Bula Aurora - FMC

Bula Aurora

acessos
Carfentrazona-etílica
10706
FMC

Composição

Carfentrazona-etílica 400 g/L Triazolona

Classificação

Herbicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Não sistêmico, Pós-emergência, Seletivo condicional

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 8 dias. Jato dirigido em pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Única. 8 dias. Jato dirigido em pós-emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Água pé mirim
(Heteranthera reniformis)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 66 dias. Pulverização em pós emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Aguapé de flecha
(Sagittaria montevidensis)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 66 dias. Pulverização em pós emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Cruz de malta
(Ludwigia octovalvis)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 66 dias. Pulverização em pós emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Cuminho
(Fimbristylis miliacea)
75 a 100 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 66 dias. Pulverização em pós emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Tiririca
(Cyperus difformis)
100 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 66 dias. Pulverização em pós emergência ou dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
50 a 70 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 10 dias. Pré-plantio ou dessecação. Adicionar 0,5 % óleo mineral
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Único. 15 dias. Pós-emergência das plantas infestantes. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 6 dias. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 6 dias. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
100 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 6 dias. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 6 dias. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
50 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/cova 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 6 dias. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
75 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 6 dias. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea nil)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 6 dias. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar caso necessário. 6 dias. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
75 a 125 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - 15 dias. Adicionar 0,5 % de óleo mineral
Eucalipto Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea cairica)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - UNA. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 1 % de óleo mineral
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - UNA. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 1 % de óleo mineral
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - UNA. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 1 % de óleo mineral
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - - UNA. Pós-emergência e dessecação. Adicionar 1 % de óleo mineral
Mandioca Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pleno desenvolvimento vegetativo da planta infestante
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pleno desenvolvimento vegetativo da planta infestante
Corda de viola
(Ipomoea quamoclit)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pleno desenvolvimento vegetativo da planta infestante
Corda de viola
(Ipomoea hederifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pleno desenvolvimento vegetativo da planta infestante
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pleno desenvolvimento vegetativo da planta infestante
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pleno desenvolvimento vegetativo da planta infestante
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
50 a 75 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) - 15 dias. Pleno desenvolvimento vegetativo da planta infestante
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 ml/ha + 0.5% de óleo mineral - - - 84 Vide Aplicação/Uso
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
25 a 31,2 ml/ha + 0.5% de óleo mineral - - - 84 Vide Aplicação/Uso
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
50 a 75 ml/ha + 0.5% de óleo mineral - - - 30 Vide Aplicação/Uso
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
25 a 31,2 ml/ha + 0.5% de óleo mineral - - - 30 Vide Aplicação/Uso

Frascos ou bombonas de plástico (PET, COEX) e metal (folha de flandres, aço) com capacidade de acondicionamento de 0,25; 1; 5; 10; 20; 50; 100 e 200 L

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS/DOSES/PLANTAS DANINHAS CONTROLADAS:
Vide seção “Indicações de Uso/Doses”.

Para a cultura do algodão, como desfolhante da cultura, utilizar dose de 100-150 ml/ha + 1% de óleo mineral.
Para a cultura da batata, como dessecante das ramas da batata, utilizar dose de 100-125 ml/ha + 0,5% de óleo mineral.
Para a cultura da cana-de-açúcar, como maturador, utilizar dose de 150-250 ml/ha.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Uma única aplicação é suficiente para eliminar plantas infestantes indicadas. A máxima atividade é obtida em condições climáticas que favoreçam o pleno crescimento da planta, ou seja, alta umidade relativa a alta temperatura, desde que não associadas ao stress hídrico e murchamento da planta. Luz intensa, durante e após a aplicação, geralmente aumentam a velocidade de ação e a eficiência do herbicida.

Algodão:
Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
Desfolhante da cultura: Adicionar 1% de óleo mineral. Aplicar 7 a 12 dias antes da colheita.
Controle de Trapoeraba e Corda-de-viola: Adicionar 0,5% de óleo mineral para a aplicação em jato dirigido (pós-emergência) ou no plantio direto (dessecação das ervas).

