Bula Curathane SC

acessos
Mancozeb
5010
Dow AgroSciences

Composição

Cimoxanil 63.4 g/L Acetamida
Mancozebe 462 g/L Alquilenobis (ditiocarbamato)

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Protetor, Sistêmico

Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2 a 3 L p.c./ha 500 L de calda/ha - 5 a 7 dias. 7 dias. Em condições favoráveis para a doença
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Requeima
(Phytophthora infestans)
2 a 3 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - 5 a 7 dias. 7 dias. Em condições favoráveis para a doença

Frasco plástico ou metálico:
1, 2 e 3 L.

Bombona plástica ou metálica:
2, 3, 5, 10, 20 e 25 L.

Blade plástico ou metálico:
2, 3, 5, 10, 20 e 25 L.

Tambor plástico ou metálico 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO

CULTURAS E DOSES:
(Vide Indicações de uso / Dose)

Obs.: 1 Litro de CURATHANE* SC contém 462 g do ingrediente ativo MANCOZEBE + 63.4 g do ingrediente ativo CIMOXANIL.

MODO DE APLICAÇÃO:

CURATHANE* SC é um fungicida protetor e sistêmico e deve ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.

CURATHANE* SC é indicado para aplicações terrestres. As aplicações terrestres podem ser costais ou tratorizadas. O volume de calda varia de acordo com a cultura, devendo ser aplicado em quantidade de água suficiente para uma cobertura completa e uniforme das plantas.

Aplicação Terrestre:
Realizar aplicações em alto volume com pulverizadores atomizadores costais (manuais ou motorizados), dotados com bomba centrífuga, estacionários dotados de mangueiras, pulverizadores de barra acoplados a trator, procurando-se cobrir uniformemente toda a parte aérea da planta(caule, folhas e frutos).
Tipo de bico: cone, como XH4 ou D 2-13
Volume de aplicação: conforme instruções de uso, geralmente 1000 L/ha, podendo variar de acordo com o desenvolvimento das plantas no momento da aplicação.
Tamanho e densidade das gotas: 90 a 100µ e no mínimo 60 gotas/cm2.

Obs.: Os volumes de calda citados poderão variar em função do estado vegetativo, da densidade foliar e parte da cultura no momento da aplicação.

INTERVALO DE SEGURANÇA:
Batata, tomate: ........................... 7 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade de reentrar nas áreas tratadas antes deste período, usar os EPIs recomendados na bula para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO:

Fitotoxicidade para as culturas recomendadas:
CURATHANE* SC não causa fitotoxicidade para as culturas indicadas nas doses e formas de aplicação recomendadas.

Outras restrições a serem observadas:
CURATHANE* SC é incompatível com formulações altamente alcalinas, como calda bordalesa e calda sulfocálcica. O produto não pode ser utilizado em mistura de tanque com qualquer outro agrotóxico.

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila
Manuseie o produto em local arejado

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Verifique a direção do vento e aplique de modo a não entrar na névoa do produto.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita)
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão impermeável com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados para o uso durante a aplicação
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados devem ser retirados seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamêntc de proteção individual - EPI : macacão de algodão impermeável com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

INTOXICAÇÕES POR MANCOZEBE E CIMOZANIL

Informações Médicas

Grupo químico:
Mancozebe: Alquilenobis (ditiocarbamato)
Cimoxanil: Acetamida

Classe toxicoógica:
III - Mediamente tóxico.

Mecanismos de toxicidade:
Mancozebe: As formulações contendo mancozebe tem ação irritante para pele, trato respiratório e olhos.
Cimoxanil: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Respiratória, oral e dérmica.

Vias de absorção:
Respiratória, oral e dérmica.

Sintomas e sinais clínicos:
Mancozebe:
Exposição dérmica pode causar irritação da pele, prurido, eritema, dermatite de contato, dermatite alérgica, sensibilização cutânea, rash cutâneo e eczema.
Exposição respiratória pode causar irritação e inflamação das vias aéreas (rinite, faringite, laringite e traqueobronquite), fadiga, cefaléia, visão borrada e náuseas.
Exposição ocular pode causar ardência ocular, conjuntivite e inflamação das pálpebras.
Exposição oral pode causar irritação da mucosa do trato gastro intestinal, cefaléia, dores abdominais, diarréia, náuseas e vômitos. Exposições elevadas por períodos demasiadamente longos podem causar convulsões e coma.
Cimoxanil:
Moderadamente irritante aos olhos. Os sintomas usuais incluem dor de cabeça, vertigem, nervosismo, visão turva, fraqueza, náusea, cãibras, diarréia e desconforto no peito
Os sinais incluem sudorese, miose, lacrimejamento, salivação e outras secreções excessivas do trato respiratório, vômito, cianose, papiledema, contração muscular involuntária seguida por fraqueza muscular, convulsões, coma, perda dos reflexos e perda do controle do esfíncter. Os últimos quatro sinais citados só são visualizados em casos graves, mas não excluem um resultado favorável se o tratamento for rápido e enérgico Também podem ocorrer vários graus de comprometimento cardíaco, arritmias cardíacas e arada cardíaca.

