Bula Decis Ultra 100 EC

acessos
Deltamethrin
6298
Bayer

Composição

Deltametrina 100 g/L Ectoparasiticidas

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Contato, Ingestão
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicudo
(Anthonomus grandis)
100 mL p.c./ha 100 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Iniciar o tratamento quando os botões estiverem com nível de 10 % de dano econômico
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
7,5 mL p.c./100L água - 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. Para o controle do Bicho Furão as aplicações devem ser realizadas quando for constatado os primeiros sintomas de ataque nos frutos
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
50 a 70 mL p.c./ha 2 a 10 L/planta 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. No controle da Cigarrinha em termonebulização adicionar 2 a 3 litros de óleo mineral na dose recomendada por hectare. Para a cigarrinha deve-se pulverizar no início da infestação
Cigarrinha
(Oncometopia facialis)
3,5 mL p.c./100L água 2 a 10 L/planta 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 21 dias. Para a cigarrinha deve-se pulverizar no início da infestação
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
40 a 50 mL p.c./ha 200 L de calda/ha 10 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 1 dia. Iniciar o tratamento ao aparecimento dos primeiros sintomas de ataque, dirigindo o jato para o cartucho da planta

Peso líquido: 100, 250 e 500 ml; 1, 2, 5 e 20 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURA, OBSERVAÇÕES: Citros: Oncometopia facialis (Cigarrinha): Em termonebulização adicionar 2 a 3 litros de óleo mineral na dose recomendada por hectare.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

MILHO: Iniciar o tratamento ao aparecimento dos primeiros sintomas de ataque, dirigindo o jato para o cartucho da planta. Volume de calda de 300 l/ha.

ALGODÃO: Iniciar o tratamento quando os botões estiverem com danos próximos ao nível de dano econômico (10%).

CITROS: Para o controle do Bicho Furão as aplicações devem ser realizadas quando for constatado os primeiros sintomas de ataque nos frutos. Para a Cigarrinha deve-se pulverizar no início da infestação. Volume de calda de 2 a 10 litros por planta de acordo com o volume da copa.

FORMA DE APLICAÇÃO: O produto deverá ser diluído em água nas doses recomendadas e aplicado em cobertura total das plantas. A aplicação do produto poderá ser efetuada com pulverizadores terrestres costais manuais ou motorizados, tratorizados, termonebulizadores (geradores de "fog") e aeronaves agrícolas.

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:

PULVERIZADORES TERRESTRES: BICOS: COSTAIS MANUAIS E TRATORIZADOS: Para uma melhor cobertura e distribuição das gotas dentro da massa foliar e atingir corretamente o alvo desejado é recomendável o uso dos bicos de jato cônico vazio que permitem uma combinação adequada de ponta e difusor (core). Costais motorizados: Estes equipamentos utilizam bicos do tipo rotativos. Os bicos ou orifícios disponíveis são utilizados para o controle do volume de aplicação, as gotas de pulverização são geradas pelo volume de produto e velocidade da corrente de vento gerados pelo equipamento sobre um disco fixo ou móvel. Quando em operação de aplicação, manter sempre a rotação do motor em aceleração total, mantendo um fluxo de vento constante, bastante forte para a geração de gotas adequadas pelo bico rotativo.

ALTURA DA BARRA OU DOS BICOS DE PULVERIZAÇÃO: Costais manuais e tratorizados: Todos os bicos de uma barra de pulverização deverão ser mantidos alinhados à mesma altura em relação ao topo da cultura. Os bicos de jato cônico vazio deverão trabalhar a uma distância ou altura mínima de 50 cm em relação ao topo das plantas. Costais motorizados: Trabalhar com o bico a uma altura mínima de 0, 50 cm do topo das plantas ou à distância mínima de 1 metro em relação a arbustos e árvores.

