Bula Biogalloi

CI
Trichogramma gallo
6621
Morsoletto

Composição

Trichogramma galloi 25000 Pupas/mL

Classificação

Aérea
Inseticida biológico
Não Classificado
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Insetos vivos
Agente biológico de controle

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico

Dosagem
Diatraea saccharalis (Broca do colmo) ( veja aqui )

Tipo: Tubo cartonado
Material: Papelão
Capacidade: 10 - 500 mL

Tipo: Cartelas
Material: Papelão
Capacidade: 1 - 50 mL.

INSTRUÇÕES DE USO

BIOGALLOI é um inseticida biológico que começa a agir após a liberação das fêmeas do parasitoide, que depositam seus ovos dentro dos ovos da praga alvo. Assim, as larvas de Trichogramma galloi alimentam-se do conteúdo dos ovos da praga, diminuindo a população das lagartas (Broca da cana).

MODO DE APLICAÇÃO

Recomenda-se a liberação dos parasitóides BIOGALLOI na dose indicada dividida em até 4 aplicações. As liberações devem ser realizadas no início da manhã, em pelo menos 25 pontos por ha, e em intervalos de 7 dias. Aplicação aérea: O produto BIOGALLOI é destinado à aplicação aérea via drone.
Devem ser utilizados drones com lançadores adaptados para liberação dos ovos parasitados por Trichogramma galloi. Após a calibração do drone de acordo com a dose recomendada, o mesmo irá percorrer a área mapeada pelas coordenadas geográficas, levantadas com um GPS, e liberar os ovos de acordo com a programação do software realizada por um técnico especializado, seguindo as recomendações da bula.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Intervalo de reentrada não determinado devido à característica biológica do ingrediente ativo.

LIMITAÇÕES DE USO

Produto de uso restrito às indicações em rótulo e bula. O produto não é fitotóxico quando aplicado nas doses recomendadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitóides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O uso repetido do BIOGALLOI ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do BIOGALLOI como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Aplicações sucessivas de BIOGALLOI podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do BIOGALLOI ou outros produtos quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).




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