Bula Cotesia Flavips/MCP

CI
Cotesia flavipes
7212
MCP

Composição

Cotesia flavipes (Cameron, 1891) 500 Vespas/copo
Cotesia flavipes (Cameron, 1891) 750 Vespas/copo
Cotesia flavipes (Cameron, 1891) 1000 Vespas/copo
Cotesia flavipes (Cameron, 1891) 1500 Vespas/copo

Classificação

Terrestre
Agente Biológico de Controle
Não determinada devido à natureza do produto (inimigo natural).
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Não inflamável
Não corrosivo
Insetos vivos
Vespa endoparasitóide

Conteúdo: 500, 750, 1000 e 1500 vespas / copo.

INSTRUÇÕES DE USO

Cotesia flavips/MCP (Cotesia flavipes) é um agente de controle biológico utilizado no controle da broca-da-cana (Diatraea saccharalis), em pós-emergência da cultura da cana-de-açúcar, na forma inundativa.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Número de aplicação: Uma única liberação de 6.000 parasitoides para cada hectare na cultura da cana-de-açúcar
Época: Será realizada uma liberação do parasitoide após o levantamento prévio da praga (broca-da-cana).
Intervalo de aplicação: Será realizada nova aplicação quando for verificada nova infestação da praga.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Aplicação terrestre. Deverá ser feita a liberação de insetos adultos (pós-emergência). Para a liberação dos parasitóides em ponto fixo, os copos deverão ser abertos ao se entrar no talhão e fixados diretamente nas plantas, para a saída dos insetos. Cada copo deverá ser distribuído no talhão a uma distância de 20 a 25 metros um do outro.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Sem restrições. (Saccharum officinarum).

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Sem restrições. Não se aplica no caso de agentes biológicos de controle (organismos vivos).

LIMITAÇÕES DE USO

Sem restrições.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas. Ex. (controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Pragas.

O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio.




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