Metabolismo e toxicocinética:
Mancozebe: Após absorção, são distribuídos para o fígado, rins e tireóide, mas não são acumulados devido à rápida metabolização pelo fígado, através da glicuronização. A etilenotiouréia (ETU) é o principal metabólito de importância toxicológica e o dissulfeto de carbono, um metabólito de menor importância. São quase que totalmente excretado em 96 horas, principalmente através das fezes (71%) e urina (16%).
Cimoxanil: Ratos tratados à dose diária de 2.500 ppm durante o período de 24 dias e posteriormente submetidos à dose única de 10,4 mg do princípio ativo marcado com carbono radioativo eliminaram cerca de 89% da dose (71 % urina, 11 % fezes e 7% expirado/ar) em um período de 72 horas. O principal metabólito identificado na urina foi o 14C- licina < 200C , entretanto o com osto ori inal não foi detectado.

Diagnóstico:
Mancozebe: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e de quadro clínico compatível. Em se apresentando sinais e sintomas indicativos de intoxicação, trate o paciente imediatamente, não condicionando o início do tratamento à confirmação laboratorial.
Não existem exames laboratoriais específicos. Podem ser realizados dosagem de eletrólitos, exame de urina tipo I e função renal.

Cimoxanil: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e ela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento:
Mancozebe: As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação. Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.

1. Remover roupas e acessórios e lavar a pele (incluindo pregas,
cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão.

2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.

3. Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Atentar para o nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos e 1 g/kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.

4. Emergência, suporte e tratamento sintomático: manter as vias aéreas permeáveis, se necessário através de entubação orotraqueal, aspirar secreções e oxigenar Adotar medidas de assistência vetilatória, se necessário. Monitorar a oxi ena ão oximetria ou asometria, ECG.
Amilase sérica. Tratar pneumonite, convulsões e coma se ocorrerem Manter observação por no mínimo 24 horas após o desaparecimento dos sintomas. Administração do EDTA cálcio-sódio acelera a eliminação do manganês.

Cimoxanil: Não há antídoto específico. Em caso de ingestão recente de grandes quantidades, procedimentos de esvaziamento gástrico, tais como lavagem gástrica, poderão ser realizados. O carvão ativado poderá ser administrado para diminuir a absorção gastrintestinal, devendo ser administrado associado a laxantes salinos. O tratamento sintomático deverá compreender, sobretudo, medidas de suporte como correção de distúrbios eletrolíticos e metabólicos, além de assistência respiratória. Monitoramento das funções hepática e renal deverá ser mantido. Em caso de contato ocular, proceder à lavagem com soro fisiológico seguida de oclusão e encaminhamento para avaliação oftalmológica.

Efeitos sinérgicos:
Há uma interação sinérgica já bem documentada entre o cimoxanil, oxadixil e mancozeb no controle de doenças causadas por Peronosporales em plantas. O mecanismo do sinergismo ainda não foi elucidado.

Contra-indicações:
O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração. O Cimoxanil é incompatível com materiais alcalinos.

Atenção:
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: 0800 7710032

MECASNISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO EM ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Mancozebe: Estudos efetuados com animais de laboratório demonstram que o Mancozebe é parcialmente absorvido após ingestão oral, de forma moderadamente rápida O seu metabolismo é extenso e complexo, podendo apresentar variações de acordo com a dose absorvida. O principal metabólito é a etilenotiouréia. Distribui-se por todo o organismo e em maior quantidade na tireóide. Sua eliminação se dá tanto pelas fezes quanto pela urina, e pela bile, em menor quantidade.
CimoxaniL: ratos tratados à dose diària de 2.500 ppm durante o período de 24 dias e posteriormente submetidos à dose única de 10,4 mg do princípio ativo marcado com carbono radioativo eliminaram cerca de 89% da dose (71 % urina, 11 % fezes e 7% expirado/ar) em um período de 72 horas. O principal metabólito identificado na urina foi o 14C-glicina « 20oC), entretanto o composto original não foi detectado.

