Bula Entrust

acessos
Espinosade
5710
Dow AgroSciences

Composição

Espinosade 800 g/kg Espinosinas

Classificação

Inseticida, Cupinicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Não sistêmico, Controle biológico

Tambor plástico:
20, 50, 100 e 200 Kg;

Tamborete plástico ou papelão:
1, 5 e 10 Kg;

Saco plástico ou papel:
10; 20; 50, 100; 113,4; 120; 250 e 500g
1, 5, 10 e 20 Kg;

Caixa papelão:
250 e 500 g
1 kg.

Tipo de embalagem:
Sacos (papel, papel aluminizado, papel plastificado, papel aluminizado com fecho zip, plástico, filme/plástico hidrossolúvel, plástico aluminizado, plástico aluminizado com fecho zip) de 0,3g; 0,6g; 0,9g; 1g; 1,1g; 1,2g; 1,5g; 10g; 20g; 30g; 40g; 50g; 60g; 80g; 100g; 120g; 140g; 150g; 180g; 200g; 210g; 200g; 240g; 250g; 300g; 330g; 400g; 420g; 500g; 510g; 600g; 800g; 810g; 900g; 1; 1,08; 1,1; 1,2; 1,3; 1,32; 1,4; 1,44; 1,5; 1,56; 1,6; 1,68; 1,8; 1,9; 1,92; 2; 2,04 quilos

Sacos contendo sub-embalagens (papel, papel aluminizado, papel plastificado, papel aluminizado com fecho zip, plástico, plástico aluminizado, plástico aluminizado com fecho zip) de 10; 12; 15; 18; 20; 24; 30; 36; 40; 45; 48; 50; 55; 60; 72; 75; 80; 90; 96; 100; 110; 120; 140; 150; 180; 200; 210; 220; 240; 250; 280; 300; 330; 400; 420; 500; 510; 600; 700; 800; 810; 900 gramas; 1; 1,08; 1,1; 1,2; 1,3; 1,32; 1,4; 1,44; 1,5; 1,56; 1,6; 1,68; 1,8; 1,9; 1,92; 2; 2,04 quilos

Frasco com tampa rosqueável (plástico) 60, 90, 120, 240, 480, 960gramas e 1,08, 1,2, 1,5kg

Frasco com tampa rosqueável contendo sub-embalagens (plástico) 120, 240, 480, 960, 1,08, 1,2 1,5 kg

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS e PRAGAS:
ENTRUST* deve ser utilizado em aplicação localizada, para controle de cupim de montículo Cornitermes cumulans.

DOSE: 0,15 a 0,30 gramas de ENTRUST* , diluidas em 100 mL de água, por cupinzeiro.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO:
Certifique-se de que o cupinzeiro esteja ativo. Para isto, utilizando-se de uma barra de ferro (3/8”), perfure o montículo até atingir a câmara celulósica (menor resistência na penetração da barra). Retorne à área cerca de 4 – 7 dias depois e verifique se os orifícios foram tapados. Se isto tiver ocorrido indica que o cumpinzeiro está ativo. Neste caso, aplicar o produto de acordo com o indicado em modo de aplicação.

MODO DE APLICAÇÃO:
O tratamento se dá com a diluição do inseticida Entrust* em água e posterior aplicação nos orifícios reabertos com a barra de ferro. A dosagem recomendada é de 0,15 a 0,30 gramas de ENTRUST* (0.12 a 0.24 gramas do ingrediente ativo) diluidas em 100 mL de água por cupinzeiro. Avaliações do desempenho do produto podem ser realizadas entre 30 e 45 dias após a aplicação, procedendo-se da seguinte maneira: com o auxilio de uma picareta e um enxadão, destruir o cupinzeiro e observar a presença e atividade dos cupins. Se observada a atividade, reaplicar o produto. Utilize pulverizadores costais para a aplicação do produto. Entrust* deve ser aplicado apenas em cupinzeiros ativos e com altura não superior a 50 cm. A aplicação deve ser feita utlizando-se de pulverizadores costais dos modelos PJH, Supremo, Vesatili, X15, 405-11 código 439-03ou similares.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Não estabelecido devido à modalidade de aplicação (aplicação tópica em cupinzeiros).

LIMITAÇÕES DE USO: Somente utilizar o produto de acordo com as instruções de rótulo e bula.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURENTE A APLICAÇÃO:
Evite o máximo possível o contato com a área de aplicação.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2 (ou P3 quando necessário); óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.

Precauções Após Aplicação:
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda vestidas para evitar contaminação.
Os equipamentos de proteção individual (EPls) recomendados devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante. Não reutilizar a embalagem vazia.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.

Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.

Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.

Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.

Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.

A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico:
Espinosinas

Classe toxicológica:
Classe III - Mediamente tóxico

Mecanismo de toxicidade:
Estimulação dos receptores nicotínicos da acetilcolina das células pós-sinápticas, com possível atuação no sistema GABA; susceptível de causar excitação dos! motoneuronas.

