Bula Acrobat MZ - Basf

Bula Acrobat MZ

acessos
Dimetomorph + Mancozebe
2605
Basf

Composição

Dimetomorfe 90 g/kg Morfolina
Mancozebe 600 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Contato, Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2,5 kg p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - Fazer três aplicações no máximo. 14 dias. Aplicar de modo preventivo
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
400 g p.c./100 L de água 700 a 1300 L de calda/ha - Fazer no máximo três aplicações. 7 dias. Aplicar de forma preventiva

Balde de metal ou plástico: 300; 350; 400; 450; 500; 550; 600; 650; 700; 750g; 1; 1,2; 1,250; 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 e 10Kg.
Barrica papelão: 20; 25; 30; 35; 40; 45; 50; 55; 60; 65; 70; 75; 80; 85; 90; 95; 100; 130; 140 e 150kg.
Big-bag plástica: 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500; 550; 600; 650 e 1000kg.
Bombona de plástico: 2; 2,5; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9; 10; 15; 20 e 25Kg.
Cartucho de papaelão contendo saco plástico ou sacos hidrossolúveis: 0,4; 0,5; 1; 1,5; 2; 1,5; 3; 5; 6; 10; 12 e 25Kg.
Frasco de plástico: 50; 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500; 550; 600; 650; 700; 750g; 1,0; 1,2; 1,250 e 1,5Kg.
Saco aluminizado contendo saco hidrossolúvel: 0,4; 0,5; 1; 1,5; 2; 1,5; 3; 5; 6; 10; 12 e 25Kg.
Saco de papel ou multifolhado composto ou plástico metalizado: 50; 100; 150; 200; 250; 300; 350; 400; 450; 500; 550; 600; 650; 700; 750g; 0,4; 0,5; 1; 1,250; 1,5; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9; 10; 12; 15; 25 e 30Kg.
Saco plástico: 0,1; 0,2; 0,25; 0,3; 0,4; 0,5; 0,6; 0,75; 0,8; 1; 1,250; 1,5; 2; 2,5; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 10; 12; 15; 20; 25; 50; 100 e 200Kg.
Stand-up pouch com tampa plástica de plástico metalizado: 250; 300; 350; 400; 450; 500; 550; 600; 650; 700; 750g; 1; 1,250; 1,5; 2; 3; 4; 5; 6; 7; 8; 9 e 10Kg.
Tambor plástico ou metal: 75; 100; 150 e 200kg.
Tanque (silo ou caminhão graneleiro) metal: 2500; 5000; 7500; 10000; 15000; 16000; 17000; 18000; 19000; 20000; 21000; 22000; 23000; 24000; 25000; 29000 e 30000kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

ACROBAT® MZ é um fungicida recomendado para aplicações preventivas com ação sistêmica e de contato, à base de DIMETOMORFE e MANCOZEB, pertencente ao grupo químico da Morfolina e Dithiocarbamatos respectivamente.
O DIMETOMORFE é um fungicida com ação pronunciada sobre os fungos do grupo dos omicetos, derivado do ácido cinâmico que possui um modo de ação diferenciado sobre os fungos. O produto se transloca de forma sistêmica via raízes quando aplicado no solo, possui efeito translaminar, com ação sistêmica local, quando aplicado na parte aérea das plantas.
O MANCOZEB, etilno-bis-isotiocianato atua diretamente em quatro pontos vitais da célula vegetal: núcleo, membrana celular, síntese de proteína e síntese de lipídios e esteróis, interrompendo assim os processos metabólicos essenciais para o seu desenvolvimento.

CULTURAS / DOENÇAS:

- BATATA: Requeima (Phytophthora infestans): Aplicar 600 a 1000 litros de calda por hectare, dependendo do estágio de desenvolvimento da cultura.
- TOMATE: Requeima (Phytophthora infestans): Aplicar de 700 a 1000 litros de calda por hectare até o início da frutificação e de 1000 a 1300 litros de calda por hectare da frutificação até o final do ciclo da cultura.

