Criso-Max
| Geral | ||
|---|---|---|
|
Nome Técnico:
Chrysoperla externa
Registro MAPA:
30023
Empresa Registrante:
Valentto |
||
| Composição | ||
|---|---|---|
| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Chrysoperla externa | 1000 Ovos/saco | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
|
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Insetos vivos
Modo de Ação:
Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Sim |
||
Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) | veja aqui | |||
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Macrosiphum euphorbiae (Pulgão das solanáceas) | veja aqui | |||
| Macrosiphum rosae (Pulgão roxo da roseira) | veja aqui | |||
| Myzus persicae (Pulgão verde) | veja aqui | |||
| Rhodobium porosum (Pulgão das roseiras) | veja aqui | |||
| Schizaphis graminum (Pulgão verde dos cereais) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|
INSTRUÇÕES DE USO:
CRISO-MAX (Chrysoperla externa) É um agente de controle biológico utilizado no controle da Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B), Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro (Myzus persicae), Pulgão verde-dos-cereais (Schizaphis graminum), Pulgão-das-solanáceas (Macrosiphum euphorbiae), pulgão roxo-da-roseira (Macrosiphum rosae), pulgão-amarelo-da-roseira (Rhodobium porosum) e pulgão-do algodoeiro (Aphis gossypii) em todas as culturas com ocorrÍncia dos alvos biológicos, na forma inundativa.
MONITORAMENTO
Monitoramento dos alvos biológicos e início das liberações:
- O monitoramento é essencial para se identificar o início das infestações, quando as liberações do predador tendem a produzir melhores resultados. Em áreas com histórico de ocorrência desses alvos, o monitoramento deve ser iniciado com a emergência das plântulas (para semeadura direta) ou com o transplantio das mudas.
- Bemisia tabaci biótipo B: o monitoramento deve ser feito tanto para adultos quanto para ninfas do alvo biológico, vistoriando a parte inferior das folhas dos terços médio e superior da planta. No monitoramento, observar a presença de adultos e realizar a contagem de ninfas em grupos de plantas espalhados no cultivo (para a identificação de locais com maior ou menor infestação e para o cálculo da dose), procurando contemplar toda a área cultivada; anotar os resultados em ficha de amostragem. As liberações do predador devem ser iniciadas assim que for detectada a presença de adultos no cultivo.
- Pulgões: no monitoramento, observar a presença do alvo biolÛgico nas brotaÁies e folhas mais novas e realizar a contagem dos pulgões em grupos de plantas espalhados no cultivo (para a identificação de locais com maior ou menor infestação e para o cálculo da dose), procurando contemplar toda a área cultivada; anotar os resultados em ficha de amostragem. As liberações do predador devem ser iniciadas assim que for detectada a presença do alvo biológico no cultivo.
Proporção predador: presa para o cálculo da quantidade de larvas de Chrysoperla externa a serem liberadas, de acordo com o nível de infestação:
MONITORAMENTO:
Monitoramento dos alvos biolÛgicos e inÌcio das liberaÁies:
- O monitoramento È essencial para se identificar o inÌcio das infestaÁies, quando as
liberaÁies do predador tendem a produzir melhores resultados. Em ·reas com histÛrico de
ocorrÍncia desses alvos, o monitoramento deve ser iniciado com a emergÍncia das pl‚ntulas (para
semeadura direta) ou com o transplantio das mudas.
- Bemisia tabaci biÛtipo B: o monitoramento deve ser feito tanto para adultos quanto para
ninfas do alvo biolÛgico, vistoriando a parte inferior das folhas dos terÁos mÈdio e superior da
planta. No monitoramento, observar a presenÁa de adultos e realizar a contagem de ninfas em grupos
de plantas espalhados no cultivo (para a identificaÁ„o de locais com maior ou menor infestaÁ„o e
para o c·lculo da dose), procurando contemplar toda a ·rea cultivada; anotar os resultados em ficha
de amostragem. As liberaÁies do predador devem ser iniciadas assim que for detectada a presenÁa
de adultos no cultivo.
- Pulgies: no monitoramento, observar a presenÁa do alvo biolÛgico nas brotaÁies e folhas
mais novas e realizar a contagem dos pulgies em grupos de plantas espalhados no cultivo (para a
identificaÁ„o de locais com maior ou menor infestaÁ„o e para o c·lculo da dose), procurando
contemplar toda a ·rea cultivada; anotar os resultados em ficha de amostragem. As liberaÁies do
predador devem ser iniciadas assim que for detectada a presenÁa do alvo biolÛgico no cultivo.
