Bula Curavial

acessos
Sulfometuron-methyl
8198
Du Pont

Composição

Sulfometurom-metílico 750 g/kg Sulfoniluréia

Classificação

Regulador de crescimento
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Não Classificado

Cana-de-açúcar (maturação) Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Não classificado
(Não classificado)
20 g.p.c./ha - 30 a 60 L de calda/ha (aéreo) Uma aplicação por ciclo da cultura. 21 dias. Realizar a aplicação 40 e 60 dias antes do corte de início da safra, em lavouras de cana-de-açúcar com no mínimo 9 meses de plantio ou do último corte. Para a região Centro-Sul ocorrerá entre fevereiro a abril, e na região Nordeste entre junho a agosto. Aplicar quando a cultura estiver em pleno desenvolvimento vegetativo, sob condições de umidade e temperatura acima de 21ºC; sob a ameaça de chuva suspender as aplicações

Sacos multifoliados, metálicos (Alumínio), de plástico, de papel, de nylonlpoli, caixas e barricas de papelão, bombonas plásticas e baldes metálicos (Ferro), contendo: 100, 200, 300, 400 e 500 g; e 1.0, 1.5, 5.0 e 10.0 kg. Embalagens tipo "minibulk" e "bulk" metálicas (Ferro), de fibra, de plástico contendo: 50, 100 e 200 kg. Sacos metálicos (Alumínio) e plástico contendo sacos hidrossolúveis, de 20, 40, 60, 80, 100, 200, 250 e 500 g, 1; 2; 2,5 e 3 kg.

INSTRUÇÕES DE USO: Curavial é um regulador de crescimento do grupo químico das sulfoniluréias, recomendado como maturador para a cultura da cana-de-açúcar.

Curavial caracteriza-se como inibidor de crescimento vegetal. Apresenta ação sistêmica, sendo que após a sua absorção pelas folhas da cultura, atua nas regiões meristemáticas afetando tanto o crescimento como inibindo a divisão celular. A paralização do desenvolvimento do meristema apical provoca uma redução no entrenó formado por ocasião da aplicação. Em seguida ocorre processo de armazenamento de sacarose no colmo, ao invés de emissão de novas folhas, o que acarreta em redução no índice de chochamento ou isoporização. O acumulo de sacarose em decorrência da aplicação, acarreta em matéria prima de melhor qualidade permitindo um aumento na capacidade de moagem da indústria.

Como Curavial não provoca a morte da gema apical, os entre nós formados após a aplicação retomam seu crescimento normal, isto permite à cultura, condições de colheita por mais tempo. Caso o corte da área aplicada seja atrasado, isto não acarraterá em perdas ou danos à cultura.

Curavial utilizado na cultura da cana-de-açúcar proporciona uma maior flexibilidade ao agricultor possibilitando o planejamento do corte e o manejo técnico da cultura, através da antecipação das condições fisiológicas adequadas para a colheita. A soqueira subsequente de áreas tratada com Curavial apresenta desenvolvimento da brotação normal, sem qualquer efeito do produto sobre a mesma.

Tanto antes como após a aplicação é interessante que seja feito monitoramento dos parametros tecnologicos através de amostragens periódicas, em áreas tratadas com Curavial para se determinar o melhor momento da colheita.

Em condições favoráveis à maturação natural a eficiência do produto poderá diminuir.

CULTURA, DOSES, NUMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇAO: Cana-de-açúcar: 20 g/ha + 0,1 % de óleo mineral ou espalhante adesivo.

Realizar uma aplicação de Curavial por ciclo da cultura entre 40 e 60 dias antes do corte da cana-de açúcar, desde que esteja em seu pleno desenvolvimento vegetativo (entre 10 e 12 meses). Para cana bisada este período poderá ser superior a 12 meses.

