Crisobase-E CI

Geral
Nome Técnico:
Chrysoperla externa
Registro MAPA:
10223
Empresa Registrante:
Base
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Chrysoperla externa (no mínimo) 800 Ovos/g
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre, Drone
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Insetos vivos
Modo de Ação:
Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Sim

Indicações de Uso

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO:

CRISOBASE-E (Chrysoperla externa) é um agente de controle biológico utilizado no controle da Mosca-branca (Bemisia tabaci biótipo B ), Pulgão-verde; Pulgão-verde-claro (Myzus percicae), Pulgão-verde-dos-cereais (Schizaphis graminum), Pulgão-das-solanáceas; pulgão-verde-escuro (Macrosiphum euphorbiae), Pulgão-roxo-da-roseira; pulgão-grande-da-roseira (Macrosiphum rosae), Pulgão-da-roseira; pulgão-amarelo-da-roseira, (Rhodobium porosum) e Pulgão-doalgodoeiro; pulgão-das-inflorescências (Aphis gossypii ) em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos, na forma inundativa.
(*) Eficiência agronômica comprovada para as culturas do Tomate, Pimentão, Sorgo, Roseira e Pepino.

NÚMERO, ÉPOCA, INTERVALO DE APLICAÇÃO, MODO/ EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

Modo e Tecnologia de aplicação: Aplicação Terrestre e Aérea
1- Alvo biológico: Bemisia tabaci biotipo B (Mosca-branca): Dose: Para encontrar a dose deve-se considerar os seguintes parâmetros: o número médio de indivíduos do alvo biológico encontrados por planta multiplicado pela densidade de plantio (número de plantas por hectare ou casa de vegetação). De acordo com o nível de infestação do cultivo pelo alvo biológico dividir o valor total de indivíduos por planta pela proporção predador: planta. Considerar aumento da dose em 10% para casa de vegetação e 20% para liberações a campo quando o predador vier comercializado em ovos.
Modo e Tecnologia de aplicação: Liberar ovos de Chrysoperla externa na proporção predador: presa entre 1:10, 1:20 e 1:40. Para proporção de: 1:10 - Proporção utilizada para níveis de infestação alto conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 10.000 ninfas do alvo biológico. 1:20 – Proporção utilizada para níveis de infestação médio. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 20.000 ninfas do alvo biológico. 1:40 – Proporção utilizada para níveis de infestação baixo. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 40.000 ninfas do alvo biológico.
Observações: Em caso de liberações via drone, a massa pode ser utilizada em volume equivalente de produto comercial CRISOBASE-E.
Para liberações terrestres utilizar o dosador constante na embalagem onde cada ml de produto comercial CRISOBASE-E equivale a 334 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa.
Para liberações via drone, o volume de produto será dosado previamente de acordo com o mapa de vôo da área e distribuição homogênea sobre a cultura alvo. Respeitar o limite máximo de faixas de 20 metros e, nas liberações terrestres, respeitar o mínimo de 30 pontos por hectare.
Época de aplicação: Quando forem observados a presença de adultos na cultura.
Número de aplicação e Intervalo de aplicação: Recomenda-se que sejam realizadas liberações 02 vezes por semana em doses menores ou com intervalos a cada 15 dias com doses maiores, conforme os resultados do monitoramento. Em áreas com histórico de ocorrência da praga, podem ser utilizadas liberações preventivas utilizando como referência para a dose proporção de pragas/predador: praga em 1:40. As liberações devem ser continuadas até o final do ciclo da cultura ou ao final do ciclo da produção para culturas perenes.
Modo de liberação: Se for verificada a ocorrência homogênea do alvo biológico em toda a área cultivada, liberar o predador de maneira uniforme sobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a área cultivada. Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no período da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia.
Liberação aérea via drone deverá ser realizada com voos em altitude compatível com a cultura, respeitando o limite máximo de faixas de 20 metros.
Liberação terrestre, em faixas com limite máximo de 20 metros, com mínimo de 30 pontos por hectare.
