Bula Agria

acessos
Mancozeb
18416
UPL

Composição

Azoxystrobin 50 g/kg Estrobilurina
Mancozeb 700 g/kg Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato, Protetor, Sistêmico
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha foliar de phaoeosphaeria
(Phaeosphaeria maydis)
1,5 a 2 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 dias. 30 dias. Aplicação preventiva aos 40 a 50 dias após o plantio
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem asiática
(Phakopsora pachyrhizi)
1,5 a 2 kg p.c./ha 200 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) 10 a 15 dias. 30 dias. A aplicação deve ser de forma preventiva realizando a ia aplicação no estádio V8 (final do período vegetativo) ou estádio R1 (início do florescimento)

Conteúdo: 20g; 50g; 100g; 150g; 200g; 250g; 300g; 500g; 600g; 1kg; 1,2kg; 1,5kg; 2kg; 3kg; 5kg; 9kg; 10kg; 11kg; 12,5kg; 14kg; 15kg; 20kg; 24kg; 25kg; 30kg; 35kg; 36kg; 40kg; 41kg;43kg; 50kg; 60kg; 70kg; 100kg; 200kg; 300kg; 400kg; 500kg; 600kg; 700kg; 800kg; 900kg e 1000kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
AZOXISTROBINA 50 + MANCOZEBE 700 WG UPL BR é uma combinação de um fungicida de contato multissítio de ação, o Mancozebe, mais um fungicida sistêmico que interfere na respiração mitocondrial, a Azoxistrobina, que pode ser utilizado em aplicações preventivas para o controle de doenças da parte aérea nas culturas de milho e soja.
AZOXISTROBINA 50 + MANCOZEBE 700 WG UPL BR apresenta excelente ação de proteção às culturas e manejo da resistência devido sua atuação na inibição da germinação dos esporos, desenvolvimento e penetração dos fungos no tecido foliar.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO
MILHO: para o controle de mancha de Phaeosphaeria ou mancha-branca, AZOXISTROBINA 50 + MANCOZEBE 700 WG UPL BR deverá ser aplicado de forma preventiva aos 40-50 dias após o plantio (observar o desenvolvimento da cultura, em função da precocidade do material utilizado), reaplicando-se com intervalo de 10 dias a fim de cobrir adequadamente o período de maior susceptibilidade. Efetuar no máximo 3 aplicações por ciclo. Usar óleo metilado de soja na dose de 0,25% até 500 ml/ha.
SOJA: para o controle da Ferrugem-asiática, AZOXISTROBINA 50 + MANCOZEBE 700 WG UPL BR deverá ser aplicado de forma preventiva realizando a ia aplicação no estádio V8 (final do período vegetativo) ou estádio R1 (início do florescimento); reaplicar em intervalo de 10 dias principalmente se as condições climáticas estiverem favoráveis ao desenvolvimento da doença ou até 15 dias se as condições não forem favoráveis. Efetuar no máximo 3 aplicações. Usar óleo metilado de soja na dose de 0,25% até 500 ml/ha.

MODO DE APLICAÇÃO:
AZOXISTROBINA 50 + MANCOZEBE 700 WG UPL BR deve ser aplicado nas dosagens recomendadas, diluído em água para as culturas de milho e soja.
Preparo da calda:
Para preparação da calda, deve-se abastecer o pulverizador com água limpa até metade de sua capacidade, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e adicionar AZOXISTROBINA 50 + MANCOZEBE 700 WG UPL BR na dose indicada. Após isso, complete o volume do tanque, sempre com agitação constante. Mesmo havendo necessidade de parar a pulverização durante algum tempo é importante que se mantenha o agitador em funcionamento. Se esta interrupção for mais longa, deve-se reiniciar a agitação antes de utilizar a calda novamente. Deve-se preparar apenas a quantidade de calda para a aplicação, visando evitar sobras de calda no tanque do pulverizador. Recomenda-se também que todos os equipamentos utilizados no preparo e aplicação da calda sejam lavados.
Aplicação terrestre:
Volume de aplicação: 200 litros água/ha para as culturas do milho e da soja.
Utilizar pulverizador tratorizado de barra, equipado com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas, produzindo um diâmetro de gotas de 50 a 200 pm, uma densidade de 50 a 70 gotas por cm2, e uma pressão de 40 a 60 libras.
Recomenda-se aplicar com temperatura inferior a 27°C, com umidade relativa acima de 60% e ventos de no máximo 15 km/hora. Se utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura.
Aplicação aérea (milho e soja):
Utilizar barra com um volume de 30 a 40 litros de calda por ha. Usar bicos apropriados para esse tipo de aplicação, como por exemplo, cônicos 06 e D12 e disco "core" inferior a 45°. Largura efetiva de 15-18 m, com diâmetro de gotas de 80 um, e um mínimo de 60 gotas por cm2. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Observar ventos de 3 a 10 km/hora, temperatura inferior a 27°C e umidade relativa superior
a 60% visando reduzir ao máximo as perdas por deriva ou evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última aplicação e a colheita):
Cultura Dias
_Milho 30


