Bula Bim 750 BR

acessos
Tricyclazole
688604
Dow AgroSciences

Composição

Tricyclazol 750 g/kg Benzotiazol

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Sistêmico
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
200 a 300 g p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias. Brusone nas folhas do arroz: Realizar a primeira aplicação na fase de completo perfilhamento e a segunda aplicação (nas regiões onde a incidência do fungo é intensa) 20 dias após a primeira aplicação. Brusone no pescoço, nó e panícula do arroz: Realizar a primeira aplicação no final do emborrachamento, ou quando 5% das panículas tiverem emergido e a segunda aplicação aproximadamente 15 dias após a primeira aplicação, ou quando 75% das panículas já tiverem emergido
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
200 a 300 g.p.c./ha 200 a 300 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 30 dias Brusone nas folhas do arroz: Realizar a primeira aplicação na fase de completo perfilhamento e a segunda aplicação (nas regiões onde a incidência do fungo é intensa) 20 dias após a primeira aplicação. Brusone no pescoço, nó e panícula do arroz: Realizar a primeira aplicação no final do emborrachamento, ou quando 5% das panículas tiverem emergido e a segunda aplicação aproximadamente 15 dias após a primeira aplicação, ou quando 75% das panículas já tiverem emergido
Tratamento de sementes Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Brusone
(Pyricularia grisea)
250 a 300 g p.c./100 kg de sementes - - Realizar uma aplicação. Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego. O produto deve ser misturado às sementes por via úmida

10g; 20g; 30g; 50g; 75g; 90g; 100g; 150g; 200g; 250g; 300g; 500g; 1kg; 1,25 kg; 1,5kg; 1,67kg; 2kg; 2,5kg; 5kg; 6kg; 10kg; 12kg; 15kg; 20kg; 24kg; 25kg; 30kg; 50kg; 75kg; 100kg; 150kg; 200kg; 250kg; 400kg; 450kg; 500kg; 750kg; 1000kg; 1500 kg

INSTRUÇÕES DE USO:

BIM* 750 BR é um fungicida sistêmico para o controle da brusone do arroz, causada pelo fungo Pyricularia grisea, tanto nas folhas como no pescoço, nó e panícula, podendo se aplicado via tratamento de sementes e/ou pulverizações na parte aérea da planta.

Cultura, doenças e doses: Vide seção "Indicações de uso/doses".

* Obs.: 1 kg do produto comercial BIM* 750 BR contém 750 g de ingrediente ativo TRICICLAZOL.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

BIM* 750 BR é um fungicida preventivo, deve ser aplicado antes de ocorrer a infecção causada pelo fungo da brusone. BIM* 750 BR pode ser aplicado na forma de tratamento de sementes, promovendo uma proteção da cultura do arroz de aproximadamente 30 dias após a emergência. Na parte aérea da planta, o produto deve ser aplicado antes que as espigas, panículas e colmos fiquem expostos à infecção, para promover o controle da brusone. A aplicação tardia pode comprometer a eficácia do produto.

Tratamento de sementes:

- O produto deve ser misturado às sementes por via úmida.

Brusone nas folhas do arroz:

- 1ª Aplicação: na fase de completo perfilhamento.
- 2ª Aplicação: nas regiões onde a incidência do fungo é intensa, 20 dias após a primeira aplicação.

Brusone no pescoço, nó e panícula do arroz:

- 1ª Aplicação: no final do emborrachamento, ou quando 5% das panículas tiverem emergido.
- 2ª Aplicação: aproximadamente 15 dias após a primeira aplicação, ou quando 75% das panículas já tiverem emergido.

OBS.: No caso de se desejar fazer apenas 1 (uma) aplicação de BIM* 750 BR, a melhor época é no emborrachamento tardio para controle de brusone nas folhas, ou quando 5% das panículas tiverem emergido para o controle de brusone no pescoço.

MODO DE APLICAÇÃO:

BIM* 750 BR pode ser aplicado na forma de tratamento de sementes, por via aérea ou por pulverizações terrestres, tratorizadas ou costais.

1. Tratamento de sementes:

BIM* 750 BR deve ser aplicado via úmida, através de equipamentos específicos para tratamento de sementes, tais como: tambores rotativos, betoneiras ou equipamentos similares que possibilitem uma mistura uniforme do produto com as sementes. O tratamento das sementes pode ser feito de duas formas: através do molhamento das sementes, ou através da adição de água no produto.
Molhamento das sementes: Coloque as sementes no equipamento de tratamento, e aos poucos adicione água (1 litro de água para cada 100 kg de sementes). Agite até obter um molhamento uniforme das sementes (1-2 minutos) e em seguida adicione BIM* 750 BR na dose recomendada e agite por mais 3 a 5 minutos.
Molhamento do produto: Dilua a quantidade recomendada de BIM* 750 BR (250 a 300 g/100 kg de sementes) em 1 litro de água, formando uma calda uniforme. Coloque as sementes no equipamento de tratamento e em seguida adicione, aos poucos, a calda do produto. Acione o equipamento por 3 a 5 minutos. Nas sementes umedecidas em excesso, recomenda-se secagem, à sombra, antes de semeá-las ou armazená-las.

