Bula Batic

acessos
Bacillus thuringiensis
2313E
Basf

Composição

Bacillus thuringiensis 400 g / kg mistura mineral Inseticida microbiológico

Classificação

Inseticida microbiológico
I - Extremamente tóxica
I - Produto extremamente perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
160 a 320 g p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a aplicação em intervalos de 7 dias ou sempre que a população da praga atingir estes níveis de infestação. Não determinado. Fazer a aplicação a patir da eclosão dos primeiros ovos, na presença de lagartas de primeiro ínstar (1 a 3 mm de comprimento) até a ocorrência de 10% das plantas infestadas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa sp.
(Helicoverpa sp.)
160 a 320 g p.c./ha 100 a 500 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Repetir a aplicação em intervalos de 7 dias ou sempre que a população da praga atingir estes níveis de infestação. Não determinado. Fazer a aplicação a patir da eclosão dos primeiros ovos, na presença de lagartas de primeiro ínstar (1 a 3 mm de comprimento) até a ocorrência de 10% das plantas infestadas

Frasco - plástico - 50, 100, 160, 250, 320, 330, 500g; 1; 1,6; 3,2; 5; 10 e 25 kg
Saco - plástico - 50, 100, 160, 250, 320, 330, 500g; 1; 1,6; 3,2; 5; 10 e 25 kg

O produto diluído em água conforme as recomendações (calda) poderá ser aplicado via terrestre ou aéreo, conforme recomendação a seguir.
ALGODÃO e SOJA
Aplicação aérea: avião agrícola equipado com barra de bicos cônicos ou micronair, altura de vôo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, pressão de 30 a 50 lb/pol2, volume de calda de 20 a 40 litros/ha, velocidade do vento menor que 8 km/hora e UR do ar maior que 70%.
A aplicação poderá ser feita fora das condições acima descritas a critério do engenheiro agrônomo, evitando sempre a deriva e perdas do produto por evaporação.
Aplicação com equipamento tratorizado ou motorizado: utilizar pulverizadores de barra equipados com bicos de jato cônico vazio série D2 ou D3 / difusores adequados, a uma distância de 0,5m do alvo a ser atingido, de modo a se obter uma boa cobertura das plantas na pulverização. Tamanho de gotas indicado é de 100 a 200p. Pressão de 80 a 150 lb/pol2 e volume de calda de 100 a 500 litros/ha.
Aplicação manual: utilização de equipamento de pulverização manual tipo costal.
MODO DE PREPARO DA CALDA:
Colocar 1/3 do volume de água no tanque, iniciar a agitação, adicionar o produto, e após, completar o volume total, mantendo-o sob constante agitação. Lavar bem todo equipamento de pulverização antes e depois do seu uso. A aplicação deve ser realizada no mesmo dia. Observar para que haja sempre uma boa cobertura da pulverização sobre as plantas. De preferência, aplicar o BATIC® nas horas mais frescas do dia e com pouco vento, para evitar a deriva do produto. Após a ocorrência de chuva ou sereno da manhã, não iniciar a aplicação enquanto as plantas estiverem molhadas. Não aplicar o produto em temperaturas muito baixas ou com previsão de geadas. Chuva dentro de 06 horas após aplicação, pode afetar a atuação do produto.
Obs: Adjuvantes não-iônicos poderão ser adicionados para melhorar a ação do produto. Neste caso estes deverão ser adicionados à água somente após a adição de BATIC®
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Não determinado devido à modalidade de aplicação
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no horas após aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Não aplicar em presença de ventos fortes;
• Chuvas após a aplicação podem levar o produto e pode ocorrer a necessidade de nova aplicação
(verificar o comportamento das pragas);
• Quando usado nas doses, cultura e condições mencionadas, não causa efeito fitotóxico;
• Mantenha afastado das áreas de aplicação crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas por um período de 24 horas após a aplicação do produto.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de pragas (ex.: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema
econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter à evolução da resistência:
• Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
• Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.orq.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.aqricultura.gov.br).