Crisop / Crisotec
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Chrysoperla externa
Registro MAPA:
2222
Empresa Registrante:
TOPBIO |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Chrysoperla externa | 500 Indivíduos/embalagens | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Insetos vivos
Modo de Ação:
Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Sim |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Aphis gossypii (Pulgão do algodoeiro) | veja aqui | |||
| Bemisia tabaci raça B (Mosca branca) | veja aqui | |||
| Macrosiphum euphorbiae (Pulgão das solanáceas) | veja aqui | |||
| Macrosiphum rosae (Pulgão roxo da roseira) | veja aqui | |||
| Myzus persicae (Pulgão verde) | veja aqui | |||
| Rhodobium porosum (Pulgão das roseiras) | veja aqui | |||
| Schizaphis graminum (Pulgão verde dos cereais) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|
INSTRUÇÕES DE USO
O produto é um agente de controle biológico (Chrysoperla externa) que pode ser utilizado para o controle da mosca branca Bemisia tabaci, do pulgão verde Myzus percicae, do pulgão verde dos cereais Schizaphis graminum, do pulgão-das-solanáceas ou pulgão-verde-escuro Macrosiphum euphorbiae e do pulgão-do-algodoeiro ou pulgão-das-inflorescências Aphis gossypii em qualquer cultura de ocorrência desses alvos biológicos, de acordo com Especificação de Referência
publicada através da Portaria SDA n° 527, 07 de fevereiro de 2022.
CULTURAS
Em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos.
MODO DE APLICAÇÃO
O interior de cada frasco contém vermiculita como material inerte para facilitar na liberação dos predadores.
Para a liberação no campo, as embalagens devem ser previamente agitadas para homogeneização. O conteúdo deve ser distribuído diretamente nas plantas infestadas.
A dosagem recomendada pode variar muito, por isso é importante o monitoramento de pragas.
Para cada alvo biológico recomenda-se uma dosagem de acordo com relação predador:presa:
Alvo biológico (praga)
Larvas de Chrysoperla externa : ninfas de Bemisia tabaci biótipo B
Nível de infestação : Proporção
Baixo: 1:40
Médio: 1:20
Alto: 1:10
Alvo biológico (praga)
Larvas de Chrysoperla externa : ninfas e adultos de Myzus persicae
Nível de infestação : Proporção
Baixo: 1:30
Médio: 1:20-1:10
Alto: 1:5
Alvo biológico (praga)
Larvas de Chrysoperla externa : ninfas e adultos de Schizaphis graminum
Nível de infestação : Proporção
Baixo: 1:30
Médio: 1:10
Alto: 1:5
Alvo biológico (praga)
Larvas de Chrysoperla externa : ninfas e adultos de Macrosiphum euphorbiae
Nível de infestação : Proporção
Baixo: 1:20
Médio: 1:10
Alto: 1:5
Alvo biológico (praga)
Larvas de Chrysoperla externa : ninfas e adultos de Macrosiphum rosae
Nível de infestação : Proporção
Baixo: 1:20
Médio: 1:10
Alto: 1:5
Alvo biológico (praga)
Larvas de Chrysoperla externa : ninfas e adultos de Rhodobium porosumi
Nível de infestação : Proporção
Baixo: 1:30
Médio: 1:20-1:10
Alto: 1:5
Alvo biológico (praga)
Larvas de Chrysoperla externa : ninfas e adultos de Aphis gossypii
Nível de infestação : Proporção
Baixo: 1:30
Médio: 1:20-1:10
Alto: 1:5
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS
Não determinado por ser agente biológico de controle.
LIMITAÇÕES DE USO
Os usos dos produtos estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Incluir na sistemática de inspeção ou monitoramento e controle de pragas, quando a infestação atingir o limite de prejuízo econômico, outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultura, biológico, rotação de inseticidas, acaricidas, etc.), visando o programa de Manejo Integrado de Pragas.
O inseto não desenvolve resistência ao seu próprio feromônio.