Proporção predador: presa para o cálculo da quantidade de larvas de Chrysoperla externa a serem liberadas, de acordo com o nível de infestação:
Proporção Predador : Presa /ha --- Nível de Infestação
Larva de C. externa: ninfas de Bemisia tabaci biótipo B --- 1:40 (baixo); 1:20 (médio); 1:10 (alto);
Larva de C. externa: ninfas e adultos de Myzus persicae --- 1:30 (baixo); 1:20 - 1:10 (médio); 1:5 (alto);
Larva de C. externa: ninfas e adultos de Schizaphis graminum --- 1:30 (baixo); 1:10 (médio); 1:5 (alto);
Larva de C. externa: ninfas e adultos de Macrosiphum euphorbiae --- 1:20 (baixo); 1:10 (médio); 1:5 (alto);
Larva de C. externa: ninfas e adultos de Macrosiphum rosae --- 1:20 (baixo); 1:10 (médio); 1:5 (alto);
Larva de C. externa: ninfas e adultos de Rhodobium porosum --- 1:30 (baixo); 1:20 - 1:10 (médio); 1:5 (alto);
Larva de C. externa: ninfas e adultos de Aphis gossypii --- 1:30 (baixo); 1:20 - 1:10 (médio); 1:5 (alto);
MODO DE LIBERAÇÃO:
Liberações manuais ou aéreas via drones desde que ocorra boa distribuição na área. Com ocorrência homogênea do alvo biológico em toda a área cultivada, liberar o predador de maneira uniformesobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a área cultivada, conforme especificado no item Modo e Tecnologia de Aplicação de cada alvo.
Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no período da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia. Produto comercializado em sacos de papel contendo 1.000 indivíduos (larvas / ovos) de Chrysoperla externa.
NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO, MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
Modo e Tecnologia de aplicação: Aplicação Terrestre e Aérea
Alvo biológico: Bemisia tabaci biotipo B (Mosca-branca)
Forma: Inundativa. Dose: Para encontrar a dose deve-se considerar os seguintes par‚metros: o número médio de indivíduos do alvo biológico encontrados por planta multiplicado pela densidade
de plantio (número de plantas por hectare ou casa de vegetação). De acordo com o nível de infestação do cultivo pelo alvo biológico dividir o valor total de indivíduos por planta pela proporção predador: planta. Considerar aumento da dose em 10% para casa de vegetação e 20% para liberações a campo quando o predador vier comercializado em ovos.
Modo e Tecnologia de aplicação: Liberar larvas de Chrysoperla externa na proporção predador: presa entre 1:10, 1:20 e 1:40.
Para proporção de: 1:10 - Proporção utilizada para níveis de infestação alto conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 10.000 ninfas do alvo biológico.
1:20 – Proporção utilizada para níveis de infestação médio. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 20.000 ninfas do alvo biológico.
1:40 – Proporção utilizada para níveis de infestação baixo. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 40.000 ninfas do alvo biológico.
Observações: Cada embalagem com 1.000 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa equivale ao volume de 500 ml. Para liberações terrestres utilizar o dosador constante na embalagem onde cada ml de produto comercial CRISO-MAX equivale a 20 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa.
Para liberações via drone, o volume de produto será dosado previamente de acordo com o mapa de vôo da área e distribuição homogênea sobre a cultura alvo.
Respeitar o limite máximo de faixas de 20 metros e, nas liberações terrestres, respeitar o mínimo de 30 pontos por hectare.
Época de aplicação: Quando forem observados a presença de adultos na cultura.
Número de aplicação e Intervalo de aplicação: Recomenda-se que sejam realizadas liberações 02 vezes por semana em doses menores ou com intervalos a cada 15 dias com doses maiores, conforme
os resultados do monitoramento. Em áreas com histórico de ocorrência da praga, podem ser utilizadas liberações preventivas utilizando como referência para a dose proporção de predador: praga em 1:40.
As liberações devem ser continuadas até o final do ciclo da cultura ou ao final do ciclo da produção para culturas perenes.
Modo de liberação: Se for verificada a ocorrência homogênea do alvo biológico em toda a área cultivada, liberar o predador de maneira uniforme sobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a área cultivada. Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no período da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia.
Liberação aérea via drone deverá ser realizada com voos em altitude compatível com a cultura, respeitando o limite máximo de faixas de 20 metros. Liberação terrestre, em faixas com limite máximo de 20 metros, com mínimo de 30 pontos por hectare.
