Bula Agria - UPL

Bula Agria

acessos
Azostrobina + Mancozebe
18416
UPL

Composição

Azoxistrobina 50 g/kg Estrobilurina
Mancozebe 700 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Sistêmico

Abacate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
2 a 2,4 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 a 14 dias 42 dias Iniciar as aplicações a partir de 40 a 45 dias da emergência da cultura. Utilizar a maior dose e o menor intervalo quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença
Ramularia
(Ramularia areola)
1,6 a 2,4 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 a 14 dias 42 dias Iniciar as aplicações a partir de 40 a 45 dias da emergência da cultura. Utilizar a maior dose e o menor intervalo quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença
Alho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1,8 a 2,2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamento quando as plantas tiverem de 4 a 6 folhas ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose e o menor intervalo quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença
Amendoim Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha castanha
(Cercospora arachidicola)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 10 dias 20 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose e o menor intervalo quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 10 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventivamente no estádio final do emborrachamento com até 5% das panículas emitidas. Utilizar a maior dose e o menor intervalo quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 10 dias 32 dias Recomenda-se alicação de forma preventiva, no início do emborrachamento, emissão das panículas e florescimento. Utilizar a maior dose e o menor intervalo quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
2 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventiventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose e o menor intervalo quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença
Berinjela Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
1,4 a 2,2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 7 a 10 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar a maior dose e o menor intervalo quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem do cafeeiro
(Hemileia vastatrix)
1,5 a 3 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por safra, em intervalos de 60 dias 50 dias Iniciar as aplicações preventivamente, antes do aparecimento dos sintomas da doença
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem alaranjada da cana
(Puccinia kuehnii)
1,5 a 3 kg p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por safra, em intervalos de 20 dias 60 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas da doença, concentradas no período de máximo desenvolvimento vegetativo da cultura
Cebola Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha púrpura
(Alternaria porri)
1,8 a 2,2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações por safra, em intervalos de 7 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente quando as plantas tiverem 4 a 6 folhas ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 10 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventivamente no estádio final do emborrachamento com até 5% das panículas emitidas
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 10 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Crisântemo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem branca
(Puccinia horiana)
200 a 300 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 10 dias Uso não alimentar Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Ervilha Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora longissima)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 10 dias 20 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem
(Puccinia psidii)
1,4 a 2,2 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ano, em intervalos de 15 dias Uso não alimentar Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença
Mancha de Cylindrocladium
(Cylindrocladium ilicicola)
2 a 3 kg p.c./ha 50 a 250 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ano, em intervalos de 15 dias Uso não alimentar Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha angular
(Phaeoisariopsis griseola)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 10 dias 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente, antes do florescimento
Figo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
200 a 250 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Mamão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Manga Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Maracujá Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum gloeosporioides)
2 a 2,5 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 14 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Melancia Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Melão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Colletotrichum orbiculare)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 7 dias 14 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações, em intervalos de 10 dias 42 dias Aplicação preventiva aos 40 a 50 dias após o plantio, com o cuidado de observar o desenvolvimento da cultura em função da precocidade do material vegetal utilizado
Pimentão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Cercosporiose
(Cercospora melongenae)
1,4 a 2,2 kg p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 7 a 10 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 7 a 14 dias 30 dias Iniciar as aplicações a partir do estádio fenológico V8 a R1 (cultivares de ciclo determinado) ou entre 30 e 35 dias após a emergência da cultura (cultivares de ciclo indeterminado). A escolha do intervalo deve ser baseada no monitoramento da lavoura e o acompanhamento de acordo com o acompanhamento da evolução da doença na lavoura e na região
Mancha alvo
(Corynespora cassiicola)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 10 a 15 dias 30 dias Iniciar as aplicações a partir do estádio R4 (florescimento pleno) ou no momento mais adequado ao aparecimento da doença. Utilizar a maior dose e o menor intervalo quando ocorrerem condições mais favoráveis para a doença
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,5 a 2 kg p.c./ha 300 a 600 L de calda/ha - Realizar no máximo 6 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 7 a 7 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente no início do florescimento. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 10 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventivamente no estádio final do emborrachamento com até 5% das panículas emitidas
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
1,5 a 2 kg p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações por ciclo da cultura, em intervalos de 10 dias 32 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doença. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Antracnose
(Elsinöe ampelina)
200 a 250 g p.c./100 L de água 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 5 aplicações durante o ciclo da cultura, em intervalos de 7 a 7 dias 10 dias Iniciar as aplicações preventivamente ou nos primeiros sintomas da doena. Utilizar as maiores doses sob condições de maior pressão da doença, principalmente quando o clima estiver muito favorável ao seu desenvolvimento