Arroz-irrigado:
Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
Pós-emergência: O produto pode ser aplicado em pulverização ou em benzedura, nas doses recomendadas.
Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Batata:
Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
Para dessecação das ramas da batata e para o controle de corda-de-viola em pré-plantio, aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Soja:
Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
Pós-emergência: As plantas infestantes deverão estar no estádio de 2 a 4 folhas.
Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Milho:
Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
Pós-emergência: As plantas infestantes deverão estar no estádio de 2 a 4 folhas.
Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Café:
Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura.
Na aplicação dirigida em pós-emergência das plantas infestantes, aplicar o produto adição de 0,5% de óleo mineral.

Citros:
Realizar no máximo 01 (uma) aplicação durante o ciclo da cultura.
Na aplicação dirigida em pós-emergência das plantas infestantes, aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.

Cana-de-açúcar:
Realizar no máximo 05 (cinco) aplicações durante o ciclo da cultura.
Pós-emergência e Dessecação: Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.
Maturador: Aplicar doses recomendadas de acordo com a necessidade de aumento do teor de sacarose da planta.

Eucalipto:
Pós-emergência e Dessecação: Aplicar o produto com a adição de 1,0 % de óleo mineral.

Mandioca:
Para o controle das plantas daninhas indicadas na tabela,aplicar o AURORA,em jato-dirigido na pós emergência da cultura e das plantas daninhas no estádio de 3 a 4 folhas.Adicionar 0,5% v/v de óleo mineral,na calda de aplicação.
Utilizar volume de aplicação de 200 1 400 L/h

MODO DE APLICAÇÃO:
Colocar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar AURORA na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.

Equipamentos de Aplicação:
AURORA pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como: Teejet leque 110.04, X R Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
O espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e altura da barra de 30 -50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixas velocidades de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol² e volume de água de 200 a 400 L/ha.
-Densidade de gotas: 40 -80 gotas/cm²
-DMV (Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 -300 micra
-A aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
Volume: 40 L/ha
Pressão: 30 psi
Bicos: D8-45
Ângulo, da barra: 135° (frente ou 45° atrás)
Altura do vôo: até 5m
Faixa de deposição: 15 m
Temperatura ambiente: máximo 28 °C
Umidade relativa do ar (UR): mínima 70%
Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão: 08 dias
Arroz: 56 dias
Batata: 10 dias
Soja: 30 dias
Milho: 84 dias
Café: 15 dias
Citros: 15 dias
Cana-de-açúcar: 06 dias
Mandioca: 15 dias
Eucalipto: UNA*
* Uso não alimentar

LIMITAÇÕES DE USO:
-Evitar a sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos às culturas.
-Chuvas que ocorram até duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto.
-Recomenda-se aplicar após a secagem do orvalho.