2 - Alvo biológico: Myzus percicae (pulgão-verde; pulgão-verde-claro): Dose: Para encontrar a dose deve-se considerar os seguintes parâmetros: o número médio de indivíduos do alvo biológico encontrados por planta multiplicado pela densidade de plantio (número de plantas por hectare ou casa de vegetação). De acordo com o nível de infestação do cultivo pelo alvo biológico dividir o valor total de indivíduos por planta pela proporção predador: planta. Considerar aumento da dose em 10% para casa de vegetação e 20% para liberações a campo quando o predador vier comercializado em ovos.
Modo e Tecnologia de aplicação: Liberar ovos de Chrysoperla externa na proporção predador: presa entre 1:05, 1:10, 1:20 e 1:30. Para proporção de: 1:05 - Proporção utilizada para níveis de infestação alto conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 5.000 ninfas e adultos do alvo biológico. 1:10 - Proporção utilizada para níveis de infestação médio conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 10.000 ninfas e adultos do alvo biológico. 1:20 – Proporção utilizada para níveis de infestação médio. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 20.000 ninfas do alvo biológico. 1:30 - Proporção utilizada para níveis de infestação baixo conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 30.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
Observações: Em caso de liberações via drone, a massa pode ser utilizada em volume equivalente de produto comercial CRISOBASE-E.
Para liberações terrestres utilizar o dosador constante na embalagem onde cada ml de produto comercial CRISOBASE-E equivale a 334 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa.
Para liberações via drone, o volume de produto será dosado previamente de acordo com o mapa de vôo da área e distribuição homogênea sobre a cultura alvo. Respeitar o limite máximo de faixas de 20 metros.
Para liberações terrestres, respeitar o mínimo de 30 pontos por hectare.
Época de aplicação: Quando forem observados a presença de adultos na cultura.
Número de aplicação e Intervalo de aplicação: Recomenda-se que sejam realizadas liberações 02 vezes por semana em doses menores ou com intervalos a cada 15 dias com doses maiores, conforme os resultados do monitoramento. Em áreas com histórico de ocorrência da praga, podem ser utilizadas liberações preventivas utilizando como referência para a dose a proporção de pragas/predador: praga em 1:30. As liberações devem ser continuadas até o final do ciclo da cultura ou ao final do ciclo da produção para culturas perenes.
Modo de liberação: Se for verificada a ocorrência homogênea do alvo biológico em toda a área cultivada, liberar o predador de maneira uniforme sobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a área cultivada. Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no período da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia.
Liberação aérea via drone deverá ser realizada com voos em altitude compatível com a cultura, respeitando o limite máximo de faixas de 20 metros.
Liberação terrestre, em faixas com limite máximo de 20 metros, com mínimo de 30 pontos por hectare.
3- Alvo biológico: Schizaphis graminum (pulgão-verde-dos-cereais): Dose: Para encontrar a dose deve-se considerar os seguintes parâmetros: o número médio de indivíduos do alvo biológico encontrados por planta multiplicado pela densidade de plantio (número de plantas por hectare ou casa de vegetação). De acordo com o nível de infestação do cultivo pelo alvo biológico dividir o valor total de indivíduos por planta pela proporção predador: planta. Considerar aumento da dose em 10% para casa de vegetação e 20% para liberações a campo quando o predador vier comercializado em ovos.
Modo e Tecnologia de aplicação: Liberar ovos de Chrysoperla externa na proporção predador: presa entre 1:05, 1:10 e 1:30. Para proporção de: 1:05 - Proporção utilizada para níveis de infestação alto conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 5.000 ninfas e adultos do alvo biológico. 1:10 - Proporção utilizada para níveis de infestação médio conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 10.000 ninfas e adultos do alvo biológico. 1:30 - Proporção utilizada para níveis de infestação baixo conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 30.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
Observações: Em caso de liberações via drone, a massa pode ser utilizada em volume equivalente de produto comercial CRISOBASE-E.
