Bula Consento

acessos
Cloridrato de propamocarbe
409
Bayer

Composição

Cloridrato de propamocarbe 375 g/L Carbamato
Fenamidona 75 g/L Imidazolinonas

Classificação

Fungicida
II - Altamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Translaminar, Sistêmico
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,7 a 2 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo de 4 aplicações. 7 dias. Preventivamente, a partir da fase vegetativa
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,7 a 2 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 6 aplicações. 7 dias. Preventivamente, a partir da fase vegetativa
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Pinta preta grande
(Alternaria solani)
1,7 a 2 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 4 aplicações. 7 dias. Preventivamente, a partir da fase vegetativa
Requeima
(Phytophthora infestans)
1,7 a 2 L p.c./ha 600 a 1000 L de calda/ha - 7 dias. Máximo 6 aplicações. 7 dias. Preventivamente, a partir da fase vegetativa

- Bombona Polietileno: 5,0; 10, 20; 25; 50 L
- Frasco Polietileno: 0,25, 0,3; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0 L
- Tambor Polietileno: 100; 200; 250; 500; 1.000; 2.000; 2.500; 3.000 L
- Tanque container estruturado Aço-inox com proteção anticorrosiva: 10.000; 15.0O0 20.000; 23.000; 25. 000 L.

INSTRUÇÕES DE USO:
CONSENTO é um fungicida sistêmico e de efeito translaminar, indicado para as culturas de batata e tomate.
NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
O Consento deve ser aplicado preventivamente. Se as condições climáticas forem favoráveis à infecção e incidência das doenças, iniciar as aplicações a partir da fase vegetativa em batata e tomate, com intervalos de 7 dias entre as aplicações. Deve se fazer no máximo 3 aplicações consecutivas de Consento para o controle da Requeima e no máximo 4 aplicações consecutivas para o controle da Pinta-preta, sendo que pelo menos uma dessas aplicações pode ser coincidente para o controle de ambas as doenças. Dentro de um mesmo ciclo da cultura, fazer no máximo 6 aplicações de Consento de forma alternada com fungicidas de modo de ação diferentes.

MODO DE APLICAÇÃO: A dose recomendada deve ser diluída em água e aplicada na forma de pulverização terrestre com pulverizadores tipo costal, tratorizados ou pistolas, em área total até que se obtenha cobertura uniforme do produto nas partes da planta que necessitam ser protegidas com a calda fungicida.
Na cultura da batata, recomenda-se o volume de calda de 1.000 L/ha.
Na cultura do tomate, recomenda-se o volume de calda de 600 a 800 L/ha para as primeiras aplicações até o início de florescimento e de 800 a 1.000 L/ha para as demais aplicações a partir da fase de florescimento.
- Tamanho da gota: em torno de 60 micras.
- Densidade das gotas: mínimo de 80 gotas/cm2.
- Pressão de trabalho: 120 a 150 libras/pol2.
- Condições de aplicação: usar preferencialmente bicos de jato cônico da série D (132 a 136) ou que permitam liberar o tamanho de gotas e volume de calda indicado. A velocidade de trabalho do trator em torno de 6 km/hora.
- Condições climáticas: O diâmetro de gostas deve ser ajustado para cada volume de aplicação (L/ha) para proporcionar a adequada densidade de gotas, obedecendo ventos de até 10 km/hora, não aplicar se a temperatura for superior a 27°C e umidade relativa do ar menor do que 60% visando reduzir ao máximo perdas por deriva ou evaporação.
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata e Tomate........................................................................7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para as culturas de batata e tomate nas doses e condições recomendadas.

Outras restrições a serem recomendadas:
Para prevenir o aparecimento de fungos resistentes, deve-se realizar no máximo 3 aplicações consecutivas de Consento por safra. Se forem necessárias mais de 3 aplicações consecutivas, deve-se adotar a alternância com fungicidas de mecanismos de ação diferentes de Consento. Dentro de um mesmo ciclo da cultura fazer no máximo 6 aplicações de Consento. Também é importante respeitar as épocas, as doses e os intervalos de aplicação recomendados.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência. - Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. - Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança
(intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cerca do punho das luvas e as pernas das calças por cerca das botas; botas de borracha; mascara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
RECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres "PROIBIDA A ENTRADA, AREA TRATADA" e manter os avisos ate o final do período de reentrada
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo e reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de protege° separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de protege° após cada aplicação do produto.
- Fique atento ao tempo de use dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não de nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.
- INTOXICAÇÕES POR CLORIDRATO DE PROPAMOCARBE -
INFORMAÇÕES MÉDICAS