• MODO EQUIPAMENTO DE APLICAÇAO:
A aplicação de CURAVIAL é feita exclusivamente por via aérea.
Aplicação area
• Antes da aplicação de CURAVIAL o equipamento de pulverização deve estar limpo, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
• Aplicar através de aeronaves agrícolas equipadas Com Barra e dotadas de bicos de jatos cônicos cheio da serie D ou CP que produzam gotas de 200 a 400 micra altura de vôo 2 a 4 m sobre a cultura, densidade de gotas de 20 a 30 gotas/cm', volume de aplicac5o: 20 a 50 litros de calda/ha.
• N.5o sobrepor as faixas de aplicação.
• Condições climáticas: devem ser respeitadas condições de velocidade do vento de 3 a 15 km/hora, temperatura inferior que 302C e unidade relativa superior a 55 %, visando reduzir ao maxim° as perdas por deriva e evapora43o.
• Não realizar aplicação em condições de inversão térmica e de correntes ascendentes. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
• PREPARO DA CALDA:
Antes do preparo da calda, realize a limpeza do tanque pulverizador para evitar possíveis contaminações entre produtos. Verifique no item Lavagem do equipamento de aplicag5o como proceder.
No tanque de pre-mistura preparar uma calda homogênea utilizando a dose de CURAVIAL® recomendada e adicionando nesta fase o espalhante adesivo (primeiramente o CURAVIAL° e em seguida o espalhante adesivo).
Fazer a transferência desta pre-mistura para o tanque da aeronave completando o volume com água.
• LAVAGEM DO EQUIPAMENTO DE APLICACAO:
Após a aplicação do produto, ou em caso de utilização da aeronave para aplicação em outras culturas, deverá ser feita a descontaminação completa da aeronave, conforme vigente.
Procedimento para a descontaminação: Sempre utilize os equipamentos de proteção individual recomendado em PRECAUOES APOS A APLICACAO.
1. Lavar muito bem , com água limpa e sab5o, interna e externamente o avi5o, circulando água pelas tubulações e bicos.
2. Encher o tanque cio avião com água limpa adicionando urna solução de amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1 litro por 100 litros de água.
3. Circule esta solução pelas mangueiras, barras filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque coai água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra, bicos e difusores. Esvazie o tanque ene local adequado a este tipo de procedimento, conforme legislação vigente.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo N°2 e 3.
6. Para finalizar, enxágüe completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes
É recomendado a descontaminação da aeronave imediatamente após a aplicação para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. 0 adiamento, mesmo por poucas horas, somente faz a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em contaminação cruzada cone outros produtos e/ou danos à outras culturas.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.
• RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental, de acordo com as normativas vigentes.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao
equipamento de aplicação e ao clima. O APLICADOR É RESPONSÁVEL POR CONSIDERAR TODOS ESSES FATORES QUANDO DA DECISÃO DE APLICAR.
Para o gerenciamento da deriva devem ser observados fatores como: presença nas proximidades de culturas para as quais o produto não esteja registrado, condições climáticas, estádio de desenvolvimento da cultura, etc.
EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é utilizar equipamentos e/ou bicos de pulverização que permitam gerar gotas de diâmetro de 200 a 400 micra. APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS! Veja instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.
Cana-de-açúcar: 21 Dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E AREAS TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo Órgão responsável pela Saúde Humana — ANVISA/MS)
LIMITAÇOES DE USO:
• Não utilizar o produto em desacordo as instruções do rotulo e bula.
• Não aplicar mais de 20 gramas/ha de CURAVIAL: por ciclo da cultura.
• Não aplicar em plantas que apresentem "estresse".
• Não aplicar através de sistemas de irrigag5o.
• A cana-de-açúcar em que foi aplicado CURAVIAL não deve servir para alimentação animal.
• Chuvas extremamente pesadas apos a aplicação podem resultar em uma baixa performance na ação maturadora de CURAVIAL. Observar um período mínimo de 4 horas entre a aplicação e a primeira chuva.
• Utilizar a calda imediatamente apos o preparo. Nunca utilizar calda preparada no dia
anterior.
• A sobreposição de faixas de aplicag5o pode causar fitotoxicidade na cultura.
• Para a rotação de cultura observar o período mínimo de 60 dias apos a aplicação para o plantio de culturas para as quais o CURAVIAL não está registrado.
• Não aplicar em quaisquer corpos d'agua tais como lagos, reservatórios, agudes, represas, rios, ribeirões e etc.
• Não abastecer o pulverizador em qualquer corpo d'agua.
• Não contaminar corpos d'água tais como lagos, reservatórios, açudes, represas, rios, ribeirões, criações e áreas de preservag5o ambiental, com sobra da aplicag5o ou embalagem do produto utilizado.
• Não use palha, torta de filtro e bagaço de cana-de-açúcar tratada com CURAVIAL. diretamente ou ao redor de plantas para as quais o produto não está registrado. Apos o período de 12 meses da aplicação de CURAVIAL não ha restrições para este MO.
• Durante a aplicag5o, não permitir que CURAVIAL. atinja plantações vizinhas por deriva ou vento.
• Embora não se conheça na pratica casos de incompatibilidade, o produto deve ser utilizado apenas conforme recomendação.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTÍDOTOS E TRATAMENTOS NO QUE DIZ RESPEITO À SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES GERAIS:
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2, óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
• Manuseie o produto em local arejado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
Evite a inalação ou aspiração do produto, e seu contato com a pele. Caso isso aconteça, SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Não utilize equipamentos com vazamentos.
Em caso de aeronave com cabine aberta, utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2, protetor ocular; touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Não reutilize a embalagem vazia.
• Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada (24 h).
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
• Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação do produto.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito. Entretanto é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado. Caso o vômito ocorra, deite o paciente de lado para evitar que aspire resíduo.
Olhos: PRODUTO EXTREMAMENTE IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o para assistência médica mais próxima.
Pele: Em caso de contato com a pele, lave com água e sabão neutro em abundância.

