BGT CI

Geral
Nome Técnico:
Glifosato
Registro MAPA:
55125
Empresa Registrante:
Gaia Agrosolutions
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Equivalente ácido de Glifosato 180 g/L
Glifosato - Sal de Isopropilamina 248,5 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Herbicida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
III - Produto perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Solúvel (SL)
Modo de Ação:
Não seletivo, Sistêmico
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Cana-de-açúcar Calda Terrestre Dosagem
Saccharum officinarum (Cana de açúcar) veja aqui veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO

Produto recomendado para o controle em pós emergência das plantas infestantes nas seguintes situações:
• Aplicação em jato dirigido sobre as plantas infestantes nas culturas de café, citros, eucalipto e uva;
• Aplicação em área total, em pré-plantio (pré-plantio da cultura e pós-emergência das plantas infestantes), para as culturas de: algodão, milho e soja;
• Aplicação em área total em pós-emergência em áreas cultivadas (pós-emergência das culturas e das plantas infestantes) somente em cultivares de algodão, milho e soja que sejam geneticamente modificados tolerante ao glifosato;
• Aplicação para erradicação de soqueira de cana-de-açúcar e renovação de pastagem.

MODO DE APLICAÇÃO

O produto BGT® pode ser aplicado através de equipamentos terrestres e aéreos, observando as seguintes recomendações que se seguem:

- Aplicação terrestre:

Equipamento: Tratorizado Convencional
Tipo de bicos: 80.03 / 80.04 / 110.03 / 110.04
Vazão (L/ha): 200 - 400
Pressão (Libras/Pol²):
Tamanho de gotas (µm):
Densidade (gotas/cm³):

Equipamento: Bentley BT-3
Tipo de bicos: X-2
Vazão (L/ha): 80-120
Pressão (Libras/Pol²): 40-60
Tamanho de gotas (µm): 200-300
Densidade (gotas/cm³): 50-100

Equipamento: Costal manual
Tipo de bicos: 110.01 / TK/05
Vazão (L/ha): 150-200
Pressão (Libras/Pol²): 20-30
Tamanho de gotas (µm): 200-400
Densidade (gotas/cm³): 20-30

Equipamento: Costal manual
Tipo de bicos: 80.02 / 110.02
Vazão (L/ha): 300-400
Pressão (Libras/Pol²): 20-30
Tamanho de gotas (µm): 200-600
Densidade (gotas/cm³): 20-30

- Aplicação Aérea:
Barra com bicos para aeronaves de asa fixa - Ipanema (qualquer modelo).
- Volume de aplicação: 40-50 L/ha.
- Altura de voo: 4-5 m. do topo da cultura.
- Largura da faixa de deposição: 15m.
- Tamanho de gotas: 110-120 µm.
- Densidade de gotas: mínimo 20 gotas/cm2 (DMV: 420-450 µ).
- Bicos de pulverização: Utilizar bicos de jato cônico vazão da série D ou similar, com difusores em cone adequado a uma cobertura uniforme sem escoamento do produto de forma a obter uma deposição mínima sobre o alvo de 20 gotas/cm2 com DMV 420- 450 µ à pressão de 15-30 psi.
- Com aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) poderão ser utilizados barra de pulverização, com um total de 40-42 bicos. Os bicos da extremidade da asa em número de 4-5 em cada uma delas deverão ser fechados a fim de evitar a influência e arraste das gotas de pulverização pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de 8, deverão permanecer abertos e no mesmo ângulo dos bicos utilizados nas asas.
- U.R. minima: 55%
- Velocidade máxima do vento: 10 km/h (3 m/s)
Para as culturas indicadas, aplica-se BGT® em jato dirigido ou protegido, tomando-se o necessário cuidado para não atingir as partes verdes das plantas úteis (folhas, ramos ou caule jovem).
Em plantio direto, aplicar antes do plantio da cultura.
Aplica-se BGT® em faixa, área total ou coroamento, carreadores, curva de nível, ou então, somente onde houver manchas de mato.
No caso de eliminação de soqueira, aplicar sobre as folhas em área total.

PREPARO DA CALDA PARA PULVERIZAÇÃO:
Deve-se encher o tanque do pulverizador com água até a metade de seu volume e adicionar BGT®.
Manter o misturador mecânico ou o retorno em funcionamento e completar o volume do tanque com água.
Manter a agitação da calda de forma contínua durante todo o preparo e durante a aplicação do produto.
Após a aplicação do produto, realizar lavagem completa do equipamento.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS)


LIMITAÇÕES DE USO

Fitotoxicidade: Durante a aplicação em jato dirigido, deve-se evitar que a calda de herbicida atinja as partes das plantas úteis. BGT® não danifica plantas com caules suberizados, caso os atinja.
Outras restrições:
Armazenar e manusear apenas em recipientes plásticos, fibra de vidro, alumínio ou aço inoxidável. Não armazenar a solução herbicida em recipientes de ferro galvanizado, ferro ou aço comum.
Sob ameaça de chuva, suspenda a aplicação. Caso ocorra chuva nas primeiras 4 horas após a aplicação, a eficiência do produto pode diminuir. Este intervalo de tempo é necessário para a absorção do produto pelas folhas e sua translocação pela planta.
A eficiência do produto é visualizada entre o 4º e o 10º dia após o tratamento.
Para garantia final de eficiência é essencial que se utilize água limpa (sem argilas em suspensão). Não aplicar BGT® com as folhas das plantas infestantes cobertas de poeira, porque nestas condições pode diminuir a ação do produto (adsorção).
Não capinar ou roçar o mato antes ou logo após aplicação de BGT®.
Evitar o pastoreio ou ingestão de plantas daninhas por animais logo após a aplicação de BGT®.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

O manejo de plantas daninhas é um procedimento sistemático adotado para minimizar a interferência das plantas infestantes e otimizar o uso do solo, por meio da combinação de métodos preventivos de controle. A integração de métodos de controle: (1) cultural (rotação de culturas, variação de espaçamento e uso de cobertura verde), (2) mecânico ou físico (monda, capina manual, roçada, inundação, cobertura não viva e cultivo mecânico), (3) controle biológico e (4) controle químico tem como objetivo mitigar o impacto dessa interferência com o mínimo de dano ao meio ambiente.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo G para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO G HERBICIDA

O produto herbicida BGT® é composto por Glifosato que apresenta mecanismo de ação dos inibidores da EPSPs (Enoil Piruvil Shiquimato Fosfato Sintase), pertencente ao Grupo G, segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas).

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