Bula Gardomil

acessos
S-Metolacloro
3813
Syngenta

Composição

S-Metolacloro 960 g/L Cloroacetanilida

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo, Pré-emergência

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas. Poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com a cultura desenvolvida e porte de 40 a 50 cm, em jato dirigido
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
0,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação sequencial Não determinado devido à modalidade de emprego Na dosagem indicada do produto, aplicar em pré-emergência do Algodão
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação sequencial Não determinado devido à modalidade de emprego Na dosagem indicada do produto, aplicar em pós-emergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas. Poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com a cultura desenvolvida e porte de 40 a 50 cm, em jato dirigido
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas. Poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com a cultura desenvolvida e porte de 40 a 50 cm, em jato dirigido
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas. Poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com a cultura desenvolvida e porte de 40 a 50 cm, em jato dirigido
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas. Poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com a cultura desenvolvida e porte de 40 a 50 cm, em jato dirigido
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
0,6 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação sequencial Não determinado devido à modalidade de emprego Na dosagem indicada do produto, aplicar em pré-emergência do Algodão
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas. Poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com a cultura desenvolvida e porte de 40 a 50 cm, em jato dirigido
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,25 a 1,5 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Aplicação sequencial Não determinado devido à modalidade de emprego Na dosagem indicada do produto, aplicar em pós-emergência inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre em pré-emergência
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação em área total Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação em área total Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação em área total Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação em área total Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação em área total Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação em área total Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação em área total Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca após o corte da cana
Feijão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas
Girassol Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1 a 1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas
Caruru rasteiro
(Amaranthus deflexus)
1 a 1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1 a 1,25 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação logo após o plantio ou no máximo 1 dia depois Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e das culturas
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,25 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Maria preta
(Solanum americanum)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes, até na fase de charuto da cultura do milho. Poderá ser feito, também, em faixas de aproximadamente 50 cm, ao longo do sulco de plantio Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação, na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Capim arroz
(Echinochloa crusgalli)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,75 a 2 L/ha 150 a 300 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,75 a 2 L/ha 150 a 300 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Capim custódio
(Pennisetum setosum)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1,5 a 1,75 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Caruru roxo
(Amaranthus hybridus)
1,5 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Erva quente
(Spermacoce latifolia)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Joá de capote
(Nicandra physaloides)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Maria preta
(Solanum americanum)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,75 a 2 L/ha 150 a 300 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,75 a 2 L p.c./ha 150 a 300 L de calda/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1,5 a 2 L/ha 150 a 300 L/ha 40 a 50 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação na pré-emergência das plantas infestantes Não determinado devido à modalidade de emprego Aplicações na pré-emergência das plantas infestantes e poderá ser aplicado na cultura da soja até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones fechados)