Vias de absorção:
Digestiva (sobretudo alimentar) e cutâneo-mucosa
Possível absorção respiratória nas atividades profissionais realizadas acima de 20°C

Sintomas e sinais clínicos:
Irritação e dor ocular
Irritação cutânea
Em caso de grande absorção, pode aparecer uma síndrome nicotínica: I midríase, mialgia, fasciculações musculares, tremores e fraqueza. Pode haver, paralisia de musculatura respiratória levando à morte. Taquicardia e hipertensão; arterial podem manifestar-se. 1 Exposição crônica ou repetida: possibilidade de lesões renais e hepáticas - vacuolização intracitoplasmática, com acumulação de fosfolipídios.

Toxicocinética:
Após absorção o produto é rapidamente metabolizado e eliminado pelas fezes e pela urina.

Diagnóstico:
Noção de exposição aguda, crôinica ou repetida.
Sinais clínicos.

Tratamento:
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação:
- Remover roupas e acessórios e lavar a pele(incluindo pregas, cavidades e. orifícios) e cabelos, com água corrente abundante e sabão neutro.
- Se houver exposição ocular,irrigar abundantemente com soro fisiológico ou, I água, por no mínimo 15 minutos, colocando a cabeça em posição lateral para, evitar a contaminação do outro olho.
- Em caso de ingestão importante, proceder à lavagem gástrica e administrar carvão ativado. Atentar para nível de consciência e proteger as vias aéreas do risco de aspiração.

Suporte e tratamento sintomático: Manter vias aéreas permeáveis, se necessário através de intubação oro - traqueal, aspirar secreções e oxigenar. Atenção especial para fraqueza de musculatura respiratória e parada! respiratória repentina, hipotensão e arritmias cardíacas. Adotar medidasi de assistência ventilatória, se necessário, e controlar função renal e hepática.

Efeitos sinérgicos:
Não há relatos.

Atenção:
As intoxicações pro agrotóxicos estão incluídas entre as enfermidades de notificação compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência
Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT - ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa: (Oxx11) 4449-3222; 4449-1616; 4605-5111

Antídoto e Tratamento Médico de Emergência:
Não há antídoto específico. Tratamento sintomático.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO:
Em estudos com ratos, o produto radiomarcado administrado oralmente em doses de até 100 mg/kg peso vivo foi rapidamente absorvido, metabolizado e excretado. A rota de absorção foi ingestão e a principal rota de excreção foi fecal para ambos os fatores (A e D). Cerca de 80% do fator A e 66% do fator O foram absorvidos, sendo que 20% do fator A e 34% do fator D foram excretados sem absorção. Após 48 horas da administração da dose, 60 e 80% dos fatores A e D, respectivamente, foram recuperados na urina e fezes. A maior rota de metabolismo e excreção aparentemente foi à conjugação com glutathione, posterior secreção pela bile e excreção através das fezes. A meia vida variou de 25-42 horas.

EFEITOS AGUDOS E CRÕNICOS PARA ANIMAIS DE lABORATÓRIO:
Foram realizados testes de toxicidade aguda e crónica com o produto Técnico Spinosad, contendo 850 g/L do ingrediente ativo por litro do produto formulado.

Efeitos por exposição aguda:
DL50 oral para ratos: >3783mg/Kg
DL50 dérmica para coelhos: >2000mg/Kg

Irritabilidade dérmica: O produto foi considerado não irritante para pele de coelhos. Nenhuma irritação foi observada em 72 h de teste.

Irritabilidade ocular: leve a moderada hiperemia conjuntival e quemose 1 hora após a aplicação do produto nos olhos de coelhos. Todos os sintomas foram revertidos, em todos os animais dentro de 48 horas, indicando que o produto foi considerado irritante para a mucosa ocular de forma reversível sendo classificado como Classe III - medianamente tóxico.
Sensibilização cutânea: o produto foi considerado não sensibilizante para pele de cobaia.

Efeitos por exposição crônica:
Em estudo crónico realizado por dois anos com ratos recebendo administração diária, o grupo de animais que recebeu doses superiores às máximas toleradas apresentou diminuição de peso e aumento na mortalidade.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

• Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
• Não utilize equipamentos com vazamentos.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
• Aplique somente as doses recomendadas.
• Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
• A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
• Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
• O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
• A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
• O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
• Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
• Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
• Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
• Em casos de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
• Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
• Isole e sinalize a área contaminada.
• Contate as autoridades locais competentes e a Empresa DOW AGROSCIENCES INDUSTRIAL L TDA. - telefones de Emergência: (Oxx11) 4449-3222.
• Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscaras com filtros).
• Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. ° produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipente lavrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contacte o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores DE ÁGUA EM FORMA DE NEBILNA, DE CO2 OU PÓ QUíMICO, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM EMBALAGEM RíGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPl's - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-o na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê¬la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA:
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE:
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA):

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuano, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

ORIENTAÇÕES PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGEM:

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS:
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTO IMPRÓPRIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICO, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

RECOMENDAÇÕES PARA O MANEJO DE RESISTÊNCIA A INSETICIDAS E ACARICIDAS
Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos inseticidas e acaricidas:
Qualquer produto para controle de pragas da mesma classe ou de mesmo modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula.
Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.
Incluir outros métodos de controle de pragas (ex. controle cultural, biológico etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.