população do patógeno abaixo do limiar de dano econômico.
INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS (MIP)
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis, viáveis e apropriados. A integração dos métodos de controle cultural, físico, biológico, genético e controle químico, juntamente com a adoção das boas práticas agrícolas, visam o melhor equilíbrio do sistema.
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido do VISION® pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do VISION® como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter à evolução da resistência.
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismos de ação distintos. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Aplicações sucessivas de VISION® podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do VISION® ou outros produtos do grupo quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).
GRUPO DESC ACARICIDA
GRUPO DESC FUNGICIDA
GRUPO DESC INSETICIDA
RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:
O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis etc.;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfitopatologia.org.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).