Bula Dormex

acessos
Cyanamide
1095
Basf

Composição

Cianamide 520 g/L Carbimida

Classificação

Regulador de crescimento
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Sistêmico
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
8 a 15 L p.c./ha 1000 a 1500 L de calda/ha - Valores referentes aos estados do RS, SC e PR. Não determinado. Quando as gemas atingirem o estádio B (verificar bula do produto com ilustração do estádio "B".). Adicionar 4% de óleo mineral emulsionável na calda
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
10 a 12 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - Valores referentes às demais regiões do Brasil (exceto RS, SC e PR). Não determinado. Quando as gemas atingirem o estádio B (verificar bula do produto com ilustração do estádio "B".). Adicionar 4% de óleo mineral emulsionável na calda
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
5 a 6 L p.c./ha 500 L de calda/ha - Valores referentes às demais regiões do Brasil (exceto RS, SC e PR). Não determinado. Quando as gemas atingirem o estádio B (verificar bula do produto com ilustração do estádio "B".). Adicionar 4% de óleo mineral emulsionável na calda
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
4 a 7 L p.c./ha 500 a 700 L de calda/ha - Valores referentes aos estados do RS, SC e PR. Não determinado. Quando as gemas atingirem o estádio B (verificar bula do produto com ilustração do estádio "B".). Adicionar 4% de óleo mineral emulsionável na calda
Pêssego Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
6 a 8 L p.c./ha 1000 L de calda/ha - - Não determinado. Pulverizar entre 30 a 45 dias, antes da época normal da brotação
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
3 a 4 L p.c./ha 500 L de calda/ha - - Não determinado. Pulverizar entre 30 a 45 dias, antes da época normal da brotação
Uva Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
4 a 20 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha - Valores referentes aos estados do RS e SC. Não determinado. Pulverizar logo após a poda, quando as gemas ainda estiverem dormentes
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
12 a 40 L p.c./ha 600 a 800 L de calda/ha - Valores referentes aos estados do RS e SC. Não determinado. Pulverizar logo após a poda, quando as gemas ainda estiverem dormentes
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
6 a 10 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Valores referentes à região Sudeste e estado do PR. Não determinado. Pulverizar logo após a poda, quando as gemas ainda estiverem dormentes
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
18 a 30 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Valores referentes à região Sudeste e estado do PR. Não determinado. Pulverizar logo após a poda, quando as gemas ainda estiverem dormentes
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
10 a 12 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Valores referentes para demais regiões do Brasil (exceto região Sudeste e estados do RS, SC e PR). Não determinado. Pulverizar logo após a poda, quando as gemas ainda estiverem dormentes. Para aplicações durante o período de maio a agosto nas regiões Norte e Nordeste
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
30 a 36 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Valores referentes para demais regiões do Brasil (exceto região Sudeste e estados do RS, SC e PR). Não determinado. Pulverizar logo após a poda, quando as gemas ainda estiverem dormentes. Para aplicações durante o período de maio a agosto nas regiões Norte e Nordeste
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
12 a 14 L p.c./ha 200 L de calda/ha - Valores referentes para demais regiões do Brasil (exceto região Sudeste e estados do RS, SC e PR). Não determinado. Pulverizar logo após a poda, quando as gemas ainda estiverem dormentes. Para aplicações durante o período de maio a agosto nas regiões Norte e Nordeste
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
36 a 42 L p.c./ha 600 L de calda/ha - Valores referentes para demais regiões do Brasil (exceto região Sudeste e estados do RS, SC e PR). Não determinado. Pulverizar logo após a poda, quando as gemas ainda estiverem dormentes. Para aplicações durante o período de maio a agosto nas regiões Norte e Nordeste

Embalagens: 1, 5, 10, 20, 50, 100 e 200 L.

INSTRUÇÕES DE USO:

Muitas espécies de plantas perenes alternam ciclos de intensa atividade vegetativa e reprodutiva com períodos de repouso, durante os quais as diversas gemas se mantêm dormentes. A quebra da dormência, para um novo ciclo, é induzida pela ação de auxinas, que se formam sob condições específicas; períodos de baixa temperatura são necessários para que determinadas espécies, variedades e/ou cultivares de plantas formem uma quantidade suficiente de auxinas.

Quando o número de horas de frio, durante o inverno, é insuficiente, a quebra da dormência tende a ser irregular ou insuficiente, e as consequências podem ser produtividade baixa e/ou irregular.

