Crime organizado lava dinheiro usando o agro
O esquema se espalhou por toda a cadeia do setor de etanol

O Primeiro Comando da Capital (PCC) teria usado usinas de álcool, distribuidoras de combustível, postos, maquininhas de cartão e fintechs para lavar bilhões de reais, segundo investigação conduzida por Ministério Público, Receita Federal e Polícia Federal. De acordo com a Receita, o grupo controlava 40 fundos de investimento, com patrimônio superior a R$ 30 bilhões, utilizados para ocultar recursos, financiar aquisições estratégicas e blindar bens de alto valor.
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