Bula CHIAVE SUP

acessos
metomil
14816
Sipcam Nichino

Composição

Metomil 215 g/L Diversos

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Contato, Sistêmico
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,3 a 0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações com 10 dias. de intervalo. 14 dias. Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
0,8 a 1,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações com 10 dias. de intervalo. 14 dias. Iniciar a aplicação quando a infestação de lagartas atingir 4% dos ponteiros observados, aplicado a partir da dose de 0,6 L/ha apresenta ação ovicida contra ovos de lagartas das maçãs
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
1,5 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com 10 dias de intervalo. 14 dias. Aplicação foliar na cultura do algodão quando for encontrado até 1 lagarta de até 1 cm de tamanho por 5 plantas amostradas ao acaso
Pulgão do algodoeiro
(Aphis gossypii)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações com 10 dias. de intervalo. 14 dias. Aplicar no programa normal de pulverização, não aplicando mais do que mais que 7,5 L/ha de produto por ciclo da cultura
Tripes
(Frankliniella schultzei)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações com 10 dias. de intervalo. 14 dias. Aplicar no programa normal de pulverização, não aplicando mais do que mais que 7,5 L/ha de produto por ciclo da cultura
Tripes
(Caliothrips brasiliensis)
0,4 L p.c./ha 100 a 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 5 aplicações com 10 dias. de intervalo. 14 dias. Aplicar no programa normal de pulverização, não aplicando mais do que mais que 7,5 L/ha de produto por ciclo da cultura
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 3 aplicações. 9 dias. Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos e não aplicar mais que 3,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 3 aplicações. 9 dias. Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos e não aplicar mais que 3,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Brócolis Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 5 aplicações. 3 dias. Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos e não aplicar mais que 5,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 5 aplicações. 3 dias. Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos e não aplicar mais que 5,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 5 aplicações. 3 dias. Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos e não aplicar mais que 5,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Couve Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 5 aplicações. 3 dias. Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos e não aplicar mais que 5,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 5 aplicações. 3 dias. Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos e não aplicar mais que 5,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 5 aplicações. 3 dias. Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos e não aplicar mais que 5,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,4 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 14 dias. Iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura e deverá ser realizada quando for verificada a presença de lagarta na área antes do plantio da cultura e não aplicar mais que 3,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,6 L p.c./ha 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 4 aplicações. 14 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 5 aplicações. 3 dias. Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos e não aplicar mais que 5,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Pulgão da couve
(Brevicoryne brassicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 5 aplicações. 3 dias. Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos e não aplicar mais que 5,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Traças das crucíferas
(Plutella xylostella)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 5 aplicações. 3 dias. Iniciar a aplicação quando for verificada a presença dos primeiros insetos e não aplicar mais que 5,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
1 a 2 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. A primeira aplicação deverá ser realizada quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecidos para a cultura e não aplicar mais que 6,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. A primeira aplicação deverá ser realizada quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecidos para a cultura e não aplicar mais que 6,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,5 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. A primeira aplicação deverá ser realizada quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecidos para a cultura e não aplicar mais que 6,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Lagarta rosca
(Agrotis ipsilon)
1 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 14 dias. Iniciar as aplicações em pré-plantio da cultura e deverá ser realizada quando for verificada a presença de lagarta na área antes do plantio da cultura e não aplicar mais que 6,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
0,5 a 1 L p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações. 14 dias. A primeira aplicação deverá ser realizada quando forem constatados os primeiros focos de insetos. Considerar os níveis de dano econômico estabelecidos para a cultura e não aplicar mais que 6,0 L/ha de produto por ciclo da cultura
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 8 aplicações. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Pulgão verde
(Myzus persicae)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 8 aplicações. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Tripes
(Frankliniella schultzei)
100 mL p.c./100L água 1000 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Reaplicar quando houver reinfestação, realizando no máximo 8 aplicações. 3 dias. Iniciar as aplicações quando for verificada a presença dos primeiros insetos
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,5 a 1,3 L p.c./ha 100 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar realizando até 3 aplicações. 14 dias. A primeira aplicação deverá ser realizada quando forem constatados os primeiros focos de insetos e repetir se necessário
Lagarta do trigo
(Pseudaletia adultera)
0,5 a 1,3 L p.c./ha 100 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Caso necessário, reaplicar realizando até 3 aplicações. 14 dias. A primeira aplicação deverá ser realizada quando forem constatados os primeiros focos de insetos e repetir se necessário
Pulgão verde dos cereais
(Rhapalosiphum graminum)
0,6 L p.c./ha 200 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) Realizar até 3 aplicações. 14 dias. Aplicar quando forem observados os primeiros insetos na planta e não aplicar mais que 3,9 L/ha de produto por ciclo da cultura

