Epamig promove 1º Azeitech

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Imagem: Divulgação
OLIVAS

Epamig promove 1º Azeitech

Evento vai abordar aspectos agronômicos da olivicultura, qualidade dos azeites e mercado
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A Empresa de Pesquisa Agropecuária de Minas Gerais (EPAMIG) realiza, entre os dias 15 e 17 de junho, o Azeitech. O evento, que vai discutir a cadeia produtiva da oliveira, traz temas que vão dos aspectos agronômicos da cultura à qualidade e escolha dos azeites para consumo.

Em função das restrições impostas pela pandemia, essa primeira edição será totalmente online. A proposta é ter uma programação que atenda a produtores, pesquisadores, estudantes, revendedores e consumidores e que, nos próximos anos, possa ser adaptada para os formatos presencial e híbrido. Para isso o evento, vai unir as atividades do Dia de Campo de Olivicultura, que em 2021 chega a 16ª. edição, e da 6a Mostra Tecnológica a debates sobre cadeia produtiva, qualidade, comercialização, harmonização e escolha de azeites.

“O Azeitech vem como uma evolução do Dia de Campo de Olivicultura e da Mostra Tecnológica de maquinários e insumos que, até o ano passado, fazíamos no presencial. O objetivo é intensificar o debate e a transferência de tecnologias e também agregar um público que sempre nos procurou, buscando informações sobre características sensoriais e fatores que influenciam na qualidade e na identificação dos azeites”, explica o coordenador do Programa Estadual de Pesquisa em Olivicultura da EPAMIG, Luiz Fernando Oliveira.

Dentre as atividades previstas para o Azeitech, estão as dinâmicas de campo, compostas por três estações virtuais, que vão acontecer no dia 15 de junho. “Vamos abordar práticas culturais, adubação, processamento das azeitonas e obtenção de um azeite de qualidade. Na sequência, abriremos para o debate ao vivo com atendimento aos questionamentos e manifestações do publico”, explica o pesquisador da EPAMIG Pedro Moura, que será palestrante e mediador no primeiro dia do evento.

Outras atrações serão a Mesa Redonda com Mulheres da Cadeia da Olivicultura, o debate sobre azeites verdes e azeites maduros, com a participação dos azeitólogos Ana Beloto e Marcelo Scofano, o Espaço de Inovação e a palestra sobre “Olivicultura Agroecológica e de Montanha”, ministrada pela pesquisadora do Instituto de Investigácion y Formación Agraria y Pesquera da Espanha (Ifapa), Brígida Jiménez Herrera.

“O evento online nos possibilita ter convidados de diferentes localidades. Além da doutora Brígida, teremos palestras com as dirigentes do Women In Olive Oil (WIOO), no Brasil, Glenda Hass, e na América Latina, Carola Dummer Medina, com a especialista em Análise Sensorial e Controle de Qualidade e professora da Faculdade de Química da Universidad de la República no Uruguai, Ana Claudia Ellis, e com o professor do curso de pós-graduação em Gastronomia do Senac-SP e editor do Guia de Azeites do Brasil, Sandro Marques”, acrescenta Luiz Fernando de Oliveira.

Também estão previstos estandes virtuais para a oferta de maquinários, insumos e de produtos relacionados à atividade. A programação completa do Azeitech e os canais para inscrição de participantes serão divulgados em breve.

As empresas interessadas em estandes virtuais para o 1º. Azeitech podem entrar em contato com o coordenador de Comercialização do evento, Antônio Nunes, pelo telefone (32) 99800-1705 (também whatsapp) ou e-mail antonionunes@epamig.br.

A EPAMIG foi responsável pela extração do primeiro de azeite de oliva extravirgem do Brasil, em fevereiro de 2008. O produto é resultado de pesquisas iniciadas no município de Maria da Fé, na década 1970. Com a evolução dos trabalhos, foram propostas técnicas de cultivo, cultivares e tratos culturais adequados para a região da Serra da Mantiqueira.

A produção, concentrada na região que abrange municípios entre os estados de Minas Gerais, São Paulo e Rio de Janeiro, é limitada. A expectativa é de que em 2021, os números fiquem próximos aos 50 mil litros de azeite. O foco é a agregação de valor e excelência aos azeites, que têm se destacado nos circuitos gastronômicos e em competições no Brasil e no exterior, pelo frescor e aromas diferenciados. 


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