Uma aplicação de Dormex sobre a gema substitui o estímulo de auxinas, provocando uma brotação vigorosa e uniforme. A necessidade de uso de Dormex®, bem como a dose, dependem de muitos fatores, que para uma mesma variedade podem ser diferentes de local para local e de ano para ano, considerando-se principalmente o número de horas de frio ocorridas. As recomendações, portanto, são genéricas e precisam ser ajustadas à situação de cada pomar ou cultura.

CULTURAS / DOSES/ NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

MAÇÃ: Região RS, SC e PR: dose de 0,8-1,0. Região de SP e MG: dose de 1,0-1,2. Período de aplicação: Pulverizar quando as gemas atingirem o estágio B. Adicionar 4% de óleo mineral emulsionável na calda.

PÊSSEGO: Dose de 0,6-0,8. Período de aplicação: Pulverizar entre 30 a 45 dias, antes da época normal da brotação. Quando as gemas estiverem no final do estágio A, adicionar 1% de óleo mineral emulsionável.

UVA: Região RS, SC: dose de 2-3 %. Região PR, SP e MG: dose de 3-5 %. Região Norte e Nordeste: dose de 5-6. Pulverizar logo após a poda, quando as gemas ainda estão dormentes. Não deve ser acrescentado óleo via calda, devido ao risco de fitotoxicidade; é conveniente à adição de um espalhante não iônico. Dose de 6-7 para aplicações durante o período de Maio a Agosto na região Norte e Nordeste.

NÚMERO DE APLICAÇÃO: Normalmente apenas um tratamento.

MODO DE APLICAÇÃO: DORMEX deve ser diluído em água e aplicado por pulverização sobre os ramos, de fornla a atingir todas as gemas; os ramos devem ser bem molhados até o ponto de escorrimento. Normalmente DORMEX é aplicado em plantas desfolhadas. Quando as plantas estão enfolhadas e deseja-se apenas despertar um certo número de gemas, deve-se fazer um tratamento localizado diretamente sobre essas gemas, sem atingir a folhagem.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Caldas de DORMEX podem ser aplicadas com pulverizador costal manual. A montagem de 2 bicos, em extensões recurvadas de forma a se atingir dois lados de um ramo ao mesmo tempo, é conveniente. Pode-se empregar pulverizadores motorizados, com mangueiras e pistolas, ou com bicos montados em estruturas fixas, de forma que os jatos atinjam as partes das plantas a tratar. Considera-se que para culturas plantadas em linhas próximas, há uma tendência dos jatos ultrapassarem as linhas que estão sendo tratadas e atingir linhas vizinhas. Evitar superposições de jatos. Usar bicos com jato cônico cheio, a baixa pressão.

VOLUME DE CALDA: DORMEX deve ser pulverizado até o ponto de escorrimento, de modo que atinja as gemas; portanto, o volume de calda depende do equipamento de pulverização e da quantidade de galhos, troncos e idade da planta a ser tratada.

RECOMENDA-SE PARA A CULTURA DE:

MAÇÃ: aplicação tratorizada de 1000 a 1500 l/ha, aplicação com costal de 500 a 700 l/ha.

PÊSSEGO: aplicação tratorizada de 1000 a 1200 l/ha, aplicação com costal de 500 a 600 l/ha.

UVA: aplicação em área total de 600 a 800 l/ha, aplicação com jato dirigido de 200 a 400 l/ha.

COMPATIBILIDADE: DORMEX é um produto muito reativo e não deve ser aplicado com nenhum outro produto, exceto óleo mineral emulsionável, como ASSIST, ou espalhante, quando especificamente recomendados. Quando em contato com fungicidas cúpricos, pode haver reação com formação de cianamida cúprica, de coloração negra, sem efeito na quebra de dormência. Para evitar isto, é necessário um intervalo de 3 semanas entre o uso de cupricos e DORMEX ou 1 semana quando da aplicação de DORMEX depois cúpricos.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Recomenda-se aguardar o completo secamento do produto sob troncos e galhos das plantas tratadas; utilizar Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados pelo Ministério da Saúde.