INSTRUCOES DE USO DO PRODUTO:
CULTURA
Algod~o PLANTAS INFESTANTES
Dessecante da cultura D I
g.i.a./ha
40 — 60
+ 1,0 % de Oleo mineral SE
ml.p.c/ha
100 — 150
+ 1,0% de Oleo mineral
Trapoeraba 20 — 30 50 — 75
Commelina benghalensis + 0,5% de Oleo mineral + 0,5% de Oleo mineral
Corda-de-viola POs-emergencia em jato POs-emergencia em jato
Ipomoea grandifolia dirigido e dessecacdo dirigido e dessecac~o
(plantio direto) (plantio direto)
Arroz
irrigado Pelunco, Cuminho
Fimbristylis miliaceae 30-40 75-100
Junquinho 40-50 100 — 125
Cyperus difformis
Sagitaria
Sagittaria montevidensis 40-50 100 — 125
Cruz-de-malta
Ludwigia octovalvis 40-50 100 -- 125
Pavoa
Heteranthera reniformis 40-50 100 — 125
Batata Dessecante das ramas da batata 40-50 100-125
+ 0,5% de Oleo mineral + 0,5% de Oleo mineral
Corda-de-viola 20 — 30 50-75
Ipomoea purpurea + 0,5% de Oleo mineral
dessecac~o (pre-plantio) + 0,5% de Oleo mineral
Dessecacdo (pre-plantio)
Soja Trapoeraba 10-12,5 25 - 31,2
Commelina benghalensis (pOs emergencia das plantas
infestantes — 2 a 4 folhas) (pos emergencia das plantas
infestantes — 2 a 4 folhas)
Corda-de-viola 20 — 30 50-75
Ipomoea grandifolia + 0,5% de Oleo mineral + 0,5% de Oleo mineral
Dessecacab (Plantio Direto) Dessecac~o (Plantio Direto)
Milho Trapoeraba 10-12,5 25 — 31,2
Commelina benghalensis (pOs emergencia das plantas
infestantes — 2 a 4 folhas) (pos emergencia das plantas
infestantes -- 2 a 4 folhas)
Corda-de-viola 20-30 50-75
Ipomoea grandifolia + 0,5% de Oleo mineral + 0,5% de Oleo mineral
Dessecacdo (Plantio Direto) Dessecacdo (Plantio Direto)
Caf~ Trapoeraba 30 — 50 75 — 125
Commelina benghalensis + 0,5% de Oleo mineral + 0,5% de Oleo mineral
Laranja Trapoeraba 30 — 50 75 — 125
Commelina benghalensis + 0,5% de Oleo mineral + 0,5% de Oleo mineral

' 1 1 1 11 11

Cana-de- Dessecação Corda-de-viola
açúcar (pré-plantio) Ipomoea quamoclit,
Ipomoea grandifolia 20-30
+ 0,5% de óleo mineral 50-75
+ 0,5% de óleo mineral
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Caruru

Amaranthus retroflexus
Pós-emergência Corda-de-viola
inicial Ipomoea grandifolia
(barra total) Ipornonea nil 20-30
0,5 / de óleo mineral 50-75
0,5° ó de óleo mineral
Esqueleto
Ipo moea quamoclit
Trapoeraba

Commelina benghalensis
Trapoeraba

Pós-emergência Commelina benghalensis
Beldroega
inicial 30-50 75-125
(jato dirigido) portulaca oleracea + 0,5% de óleo mineral + 0,5% de óleo mineral
Corda-de-viola

Ipomoea heredifolia
Pós-emergência Corda-de-viola
tardia
(pré-colheita) Ipomoea puipurca
Ipomoea heredifolia 40-80
+ 0,5% de óleo mineral 100-200
+ 0,5% de óleo mineral
Esqueleto
Ipomoea guamoclit
Maturador --------------------- 60-100 150-250
Eucalipto Dessecação Trapoeraba
(pré-plantio) Commelina benghalensis 20-30 50 -75
+ 1% de óleo mineral + 1% de óleo mineral
Corda-de-viola
Ipomoea cairica
Pós-emergência Erva-quete
(jato-dirigido) Spermacoce latifolia

Corda-de-viola
Ipomoea cairica
Ipomoea grandifolia 20-30
+ 1% de óleo mineral 50 -75
+ 1% de óleo mineral
Trapoeraba
Commelina benghalensis
Trapoeraba
Commelina diffusa 40-50
+1% de óleo mineral 100-125
+ 1% de óleo mineral