Conteúdo: 20g; 50g; 100g; 150g; 200g; 250g; 300g; 500g; 600g; 1kg; 1,2kg; 1,5kg; 2kg; 3kg; 5kg; 9kg; 10kg; 11kg; 12,5kg; 14kg; 15kg; 20kg; 24kg; 25kg; 30kg; 35kg; 36kg; 40kg; 41kg;43kg; 50kg; 60kg; 70kg; 100kg; 200kg; 300kg; 400kg; 500kg; 600kg; 700kg; 800kg; 900kg e 1000kg.

AGRIA é uma combinação de dois fungicidas, um de ação de contato multissítio, o Mancozebe, pertencente ao Grupo M03 e a Azoxistrobina que interfere na respiração mitocondrial e pertence ao Grupo C3 segundo classificação internacional do FRAC. Indicado para o controle de doenças da parte aérea nas culturas do abacate, algodão, alho, amendoim, arroz, batata, berinjela, café, cana-de-açúcar, cebola, cevada, crisântemo, ervilha, eucalipto, feijão, figo, mamão, manga, maracujá, melancia, melão, milho, pimentão, soja, tomate, trigo e uva.
MODO DE APLICAÇÃO:
Via terrestre: Deve-se utilizar pulverizador costal ou de barra, com deslocamento montado, de arrasto ou autopropelido. Utilizar bicos ou pontas que produzam jato leque ou cônico vazio, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. A altura da barra eo espaçamento entre bicos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule,
folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Via aérea (para algodão, amendoim, arroz, café, cana-de-açúcar, cevada, eucalipto, feijão, milho, soja e trigo): A aplicação deve ser realizada somente por empresa especializada, sob orientação de um Engenheiro Agrônomo. As mesmas recomendações gerais para “Via Terrestre”, como tamanho de gotas, boa cobertura e uniformidade de deposição se aplicam nesta modalidade. Deve-se respeitar condições meteorológicas no momento da aplicação para que as perdas por deriva sejam minimizadas.


Recomendações específicas:
Via terrestre para a cultura do abacate, figo, mamão, manga e uva: Deve-se utilizar pulverizador montado ou de arrasto com assistência de ar, ou por meio de pistola acoplada. Utilizar pontas que produzam jato cônico vazio ou demais tecnologias de bicos que possibilitem a redução do volume de aplicação, visando à produção de gotas finas para boa cobertura do alvo. Seguir a pressão de trabalho adequada para a produção do tamanho de gota ideal e o volume de aplicação desejado, conforme recomendações do fabricante da ponta ou do bico. Usar velocidade de aplicação que possibilite boa uniformidade de deposição das gotas com rendimento operacional. Ajustes no volume de ar produzido pela turbina podem ser necessários, dependendo do pulverizador, para que as gotas se depositem adequadamente no alvo, evitando problemas com deriva. A distância dos bicos até o alvo e o espaçamento entre os mesmos deve permitir uma boa sobreposição dos jatos e cobertura uniforme na planta (caule, folhas e frutos), conforme recomendação do fabricante. Para volumes de aplicação fora da faixa ideal ou sob condições meteorológicas adversas, utilizar tecnologia(s) e técnica(s) de aplicação que garantam a qualidade da pulverização com baixa deriva. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo.

Preparo de calda:

Antes de iniciar o preparo, garantir que o tanque, mangueiras, filtros e pontas do pulverizador estejam devidamente limpos. Recomenda-se utilizar pontas ou bicos que possibilitem trabalhar com filtros de malha de 50 mesh, no máximo, evitando-se filtros mais restritivos no pulverizador. Não havendo necessidade de ajustes em pH e dureza da água utilizada, deve-se encher o tanque do pulverizador até um terço de seu nível. Posteriormente, deve-se iniciar a agitação e adicionar gradativamente a quantidade necessária do produto. Deve-se fazer a adição do produto em água de forma cuidadosa, de modo que, a cada dois segundos, 1 kg do produto, no máximo, seja despejado no tanque, evitando que todo o conteúdo da embalagem seja adicionado de forma muito rápida e inadequada. Feito isso, deve-se completar o volume do tanque do pulverizador com água, quando faltar 3-5 minutos para o início da pulverização. A prática da pré-diluição é recomendada, respeitando-se uma proporção mínima de 3 litros de água por quilograma de produto a ser adicionado. A agitação no tanque do pulverizador deverá ser constante da preparação da calda até o término da aplicação, sem interrupção. Lembre-se de verificar o bom funcionamento do agitador de calda dentro do tanque do pulverizador, seja ele por hélices ou por retorno da bomba centrífuga. Nunca deixe calda parada dentro do tanque, mesmo que por minutos. Havendo a necessidade de uso legal de algum adjuvante, checar sempre a compatibilidade da calda, confeccionando-a nas mesmas proporções, em recipientes menores e transparentes, com a finalidade de observar se há homogeneidade da calda, sem haver formação de fases. Ao final da atividade, deve-se proceder com a limpeza do pulverizador. Utilize produtos de sua preferência para a correta limpeza do tanque, filtros, bicos e finais de seção de barra.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Abacate..................................... 10 dias
Algodão..................................... 42 dias
Alho.............................................. 10 dias
Amendoim..................................... 20 dias
Arroz............................................ 32 dias
Batata.......................................... 32 dias
Berinjela....................................... 10 dias
Café............................................ 50 dias
Cana-de-açúcar .............................. 60 dias
Cebola.......................................... 10 dias
Cevada......................................... 32 dias
Crisântemo........................................ UNA
Ervilha.......................................... 20 dias
Eucalipto.......................................... UNA
Feijão.......................................... 14 dias
Figo............................................ 10 dias
Mamão......................................... 10 dias
Manga ......................................... 10 dias
Maracujá ...................................... 10 dias
Melancia ....................................... 14 dias
Melão .......................................... 14 dias
Milho ........................................... 42 dias
Pimentão ...................................... 10 dias
Soja ............................................ 30 dias
Tomate ........................................ 10 dias
Trigo ........................................... 32 dias
Uva ............................................ 10 dias

UNA - Uso não alimentar

Intervalo de reentrada de pessoas nas culturas e áreas tratadas

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínino 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.



De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS PARA A FERRUGEM-ASIÁTICA:
O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensívelou resistentes aos fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Aplicação alternada de fungicidas formulados em mistura rotacionando os mecanismos de ação distintos do Grupo C3 e M03 sempre que possível; se o produto tiver apenas um mecanismo de ação, nunca utilizá-lo isoladamente;
- Respeitar o vazio sanitário e eliminar plantas de soja voluntária;
- Semear cultivares de soja precoce, concentrando a semeadura no início da época recomendada para cada região (adotar estratégia de escape);
- Jamais cultivar a soja safrinha (segunda época);
- Utilizar cultivares com gene de resistência incorporado, quando disponíveis;
- Semear a soja com a densidade de plantas que permita bom arejamento foliar, o que permitirá maior penetração e melhor cobertura do fungicida;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, uso de sementes sadias, adubação equilibrada, manejo da irrigação do sistema, outros controles culturais etc.
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis do agente causador de doenças a ser controlado;
- Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de fungicidas;
- Realizar o monitoramento da doença na cultura;
- Adotar estratégia de aplicação preventiva;
- Respeitar intervalo máximo de 14 dias de intervalos entre aplicações;
- Realizar, no máximo, o número de aplicações do produto conforme descrito em bula;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS
O uso sucessivo de fungicidas com mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para
o aumento na população de fungos menos sensíveis a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do
produto como consequência da resistência.
Como prática de manejo de resistência afim de evitar a seleção de fungos menos sensíveis ou resistentes aos
fungicidas, seguem algumas recomendações:
- Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos dos Grupos C3 e M03 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
- Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C3 FUNGICIDA
GRUPO M03 FUNGICIDA

O produto fungicida AGRIA é composto por Azoxistrobina e Mancozebe, que apresentam mecanismos de ação de Inibidores do complexo III: citocromo bc1 (ubiquinol oxidase) no sítio Qo e atividade de contato multissítio, pertencentes aos Grupos C3 e M03, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas), respectivamente.