Grupo químico Carbamato 1
. ......
Classe Classe II — ALTAMENTE TÓXICO
toxicológica
Vias de Oral, dérmica, ocular e inalatória
exposição
Absorvido e distribuído rapidamente, tem por órgãos-alvo o fígado e os
rins. Eliminado essencialmente pela urina (95% em até 72 horas) e
secundariamente pelas fezes (2 a 5%). Metabolizado por oxidação na.
Toxicocinética cadeia propílica, formando hidroxi-propamocarbe, por N-oxidação do.
radical amina terciária, formando propamocarbe N-óxido e por N
desmetilação do radical amina terciária, formando monometil-'
. propamocarbe.
Mecanismos de Ação sobre os fosfolipídios das membranas celulares.
toxicidade Possível estimulação da atividade da enzima aromatase e consecutivo;
aumento da produção de estrógenos.
'Na intoxicação aguda, pode provocar distúrbios motores de tipo,;
hipodinamia, anormalidade da marcha e postura corcunda; tremores e`
convulsões clônicas; ataxia; letargia; hemorragia nasal e bucal;;
Sintomas e sinais ,' piloereção em 24h após a ingestão.
clínicos • É irritante para os olhos e para a pele e pode causar sensibilização!
cutânea. Testes em animais mostraram redução da resposta;
imunológica, diminuição na contagem de leucócitos e linfócitos, assim'
como alterações histológicas do baço e do timo.
• Pode causar anomalias de calcificação em fetos.
'Causa vacuolização de células ependimárias do plexo coróide do
cérebro e das glândulas lacrimais.
Diagnostico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clinico compatível.
Supressão da exposição, descontaminação completa e tratamento.
sintomático. Administração de carvão ativado e medidas de suporte.
Atenção: o produto causou inibição da colinesterase em testes in vitro, }
Tratamento mas não em animais vivos. Não há relatos de aparecimento de síndrome`;
=anticolinérgica em humanos, mas deve-se atentar para isso. SOMENTE'
em caso de inibição da colinesterase, administrar atropina e mantê-la até:
uma ligeira atropinização, para evitar a inundação por secreções bronco-:'
pulmonares e a bradicardia, que poderiam levar o paciente a óbito.
Contra- . A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e.
indicações de pneumonite química.

Efeitos sinergicos Possível sinergismo com produtos com modo de ação semelhante e i
impacto em órgãos e tecidos sobre os quais age o propamocarbe.
ATENCAO Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e
obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SI NAN /
MS)
Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450
- INTOXICACOES POR FENAMIDONA -
INFORMAC~ES MEDICAS

Grupo quimico Imidazolinona
Classe
toxicológica Classe II — ALTAMENTE TOXICO
Vias de
exposição Oral, dérmica, ocular e inalatória.
Em urn estudo de metabolismo realizado corn o produto ReasOnwl
Técnico, administrado a ratos pela via oral, o [14Cj-RPA 407213 foil
relativamente bem absorvido em uma dose de 3 mg/kg em ambos osi,
sexos e intensamente metabolizado por reações de fase I (oxidação,1
redução e hidrólise) e reações de fase II (conjugação). A eliminação do?
Toxicocinetica 1
[14C]-RPA
[ RPA 407213 foi relativamente rápida, sendo a major parte da doses
administrada excretada por via biliar (nos experimentos de baixa dose). A,
via urinaria foi uma via importante de eliminação em fêmeas. Foi'
evidenciado que a radioatividade excretada via bile poderia ser
reabsorvida (circulação enterohepatica) e subsequentemente re-I na urina. A radioatividade foi amplamente distribuída nosl
tecidos com predominância na tireóide, sangue, fígado, rins, gordura el,
pancreas. Estes resultados est~o diretamente correlacionados corn o
metabolismo intenso do RPA 40721 3.
Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
I Mecanismos de
toxicidade
Estudos em animais demonstraram que a fenamidona causou uma leve
I Sintomas e sinais irritação a pele e aos olhos de coelhos. No estudo de toxicidade aguda
clinicos oral para ratos, na maior dose testada, alguns animais apresentaram,
alterações no sistema motor e na atividade geral, reversíveis após 6
horas da exposição. O produto não foi sensibilizante dérmico em cobaias.
, . ,
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro
clinico compativel.
. _