* P.C. = Produto Comercial * I. A. = Ingrediente Ativo
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
Uma única aplicação é suficiente para eliminar as plantas infestantes indicadas no quadro anterior. A máxima atividade é obtida em condições climáticas que favoreçam o pleno crescimento da planta, ou seja, alta umidade relativa a alta temperatura, desde que não
associadas ao stress hídrico e murchamento da planta. Luz intensa, durante e após a aplicação, geralmente aumentam a velocidade de ação e a eficiência do herbicida.
Algodão:
Realizar no máxima 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
Dessecante da cultura: Adicionar 1% de óleo mineral. Aplicar 7 a 12 dias antes da colheita.
Controle de Trapoeraba e Corda-de-viola: Adicionar 0,5% de óleo mineral para a aplicação em jato dirigido (pós-emergência) ou no plantio direto (dessecação das ervas).
Arroz-irrigado:
Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
Pós-emergência: 0 produto pode ser aplicado em pulverizag5o, nas doses recomendadas. Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.
Batata:
Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
Para dessecação das ramas da batata e para o controle de corda-de-viola em pré-plantio, aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.
Soja:
Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
Pós-emergência: As plantas infestantes deverão estar no estádio de 2 a 4 folhas. Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óeo mineral.
Milho:
Realizar no máximo 02 (duas) aplicações durante o ciclo da cultura.
Pós-emergência: As plantas infestantes dever~o estar no estádio de 2 a 4 folhas. Dessecação (plantio direto): Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.
Café:
Realizar no máximo 01(uma) aplicação durante a safra da cultura.


Na aplicação dirigida em pós-emerg6ncia das plantas infestantes, aplicar o produto com a Zes
adição de 0,5% de óleo mineral.