Grupo químico: Sulfoniluréia
Classe toxicológica: III - Mediamente tóxico.

Sitomas e sinais clínicos: A toxicidade oral aguda de Sulfometuron-metil é muito baixa, a DL 50 de metil de sulfometuron em ratos é maior que 5000 mg/kg. A toxicidade de dermal aguda da também é baixa, a DL dérmica em coelhos fêmeas é amior que 2000 mg/kg. Não é irritante nem sensibilizante dérmico. Irritane moderado em olhos de coelho. A inalação aguda apresenta uma CL50 em tomo de 5.3 mg/L em ratos, sendo tóxica por esta rota.Estudo crónico em animais, demonstrou vários efeitos tóxicos.
Experimentos em cães na dose de 25 mg/kg/pc/dia, a contagem de céulas vermelhas no sangue ficou reduzida e aumento no peso do fígado. Em dois outros estudos 90 dias em ratos, os animais apresentaram leucositose e anemia na dose de 375 mg/kg/pc/dia.

Mecanismos de ação, absorção e excreção: Rapidamente absorvido via gastrointestinal, a meia-vida em ratos variou de 28 a 40, horas, dependendo da dose (16 mg/kg e 3000 mg/kg, respectivamente).
Estudos de metabolismo com Sulfometuron-methyl em animais, demonstraram que o produto é amplamente absorvido com rápida distribuição sistêmica pelos tecidos. O produto foi e4pnsivamente metabolizado a Sulfometuron-methyl hidroxilado, oque fEcilitou a sua rápida eliminação sendo excretado através da principalmente urina e fezes pelo organismo em 28 — 40 horas após a administração e quase a totalidade da dose administrada (mais de 90 %), foi eliminada dentro de 96 horas. O Sulfometuron-methyl não apresenta potencial para bioacumulação.

Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação de exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.

Tratamento: Não há antídoto específico conhecido.Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico, manutenção das funções vitais. Adotar medidas terapêuticas imediatas para reduzir ou impedir a
absorção, neutralizar a ação do produto ou intensificar sua eliminação.

ATENÇÃO: As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência para INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica - RENACIAT — ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa:. : 0800 7010109

Efeitos agudos e crônicos:
Curavial® apresentou baixa toxicidade quando administrado por via oral, dérmica ou inalatória em testes com animais. Sintomas reversíveis de edema e eritema foram observados, entretanto
o produto apresentou-se como não irritante ou sensibilizante da pele apresentou também toxicidade bem como não foram observadas lisões no exame histopatológico. DL 50 oral de maior que 5.000 mg/kg em ratos, DL 50 dérmica maior que 5.000 mg/kg em ratos, CL 50 inalatória maior que 5,3 mg/L.
Com base nos testes em animais de laboratório, a ingestão repetida de Sulfometuron-methyl poderá produzir redução no ganho de peso corpóreo, alterações hepáticas e anemia hemolítica.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇAO AO MEIO AMBIENTE

•Este produto é:
- MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
•Este produto é ALTAMENTE MÓVEL apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
•Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
•Evite a contaminação ambiental - Preserve a natureza.
•Não utilize equipamento com vazamento.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais
quentes.
•Aplique somente as doses recomendadas.
•Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e
demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
•A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona
contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a
saúde das pessoas.
•Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma
distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e
cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos
de animais e vegetação suscetível a danos.
•Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal
concernentes às atividades aeroagrícolas.

Instruções de armazenamento do produto, visando sua conservação e prevenção contra acidentes:
•Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
•O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
•A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
•O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
•Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
•Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas,
principalmente crianças.
•Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
•Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
•Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES
•Isole e sinalize a área contaminada.
•Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DU PONT DO BRASIL S.A. - telefone de emergência 0800 701 0109
•Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtro).
•Em caso de derrame, siga as instruções abaixo: •Piso pavimentado: Recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e
destinação final.
•Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme
indicado acima. •Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
•Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

• LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's — Equipamentos de Proteção Individual —recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes
procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no
pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição
vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
-Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do
pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva, e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens
cheias.

•DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da
compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem
vazia.

•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXIVEL:

•ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagem Padronizada - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

•DEVOLUÇÃO DE EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas -modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

•ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

•ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

•DEVOLUÇÃO DE EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

•TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

•DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

•É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO

•EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

•PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes aprovados pelo órgão ambiental competente.

•TRANSPORTE DE AGROTÓXICO, COMPONENTES E AFINS
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes, quando disponível.

- O uso continuado de produtos com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população a ele resistentes.
- Como prática de manejo e resistência deverão ser aplicados produtos, cone diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura.
Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de produtos com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.