Conteúdo: 0,1; 0,2; 0,25; 0,5; 0,75; 1; 1,5; 2; 2,5; 5; 10; 15; 20; 25; 30 e 50 L.

0 CHIAVe SUP é um inseticida que contem o ingrediente ativo, METOMIL, com modo de ação sistêmico de contato, com modalidade de aplicação foliar recomendado para o controle das pragas nas culturas algodão, batata, brócolis, couve, milho, repolho, soja, tomate e trigo conforme as instruções a seguir:
MODO DE APLICAÇÃO:
APLICAÇÃO TERRESTRE: Utilizar pulverizadores tratorizados com tipos e espaçamento de bicos recomendados pelos fabricantes. A altura da barra deve obedecer às recomendações dos fabricantes devendo, em toda a sua extensão, estar na mesma altura e ser adequada ao estágio de desenvolvimento da cultura, de forma a permitir uma perfeita cobertura das plantas.
Mantenha a agitação do tanque e o registro do pulverizador fechado durante as paradas e manobras do equipamento, evitando desperdícios e sobreposição das faixas de aplicação ou deposição da calda de pulverização a culturas vizinhas.
Para situações em que se necessite utilizar equipamento costal manual de pulverização, recomenda-se que a regulagem seja feita de maneira a manter as doses recomendadas para o produto e cobertura uniforme das plantas.
Observação: Todas as aplicações devem proporcionar uma boa cobertura de pulverização nas plantas.
Condições climáticas: Devem ser respeitadas condições de temperatura inferior a 30°C e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao máximo as perdas por deriva e evaporação. Não aplicar se houver rajadas de ventos.
Aplicação AEREA: As aplicações aéreas devem ser feitas apenas nas culturas de algodão, milho e soja. •
- Antes da aplicação do CHIAVe SUP, o equipamento de pulverização deve estar limpo, procedendo então calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto. - Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas com barra e dotadas de bicos de jato cônicos cheio da seine D ou CP que produzem gotas de 200 a 400 micra, altura de vôo 2 a 4 m sobre a cultura, densidade de gotas de 20 a 30 gotas/cm2, volume de aplicação: 20 a 50 litros de calda/ha.
– Não sobrepor as faixas de aplicação.
- No tanque de pré-mistura preparar uma calda homogênea. Utilizando a dose de CHIAVEe SUP recomendada, Fazer a transferência desta pre-mistura pare o tanque da aeronave completando 0 volume com água.
- Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Condições climáticas: Devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/hora, temperatura inferior a 30°C e umidade relativa superior a 55%, visando reduzir ao maxim° as perdas por derive e evaporação.
Não realizar aplicação em condição de inversão térmica, de ascendente e não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICACAO
Inicie a aplicação somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente ap6s a aplicação, proceda a uma complete limpeza de todo o equipamento.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágüe completamente o pulverizador e face circular ague limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores.
2. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado pare o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas Oteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com, a legislação Estadual ou Municipal.
RECOMENDACOES PARA EVITAR A DERIVA
Não permita que a derive proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, área habitadas, leito de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e ao clima. 0 aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.
As condições climaticas, o estádio de desenvolvimento da cultura, etc., nas proximidades de organisrnos não-alvo e cultura pare os quais o produto não esteja registrado, devem ser considerados como fatores que podem afetar o gerenciamento de derive.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICACAO E RESPONSABILIDADE DO APL1CADOR
Importância do diâmetro de note: A melhor maneira de reduzir o potencial de derive ~ aplicar o major diâmetro de gotas, desde que esse diâmetro permita uma boa cobertura.
APLICANDO GOTAS DE DIAMETROS MAIORES REDUZ 0 POTENCIAL DE DERIVA, MAS NAO A PREVINE SE AS APL1CACOES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPROPRIA OU SOB COND1COES AMBIENTAIS DESFAVORAVEIS.
Siga as instruções sobre condições dos ventos, temperatura, umidade e inversão térmica presentes na bula.