Para liberações terrestres utilizar o dosador constante na embalagem onde cada ml de produto comercial CRISOBASE-E equivale a 334 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa.
Para liberações via drone, o volume de produto será dosado previamente de acordo com o mapa de vôo da área e distribuição homogênea sobre a cultura alvo. Respeitar o limite máximo de faixas de 20 metros.
Para liberações terrestres, respeitar o mínimo de 30 pontos por hectare.
Época de aplicação: Quando forem observados a presença de adultos na cultura.
Número de aplicação e Intervalo de aplicação: Recomenda-se que sejam realizadas liberações 02 vezes por semana em doses menores ou com intervalos a cada 15 dias com doses maiores, conforme os resultados do monitoramento. Em áreas com histórico de ocorrência da praga, podem ser utilizadas liberações preventivas utilizando como referência para a dose proporção de pragas/predador: praga em 1:30. As liberações devem ser continuadas até o final do ciclo da cultura ou ao final do ciclo da produção para culturas perenes.
Modo de liberação: Se for verificada a ocorrência homogênea do alvo biológico em toda a área cultivada, liberar o predador de maneira uniforme sobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a área cultivada. Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no período da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia.
Liberação aérea via drone deverá ser realizada com voos em altitude compatível com a cultura, respeitando o limite máximo de faixas de 20 metros.
Liberação terrestre, em faixas com limite máximo de 20 metros, com mínimo de 30 pontos por hectare.
4- Alvo biológico: Macrosiphum euphorbiae (pulgão-das-solanáceas; pulgão-verde-escuro) Macrosiphum rosae (pulgão-roxo-da-roseira; pulgão-grande-da-roseira): Dose: Para encontrar a dose deve-se considerar os seguintes parâmetros: o número médio de indivíduos do alvo biológico encontrados por planta multiplicado pela densidade de plantio (número de plantas por hectare ou casa de vegetação). De acordo com o nível de infestação do cultivo pelo alvo biológico dividir o valor total de indivíduos por planta pela proporção predador: planta. Considerar aumento da dose em 10% para casa de vegetação e 20% para liberações a campo quando o predador vier comercializado em ovos.
Modo e Tecnologia de aplicação: Liberar ovos de Chrysoperla externa na proporção predador: presa entre 1:05, 1:10 e 1:20. Para proporção de: 1:05 - Proporção utilizada para níveis de infestação alto conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 5.000 ninfas e adultos do alvo biológico. 1:10 - Proporção utilizada para níveis de infestação médio conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 10.000 ninfas e adultos do alvo biológico. 1:20 – Proporção utilizada para níveis de infestação médio. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 20.000 ninfas do alvo biológico.
Observações: Em caso de liberações via drone, a massa pode ser utilizada em volume equivalente de produto comercial CRISOBASE-E.
Para liberações terrestres utilizar o dosador constante na embalagem onde cada ml de produto comercial CRISOBASE-E equivale a 334 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa.
Para liberações via drone, o volume de produto será dosado previamente de acordo com o mapa de vôo da área e distribuição homogênea sobre a cultura alvo. Respeitar o limite máximo de faixas de 20 metros e, nas liberações terrestres, respeitar o mínimo de 30 pontos por hectare.
Época de aplicação: Quando forem observados a presença de adultos na cultura.
Número de aplicação e Intervalo de aplicação: Recomenda-se que sejam realizadas liberações 02 vezes por semana em doses menores ou com intervalos a cada 15 dias com doses maiores, conforme os resultados do monitoramento. Em áreas com histórico de ocorrência da praga, podem ser utilizadas liberações preventivas utilizando como referência para a dose proporção de pragas/predador: praga em 1:20. As liberações devem ser continuadas até o final do ciclo da cultura ou ao final do ciclo da produção para culturas perenes.
Modo de liberação: Se for verificada a ocorrência homogênea do alvo biológico em toda a área cultivada, liberar o predador de maneira uniforme sobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a área cultivada. Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no período da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia. Liberação aérea via drone deverá ser realizada com voos em altitude compatível com a cultura, respeitando o limite máximo de faixas de 20 metros.