2. Aplicação aérea:

Devem ser utilizadas aeronaves agrícolas (aviões ou helicópteros) adaptados com barras com bicos de jato cone vazio, tipo teejet, com pontas D6 a D12 e disco (core) nunca maior que 45. O volume da calda deverá ser de 30 a 50 litros por hectare, trabalhando com pressão de 30 a 50 libras por polegada quadrada, e largura de faixa de 15 a 18 metros.
A altura de vôo deve ser de 2 a 3 metros acima da cultura. A densidade de gotas deve ser no mínimo de 80 gotas por centímetro quadrado, quando medida sobre superfície plana, no topo das plantas, devendo proporcionar adequada cobertura da área foliar tratada. O diâmetro médio de gotas deve estar situado entre 100 a 150 micra.
Deverão ser observadas criteriosamente as condições climáticas limitantes na aplicação: temperatura inferior à 27ºC; umidade relativa do ar superior a 60% e velocidade do vento inferior a 10 km/h.

3. Aplicação tratorizada:

Utilizar tratores adaptados de barras com bicos cônicos da série D ou similares, trabalhando com um volume de calda de 200 a 300 litros por hectare. A distância entre bicos deve ser de 25 cm e a pressão de 60 a 120 libras por polegada quadrada. A altura da barra deve ser ajustada de forma a permitir uma boa cobertura de toda a parte aérea da planta.
Observar as condições climáticas durante a aplicação: velocidade do vento inferior a 10 km/h e evitar a aplicação nas horas mais quentes do dia.

4. Preparo da calda para aplicações na parte aérea da planta:

BIM* 750 BR poderá ser despejado diretamente no tanque de preparo da solução, iniciando a agitação quando o volume de água estiver acima da metade da capacidade do tanque.
Para o uso de sacos hidrossolúveis, siga o texto abaixo:
a. Abra a embalagem externa. Cada embalagem contém 4 saquinhos hidrossolúveis de 250 gramas de BIM* 750 BR.
b. Coloque o saquinho hidrossolúvel direto no tanque do pulverizador. Não há necessidade de abrí-lo.
c. Ao ser colocado na água, o saquinho hidrossolúvel se dissolverá em questão de minutos.
d. Coloque tantos saquinhos hidrossolúveis quanto necessário para conseguir a dosagem desejada. Siga as instruções do rótulo do produto.
e. Aguarde a completa dissolução do saquinho hidrossolúvel na água. A agitação contínua é necessária para a boa mistura do BIM* 750 BR na calda.
f. Calda resultante: saquinho hidrossolúvel completamente dissolvido e BIM* 750 BR homogeneamente disperso na calda. Agora é só aplicar.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Arroz (aplicação foliar) ……… 30 dias
Arroz (sementes) ……………. (*)

(*) Intervalo de segurança não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS)

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade:
O produto não é fitotóxico para a cultura indicada, em aplicações na parte aérea, quando utilizado de acordo com as recomendações do fabricante.
O tratamento de sementes com BIM* 750 BR, em condições específicas de umidade e temperatura do solo, poderá causar uma pequena redução no número de plantas emergidas.

Outras restrições:
Evitar sobreposição de aplicação, o que poderá aumentar as doses acima daquelas recomendadas. A aplicação irregular pode resultar em mau controle da doença e/ou danos à cultura.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgênicos e filtro mecênico classe P2 I ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P21 ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APOS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados para o us durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPI’s) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da fam/lia. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI : macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.


INTOXICAÇÕES POR TRICICLAZOL (Tricyclazole)

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo Químico:
Benzotiazol

Vias de exposição:
Oral, dérmica, ocular e inalatória.

Toxicinética:
Administração de Triciclazol por via oral em ratos demonstrou que o produto é metabolizado em diversos compostos e eliminado principalmente pela urina. O maior metabó1ito detectado foi thioglucoronide, representando 31,4% da excreção. Também foram identificados um metabó1ito fenólico e um alcoólico. Apenas 4,6% foi eliminado pela urina como o produto primário Triciclazol.

Mecanismos de toxicidade:
Não se conhece o mecanismo de toxicidade específico para humanos. Nos fungos, inibe a biosintese de melanina.

Sintomas e sinais clínicos :
Intoxicação aguda
Há poucos relatos de intoxicação em humanos. Se ingerido espera-se causar cefaléia, náuseas, vômitos, vertigem e convulsões.

Efeitos crônicos
Não há dados disponíveis em humanos. Em estudos em animais e in vitro o Triciclazol não mostrou efeitos mutagênicos, carcinogênicos, endócrinos, na reprodução ou teratogênicos.