Citros:
Realizar no máximo 01(uma) aplicação durante a safra da cultura.
Na aplicação dirigida em pós-emergência das plantas infestantes, aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.
Cana-de-açúcar:
Realizar no máximo 05 (cinco) aplicações durante o ciclo da cultura.
Pós-emergência e Dessecação: Aplicar o produto com a adição de 0,5% de óleo mineral.
Maturador: Aplicar doses recomendadas de acordo com a necessidade de aumento do teor de sacarose da planta.
Eucalipto:
Pós-emergência e Dessecação: Aplicar o produto com a adição de 1,0 % de óleo mineral.
MODO DE APLICAÇÃO:
Colocar água limpa no tanque do pulverizador até a metade de sua capacidade, após estar regulado com a correta vazão. Adicionar SHARK 400 EC na dose previamente determinada. Acionar o agitador e completar com água o tanque de pulverização. Ao aplicar o produto faz-se necessário usar o agitador continuamente durante a pulverização. O registro do pulverizador deve ser fechado durante as paradas e manobras do equipamento aplicador ou poderá haver danos à cultura.
Equipamentos de Aplicação:
SHARK 400 EC pode ser aplicado por via terrestre, através de pulverizadores costais ou tratorizados, com barras providas de bicos de média/alta vazão (1,5 L/min), tais como: Teejet leque 110.04, XR Teejet 110.04, Albuz leque 100.04, Fulljet.
O espaçamento entre bicos deve ser de 50 cm e altura da barra de 30 - 50 cm. Recomenda-se aplicar em dias com baixas velocidades de ventos, com pressão não maior que 40 lb/pol2 e volume de água de 200 a 400 L/ha.
- Densidade de gotas: 40 - 80 gotas/cm2
- DMV(Diâmetro Mediano Volumétrico): 200 - 300 micra
- A aplicação pode ser também via aérea nas seguintes condições:
. Volume: 40 L/ha
. Pressão: 30 psi
. Bicos: D8-45
. Angulo da barra: 135° (frente ou 45° atras) . Altura do vôo: ate 5m
. Faixa de deposição: 15 m
. Temperatura ambiente: máximo 28 °C
. Umidade relativa do ar (UR): mínima 70% . Velocidade do vento: 2 a 10 km/hora.
INTERVALO DE SEGURANCA:
Cultura Dias
Algodão 08
Arroz 66
Batata 10
Soja 30
Milho 84
Café 15
Citros 15
Cana-de-açúcar 06
Eucalipto UNA*
* Uso não alimentar
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação. Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o use durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
. Evitar a sobreposição de faixas de aplicação; se isto ocorrer, poderá haver danos as culturas. . Chuvas que ocorram ate duas horas após a aplicação podem interferir na eficiência do produto.
. Recomenda-se aplicar após a secagem do orvalho.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
De acordo com os Dados Relativos à Proteção da Saúde Humana.
INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.
DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU
TÉCNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente
INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide Dados Relativos à Proteção do Meio Ambiente
INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas devidamente registrados para a cultura, com diferentes mecanismos de ação. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.
DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo meio ambiente (IBAMA/MMA).
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.
DADOS RELATIVOS A PROTECAO DA SAUDE HUMANA
ANTES DE USAR 0 PRODUTO LEIA COM ATENCAO AS INSTRUCOES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTECAO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
PRECAUCOES GERAIS:
— Produto para use exclusivamente agrícola.
— Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
— Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
— Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macac5o, botas, avental, mascara, protetor ocular, touca árabe e luvas. — Não utilize equipamentos de proteção Individual (EPI) danificados.
— Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
— Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
— Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
— Produto altamente irritante aos olhos.
— Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
— Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
— Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto,
SIGA AS ORIENTAOES
DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS e procure rapidamente um Serviço Medico de Emergência.
— Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mec5nico classe P2); óculos de proteção e luvas de nitrila.
PRECAUCOES DURANTE A APLICACAO:
— Não encoste nas plantas tratadas.
— Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
— Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a Ultima aplicação e a colheita).
— Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores org5nicos e filtro mecânico classe P2); óculos de proteg5o; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
— Não reutilize a embalagem vazia.
— Sinalizar as áreas tratadas após a aplicação do produto com os seguintes dizeres "PROIBIDA
A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
— Caso necessite entrar antes desse período, utiliza os equipamentos de proteção
recomendados para o uso durante a aplicação.
— Mantenha o restante do produto bem fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
— Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as mãos com as luvas vestidas, para reduzir os riscos de exposição acidental.
— Os equipamentos de proteção individual recomendados (EPI) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, protetor ocular, avental, botas, macacão, luvas e máscara. — Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
— Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas, utilize luvas e avental impermeável.
— Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
— Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
— No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: PROCURE LOGO UM SERVIÇO MEDICO DE EMERGENCIA, levando a embalagem, rótulo, bula e/ou o receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, NÃO PROVOQUE VÔMITO. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante pelo menos 15 minutos. Coloque a cabeça da pessoa de lado de forma que a água contaminada não entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
INTOXICACOES POR CARFENTRAZONA-ETILICA
INFORMACOES MEDICAS
Grupo quimico Triazolona
Classe Toxicológica CLASSE H — ALTAMENTE TOXICO
Vias de exposic~o Oral, dermica e inalatória.
Sintomas e sinais A carfentrazona etilica pode causar uma porfiria adquirida, com
clinicos lesões de fotossensibilização do tipo fragilidade mecânica,
bolhas, fissuras e escaras. Hipertricose, despigmentação
esclerodermia podem aparecer. Causa tambem alterações
viscerais, corn acOmulo de protoporfirina no figado e nos rins,
aumento do peso dos rins, distúrbios da síntese da molécula
de heme e presença de produtos de degradação das hemácias
no fígado, e lesões neurológicas.
Crises: dor abdominal, aguda com vomito, constipação, febre,
leucocitose; hipertensão, neurite periférica, alteração de
comportamento e psicose franca também podem acontecer. A
excreção das porfirinas se da, sobretudo pelas fezes e, menos,
pela urina. Mais informações sobre os efeitos t6xicos dos
metabólicos da carfentrazona etílica são necessários.
Efeitos dos Os tensoativos aiquil poliglicol a responsável por irritação
Adjuvantes ocular e dérmica, assim como tosse, mal-estar, náuseas,
vômitos e d'art-6a. Estes compostos são solúveis em água e
em gorduras, sua associação com o solvente alquil benzeno
aumentam a penetração da carfentrazona etílica pela via
cutaneo-mucosa.
Toxicocinetica Produto fototóxico, atua por inibição do protoporfirinog~nio
oxidase na sintese da molecula de heme. Rapidamente
metabolizado e eliminado pelas fezes.
DiagnOstico Quadro clinico, associado a uma diminuicao do número de
hemacias e aumento das enzimas hepáticas no plasma.
Aumento da excreção urinaria do acido aminolevulinico (ALA),
porfobilinog~nio (PBG) e coproporfirina (COPRO),
hipervolemia e hiponatremia, nos casos agudos. Uma
hipomagnesemia pode ser encontrada.
Tratamento Manutenção das funções vitais.
Antidoto: Não existe antídoto especifico.
Contra-indicacties Deve-se evitar medicação desnecessária, pois freqUentemente
s~o indutores do citocromo P450 hepatico, cuja formação
necessita a presença do heme e, vai aumentar a síntese de
intermediarios tOxicos.
IMPORTANTE Ligue para Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar
o caso e obter informações especializadas para o diagnóstico
e o tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência
Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: 0800-343545 e (34)