PRESSÃO: Costais manuais e tratorizados: (uso de bicos de jato cônico vazio): Para os pulverizadores costais manuais (de alavanca, pressão retida ou de gás) a pressão de trabalho, deverá ser de 60 a 70 psi e para os pulverizadores tratorizados, deverá ser de 80 a 100 psi. Costais motorizados: Nos equipamentos em que a calda de pulverização chega pela ação do seu peso e gravidade até o bico, manter sempre este posicionado abaixo da linha inferior do tanque, caso contrario haverá diferencial de volume pulverizado quando o mesmo estiver acima daquela linha. Isto será evitado se o pulverizador possuir uma bomba (opcional) acoplada ao motor, forçando o deslocamento do líquido até o bico de pulverização.

VOLUME DE APLICAÇÃO: Costais manuais e tratorizados: Recomendável utilizar 80 a 200 l/ha ou até que se observe uma cobertura uniforme das plantas. Costais motorizados: Utilizar volumes de 10 a 100 litros de calda por hectare, ao até que se tenha uma distribuição uniforme das gotas sobre o alvo desejado. Volumes altos determinam um excesso de fluxo sobre os bicos, reduzindo sua eficiência, geração e deposição uniforme das gotas sobre o alvo desejado.

DIÂMETRO E DENSIDADE DE GOTAS: Costais manuais, motorizados e tratorizados Depositar uniformemente sobre o alvo desejado sempre um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV (diâmetro mediano volumétrico) de 110 a 150 (micrômetros). Para melhorar o efeito e o período de controle do produto, evitar sempre o escorrimento sobre as folhas.

FAIXA DE DEPOSIÇÃO: Costais manuais e tratorizados: Considerar sempre no uso de um bico individual ou vários em uma mesma barra, a faixa de maior uniformidade de distribuição das gotas em diâmetro e densidade, sem falhas ou áreas em excesso. Costais motorizados: Nestes equipamentos a faixa de deposição apresenta uma distribuição de gotas bastante variável na distância que vai da saída do bico até um máximo de 8 metros. Considerar sempre a faixa útil de 3 a 5 metros de acordo com o tipo de equipamento em uso, verificando e analisando isto através de papéis coletores de deposição em condições de campo e cultura.

PULVERIZAÇÃO COM AERONAVES AGRÍCOLAS (aviões, helicópteros e ultraleves): BICOS: Utilizar bicos de jato cônico vazio da série D ou similar, com a combinação adequada de ponta e difusor (core) ou bicos rotativos tipo MICRONAIR, que permitam a geração e deposição de um mínimo de 40 gotas/cm2 com um DMV (VMD) de 110 a 150 (micrômetros).

NÚMERO DE BICOS NA BARRA DE PULVERIZAÇÃO: Para aviões tipo IPANEMA, qualquer que seja o modelo, utilizar 40 a 42 bicos, fechando os bicos próximos as pontas das asas e três intermediários na extremidade interna das asas e próximos ao corpo (fuselagem) do avião. Manter em operação os oito bicos originais existentes sob a "barriga" (fuselagem) do avião e sempre posicionados no mesmo ângulo dos bicos das asas. Para outros tipos ou modelos de aeronaves, utilizar o número e disposição dos bicos, que permitam uma uniformidade de distribuição das gotas sobre a faixa de deposição, evitando a influência e perda das gotas pelos vórtices de pontas das asas.

ALTURA DE VÔO: Com aviões IPANEMA, qualquer modelo, a maior uniformidade de geração e distribuição das gotas na faixa de deposição, é obtida na altura mínima de vôo de 4 a 5 metros, sempre considerada em relação ao alvo ou o topo da cultura. Outros modelos de aeronaves, a altura mínima de vôo recomendada será de 3 a 4 metros do alvo desejado. O controle da deriva deverá ser efetuado pela alteração do ângulo dos bicos de pulverização e do diâmetro das gotas.

VOLUME DE APLICAÇÃO: Nas aplicações com diluição do produto em água, utilizar vazões de 10 a 30 litros/hectare. Poderão ser usados bicos hidráulicos ou rotativos. Os bicos rotativos tipo MICRONAIR, só deverão ser utilizados ou recomendados quando o volume por bico, não exceder de 15 litros/minuto.