Frasco-Plástico: 0,1; 0,25; 0,5; 1,0; 1,5 e 2,0 Litros.
Lata-Metálico: 0,25, 0,5; 1,0; 1,5; 2,0 e 5,0 Litros.
Bombona-Plástico: 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180 e 200 Litros.
Balde-Metálico: 5; 10; 15; 20 e 25 Litros.
Tambor-Plástico/Metálico: 100; 180; 200 e 220 Litros.
Tambor com sacos internos-Fibra celulósica: 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180; 200 e 220 Litros.
IBC-Plástico: 500; 600; 750 e 1.000 Litros.
Tanque-Plástico/Metálico: 5.000 e 20.000 Litros.
Bag-in-Box-Plástico/Papelão: 5; 10; 15; 20; 25; 100; 180; 200; 220; 500 e 1.000 Litros.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:
GARDOMIL deve ser aplicado logo após o plantio, na pré-emergência das culturas
indicadas e das plantas infestantes.
Culturas de algodão, feijão e girassol: deve ser aplicado logo após o plantio ou no
máximo 1 dia depois, sobretudo se a semeadura foi efetuada nas condições ideais de
umidade do solo, de forma a assegurar garantias totais de pré-emergência das culturas por
ocasião da aplicação do produto.
Obs: Na cultura de algodão poderá ser aplicado também após 4 a 5 semanas do plantio com
a cultura desenvolvida e porte aproximado de 40 a 50 cm, em jato-dirigido, como tratamento
complementar, após o último cultivo mecânico das entrelinhas e as plantas infestantes na
pré-emergência.
Cultura do algodão - Aplicação sequencial: GARDOMIL também pode ser aplicado em
esquema de aplicação sequencial, exclusivamente na cultura do algodão, em área total, que
consiste numa aplicação em pré-emergência da cultura, seguida por uma aplicação em pósemergência
inicial (cultura com 1 a 2 folhas verdadeiras), com as plantas infestantes sempre
em pré-emergência.
Cultura da cana-de-açúcar: aplicar na pré-emergência das plantas infestantes através de
tratamento em área total, na cana-planta logo após o plantio dos toletes, e na cana-soca
após o corte da cana.
O produto poderá ser aplicado sobre a cultura germinada desde que observada a condição
de pré-emergência das plantas infestantes no momento da aplicação.
Cultura do milho: poderá ser aplicado até na fase de charuto estando, porém as plantas
infestantes sempre na pré-emergência.
Na cultura do milho o tratamento poderá ser feito também em faixas de aproximadamente
50 cm, ao longo do sulco de plantio, utilizando-se o pulverizador costal nas pequenas
propriedades ou com equipamento tratorizado nas áreas maiores, com o sistema 3 em 1, no
qual numa única operação se aduba, planta e aplica o herbicida. Neste caso, o controle das
plantas infestantes nas entrelinhas da cultura deverá ser feito com o cultivo mecânico ou
com herbicidas pós-emergentes em aplicação dirigida.
Cultura da soja: poderá ser aplicado até o estádio de palito de fósforo (com cotilédones
fechados).

Início da Aplicação:
Deve-se iniciar a aplicação do GARDOMIL após o restabelecimento do “déficit hídrico”.
Não aplicar nos plantios precoces quando o solo estiver ainda na fase de “déficit hídrico”,
pois o seu funcionamento poderá vir a ser comprometido.
Número de Aplicações:
Desde que aplicado nas condições adequadas, com a observância dos parâmetros
recomendados, normalmente uma aplicação é suficiente para atender às necessidades das
culturas.
Nas altas infestações de capim-marmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária e
trapoeraba, cujas espécies germinam em diferentes camadas, o tratamento pré-emergente
poderá eventualmente necessitar de complemento com um herbicida pós-emergente.
Isto poderá ocorrer particularmente nas culturas de FEIJÃO e ALGODÃO, em que se
aplicam doses menores do produto para assegurar maior seletividade.
No caso específico do ALGODÃO, o uso de aplicação sequencial pode ser uma boa opção
para se obter maior período de controle das plantas infestantes.
Fatores relacionados com a aplicação na pré-emergência:
Para assegurar o pleno funcionamento e eficiente controle das plantas infestantes é
importante que sejam observados alguns pontos que ressaltamos a seguir:
A. Preparo do solo:
A. 1. Sistema de plantio convencional:
1. Culturas de Soja, Milho, Feijão, Girassol, Algodão e Cana-de-açúcar (canaplanta):