Alvos biológicos: Myzus percicae (pulgão-verde; pulgão-verde-claro)
Forma: Inundativa. Dose: Para encontrar a dose deve-se considerar os seguintes parâmetros: o numero médio de indivìduos do alvo biológico encontrados por planta multiplicado pela densidade de plantio (número de plantas por hectare ou casa de vegetação). De acordo com o nível de
infestação do cultivo pelo alvo biológico dividir o valor total de indivíduos por planta pela proporção predador: planta. Considerar aumento da dose em 10% para casa de vegetação e 20% para liberações a campo quando o predador vier comercializado em ovos.
Modo e Tecnologia de aplicação: Liberar larvas de Chrysoperla externa na proporção predador: presa entre 1:05, 1:10, 1:20 e 1:30.
Para proporção de: 1:05 - Proporção utilizada para níveis de infestação alto conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas È suficiente para controlar com eficiência uma população de 5.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
1:10 - Proporção utilizada para níveis de infestação médio conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma populaçãoo de 10.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
1:20 – Proporção utilizada para níveis de infestação médio. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 20.000 ninfas do alvo biológico.
1:30 - Proporção utilizada para níveis de infestação baixo conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 30.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
Observações: Cada embalagem com 1.000 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa equivale ao volume de 500 ml. Para liberações terrestres utilizar o dosador constante na embalagem onde cada ml de produto comercial CRISO-MAX equivale a 20 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa.
Para liberações via drone, o volume de produto será dosado previamente de acordo com o mapa de vôo da área e distribuição homogênea sobre a cultura alvo.
Respeitar o limite máximo de faixas de 20 metros e, nas liberações terrestres, respeitar o mínimo de 30 pontos por hectare.
Época de aplicação: Quando forem observados a presença de adultos na cultura.
Número de aplicação e Intervalo de aplicação: Recomenda-se que sejam realizadas liberações 02 vezes por semana em doses menores ou com intervalos a cada 15 dias com doses maiores, conforme os resultados do monitoramento. Em áreas com histórico de ocorrência da praga, podem ser utilizadas liberações preventivas utilizando como referência para a dose a proporção de predador:praga em 1:30.
As liberações devem ser continuadas at o final do ciclo da cultura ou ao final do ciclo da produção para culturas perenes.
Modo de liberação: Se for verificada a ocorrência homogênea do alvo biológico em toda a área cultivada, liberar o predador de maneira uniforme sobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a área cultivada. Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no período da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia.
Liberação aérea via drone deverá ser realizada com voos em altitude compatível com a cultura, respeitando o limite máximo de faixas de 20 metros. Liberação terrestre, em faixas com limite máximo de 20 metros, com mÌnimo de 30 pontos por hectare.
Alvo biológico: Schizaphis graminum (pulgão-verde-dos-cereais)
Forma: Inundativa. Dose: Para encontrar a dose deve-se considerar os seguintes parâmetros: o número médio de indivíduos do alvo biológico encontrados por planta multiplicado pela densidade de plantio (número de plantas por hectare ou casa de vegetação). De acordo com o nível de
infestação do cultivo pelo alvo biológico dividir o valor total de indivíduos por planta pela proporção predador: planta. Considerar aumento da dose em 10% para casa de vegetação e 20% para liberações a campo quando o predador vier comercializado em ovos.
Modo e Tecnologia de aplicação: Liberar larvas de Chrysoperla externa na proporção predador:presa entre 1:05, 1:10 e 1:30.
Para proporção de:1:05 - Proporção utilizada para níveis de infestação alto conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma populaçao de 5.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
1:10 - Proporção utilizada para níveis de infestação médio conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 10.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
1:30 - Proporção utilizada para níveis de infestação baixo conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 30.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
Observações: Cada embalagem com 1.000 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa equivale ao volume de 500 ml. Para liberações terrestres utilizar o dosador constante na embalagem onde cada ml de produto comercial CRISO-MAX equivale a 20 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa.
Para liberação via drone, o volume de produto será dosado previamente de acordo com o mapa de vôo da área e distribuiçãoo homogênea sobre a cultura alvo.
Respeitar o limite máximo de faixas de 20 metros e, nas liberações terrestres, respeitar o mínimo de 30 pontos por hectare.
Época de aplicação: Quando forem observados a presença de adultos na cultura.
Número de aplicação e Intervalo de aplicação: Recomenda-se que sejam realizadas liberações 02 vezes por semana em doses menores ou com intervalos a cada 15 dias com doses maiores, conforme os resultados do monitoramento. Em áreas com histórico de ocorrência da praga, podem ser utilizadas liberações preventivas utilizando como referência para a dose proporção de predador:praga em 1:30.