FAIXA DE DEPOSIÇÃO: Para aviões tipo IPANEMA, ou similares, utilizar a faixa de deposição entre 15 e 20 metros. Para aviões de maior porte, a faixa de deposição será limitada pela densidade de gotas requeridas sobre o alvo desejado. Na dúvida consultar o Departamento Técnico ou Engenheiro Agrônomo da Empresa.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS: Qualquer que seja o equipamento de pulverização, durante toda a aplicação, deverão ser observadas as seguintes condições climáticas: Temperatura ambiente (local da aplicação): abaixo de 32 °C; Umidade relativa do ar (local da aplicação): mínima de 55 %; Velocidade de vento: acima de 2 km/h até o máximo de 10 km/h. Evitar as aplicações com velocidades de vento inferiores a 2 km/h, devido a possibilidade ou ocorrência do fenômeno de inversões térmicas.

OBSERVAÇÕES: Considerar sempre como a umidade relativa do ar, um dos fatores mais importante e de maior atenção e monitoramento durante todo o processo de aplicação dos produtos, pois determinará a maior ou menor velocidade de evaporação e perda das gotas, com uma maior ou menor deriva ou arraste pelos ventos.

TERMONEBULIZADORES (geradores de "fog" ou neblina): Estes equipamentos utilizam um processo bastante diferente de geração das gotas, daquelas produzidas pelos equipamentos costais ou tratorizados. Em um processo a quente, há formação de gotas com um DMV bastante fino, permitindo que as mesmas permaneçam um tempo muito longo em suspensão no ar e controlem os insetos em vôo.

BICO: Pré definido para o tipo do equipamento gerador de neblina, constitui-se parte integrante do mesmo prescindindo de escolha ou variação de características. Direcionar durante as aplicações o bico do equipamento e a neblina (fog) gerada, mais para a base das plantas e lateralmente ou posteriormente ao deslocamento da máquina, caminhando sempre contra a direção das correntes aéreas.

VOLUME DE APLICAÇÃO: A aplicação é feita em ultrabaixo volume (2 a 3 l/ha), na mistura de óleo mineral com a dose adequada do produto.

FAIXA DE DEPOSIÇÃO: Por ser uma aplicação com gotas finas, leve e alta densidade das mesmas, permanecendo em suspensão no ar ambiente, terá um alcance na dimensão que se mantiver densa permitindo que os insetos em vôo sejam contaminados pela retenção do aerosol produzido.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS (somente para termonebulização): Ao contrario das pulverizações com costais manuais ou motorizados, tratorizados e aeronaves agrícolas, as condições favoráveis e mais recomendáveis para a aplicação com termonebulizadores são: Umidade relativa do ar: acima de 60 %; Temperatura ambiente: abaixo de 22 °C; Ventos: abaixo de 2 km/h (0, 5 m/seg) preferentemente em calmaria total, nas condições acima, causando uma estabilidade da nuvem no ambiente e aumentando o seu efeito sobre o alvo desejado.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Algodão: 7 dias; Milho: 1 dia; Citros: 21 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: : (De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana- ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO: Não utilizar como inseticida aquático, bem como misturar com produtos de reação alcalina.

PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Ao abrir a embalagem, faça de maneira a evitar respingos.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
- Não utilize equipamentos com vazamentos.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- Não utilize Equipamentos de Proteção Individual (EPI) danificados.
- Quando for descartar as embalagens, use luvas e botas de borracha.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:
- Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA
PRIMEIROSSOCORROS.
- Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA
PRIMEIROSSOCORROS.
- Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local
arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
- Use óculos protetores, macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu
impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto contra o vento, o produto produz neblina.
- Use óculos protetores, macacão e avental impermeáveis, luvas e botas de borracha, chapéu
impermeável de abas largas, máscara com filtro de carvão ativado.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área já aplicada até o término do intervalo de reentrada
na área.
- Mantenha o restante do produto em sua embalagem original, adequadamente fechado, em local
trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Tome banho, troque e lave as suas roupas, separado das roupas domésticas.
- Não reutilize as embalagens vazias.
- Após cada aplicação lave e faça a manutenção em todos os Equipamentos de Proteção Individual.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem,
rótulo, bula e/ou receituário agronômico.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a
pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente por pelo menos 15 minutos. Evite que a
água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão
neutro.
Inalação: Se o produto for inalado (“respirado”), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis,
por exemplo.
ANTÍDOTOS E TRATAMENTO (INFORMAÇÕES PARA MÉDICOS):
Não há antídoto específico conhecido. Tratamento sintomático de acordo com o quadro clínico,
manutenção das funções vitais. Nos casos de ingestão utilizar catártico salino e carvão ativado.
Avaliar a necessidade de lavagem gástrica, como medida de prevenção de absorção, até uma hora
após a exposição, sempre protegendo as vias aéreas (este procedimento só deve ser realizado se a
vítima estiver consciente). Ocorrendo qualquer sinal de irritação ou perfuração do trato
gastrointestinal ou se o paciente apresentar sinais de queda de consciência, estes procedimentos
devem ser evitados.
Eventuais convulsões podem ser tratadas com benzodiazepínicos IV (Diazepam ou Lorazepam). Nos
casos de exposição dérmica pode ser utilizado vitamina E tópica para prevenir e tratar os efeitos.
MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO:
O Deltametrina pode provocar uma queda no potencial de amplitude de ação, marcada pela
despolarização de membranas e eventual bloqueio total da atividade neural, o mecanismo envolve
receptores GABA. O produto pode ser absorvido através da pele e apresenta baixa toxicidade em
mamíferos, pois foi prontamente metabolizado através da reação de clivagem do éster, em ácido
crisantêmico e álcool, sendo então, oxidado e excretado através da urina. Não houve acúmulo da
substância nos tecidos e órgãos.
EFEITOS AGUDOS:
Em estudos toxicológicos agudos em animais foram observados efeitos de: córeo-atetose, salivação
excessiva, lacrimejamento, hipersecreção nasal, hipersensibilidade, distúrbios sensoriais cutâneos
(formigamento, entorpecimento e sensação de queimação), irritação cutânea, cefaleia intensa, perda
do apetite, fadiga, tonturas, perda da consciência e cãimbras musculares.
EFEITOS CRÔNICOS:
Em estudos toxicológicos crônicos (exposição durante toda ou boa parte da vida dos animais), com
administração de diferentes concentrações de Deltametrina, não foram registradas evidências de efeitos
crônicos relacionados à administração do produto.
EFEITOS COLATERAIS:
Por não ser de finalidade terapêutica, não há como caracterizar os efeitos colaterais.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
DISQUE-INTOXICAÇÃO:0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológicas RENACIAT - ANVISA/MS
Telefone de Emergência da Empresa: 0800-7010450
Centro de informações toxicológicas: 0800-410148 (PR) .

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
( ) Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I)
(x) MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
( ) Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III)
( ) Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV)
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos e peixes.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água.
Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E
PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BAYER S/A - telefone de emergência: 0800-0243334.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de
borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d’água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado - absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo - retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d’água - interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2, PÓ QUÍMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
- LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI’s - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na
posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
- DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.
- TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
- DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA
OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA
EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
- TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex: controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

O inseticida Decis Ultra 100 EC contém o ingrediente ativo Deltametrina. Na classificação de mecanismos de ação de inseticidas do IRAC pertencente ao grupo 3A, dos piretroides, que atuam como moduladores de canais de sódio.
Para as culturas que normalmente exigem um número elevado de aplicações durante o ciclo vegetativo, tecnicamente é recomendada a rotação com inseticidas de grupos químicos e modo de ação diferente, visando prolongar a vida útil dos inseticidas e retardar o aparecimento de pragas resistentes.
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Podemos prolongar a vida útil dos inseticidas, implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI):
a) Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
b) Utilizar somente as doses recomendadas na bula;
c) Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência de inseticidas (MRI). Para informações adicionais sobre resistência de insetos, modos de ação e monitoramento de resistência, visitem o site do IRAC (Insecticide Resistance Action Committee), http://www.irac-br.org.br

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.