Diagnóstico:
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível.
• Obs.: Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação aguda, trate o paciente imediatamente.

Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.

Exposição Dérmica:
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento específico se a irritação ou dor persistir.

CUIDADOS para os prestadores de primeiros socorros:
• EVITAR: aplicar respiração boca a boca caso o paciente tenha ingerido o produto; utilizar um equipamento intermediário de reanimação manual (Ambú) para realizar o procedimento.
• USAR PROTEÇÃO: para evitar contato cutâneo, ocular e inalatório com o rótulo durante o processo.

Contra-indicações:
A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e de pneumonite química.

Efetios Sinpergicos:
Não relatados em humanos.

ATENÇÂO:
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISN/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa 08007710032

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS:
Efeitos por exposição aguda (Produto formulado):
Em animais de laboratório, o produto formulado mostrou-se não irritante aos olhos, com hiperemia reversível no período de 72 horas e não irritante à pele, com pequeno eritema reversível no período de 1 hora.
Administração oral para ratos: a DL50 oral da formulação para ratos foi superior a 510 mg/kg. Dois animais que receberam a dose mais alta (1.025 mg/kg) apresentaram taquipneia, sangramento e secreção ocular uma hora após a inoculação.
Administração dérmica a coelhos: a DL50 dérmica da formulação para coelhos foi superior a 2.000mg/kg.

Efeitos por exposição crônica (Triciclazol):
Estudos de toxicidade crônica, teratogênica e reprodutiva feitos em animais de laboratório, com níveis de dosagem e tempo de exposição que excedem em muito os níveis a que seres humanos são expostos, demonstraram que Triciclazol não causou nenhum efeito teratogênico ou na performance reprodutiva, nem efeito mutagênico sobre células bacterianas ou de mamíferos, não sendo considerado carcinogênico em estudos crônicos de 2 anos. Não foram encontrados efeitos estatisticamente distintos dos grupos controle que pudessem indicar reação adversa resultante do produto teste.

Tratamento:
Antídoto: não há antídoto específico.
Tratamento: as medidas gerais devem estar orientadas à remoção da fonte de exposição ao produto, descontaminação do paciente, proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico, tratamento sintomático e de suporte, Deve ser evitado o contato do produto com os olhos, pele e roupas contaminadas.

Exposição Oral:
Em casos de ingestão de grandes quantidades do produto:
• Carvão ativado: se liga à maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo após a ingestão. Em geral não atua com metais ou ácidos.
1. Dose: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 9 em crianças (1 a 12 anos) e 1 9 / kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico;
2. O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. O benefício do carvão ativado também não é comprovado em pacientes que ingeriram substâncias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.

• Lavagem gástrica: na maioria dos casos não é necessário, dependendo da quantidade ingerida, tempo de ingestão e circunstância específica.
1. Considere após ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa à vida, caso possa ser realizada logo após a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração em posição de Trendefenburg e decúbito lateral esquerdo ou por intubação endotraqueal. Controlar as convulsões antes.
2. Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respiratórias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; após ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa.

• Não provocar vômito, entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado, deitar o paciente de lado para evitar que aspire resíduos. ATENÇÃO: nunca dê algo por via oral para uma pessoa inconsciente.

• Fluidos intravenosos e monitorização de eletrólitos.

• Irritação: Observe os pacientes que ingeriram a substância quanto a possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimadura esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.

Exposição Inalatória
Descontaminação: Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação. se necessário. Trate broncoespasmos com beta-2-agonistas via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1.PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

-Este produto é MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
-Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente
-Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza
-Não utilize equipamento com vazamento.
-Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas
-Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e
demais corpos d'agua. Evite a contaminação da água.
-A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
-Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
-Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
-Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
-O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de
alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
-A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
-O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
-Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
-Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
-Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
-Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
-Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3.INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
-Isole e sinalize a área contaminada.
-Contate as autoridades locais competentes e a empresa DOW
AGROSCIENCES IND. LTDA, telefone de emergência (OXX11) 4449 3222.
-Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
-Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
•Piso pavimentado: recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água.
•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme identificado acima.
•Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
-Em caso de incêndio, use extintores de pó químico seco ou de CO2 , ou água em forma de neblina, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

-ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

-ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
-O armazenamento da embalagem vazia , até sua devolução pelo
usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
-Use luvas no manuseio dessa embalagem.
-Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das
lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas ¬modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

-DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
-No prazo de até um ano da data de compra, é obrigatória a devolução
da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
-Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
-O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

-TRANSPORTE:
-As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com
alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem se transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

-TRANSPORTE:
-As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com
alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem se transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

-É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

-É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
-A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
-Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
-A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com forno secundário para tratamento dos gases e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
-O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
. Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
. Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
. Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
. Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponível e apropriados.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.