As liberações devem ser continuadas até o final do ciclo da cultura ou ao final do ciclo da produção para culturas perenes.
Modo de liberação: Se for verificada a ocorrÍncia homogênea do alvo biológico em toda a área cultivada, liberar o predador de maneira uniforme sobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a área cultivada. Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no periodo da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia.
Liberação aérea via drone deverá ser realizada com voos em altitude compatível com a cultura, respeitando o limite máximo de faixas de 20 metros. Liberação terrestre, em faixas com limite máximo de 20 metros, com mínimo de 30 pontos por hectare.
Alvo biológico: Macrosiphum euphorbiae (pulgão-das-solanaceas; pulgão-verde-escuro)
Macrosiphum rosae (pulgão-roxo-da-roseira; pulgão-grande-da-roseira)
Forma: Inundativa. Dose: Para encontrar a dose deve-se considerar os seguintes parâmetros: o número médio de indivíduos do alvo biológico encontrados por planta multiplicado pela densidade
de plantio (número de plantas por hectare ou casa de vegetação). De acordo com o nível de infestação do cultivo pelo alvo biológico dividir o valor total de indivíduos por planta pela proporção predador: planta. Considerar aumento da dose em 10% para casa de vegetação e 20% para liberações a campo quando o predador vier comercializado em ovos.
Modo e Tecnologia de aplicação: Liberar larvas de Chrysoperla externa na proporção predador: presa entre 1:05, 1:10 e 1:20.
Para proporção de:
1:05 - Proporção utilizada para níveis de infestação alto conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma populaçao de 5.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
1:10 - Proporção utilizada para níveis de infestação médio conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 10.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
1:30 - Proporção utilizada para níveis de infestação baixo conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 30.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
Observações: Cada embalagem com 1.000 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa equivale ao volume de 500 ml. Para liberações terrestres utilizar o dosador constante na embalagem onde cada ml de produto comercial CRISO-MAX equivale a 20 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa.
Para liberações via drone, o volume de produto será dosado previamente de acordo com o mapa de vôo da área e distribuição homogênea sobre a cultura alvo.
Respeitar o limite máximo de faixas de 20 metros e, nas liberaÁies terrestres, respeitar o mínimo de 30 pontos por hectare.
Época de aplicação: Quando forem observados a presença de adultos na cultura.
Número de aplicação e Intervalo de aplicação: Recomenda-se que sejam realizadas liberações 02 vezes por semana em doses menores ou com intervalos a cada 15 dias com doses maiores, conforme os resultados do monitoramento. Em áreas com histórico de ocorrência da praga, podem ser utilizadas liberações preventivas utilizando como referência para a dose proporção de predador:praga em 1:20.
As liberações devem ser continuadas até o final do ciclo da cultura ou ao final do ciclo da produção para culturas perenes.
Modo de liberação: Se for verificada a ocorrência homogênea do alvo biológico em toda a área cultivada, liberar o predador de maneira uniforme sobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a ·rea cultivada. Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no período da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia.
Liberação aérea via drone deverá ser realizada com voos em altitude compatível com a cultura, respeitando o limite máximo de faixas de 20 metros. Liberação terrestre, em faixas com limite máximo de 20 metros, com mínimo de 30 pontos por hectare.
Alvo biológico: Rhodobium porosum (pulgão-da-roseira; pulgão-amarelo-da-roseira) Aphis gossypii (pulgão-do-algodoeiro; pulgão-das-inflorescências)
Forma: Inundativa. Dose: Para encontrar a dose deve-se considerar os seguintes parâmetros: o número médio de indivíduos do alvo biológico encontrados por planta multiplicado pela densidade de plantio (número de plantas por hectare ou casa de vegetação). De acordo com o nível de infestação do cultivo pelo alvo biológico dividir o valor total de indivíduos por planta pela proporção predador: planta. Considerar aumento da dose em 10% para casa de vegetação e 20% para liberações a campo quando o predador vier comercializado em ovos.
Modo e Tecnologia de aplicação: Liberar larvas de Chrysoperla externa na proporção predador: presa entre 1:05, 1:10, 1:20 e 1:30.
Para proporção de:
1:05 - Proporção utilizada para níveis de infestação alto conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 5.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
1:10 Proporção utilizada para níveis de infestação médio conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 10.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
1:20 - Proporção utilizada para níveis de infestação médio. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 20.000 ninfas do alvo biológico.