LIMITAÇÕES DE USO: DORMEX deve ser aplicado após a maturação das gemas, porém antes de seu entumescimento, sob o risco de ocorrer necrose e conseqüente abortamento da brotação. DORMEX, quando aplicado sobre ramos verdes, folhas, flores ou frutos, é fitotóxico. Quando se tem planta debilitada, um excesso de brotação pode leva-las ao esgotamento. Usando-se DORMEX, é conveniente reforçar o fornecimento de fertilizantes. Seca prolongada dificulta ou impede a brotação. Se após o tratamento ocorrer um período de seca, recomenda-se efetuar uma irrigação. Tempo frio continuado, pode retardar a brotação, mesmo com aplicação de DORMEX. Uma chuva nas primeiras horas após o tratamento tende a remover o produto antes da absorção, pelo que pode ser necessário repetir o tratamento. DORMEX é uma formulação instável, com decomposição do ingrediente ativo quando submetido a temperaturas acima de 20°C. A degradação do produto resulta numa elevação do valor do pH da solução, que tem por consequência uma aceleração no processo de decomposição, forma-se um precipitado cristalino, em processo irreversível.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não ingerir álcool 24 horas antes e após o manuseio do produto; Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto; Não utilize equipamento com vazamento; Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca; Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use Protetor Ocular: se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente, VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscaras cobrindo o nariz e a boca: caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use Luvas de Borracha: ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos: use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, óculos ou viseira facial, luvas, botas e avental impermeável.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação. A pulverização do produto produz neblina; use máscara cobrindo o nariz e a boca. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas. Não efetue aplicação do produto por pincelamento ou imersão de ramos das plantas em recipientes com calda do produto. Não aplique o produto com equipamento improvisado.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Não guarde o produto com alimentos. Tome banho, troque e lave as suas roupas. Não guarde o produto em refrigeradores domésticos.

PRIMEIROS SOCORROS: Em caso de ingestão, não provoque vômito. Realize imediatamente lavagem gástrica e tratamento sintomático a critério médico. A demora no atendimento pode ser fatal. Em caso de contato com os olhos, lave-os imediatamente com água limpa, por 15 minutos. Procure o médico, levando a bula do produto. Em caso de inalação, remova o paciente para local arejado. Procure o médico, levando a bula do produto. Em caso de contato com a pele, lave-a imediatamente com água e sabão em abundância. Procure o médico, levando a bula do produto.

ANTÍDOTO: Não há antídoto específico.

INFORMAÇÕES PARA O MÉDICO: Sintomas de intoxicação: Vermelhidão da pele, hipotensão, aceleração do pulso, náuseas, sensação de calor, dores de cabeça, irritação da pele e nas membranas mucosas. A ingestão de álcool, antes ou após o contato com o produto, intensifica estes sintomas.

TRATAMENTO MÉDICO: Tratamento sintomático.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO: Se ingerida, Cianamida Hidrogenada é absorvida e metabolizada no organismo, sendo excretada principalmente pela via urinária. Cianamida Hidrogenada não tende a se acumular no organismo.

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: Dormex(r) pode causar efeitos agudos severos, se ingerido. Em estudos realizados em animais de laboratório, Dormex(r) se mostrou um severo irritante para pele e olhos de coelhos, não sendo sensibilizante para pele de cobaias. Quando em contato com a pele, Dormex(r) é corrosivo. Em estudos a longo prazo, Dormex(r) não apresentou potencial para ocasionar efeitos crônicos.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE: Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamento com vazamentos. Aplique somente as doses recomendadas. Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes. Este produto não deve ser aplicado próximo a ambientes alagados naturais. Não lave o equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO: Mantenha o produto em sua embalagem original. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis, para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns maiores deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843. Observe as disposições constantes da legislação Estadual e Municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contate as autoridades locais competentes e a Empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara). Isole e sinalize a área contaminada. Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos d'água naturais, siga as instruções: Piso pavimentado: Absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados . Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água. Solo: Retirar as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada. Corpos d'água: Interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

DESTINAÇÃO ADEQUADA DE RESÍDUOS E EMBALAGENS: Quando ocorrer sobras de pequenas quantidades do produto, estas podem ser distribuídas sobre o solo, algumas semanas antes do plantio, em local onde não possa haver contaminação de fontes, rios ou lagos. A desativação de grandes quantidades do produto deve ser feita através de incineração, utilizando-se fornos autorizados pelo órgão de meio ambiente à temperatura de 900ºC durante 3 segundos. Não reutilize embalagens vazias. Observar legislações Estadual e Municipal específicas. Fica proibido o enterrio de embalagens em áreas inadequadas, consulte o Órgão Estadual de Meio Ambiente.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.
Recomenda-se, de modo geral, o manejo integrado de doenças, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, controle biológico, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Incompatível com fungicidas cúpricos.