Efeitos agudos e crônicos para animais de laboratório:

Efeitos agudos do CURATHANE* SC:
- DL50 oral (ratos): > 5.000 mg/kg
- DL50 aguda dérmica (ratos): > 4.000 mg/kg
- CL50 aguda inalatória (4 horas) para ratos: > 4,255 mg/
- Irritação ocular: Foram observadas alterações mlnlmas relacionadas ao tratamento nas conjuntivas (hiperemia, edema e secreção) nas leituras de 1 e 24 horas nos três coelhos testados. Os sinais de irritação retornaram ao normal em 48 horas após o tratamento. Nenhuma alteração relacionada ao tratamento foi observada na córnea e íris. Não foi observada qualquer retenção do corante de fluoresceína na superfície da córnea dos animais tratados, em nenhum dos exames realizados. Nenhum dos coelhos expostos ao produto-teste apresentou alterações comportamentais e clínicas durante o período de observação.
- Irritação dérmica: Um leve eritema relacionado ao tratamento foi observado nas leituras em 1, 24, 48 e 72 horas nos três animais testados. Todos os sinais de irritação retornaram ao normal em 7 dias. Nenhum edema relacionado ao tratamento foi observado em nenhuma das leituras realizadas Foi notada a presença de descamação na pele de dois coelhos na leitura de 7 dias. Nenhuma alteração comportamental relacionada ao tratamento foi notada durante o período de observação Na avaliação macroscópica da pele dos dois coelhos foi observada a presença de descamação na área de aplicação, enquanto a avaliação microscópica revelou a presença de uma leve e focal reação inflamatória apenas em dos coelhos.
- Sensibilização cutânea Não sensibilizante.

Efeitos crônicos :

Mancozebe:
A médio prazo, o Mancozebe tem uma dose de nenhum efeito observável, após administração oral, em ratos, de 7,42 mg/kg/dia para machos e 9,24 mg/kg/dia para fêmeas, sendo o único efeito observado a queda de níveis de T4 e TSH. A longo prazo, o Mancozebe não provoca nenhum efeito irreversível O Mancozebe não é teratogênico, carcinogênico ou mutagênico
Potencial Embriofetotóxico para coelhos o nível sem efeito materno (NOEL) foi de 30 mg/Kg. Não foi observada toxicidade aos fetos em quaisquer das doses testadas. Não foi detectado aumento na incidência de mal formações a quaisquer das doses testadas.
Reprodução e prole Mancozeb quando administrado na dieta de ratos por duas gerações, nas concentração de O (controle), 30, 120 e 1200 ppm não produziu nenhum efeito adverso quanto à capacidade reprodutiva, saúde e sobrevivência da prole. Nos animais parentais nenhum efeito relacionado ao tratamento foi observado a 30 ppm.
Potencial carcinogênico (ratos): o nível sem efeito observado (NOEL) foi de 125 ppm.

Cimoxanil:
Potencial Embriofetotóxico para coelhos: a administração do produto não afetou o número médio de corpos lúteos, a incidência de prenhez, a implantação, reabsorção, tamanho da ninhada, viabilidade fetal ou peso corpóreo dos fetos. O nível de efeito não observ;:ível foi de 32 mg/Kg/dia.
Reprodução e prole nenhum efeito relacionado a substância foi observado na dose de 100 ppm e doses abaixo. Portanto, o nível de efeito adverso não observado em ratos adultos e suas ninhadas foi de 100 ppm.
Potencial carcinogênico (ratos): no estudo de alimentação com ratos machos e fêmeas por 2 anos, o produto foi administrado através da dieta à doses de O, 100, 500 e 2.500 ppm. O nível de efeito não observável foi de 100 ppm.
Em estudos de longo prazo não apresentou características mutagênicas, teratogênicas ou carcinogênicas, nem tampouco efeitos sobre a reprodução.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE

- Este produto é:
PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

Este produto é altamente tóxico para microcrustáceos e algas. Evite a contaminação ambiental- Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamento.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. - Aplique somente as doses recomendadas.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em casos de armazéns deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL LTDA., telefones de emergência: (Oxx11) 4449-3222,4449-1616 e 4605-5111.
Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtro).
Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado - recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e idFlntificr.ldo dFlvidamente. O oroduto derramr.ldo ni30 deverá mais 5er utilizado. Neste caso. contate a empresa registrante, pelo telefone indicado acima, para que seja feito o recolhimento pela mesma. Lave o local com grande quantidade de água.

Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha este material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, e conate o órgão ambiental e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, CQ2 OU PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamento de Proteção Individual- recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1,4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; - Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão, seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; - Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas
O armazenamento das embalagens vazias até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

INSTRUÇÕES PARA EMBALAGENS SECUNDÁRIAS (NÃO CONTAMINADAS):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuano, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS V AZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILlZAÇÃO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados a este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e a rovado ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Qualquer agente de controle de doenças pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos fungicidas:
Qualquer produto para controle de doenças da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em aplicações consecutivas do mesmo patógeno, no ciclo da cultura.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Doenças (MID) quando disponíveis e apropriados.