1:30 Proporção utilizada para níveis de infestação baixo conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 30.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
Observações: Cada embalagem com 1.000 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa equivale ao volume de 500 ml. Para liberações terrestres utilizar o dosador constante na embalagem onde cada ml de produto comercial CRISO-MAX equivale a 20 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa.
Para liberações via drone, o volume de produto será dosado previamente de acordo com o mapa de vôo da área e distribuição homogênea sobre a cultura alvo.
Respeitar o limite máximo de faixas de 20 metros e, nas liberações terrestres, respeitar o mínimo de 30 pontos por hectare.
Época de aplicação: Quando forem observados a presença de adultos na cultura.
Número de aplicação e Intervalo de aplicação: Recomenda-se que sejam realizadas liberações 02 vezes por semana em doses menores ou com intervalos a cada 15 dias com doses maiores, conforme os resultados do monitoramento. Em áreas com histórico de ocorrência da praga, podem ser utilizadas liberações preventivas utilizando como referência para a dose proporção de predador: praga em 1:20.
As liberações devem ser continuadas até o final do ciclo da cultura ou ao final do ciclo da produção para culturas perenes.
Modo de liberação: Se for verificada a ocorrência homogênea do alvo biológico em toda a área cultivada, liberar o predador de maneira uniforme sobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a área cultivada. Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no período da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia. Liberação aérea via drone deverá ser realizada com voos em altitude compatível com a cultura, respeitando o limite máximo de faixas de 20 metros. Liberação terrestre, em faixas com limite máximo de 20 metros, com minimo de 30 pontos por hectare.
Alvo biológico: Rhodobium porosum (pulgão-da-roseira; pulgão-amarelo-da-roseira) Aphis gossypii (pulgão-do-algodoeiro; pulgão-das-inflorescências)
Forma: Inundativa. Dose: Para encontrar a dose deve-se considerar os seguintes parâmetros: o número médio de indivíduos do alvo biológico encontrados por planta multiplicado pela densidade de plantio (número de plantas por hectare ou casa de vegetação). De acordo com o nível de infestação do cultivo pelo alvo biológico dividir o valor total de individuos por planta pela proporção predador: planta. Considerar aumento da dose em 10% para casa de vegetação e 20% para liberações a campo quando o predador vier comercializado em ovos.
Modo e Tecnologia de aplicação: Liberar larvas de Chrysoperla externa na proporção predador: presa entre 1:05, 1:10, 1:20 e 1:30.
Para proporção de:
1:05 Proporção utilizada para niveis de infestação alto conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 5.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
1:10 Proporção utilizada para níveis de infestação médio conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 10.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
1:20 Proporção utilizada para níveis de infestação médio. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma população de 20.000 ninfas do alvo biológico.
1:30 Proporção utilizada para niveis de infestação baixo conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem com 1.000 larvas é suficiente para controlar com eficiência uma
população de 30.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
Observações: Cada embalagem com 1.000 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa equivale ao volume de 500 ml. Para liberações terrestres utilizar o dosador constante na embalagem onde cada ml de produto comercial CRISO-MAX equivale a 20 individuos do agente biológico Chrysoperla externa.
Para liberações via drone, o volume de produto será dosado previamente de acordo com o mapa de vôo da área e distribuição homogênea sobre a cultura alvo.
Respeitar o limite máximo de faixas de 20 metros e, nas liberações terrestres, respeitar o mínimo de 30 pontos por hectare.
Época de aplicação: Quando forem observados a presença de adultos na cultura.
Número de aplicação e Intervalo de aplicação: Recomenda-se que sejam realizadas liberações 02 vezes por semana em doses menores ou com intervalos a cada 15 dias com doses maiores, conforme os resultados do monitoramento. Em áreas com histórico de ocorrência da praga, podem ser utilizadas liberações preventivas utilizando como referência para a dose a proporção de predador: praga em 1:30.
As liberações devem ser continuadas até o final do ciclo da cultura ou ao final do ciclo da produção para culturas perenes.
Modo de liberação: Se for verificada a ocorrência homogênea do alvo biológico em toda a área
cultivada, liberar o predador de maneira uniforme sobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a área cultivada. Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no período da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia. Liberação aérea via drone deverá ser realizada com voos em altitude compatível com a cultura, respeitando o limite máximo de faixas de 20 metros. Liberação terrestre, em faixas com limite máximo de 20 metros, com minimo de 30 pontos por hectare.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS
Não se aplica em função das caracteristicas do agente biológico de controle (organismos vivos)
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio.
Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.