OBS: 1,0 kg de ACROBAT® MZ contém 90 g de DIMETOMORFE e 600 g de MANCOZEB.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Para todas as culturas indicadas, aplicar de maneira preventiva, sempre que as condições climáticas forem favoráveis ao desenvolvimento da doença.
Repetir a aplicação quando necessário, fazendo no máximo 3 aplicações de ACROBAT® MZ por ciclo das culturas.

MODO DE APLICAÇÃO:
ACROBAT® MZ pode ser pulverizado por meio de equipamentos costais (manual ou motorizado), motorizado estacionário com mangueira (tomate envarado) ou pelo sistema convencional com barra (batata ou tomate industrial). Utilizar um volume de calda procurando sempre obter uma cobertura uniforme completa das plantas, utilizando-se bicos de jato cônico com pontas e difusor adequados, e pressão de trabalho de 80-100 psi, de modo a obter 60-70 gotas/cm2.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata: 14 dias
Tomate: 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:
Não aplicar em presença de ventos fortes.
Quando usado nas doses, cultura e condições mencionadas, não causa efeito fitotóxico.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO AOS PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTO E TRATAMENTO:

ANTES DE USAR, LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto;
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamento ou defeitos;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca;
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não manuseie ou aplique o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- Use protetor ocular;
- Irritante ocular, em estudo com coelhos, os animais apresentaram inflamação nas mucosas (hiperemia, quemose e secreção) reversível até o 6º dia;
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Use máscara cobrindo o nariz e a boca;
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Use luvas de borracha;
- Ao contato com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS;
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, avental impermeável, touca árabe, máscara com filtro de carvão ativado cobrindo o nariz e a boca, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação;
- Não aplique o produto contra o vento;

- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita);
- Utilize equipamento de proteção individual – EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas, protetor ocular, touca árabe, máscara com filtro de carvão ativado cobrindo o nariz e a boca, luvas e botas de borracha.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Não reutillize a embalagem vazia.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho, troque e lave as suas roupas, ao lavar as roupas de proteção utilize luvas e avental impermeável.
- Mantenha afastado das áreas aplicadas, pessoas desprotegidas por um período de 3 dias após a aplicação do produto.
PRIMEIROS SOCORROS :
· Em caso de INGESTÃO acidental, não provoque vômito, e procure imediatamente o médico ou serviço de saúde levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
· Em caso de contato com os OLHOS, lave-os imediatamente com água corrente em abundância e procure imediatamente o serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
· Em caso de contato com a PELE, remova roupas e sapatos contaminados e lave imediatamente com água e sabão em abundância e procure o serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.
· Em caso de INALAÇÃO, remova o paciente para local arejado e procure o serviço médico de emergência, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA:
Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico.

ANTÍDOTO:
Este produto não possui antídoto específico.

INTOXICAÇÕES POR MANCOZEBE
Informações Médicas

Grupo químico: Alquilenobis (ditiocarbamato)
Classe toxicológica: II – Altamente tóxico
Mecanismos de toxicidade: As formulações contendo Mancozebe tem ação irritante para pele, trato respiratório e olhos
Sintomas e sinais clínicos: Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema.Exposição respiratória pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite, e traqueobronquite), síndrome parkinsoniana (manganismo), fadiga, cefaléia, visão borrada e náuseas. Exposição ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras. Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato gastro-intestinal, dores abdominais, náuseas, vômitos e diarréia, além de anorexia, cefaléia, tonturas, vertigem, visão borrada, fraqueza muscular, miose, sudorese, lacrimejamento excessivo, bradicardia, convulsões e coma.
Metabolismo e Toxicinética: Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiouréia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezes (71%) e urina (16%).
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.Não existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizados dosagem de eletrólitos, exame de urina tipo I e função renal, doseamento do manganês no sangue e na urina (níveis normais 20 a 80 µg/l no sangue e 1 a 8 µg/l na urina)>
Tratamento: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Colocar a vítima para local ventilado.2.Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com pele e mucosas.

Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.Emergência, suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de entubação oro-traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza da musculatura respiratória e parada respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidas de assistência ventilatória, se necessário. Monitorar oxigenação (oximetria ou gasometria), ECG, amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem. Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Administração do EDTA cálcio-sódio acelera a eliminação do manganês.
Contra indicações: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
Efeitos sinérgicos: É estruturalmente relacionado ao dissulfiram, podendo produzir reação similar a este quando interagindo com álcool.Com carbamatos ou organofosforados.
Atenção: As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória.
Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através do TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇOES MÉDICAS:CENTROS DE INFORMAÇÕES TOXICOLÓGICAS :Porto Alegre - RS : (0xx51) 3217-1751 / (0800) 780200São Paulo - SP : (0xx11) 5012-5311 / (0800) 7713733CCI-UNICAMP : (0xx19) 3788-7573 / 3788-7290Curitiba – PR: (0xx41) 330-4470Paraná – PR: 0800-410148Da empresa:BASF S.A. (0800) 11.2273 ou (0xx12) 3128-1357

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO
Em ratos, o ingrediente ativo dimetomorfe é metabolizado principalmente por dimetilação de um dos grupos dimetoxi ou por oxidação de um dos grupos CH2 do anel morfolina, a excreção do produto ocorre através das fezes e urina.
Estudos efetuados com animais de laboratório demonstraram que o MANCOZEB é parcialmente absorvido após ingestão oral, de forma moderadamente rápida. O seu metabolismo é extenso e complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. O principal metabólico é a etilenotiouréia. Distribui-se por todo o organismo e em maior quantidade na tireóide. Sua eliminação do plasma é bifásica e está essencialmente completa em 24 horas. A excreção se dá tanto pelas fezes quanto pela urina, e pela bile em menor quantidade

EFEITOS AGUDOS:
Acrobat® MZ foi testado em animais de laboratório, a DL50 aguda oral para ratos machos foi superior a 5000 mg/kg. A DL50 aguda dermal foi superior a 4000 mg/kg para ratos machos e fêmeas. O produto testado mostrou-se irritante para olhos de coelhos e ocasionou sensibilização cutânea nos animais testados.

EFEITOS CRÔNICOS:
Dimetomorfe foi testado em animais de laboratório, sendo administrado por via oral na dieta de ratos machos e fêmeas durante um período de 104 semanas em diferentes concentrações. O ganho de peso foi reduzido nos machos tratados com 2000 ppm nas fêmeas tratadas com 750 e 2000 ppm. Em outro estudo, o produto foi testado em camundongos machos e fêmeas por um período de 104 semanas em diferentes concentrações, sendo que na maior dose testada 1000 mg/kg/dia os machos apresentaram moderada redução no ganho de peso. A médio prazo, Mancozebe tem uma dose de nenhum efeito observável após administração oral, de 7,42 mg/kg/dia para machos e 9,24 mg/kg/dia para fêmeas, sendo efeito observado a queda dos níveis de T4 e TSH.

EFEITOS ADVERSOS
Por não ter o produto finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos ADVERSOS.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - Telefone de Emergência: 0800 11-2273 ou 12 3128-1357.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
. Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
. Corpos d’água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, de CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGENS FLEXÍVEIS

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardada as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificada e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do seu prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos canais de distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto com pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL.
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos Responsáveis.

Manejo integrado é a associação de medidas de controle que visa atender os aspectos econômicos, ecológicos e sociológicos.
Dentre os princípios de manejo integrado, podemos destacar as seguintes práticas: utilizar sementes/material de propagação sadios, trabalhar com materiais resistentes/tolerantes sempre que possível, realizar adubação adequada, praticar sempre rotação de culturas e utilizar o tratamento fitossanitário, quando recomendado através de diagnose correta do problema.

Seguir as recomendações atualizadas de manejo de resistência do FRAC-BR (Comitê de Ação a Resistência a Fungicidas - Brasil) - Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
· Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
· Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
· Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.