Bula Banjo

acessos
Fluazinam
13118
Adama

Composição

Fluazinam 500 g/L Fenilpiridinilamina

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Damping-off
(Rhizoctonia solani)
1 a 3 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Realizar uma única aplicação utilizando a dose de 3,0 L/ha no sulco de plantio ou aplicar a dose de 2,0 L/ha no sulco de plantio e mais 1,0 L/ha direcionado ao colo da planta antes da amontoa
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. 14 dias. Aplicar logo após a emergência da cultura e repetir em intervalos de 7 dias
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1 a 1,5 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 a 10 dias. 14 dias. Realizar a primeira aplicação entre 30 e 40 dias após a germinação e repetir a cada 7 a 10 dias
Requeima
(Phytophthora infestans)
0,4 a 0,6 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 4 aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. 14 dias. Aplicar logo após a emergência da cultura e repetir em intervalos de 7 dias
Sarna comum
(Streptomyces scabies)
1 a 3 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Realizar uma única aplicação utilizando a dose de 3,0 L/ha no sulco de plantio ou aplicar a dose de 2,0 L/ha no sulco de plantio e mais 1,0 L/ha direcionado ao colo da planta antes da amontoa
Sarna pulverulenta
(Spongospora subterranea)
1 a 3 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo 2 aplicações por ciclo da cultura. Não determinado. Realizar uma única aplicação utilizando a dose de 3,0 L/ha no sulco de plantio ou aplicar a dose de 2,0 L/ha no sulco de plantio e mais 1,0 L/ha direcionado ao colo da planta antes da amontoa
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
1 a 1,5 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 a 10 dias. 28 dias. Aplicar no aparecimento das primeiras flores
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Podridão de esclerotinia
(Sclerotinia sclerotiorum)
0,75 a 1 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo duas aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 10 dias. 28 dias. Iniciar as aplicações no estádio R1. Realizar mais uma aplicação em intervalo de 10 dias se houver necessidade
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. 28 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, quando as condições climáticas foram favoráveis a ocorrência das doenças
Requeima
(Phytophthora infestans)
1 L p.c./ha 500 a 1000 L de calda/ha - Realizar no máximo quatro aplicações por ciclo da cultura com intervalo de 7 dias. 28 dias. Iniciar as aplicações de forma preventiva, quando as condições climáticas foram favoráveis a ocorrência das doenças

MODO DE APLICAÇÃO

A aplicação do fungicida BANJO deverá ser efetuada através de pulverização terrestre.
A boa cobertura de todos os tecidos da parte aérea das plantas, é fundamental para o sucesso do controle das doenças, independente do equipamento utilizado. Desta forma, o tipo e calibração do equipamento, estágio de desenvolvimento da cultura, bem como as condições ambientais em que a aplicação é conduzida, devem definir o volume de calda, pressão de trabalho e diâmetro de gotas, a serem utilizados.

APLICAÇÃO TERRESTRE:

Para as culturas da batata, feijão, soja e tomate, BANJO deve ser aplicado na parte aérea das plantas com equipamentos terrestres (pulverizador costal manual, pressurizado ou motorizado, tratorizado ou autopropelido) equipados com pontas de pulverização (bicos) do tipo cônico ou leque, que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Procurar utilizar equipamentos e pressão de trabalho que proporcionem tamanhos de gotas que evitem a ocorrência de deriva:
? Diâmetro de gotas: 150 a 300 µ (micra) VMD;
? Densidade de gotas: mínimo de 40 gotas/cm2;
? Volume de calda:
• Batata e tomate: 500 a 1000 L/ha;
• Feijão: 1000 a 1500 L/ha;
• Soja: 200 a 500 L/ha.

Para a cultura da batata, a aplicação no sulco de plantio, deve ser realizada com equipamentos apropriados acoplados a plantadeira, visando obter um volume de calda suficiente para uma boa cobertura dos tubérculos e também de parte do sulco. No caso de plantio manual, a aplicação deverá ser realizada sobre os tubérculos depositados no sulco de plantio e antes do enterrio. A aplicação dirigida ao colo da planta deverá ser realizada com pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos laterais direcionados para esta região.
Para a cultura do feijão, quando a aplicação for através do sistema de irrigação (via pivô central), ela deve ser realizada calibrando-se o equipamento injetor que poderá ser por injeção por uma bomba diafragma, por sucção da água ou através de um injetor na coluna central do pivô. A velocidade do pivô central deverá ser de 100%. Devem-se tomar todas as medidas de segurança, utilizando-se válvulas de registro, para que o produto não retorne ao manancial aquático, em caso de uma parada do equipamento de irrigação.

MODO DE PREPARO DA CALDA:

Colocar água limpa até aproximadamente 2/3 da capacidade do tanque de pulverização. Em seguida, adicionar BANJO nas doses recomendadas, completando o tanque com água e mantendo a agitação da calda durante o processo de preparo. Realizar a aplicação em seguida, mantendo o sistema de agitação do tanque em funcionamento durante a aplicação.
Realizar o processo da tríplice lavagem das embalagens durante o processo de preparo da calda.
CONDIÇÕES CLIMÁTICAS:

Devem-se observar as condições climáticas ideais para a aplicação do produto, tais como:
• • Temperatura ambiente até 30ºC;
• • Umidade relativa do ar no mínimo de 50%;
• • Velocidade do vento entre 3 e 10 km/h.

Para outros parâmetros referentes à tecnologia de aplicação, seguir as recomendações técnicas indicadas pela pesquisa e/ou assistência técnica da região, sempre sob orientação de um Engenheiro Agrônomo.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata (foliar)…………....
14 dias
Batata (solo)……………. (1)
Feijão……………………. 28 dias
Soja………………………. 28 dias
Tomate…………………... 3 dias


(1) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:
• Uso exclusivo para culturas agrícolas.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide item MODO DE APLICAÇÃO.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Vide recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE DOENÇAS:

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DA RESISTÊNCIA A FUNGICIDAS:

O uso sucessivo de fungicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população de fungos causadores de doenças resistentes a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência e para evitar os problemas com a resistência dos fungicidas, seguem algumas recomendações:
• Alternância de fungicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo C5 para o controle do mesmo alvo, sempre que possível;
• Adotar outras práticas de redução da população de patógenos, seguindo as boas práticas agrícolas, tais como rotação de culturas, controles culturais, cultivares com gene de resistência quando disponíveis, etc;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais sobre orientação técnica de tecnologia de aplicação e manutenção da eficácia dos fungicidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em fungicidas no controle de fungos patogênicos devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira de Fitopatologia (SBF: www.sbfito.com.br), Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas (FRAC-BR: www.frac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO C5 FUNGICIDA

O produto fungicida BANJO é composto por Fluazinam, que apresenta mecanismo de ação desacoplador de fosforilação oxidativa, pertencente ao Grupo C5, segundo classificação internacional do FRAC (Comitê de Ação à Resistência de Fungicidas).