Envelope - Ihara - Fusão Milho - 10/11/2025 - Peça Esq

Ametryn 500 Sino-Agri CI

Geral
Nome Técnico:
Ametrina
Registro MAPA:
31323
Empresa Registrante:
Inovatis
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Ametrina 500 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Seletivo, Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade
Lavável Frasco Plástico Rígida Líquido 1 / 2 L
Lavável Bombona Plástico Rígida Líquido 5 / 10 / 20 / 25 / 50 L
Lavável Tambor Plástico Rígida Líquido 50 / 100 / 200 L

INSTRUÇÕES DE USO

AMETRYN 500 SINO-AGRI é um herbicida seletivo recomendado para o controle de plantas infestantes de folhas estreitas e de folhas largas na pré e até na pós-emergência inicial a tardia, nas culturas da cana-de-açúcar e milho.

Características do modo de ação, áreas de utilização e os objetivos dos tratamentos com AMETRYN 500 SINO-AGRI:

Modo de ação: O ingrediente ativo Ametrina uma vez aplicado no solo é absorvido via raiz pelas plântulas após a germinação e se transloca até as folhas, onde atua inibindo a fotossíntese que se manifesta pela clorose, necrose e morte da planta.
Quando o AMETRYN 500 SINO-AGRI é aplicado na pós-emergência das plantas infestantes o ingrediente ativo penetra rapidamente nas folhas, local da absorção, e, praticamente não sofre nenhuma translocação, atuando sobre as plantas como produto de contato, causa necrose e morte.
AMETRYN 500 SINO-AGRI caracteriza-se por controlar plantas infestantes anuais de folhas largas e estreitas, que aliado à seletividade nas culturas indicadas, é recomendado, particularmente, para utilização nas seguintes situações e tipos de infestação:

- CANA-DE-AÇÚCAR:
Como tratamento básico pré-emergente:
Na cana-planta, após o plantio e na cana-soca, após o corte.
Como tratamento básico na pós-emergência inicial:
Na cana-planta, após o plantio e na cana-soca após o corte, com as plantas infestantes na pósemergência inicial, inclusive a cultura.

- MILHO:
Como tratamento complementar na pós-emergência tardia de Capim-marmelada e folhas largas:
Sempre em aplicação dirigida, em torno dos 40 dias do plantio, para controlar plantas infestantes anuais que escapam do tratamento básico com herbicida na pré ou pós emergência inicial das plantas infestantes.
Tipos de infestação:
- Infestação predominantes de folhas estreitas;
- Infestações mistas de plantas infestantes anuais (folhas estreitas + folhas largas);
- Infestações predominantes de folhas largas.
Obs.: Nos tratamentos pós-emergentes tardios concentrar a recomendação nas áreas com infestações predominantes de Capim-marmelada e folhas largas.
AMETRYN 500 SINO-AGRI aplicado nas condições indicadas, assegura pleno funcionamento e controle das plantas infestantes com a manutenção de período residual (período de controle) compatível com as necessidades das culturas.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
AMETRYN 500 SINO-AGRI deve ser aplicado na forma de pulverização, com auxílio de pulverizadores terrestres (costais, tratorizados), e, na cana-de-açúcar poderá ser aplicado também com aviões e helicópteros.

Época de Aplicação:
- Cana-de-açúcar: Aplicar o AMETRYN 500 SINO-AGRI através de tratamento em área total na canaplanta logo após o plantio dos toletes, e na soca após o corte da cana, na pré-emergência total (da cultura e das plantas infestantes).
O produto pode ser aplicado tanto na cana-planta como na cana-soca até a pós-emergência com a cana germinada, estando as plantas infestantes na pós-emergência inicial tardia.
Se, porém, a cultura apresentar porte maior do que 40 cm recomenda-se realizar aplicação dirigida nas entrelinhas.
Na ocorrência de infestações de capim-braquiária (Brachiaria decumbens) e capim-colonião (Panicum maximum), AMETRYN 500 SINO-AGRI deve ser recomendado sempre para o controle em pósemergência e nas infestações provenientes de sementes e nunca nas rebrotas de touceiras, observando-se os estádios indicados para as espécies.
Importante: Nas altas infestações de capim-colonião (Panicum maximum) e, sobretudo de capimbraquiária na lavoura de cana-de-açúcar, o tratamento com AMETRYN 500 SINO-AGRI poderá necessitar de complementação com a 2ª (segunda) aplicação.
- Milho: Aplicar o AMETRYN 500 SINO-AGRI na pós-emergência com o milho germinado, e, porte aproximado de 40 a 50 cm (aproximadamente 30 a 40 dias do plantio), quando este se mostra tolerante ao produto, através de aplicação dirigida nas entrelinhas, evitando-se ao máximo que o jato de pulverização atinja as folhagens da cultura.
Número de aplicações: Desde que aplicado nas condições adequadas e com a observância dos parâmetros recomendados, normalmente, uma aplicação é suficiente para atender as necessidades da cultura.
- Fatores relacionados com a aplicação na pré-emergência:
Preparo do solo:
- Cana-planta: O bom preparo do solo através de aração, gradeação e nivelamento superficial para eliminar os torrões, são as mais apropriadas para o processo de plantio e aplicação do herbicida.