TIPO DE BICO: Utilize o modelo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Considere o uso de bicos de baixa deriva. Siga sempre as boas práticas para aplicação e a recomendação do fabricante.
ALTURA DA BARRA: Para obter uma cobertura uniforme, regule a altura da barra para a menor altura possível, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento terrestre, a barra deve permanecer nivelada com a cultura e com o mínimo de solavandos, observando-se também a adequada sobreposição dos jatos.
VENTOS: 0 potencial de deriva varia em função do vento. Muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determina o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos. No caso de aplicação aérea, não aplicar em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. O aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles influenciam a deriva.
TEMPERATURA E UMIDADE: Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
INVERSÃO TÉRMICA: Durante a inversão térmica o potencial de deriva é alto, pois diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. As inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à atitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que. se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.
INFORMAÇÕES GERAIS:
Para controle adequado dos insetos, é essencial observar a época de aplicação e assegurar boa cobertura das plantas. Os melhores resultados serão obtidos, quando o programa de pulverização for feito no inicio de vida dos insetos.
No geral, aplicar as doses menores, quando o intervalo de aplicação for curto ou houver baixa infestação da praga, e as doses maiores quando as aplicações forem mais espaçadas ou houver alta infestação.
PREPARO DA CALDA:
Encher o tanque do pulverizador com água até a metade de sua capacidade. Iniciar a agitação (sistema hidráulico ou mecânico), adicionar a quantidade adequada de CHIAVE® SUP, completar o volume do tanque. Adicionar um espalhante adesivo ou surfactante durante o preparo da calda inseticida, na dose recomendada pelo fabricante, para aplicação nas culturas de Algodão, Batata, Couve, Repolho, Brócolis, Milho, Soja, Tomate e Trigo.
INTERVALO DE REENTRADA DAS PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo Órgão responsável pela saúde humana – ANVISA/MS).
LIMITACOES DE USO:
- Utilizar somente pulverizadores em perfeitas condições de use e sem resíduos de aplicações anteriores
- Não utilizar o produto em plantas ornamentais ou quaisquer outras não recomendadas na bula.
- - Não utilizar o produto em culturas hidropônicas ou plantadas em vasos ou outros recipientes.
- Não aplicar o produto em qualquer cultura sob "stress" resultante de seca, excesso de água, temperaturas muito baixas (ex. geadas), deficiências de nutrientes ou quaisquer outros fatores que influenciam negativamente no desenvolvimento das plantas.
- 0 use do CHIAVE® SUP esta restrito ao indicado em seu rotulo e bula.
- Não aplicar ou permitir a deriva do produto sobre corpos d'agua.
- Fitotoxicidade. nas doses recomendadas, CHIAVE SUP e seletivo as culturas indicadas.
- Não aplicar CHIAVE' SUP através de sistemas de irrigação.
Não aplicar ou permitir a deriva do produto sobre áreas onde haja atividade de abelhas.
- Não utilizar equipamentos do tipo nebulizac5o (fog).
- CHIAVE3' SUP é incompatível com produtos de reação alcalina, tais como calda bordalesa e calda sulfocalcica e não deve ser utilizado em mistura de tanque com outro agrotóxico.

De acordo com as recomendações do órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações do órgão responsável pelo Meio Ambiente - IBAMA/MMA.

Além dos métodos recomendados pata o manejo de resistência a inseticidas, incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: controle cultural, biológico etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), quando disponível e apropriado.

A resistência de pragas a agroquímicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devidos á resistência.
As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência
- Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
- Adotar outras táticas de controle, prevista no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas:
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br),