Não há antídoto específico. Nos casos de ingestões recentes de grandes; =quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico, tais como! lavagem gástrica, poderão ser realizados desde que cuidadosamente. A!
Tratamento utilização de carvão ativado não foi comprovadamente eficaz, entretanto' poderá ser administrado visando diminuir a absorção gastrintestinal do ativo. Deverá ser administrado associado a laxantes salinos, tais como; sulfato de sódio ou magnésio. O tratamento sintomático deverá] compreender, sobretudo, medidas de suporte como correção de, distúrbios hidroeletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória quando necessária. Monitoramento das funções hepática e¡ renal deverá ser mantido. Na ocorrência ou suspeita de aspiração pulmonar, observar o aparecimento de pneumonia aspirativa e tratar com! ;assistência respiratória, se necessária.
Contra- A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco de aspiração e;
indicações ide pneumonite química.
;Efeitos sinérgicos: Desconhecidos.
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso ei
. obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica ATENÇÃO RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
:Telefone de Emergência da empresa: 0800-7010450 j
.. .. ._ ... .. .. .
Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
Testes realizados em animais de laboratório mostraram que o CLORIDRATO DE PROPAMOCARBE é rapidamente absorvido pelo trato gatrointestinal, sendo metabolizado. O produto é eliminado via urina (92%) e via fezes (2%) em 24 a 72 horas. O produto não se acumula nos tecidos e órgãos.
Em um estudo de metabolismo realizado em animais de laboratório, a FENAMIDONA foi relativamente bem absorvida e intensamente metabolizada por reações de fase 1 (oxidação, redução e hidrólise) e reações de fase II (conjugação). A eliminação foi relativamente rápida, sendo a maior parte da dose administrada excretada por via biliar e em menor intensidade pela via urinária. Após 168 horas do tratamento, a recuperação da radioatividade nos tecidos dos animais foi menor que 1%. O produto não se acumula nos tecidos e órgãos.
Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos agudos (Resultantes de ensaios com animais — Produto Formulado)
DL50 oral: > 2000 mg/kg
DL50 dérmica: > 2000 mg/kg
CL50 inalatória: > 5,59 mg/L/4h
Irritação Dérmica: o produto mostrou-se levemente irritante a pele, causando eritema e edema na pele de um coelho.

Irritação Ocular: o produto causou hiperemia e quemose de intensidade leve a severa nos 5 dias.Descarga purulenta também foi observada.
Sensibilização Cutânea: o produto mostrou-se não sensibilizante a pele de cobaias.
Efeitos crônicos:
Cloridrato de Propamocarbe - em estudos toxicológicos de longa duração, a principal alteração observada em ratos e camundongos foi uma redução no ganho de peso corporal. Outra alteração observada foi a vacuolização de células do plexo coróide do cérebro e de glândulas lacrimais de ratos e a vacuolização de células das glândulas lacrimais de cães. Em um estudo de neurotoxicidade em ratos, a substância provocou um decréscimo na atividade
motora de fêmeas. O Nível Sem Efeito Adverso (NOAEL) para efeitos comportamentais é de 200 mg/Kg.
Fenamidona - Em estudos toxicológicos de longa duração, nos quais houve exposição fenamidona em diferentes concentrações, os animais apresentaram redução do consumo alimentar, menor ganho de peso, diminuição da atividade motora, postura curvada e hipercolesterolemia. Aumento de peso do fígado foi observado em ratos e cães. Foi observada uma tendência transitaria e reversível a valores menores nos parâmetros de eritrócitos, tais como contagem de células vermelhas e concentrações de hemoglobina e uma diminuição transitaria das atividades das enzimas do plasma.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO-AMBIENTE
- Este produto é:
q Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
Muito Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE II)
q Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
q Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
Este produto a ALTAMENTE PERSISTENTE ao meio ambiente
Este produto a ALTAMENTE MOVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas,
rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associações Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.

- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a
empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL (para 0,25; 0,3; 0,5; 1; 1,5; 2; 2,5; 3; 5; 10 e 20 litros)
LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até %4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
Lavagem sob Pressão:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; - Acione o mecanismo para liberar o jato de água,
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão, adotar os seguintes
procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantenha invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens n~o lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, ser facultada a devolução da embalagem em ate 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.



ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal. emitida pelo estabelecimento.
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- E PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, alimentos, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle.
O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Para as culturas que, durante o ciclo, exigem um elevado número de aplicações, recomenda-se:
- realizar no máximo 6 aplicações, porém de forma alternada com outros mecanismos de ação;
- realizar a rotação de fungicidas com mecanismos de ação distintos, visando prevenir o aparecimento de fungos resistentes e prolongar a vida útil dos fungicidas na agricultura;
- utilizar o fungicida somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados na bula;
- incluir outros métodos de controle de doenças (ex. resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados;
- consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das recomendações locais para o manejo de resistência.