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínino 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Desde que sejam seguidas as recomendações de uso, não ocorre fitotoxicidade para as culturas

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUÇÕES GERAIS:
? Produto para uso exclusivamente agrícola.
? Não coma, não beba e não' fume durante o manuseio e aplicação do produto.
? Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
? Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas. ? Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
? Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
? Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
? Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
? Produto pouco irritante para os olhos.
? Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
? Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar a dispersão de poeira.
? Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtros combinado -(filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
? Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
? Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
? Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. ? Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
? Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
? Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtros combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
? Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
q Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados pare o uso durante a aplicação.
q Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
q Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
q Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, Óculos, botas, macacão, luvas e mascara.
q Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
q Troque e lave suas roupas de proteção separado das demais roupas da fatídica. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
q Faça manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
q Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
q Não reutilizar a embalagem vazia.
q No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento -hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo o serviço medico de emergência levando a embalagem, rotulo, bula ou receituário agronômico do produto.
?Ingestão: em caso de ingestão, não provoque vômito.
?Olhos: em caso de contato, lave com agua corrente em abundancia durante 15 minutos. ?Pele: em caso de contato, lave com agua e sabão neutro em abundância.
?Inalação: em caso de inalação, transporte o intoxicado para local arejado.
Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial Transporte-o para assistência medica mais próxima.
INTOXICACOES POR ESTROBIRULINAS E ALQUILENOBIS (DITIOCARBAMATO)
INFORMACOES MEDICAS
Grupo Químico Mancozebe: Alquilenobis (ditiocarbamato)
Azoxistrobina: Estrobilurina

Vias de absorção Oral, dermal, inalatória e ocular.
Toxicocinetica Mancozebe: Em ratos foi rapidamente absorvido pelo trato
gastrointestinal (50%) e distribuído para o fígado, rins e tireoide,
principalmente, entretanto n~° houve acumulo devido a rápida
metabolizado pelo fígado por glucuronizagdo. Os picos sanguíneos
apareceram entre 3-6 horas após a administração. A excreção quase completa ocorreu em 96 horas, através das fezes (71 %), urina (16%) e
bile (2-9%). Aproximadamente 7,5% do Mancozeb foi convertido em
etileno tiouréia (ETU), o principal metabólito de importância
toxicológica, que pode ser detectado na urina. Esta conversão não
ocorreu na exposição dérmica ou inalatória. Pode ser absorvido pela
pele.
Azoxistrobina: Em estudos com ratos, a principal rota de absorção foi
pela via oral 74-81 %, sendo as demais vias secundárias. A
azoxistrobina foi extensamente metabolizada, resultando na formação
de no mínimo 15 metabólitos. As duas principais rotas metabólicas
foram: hidrólise e conjugação com ácido glucorônico, os metabólitos
resultantes polares foram excretados rapidamente. Após 7 dias, menos
de 0,8% da dose administrada estava presente nos tecidos
(principalmente no rim e no fígado) e carcaças, em ambos os sexos.
Em 48 horas, mais de 82-96% dá dose administrada oralmente foi
eliminada, principalmente, pelas fezes (73-89%) e, em menor
proporção, pela urina (9-18%). Em um estudo, 57-74% da dose
administrada foi recuperada na bile após 48 horas da administração, por gavagem, de uma dose única de 100 mg/kg. Não houve eliminação
pelo ar exalado.
Mecanismos de Mancozebe: Ditiocarbamatos possuem o potencial de gerar dissulfetò
toxicidade de carbono (com potencial de causar neuropatia distal periférica),
formar o metabólito etileno tiouréia (ETU) (com potencial de causar
efeitos carcinogênicos), quelar cátios polivalentes fisiologicamente
importantes como cobre, zinco, chumbo ou cádmio (com potencial
neurotóxico, resultado do sequestro de metais pesados pelo sistema
nervoso).
Azoxistrobina: O mecanismo de ação das estrobilurinas em geral
envolve a ligação ao sítio de oxidação quinol (ou sítio ubiquinol) do
citocromo b. esta ligação impede a transferência de elétrons entre o
citocromo b e citocromo c, que interfere na oxidação de NADH e
síntese de ATP.
Sintomas e Mancozebe: A toxicidade aguda geralmente é baixa. Intoxicações em
sinais clínicos humanos foram observadas:

Oral: Irritação da mucosa do trato gastrointestinal, cefaleia, dores abdominais, diarreia, náuseas e vômitos.
Dérmica: Irritação dérmica leve (prurido, eritema, exantema); dermatite de contato alérgica (sensibilizacao cutanea).
Inalatória: Irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaleia, visa() borrada e náuseas.
Ocular: Irritação (ardência ocular, conjuntivite e inflamação das palpebras).
Em intoxicações crônicas, trabalhadores expostos ao Mancozebe, tem se observado que age como um potente sensibilizante dérmico (embora os testes em animais sejam negativos).
Toxicidade reprodutiva e sabre o desenvolvimento: o Mancozeb

suspeito de causar neurotoxicidade fetal.
Toxicidade endócrina: foi encontrado aumento de TSH em trabalhadores expostos. Imunotoxicidade: em estudos in vitro induziu alterações nas citosinas, citotoxicidade e incremento da resposta funcional dos linfócitos T.
Mutagenicidade: induziu incremento de troca de cromátides irmãs em trabalhadores expostos durante pulverizado do produto.
Carcinogenicidade: classificado como provável carcinogênico para humanos (EPA, B2), mas não no IARC, por ndo haver evidencias em humanos.
Obs.: 0 metabolito ETU é um conhecido agente mutagênico, carcinogênico (câncer de tireoide, ratos), teratogênico (sistema nervoso) e possui efeitos antitireoideanos.
Azoxistrobina: os dados em humanos são muito limitados; em estudos com animais foi observada baixa toxicidade.
Dérmica: Irritação leve. Inalatória: Irritação leve
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório Vide item Toxicocin6tica.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório Efeitos Agudos:

• DL50 oral: >5000 mg/kg p.c.
• DL50 dérrnica: >2000 mg/kg p.c.
• CL50 Inalatória: Não foi possível determinar a CL50 inalatória. Não houve mortes.
• Irritação Dérrrlica: Irritação leve
• Irritação Ocular: Irritação reversível em até 72 horas, sem opacidade córnea • Sensibilização cutânea: 0 produto é sensibilizante.
Efeitos crônicos:
Mancozebe: o Mancozeb induziu diminuição do ganho de peso e da ingestão de alimentos, e alterações principalmente na tireóides (hiperplasia, hipertrofia), fígado, adrenais e hipófise. Não foi sensibilizante dérmico em animais.
Genotoxicidade, mutagenícidade: incremento de troca de cromátides irmãs.
Carcinogenicidade: o Mancozeb induziu tumores na pele de camundongos (papilomas de células escamosas e queratoacantomas), cujo mecanismo pode estar associado a sua composição (complexo polímero de Maneb + zinco), já que o Maneb é um conhecido cancerígeno para roedores. Em estudo crônico com ratos, o Mancozeb causou o incremento de tumores malignos em geral (mama, ouvido, fígado, cabeça
(osteosarcomas), pâncreas, tireoides e tecido hemolinforeticular).
Toxicidade reprodutiva e sobre o desenvolvimento: em um estudo de três gerações em ratos não foram relatados efeitos embrio-fetotóxicos e teratogênicos. Porém em outro estudo conduzido em ratas prenhas foram observadas anormalidades no desenvolvimento corporal do sistema nervoso central (hidrocefalia), olhos, orelha e sistema músculo-esquelético. Quando o Mancozebe foi administrado pela via inalatória em ratas prenhas não foram observados efeitos teratogênicos. Um estudo realizado com camundongos mostrou que Mancozeb ou seus-metabólitos são capazes de cruzar a barreira placentária, podem produzir dano ao DIVA e induzir tumores nos fetos.
Toxicidade sobre sistema endócrino: em estudos em camundongos foram observados alterações hormonais tireoidianas.
Azoxistrobina: não há dados em seres humanos; em animais o principal órgão-alvo foi o fígado. Após administração crônica do produto técnico pela via oral houve redução no peso corpóreo e o órgão alvo foi o fígado. Nas doses elevadas foi observada diminuição no consumo de alimentos, alterações laboratoriais, incremento do peso no fígado, hiperplasia hepatocelular e aumento dos linfonodos. A avaliação histopatológica demonstrou que. A dose onde não foi observado efeito adverso (NOAEL) foi de 20 mg/kg/dia. Em estudos de dois anos com ratos, Azoxistrobina induziu hiperplasia epitelial ou ulceração do ducto biliar e hiperplasia biliar do fígado. As alterações no fígado foram consideradas como secundarias a toxicidade do ducto biliar. Não houve evidencias de que Azoxistrobina tenha sido carcinogênica aos ratos. Os estudos não mostraram efeitos reprodutivos ou teratogenicidade

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

AZOXISTROBINA 50 + MANCOZEBE 700 WG UPL BR é um fungicida composto por uma estrobilurina, a azoxistrobina, e um ditiocarbamato, o mancozeb. Estes ingredientes ativos apresentam dois diferentes modos de ação, o primeiro pertencente ao grupo dos Qol e o segundo pertencente ao grupo dos produtos com atividade em múltiplos sítios de ação. Esta combinação de diferentes ativos faz parte de uma estratégia de manejo de resistência.
Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. 0 Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
Utilizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos.
• Utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo/bula.
• Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.