- Cana-soca: Os preparativos para aplicação do herbicida, consistem nas operações efetuadas após o corte da cana, através de enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira.
- Umidade do solo: O solo de estar úmido durante a aplicação AMETRYN 500 SINO-AGRI, que assegura o bom funcionamento do produto. A ocorrência de chuvas normais após a aplicação ou a irrigação da área tratada com o AMETRYN 500 SINO-AGRI, promove a incorporação do produto na camada superficial favorecendo sua pronta atividade.
Fatores relacionados com a aplicação na pós-emergência:
- Plantas infestantes e o seu estádio de controle: Para assegurar o pleno controle das plantas infestantes na pós-emergência, deve-se observar as espécies indicadas e os respectivos estádios de desenvolvimento indicados na tabela de “Recomendações de Uso”. Dentre as espécies de plantas infestantes, o Capim-marmelada (Brachiaria plantaginea) e as folhas largas (dicotiledôneas) são bastante sensíveis ao AMETRYN 500 SINO-AGRI na pós-emergência, mesmo nos estádios mais avançados de desenvolvimento.
- Adjuvantes/Espalhantes - Adesivos: A adição de óleos minerais ou espalhantes adesivos à calda favorece o efeito pós-emergente do produto, imprimindo melhor controle das plantas infestantes.
- Influência de Fatores Ambientais na Aplicação: Umidade do ar recomendável: Aplicar o
AMETRYN 500 SINO-AGRI com a umidade relativa do ar superior a 60%.
- Umidade do solo: Aplicar o AMETRYN 500 SINO-AGRI com o solo úmido e não aplicar com o solo seco, principalmente se houve um período de estiagem prolongado que predispõe as plantas infestantes ao estado de “stress” por deficiência hídrica, vindo a comprometer o seu controle.
- Orvalho/Chuvas: Evitar aplicações sobre plantas excessivamente molhadas pela ação de chuvas ou orvalho muito forte.
- Ventos: Evitar aplicação com vento superior a 10 km/hora.
- Preparo de calda: O produto na quantidade pré-determinada pode ser despejado diretamente no tanque do pulverizador, com pelo menos ¼ de volume cheio e o sistema de agitação ligado. Em seguida, completar o tanque. No caso da utilização de óleos minerais e espalhantes adesivos nas aplicações pós-emergentes, no preparo de calda proceder da seguinte maneira:
- Óleos minerais: Encher aproximadamente ¾ do volume do tanque com água e ligar o sistema de agitação; Em seguida colocar a quantidade pré-determinada do herbicida e terminar de completar o volume do tanque com água, mantendo-se a agitação. Adicionar o adjuvante e esperar até que haja a perfeita homogeneização.
- Espalhantes adesivos: Adicionar o espalhante adesivo como último componente à calda de pulverização com o tanque quase cheio, mantendo-se a agitação.
Informações sobre os Equipamentos de Aplicação:
- Aplicação Terrestre: AMETRYN 500 SINO-AGRI deve ser aplicado com auxílio de pulverizadores costais, manual ou pressurizado e pulverizadores tratorizados com barras, adaptadas de bicos leque do tipo Teejet 80.03, 110.03 ou 110.04 ou similares, operando a uma pressão de 30 a 60 libras por polegada quadrada. O volume de cada gasto, normalmente varia de 200 a 400 Litros por hectare. Nas regiões com ventos acentuados, entre 10 a 40 km/hora, as aplicações poderão ser feitas com uso de bicos anti-deriva do tipo Full Jet, como FL 5, FL 6, 5, FL 8 e com pressão de 20-25 litros por polegada quadrada.
- Aplicação Dirigida: AMETRYN 500 SINO-AGRI é aplicado com auxílio de pulverizador costal (manual ou pressurizado) nas pequenas áreas e pulverizadores tratorizados adaptados de pingentes nas barras de pulverização nas grandes propriedades. Normalmente se utilizam bicos da serie TK (TK2; TK3) de grandes leques e com o volume de calda variando de 300 a 400 Litros por hectare.
Recomendações para Aplicação dirigida:
- Cana-de-açúcar: É indicado tanto na cana planta como na cana soca com a cultura desenvolvida e apresentando porte superior a 40 cm, quando não oferece condições para o tratamento em área total devido ao efeito guarda-chuva.
- Milho: É indicado aplicar somente na cultura desenvolvida, com porte superior a 40 cm, o que viabiliza a aplicação dirigida e há maior tolerância ao produto mesmo que seja absorvido pelas plantas via radicular.