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Carfentrazone-ethyl foi rapidamente absorvido quando administrado via oral a ratos. A maior parte do produto (85%) foi excretado dentro do período de 24 horas após a administração, sendo desta forma distribuído: 72-87% pela urina e 10 a 25% pelas fezes. O principal metabólito resultante da hidrólise do produto original é o ácido cloropropiônico-carfentrazone¬ethyl. Não ocorre praticamente retenção de resíduos nos tecidos, principalmente dos rins e
fígado, órgãos ativamente envolvidos no metabolismo, distribuição e excreção de substâncias estranhas.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos resultantes de ensaios com animais (Produto formulado)
DL50 oral para ratos: maior que 3.000 mg/kg DL50 dérmica para ratos: maior que 4.000 mg/kg CL50 inalatória em ratos: maior que 10,41 mg/L de ar
Irritabilidade ocular em coelhos: o produto foi considerado altamente irritante para os olhos. Irritabilidade dérmica em coelhos: o produto foi considerado não irritante para a pele. Sensibilização cutânea em cobaias: o produto não provocou sensibilidade cutânea.
Efeitos crônicos: Nos organismos testados, não foram observados efeitos relacionados com o tratamento durante as avaliações internas e externas. O produto não apresentou potencial neurotóxico, mutagênico, teratogênico ou carcinogênico nos animais testados.

MINISTERIO DO MEIO AMBIENTE — INSTITUTO BRASILEIRO DO MEIO AMBIENTE E DOS RECURSOS NATURALS RENOVAVEIS — IBAMA
DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
I. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
X Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSF: III)
Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
1-Este produto e ALTAMENTE TOXICO para algas.
Evite a contaminação ambiental Preserve a Natureza.
1Não utilize equipamentos com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpus d água. Evite contaminação dos mananciais
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna. a flora e a saúde das pessoas.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância interior a 500 (quinhentos) metros de povoação, de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes as atividades aeroagricolas.
2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns. deverão ser seguidas as instruções constantes na NRR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes c a Empresa FMC Química do Brasil- telefone de emergência: (0xx34) 3319-3000 ou 0800-343545
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e bolas de borracha. óculos protetores e mascara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos
Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em tini recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA. CO. ou Pó químico Ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVAVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
do pulverizador, mantendo-a na posição vertical
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque durante 30 segundos:
- Adicione água limpa à embalagem até t/+ do seu volume: - Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes:
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador: - Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos: - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavarem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos:
- Manter a embalagens nessa posição, introduzira ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos:
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com tampa. em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento da embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto. ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável. ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuario. ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade. será facultada a devolução da embalagem em ate é meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos,medicamentos, rações.,animais ou pessoas.
EMBALACEM RIGIDA NÃ0 LAVAVEI,
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto e ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use I uvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa. em caixa coletiva, quando existente. separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALACEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde são adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, c ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias rido podem ser transportadas junto com alimentos. bebidas. medicamentos. rações, animais e pessoas.
EMBALACEM SECUNDARIA CONTAMINADA)
ESTA EMBALACEM NAO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto,ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÀO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagem vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos do produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar. prejudicando a fauna. a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a e tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em locais destinados para este tipo de operação. equipados com câmaras de lavagens de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica. que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÚRGAO COMPETENTE 1)O ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas devidamente registrados para a cultura, com diferentes mecanismos de ação. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.