Liberação terrestre, em faixas com limite máximo de 20 metros, com mínimo de 30 pontos por hectare.
5- Alvo biológico: Rhodobium porosum (pulgão-da-roseira; pulgão-amarelo-da-roseira) Aphis gossypii (pulgão-do-algodoeiro; pulgão-das-inflorescências): Dose: Para encontrar a dose devese considerar os seguintes parâmetros: o número médio de indivíduos do alvo biológico encontrados por planta multiplicado pela densidade de plantio (número de plantas por hectare ou casa de vegetação). De acordo com o nível de infestação do cultivo pelo alvo biológico dividir o valor total de indivíduos por planta pela proporção predador:planta. Considerar aumento da dose em 10% para casa de vegetação e 20% para liberações a campo quando o predador vier comercializado em ovos.
Modo e Tecnologia de aplicação: Liberar ovos de Chrysoperla externa na proporção predador: presa entre 1:05, 1:10, 1:20 e 1:30. Para proporção de: 1:05 - Proporção utilizada para níveis de infestação alto conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 5.000 ninfas e adultos do alvo biológico. 1:10 - Proporção utilizada para níveis de infestação médio conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 10.000 ninfas e adultos do alvo biológico. 1:20 – Proporção utilizada para níveis de infestação médio. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 20.000 ninfas do alvo biológico. 1:30 - Proporção utilizada para níveis de infestação baixo conforme indicado pela planilha de monitoramento. A embalagem de saco de papel (1 grama) com 1.000 ovos é suficiente para controlar com eficiência uma população de 30.000 ninfas e adultos do alvo biológico.
Observações: Em caso de liberações via drone, a massa pode ser utilizada em volume equivalente de produto comercial CRISOBASE-E.
Para liberações terrestres utilizar o dosador constante na embalagem onde cada ml de produto comercial CRISOBASE-E equivale a 334 indivíduos do agente biológico Chrysoperla externa.
Para liberações via drone, o volume de produto será dosado previamente de acordo com o mapa de vôo da área e distribuição homogênea sobre a cultura alvo. Respeitar o limite máximo de faixas de 20 metros e, nas liberações terrestres, respeitar o mínimo de 30 pontos por hectare.
Época de aplicação: Quando forem observados a presença de adultos na cultura.
Número de aplicação e Intervalo de aplicação: Recomenda-se que sejam realizadas liberações 02 vezes por semana em doses menores ou com intervalos a cada 15 dias com doses maiores, conforme os resultados do monitoramento. Em áreas com histórico de ocorrência da praga, podem ser utilizadas liberações preventivas utilizando como referência para a dose a proporção de pragas/predador: praga em 1:30. As liberações devem ser continuadas até o final do ciclo da cultura ou ao final do ciclo da produção para culturas perenes.
Modo de liberação: Se for verificada a ocorrência homogênea do alvo biológico em toda a área cultivada, liberar o predador de maneira uniforme sobre as plantas em, pelo menos, 30 pontos por hectare, procurando cobrir toda a área cultivada. Se forem identificados locais mais infestados, liberar uma quantidade maior do predador nesses pontos. As liberações devem ser realizadas, preferencialmente, no período da manhã ou final da tarde, evitando os horários mais quentes do dia.
Liberação aérea via drone deverá ser realizada com voos em altitude compatível com a cultura, respeitando o limite máximo de faixas de 20 metros.
Liberação terrestre, em faixas com limite máximo de 20 metros, com mínimo de 30 pontos por hectare.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Não se aplica em função das características do agente biológico de controle (organismos vivos)

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS:

Não se aplica em função das características do agente biológico de controle (organismos vivos)

LIMITAÇÕES DE USO:

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex. controle cultural, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.) visando o programa de Manejo Integrado de Doenças.

O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio.

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