Montagem dos pingentes: Orientações práticas para a montagem dos pingentes para aplicação na cultura do milho:
1) O número de pingentes na barra deve ser sempre um a mais do que o número de linhas de plantio de plantadeira. (ex: em plantadeira com 4 linhas, adaptar 5 pingentes à barra do pulverizador).
2) Número e tipos de bicos por pingente:
- Adaptar 1 bico TK nos pingentes das extremidades;
- Adaptar 2 bicos TK nos pingentes centrais.
Procedimentos durante a pulverização:
Para a pulverização, centralizar a barra do pulverizador de modo que os pingentes com 2 bicos correspondam às entrelinhas da primeira passada da plantadeira e o pingente lateral com 2 bicos correspondam às entrelinhas da primeira passada da plantadeira e o pingente lateral com 1 bico correspondente à rua formada pelas 2 passadas da plantadeira que é a rua com a largura irregular. Ao retorno da pulverização fazer coincidir o pingente da extremidade com 1 bico na mesma rua de modo que neste repasse venha a completar a meia dose do tratamento. Proceder à operação sempre com esta mesma orientação até o tratamento total da área a ser pulverizada com o herbicida.
Parâmetros para Aviões Ipanema:
Bicos: 80.10; 80.15; 80.20;
Volume de calda: 40 a 50 L/ha;
Altura de vôo: 3 a 4 m;
Temperatura ambiente: até 27°C;
Umidade do ar: mínima de 55%;
Velocidade do vento: máxima de 10 km/hora;
Faixa de aplicação: 15 m;
Diâmetro de gotas:
- Pré-emergência das plantas infestantes – maior que 400 micrômetros.
- Pós-emergência das plantas infestantes – 200 a 400 micrômetros.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

A reentrada na lavoura após a aplicação do produto só deverá ocorrer quando a calda aplicada estiverseca. Caso haja necessidade de reentrada na lavoura antes desse período, é necessário utilizar os mesmos equipamentos de proteção individual usados durante a aplicação do produto.


LIMITAÇÕES DE USO/FITOTOXICIDADE

Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Cana-de-açúcar: Nos tratamentos pré-emergentes, AMETRYN 500 SINO-AGRI é totalmente seletivo para todas as variedades cultivadas.
Nos tratamentos pós-emergentes o contato do produto com a área foliar da cana poderá causar sintomas de Fitotoxicidade em algumas variedades com manifestação de clorose, leve ou mais acentuada e eventualmente retenção no crescimento das plantas. Tais sintomas, porém, desaparecem 3 a 4 semanas após, sem causar nenhuma interferência no seu desenvolvimento e na produtividade final.
Dentre as diversas variedades cultivadas destacamos aquelas que eventualmente poderão sofrer algum tipo de clorose quando da aplicação do AMETRYN 500 SINO-AGRI na pós-emergência da cultura: IAC 51-205, IAC 52-326, CB 45-3, CB 49-26, CP 5122, CO 997, SP 71-799, SP 70-1143.
Milho: A planta de milho somente adquire tolerância suficiente para aplicação do AMETRYN 500 SINO-AGRI, após atingir porte aproximado de 40 a 50 cm, quando a aplicação dirigida se torna viável.
O eventual contato do produto com as folhas baixeiras da planta do milho provocará fitotoxicidade, que se manifestará através de clorose e necrose. Porém, as plantas recompõem seu crescimento normal sem prejuízos na produtividade. A aplicação dirigida do AMETRYN 500 SINO-AGRI com a planta jovem (12-15 cm) além da sua inviabilidade, incorrerá num alto risco de fitotoxicidade através de contato foliar do produto, como também pela absorção via radicular, capaz de levar a planta à morte.


Outras restrições a serem observadas:

- AMETRYN 500 SINO-AGRI não deve ser aplicado em solos mal preparados e secos;
- Nos tratamentos pós-emergentes não aplicar o produto nos dias chuvosos, pois para o pleno funcionamento é necessário um período aproximado de 6 horas sem chuvas ou irrigação após a pulverização;
- Não aplicar AMETRYN 500 SINO-AGRI nas lavouras jovens de milho, devendo aguardar até que atinja porte aproximado de 40 a 50 cm, quando o mesmo se mostra tolerante ao produto e a aplicação dirigida nas entrelinhas se torna viável;
- Nos canaviais desenvolvidos apresentando plantas com porte superior a 40-50 cm evitar aplicações em área total. Optar de preferência pela aplicação dirigida com uso de pingentes, pois o efeito guardachuva das folhagens afetará no controle das plantas infestantes.
- Não recomendar o AMETRYN 500 SINO-AGRI, para o controle do capim-colchão (Digitaria sanguinalis e Digitaria horizontalis), capim-colonião (Panicum maximum) e braquiária (Brachiaria decumbens) na pós-emergência tardia, devido à tolerância destas espécies ao produto neste estádio de desenvolvimento.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados herbicidas com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.
O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e/ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura e Pecuária (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C1 HERBICIDA

O produto herbicida Ametryn 500 Sino-Agri é composto por ametrina, que apresenta mecanismo de ação de inibição da fotossíntese, pertencente ao Grupo C1, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

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