O solo deve estar bem preparado com as operações usuais de aração, gradeação,
nivelamento superficial, de modo a obter a camada de solo livre de torrões, cujas
condições são as mais apropriadas para a semeadura e aplicação dos herbicidas.
Nas áreas com altas infestações de espécies que germinam nas camadas mais
profundas como o capim-marmelada, capim-carrapicho, capim-braquiária e trapoeraba a
última gradeação que antecede o plantio deverá ser feita no máximo 3 dias antes da
semeadura e da aplicação dos herbicidas.
2. Cana-soca: As operações de preparo de solo para aplicação do herbicida consistem
no enleiramento da palha, cultivo e adubação da soqueira, efetuados após o corte da
cana.
A.2. Sistema de Plantio-Direto:
Culturas de soja e milho: As operações de preparo de solo consistem no manejo e
dessecação das plantas infestantes ou das culturas de inverno.
A condição fundamental é assegurar a total pré-emergência da área destinada ao cultivo
no momento da semeadura e da aplicação.
A.3. Sistema de Cultivo Mínimo:
Sistema de cultivo recomendado nas altas infestações de gramíneas:
Após as operações normais de preparo do solo ou dessecação, aguardar a germinação
plena do primeiro fluxo de plantas até que atinja o estádio de pós-emergência inicial (4
folhas e no máximo início de perfilhamento). Em seguida, efetuar o plantio e 24 horas
após aplicar o GARDOMIL associado a um dessecante, sem efetuar mistura em tanque
no momento da aplicação dos produtos.
A outra alternativa consiste em dessecar as invasoras germinadas antes, aguardar 3 a 4
dias para plantar e aplicar o herbicida.
B. Umidade do solo:
- O solo deve estar úmido durante a aplicação dos herbicidas;
- Não aplicar no solo seco.
- Não aplicar com o solo seco.
A ação da umidade é fundamental para ativação do herbicida através da incorporação e
distribuição do produto no perfil do solo, de modo a assegurar o pleno funcionamento,
proporcionando uma melhor atividade sobre espécies com hábito de germinar nas
diferentes profundidades no solo (0 - 12 cm).
C. Densidade de infestação das plantas infestantes:
Nas altas densidades de infestação de plantas infestantes, o pleno controle está sujeito a
fatores como dose, condições climáticas, fechamento da cultura, dentre outros. Por
vezes, poderá necessitar de tratamento complementar.
D. Ocorrência de chuvas:
Chuvas normais após a aplicação ou a irrigação da área tratada com o GARDOMIL são
benéficas por promover a incorporação do produto na camada superficial, favorecendo
sua pronta ação. Sobretudo, no sistema de plantio direto, proporciona o rápido
carreamento dos produtos para o solo, favorecendo sua distribuição no perfil do solo.
A ocorrência de chuvas excessivas e contínuas após a aplicação, entretanto, poderá
causar rápida lixiviação abaixo do banco de sementes, acarretando redução no período
de controle e reinfestação precoce da área tratada.
E. Ocorrência de veranico:
A ocorrência de veranico poderá influenciar na atividade dos herbicidas no solo,
acarretando:
1. mau resultado no controle e reinfestação de espécies que germinam nas camadas
mais profundas: Capim-marmelada, Trapoeraba.
2. degradação acelerada do produto (fotodegradação): quando da exposição às
condições de seca por mais de 2 a 3 semanas, e consequente redução da atividade
biológica.
F. Ventos:
Não aplicar com ventos superiores a 10 km/hora, devido aos problemas de forte deriva.
MODO DE APLICAÇÃO:
GARDOMIL deve ser aplicado na forma de pulverização, nas respectivas culturas
recomendadas, através de tratamento em área total, com a utilização de pulverizadores
terrestres convencionais ou aéreos, neste caso, devendo ser observado os parâmetros
normais para este tipo de aplicação.
GARDOMIL deve ser aplicado com auxílio de equipamentos convencionais terrestres,
pulverizadores costais, manual ou pressurizado, e pulverizadores tratorizados adaptados de
barras e nas áreas extensivas, poderão ser aplicados também via aérea com a utilização de
aviões agrícolas ou helicópteros.
Preparo da Calda:
Os produtos nas quantidades pré-determinadas poderão ser despejados diretamente no
tanque do pulverizador parcialmente cheio (1/4 do volume cheio), e com o sistema de
agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume d’água.
Pulverizadores terrestres - parâmetros de aplicação:
Bicos recomendados: Utilizar bicos leque do tipo Teejet - 80.02, 80.03, 80.04, 110.02,
110.03, 110.04 ou similares.
Pressão da bomba: 30 a 60 libras por polegada quadrada.
Vazão: 150 a 300 litros de calda por hectare.
Observações: Nos pulverizadores costais os bicos mais recomendados são os de leque:
80.02, 80.03 ou 110.02, 110.03.
Nas regiões sujeitas a ventos acentuados, as aplicações na pré-emergência poderão ser
feitas com uso de bicos anti-deriva do tipo FULLJET, como o FL 5, FL 6,5, FL 8 à pressão
de 20 a 25 libras por polegada quadrada.
Aplicação aérea - parâmetros para o avião Ipanema:
Bicos - 80.0, 80.5, 80.20
Volume da calda - 40 a 50 litros/ha
Altura do voo - 3 a 4 metros
Temperatura ambiente: até 27ºC
Umidade Relativa do Ar - mínimo de 55%
Velocidade do vento - máxima de 10 km/hora
Faixa de aplicação: 15 metros
Diâmetro das gotas: maiores que 400 micrômetros.
Nota - Nas operações com aeronaves atender às Normas da Portaria 009 de 23 de março
de 1983, da Secretaria Nacional de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura e do
Abastecimento.
Em casos de dúvidas ou na necessidade de esclarecimentos adicionais ou específicos
quanto à utilização do produto, contatar o Departamento de Pesquisa e Desenvolvimento da
SYNGENTA PROTEÇÃO DE CULTIVOS LTDA.
INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcorrer entre a última
aplicação e a colheita):
Não determinado devido à modalidade de emprego.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
24 horas após a aplicação. Caso haja necessidade para reentrar nas lavouras ou áreas
tratadas antes deste período, usar macacão de algodão hidro-repelente de mangas
compridas, touca árabe, protetor ocular, luvas e botas de borracha.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Os efeitos de fitotoxicidade são pouco frequentes e acontecem em situações que favoreçam
sua ocorrência, tais como: chuvas fortes, plantios rasos, dentre outros.
Ressalta-se, porém, que os efeitos abaixo mencionados são temporários e as plantas
retomam o seu crescimento normal sem causar prejuízos na produtividade final.
Sintomas dos efeitos do GARDOMIL:
- Na cultura de milho estes sintomas se manifestam pelo enrolamento das plântulas, por
vezes, forte enrugamento e inibição no crescimento.
- Nas culturas de feijão, algodão e girassol estes sintomas se manifestam através da
clorose, necrose das folhas cotiledonares, encarquilhamento das folhas e inibição
temporária no crescimento.
- Na cultura da soja, a fitotoxicidade somente ocorre em situações drásticas, altas doses
aliadas à alta pluviosidade, e, nestes casos, manifesta-se pelo encarquilhamento das folhas
e inibição temporária no crescimento.
- Na cultura da cana-de-açúcar, a eventual fitoxicidade se manifesta somente se aplicado
sobre a cana germinada, e nestas circunstâncias através da necrose das pontas das folhas
presentes durante a aplicação.
Outras restrições a serem observadas:
- Não aplicar o GARDOMIL em solos mal preparados, com torrões ou em solos secos.
- No sistema de plantio direto, não aplicar nas áreas mal dessecadas ou nas áreas com
reinfestações de plantas infestantes. Deve-se efetuar aplicação com operação de
manejo.
- Nas culturas de Feijão e Girassol, não ultrapassar a dose do GARDOMIL a 1,25 litros/ha.
- Na cultura de Feijão efetuar testes prévios de seletividade antes da aplicação sobre
variedades não relacionadas na recomendação.
- GARDOMIL não é recomendado nos campos de produção de sementes de milho, devido
à maior sensibilidade deste material (híbrido simples, linhagens). Sua utilização será
viável somente através de testes prévios.
- Nas altas densidades de infestação de algumas gramíneas que germinam em diferentes
fluxos (Capim-marmelada, Capim-carrapicho, Capim-braquiária), os tratamentos pré-
emergentes com GARDOMIL poderão vir a requerer um complemento com pósemergente,
dependendo das condições climáticas após aplicação.
GARDOMIL é fortemente adsorvido pelos colóides de matéria orgânica, portanto, nos solos
com alto teor de matéria orgânica deve-se aplicar doses maiores. Nos solos turfosos não
usar o produto.
TOLERÂNCIA DA CULTURA / SELETIVIDADE:
GARDOMIL mostra-se bastante seletivo às culturas indicadas, nas respectivas doses e
sistemas de cultivo recomendados.
Deve-se atentar, entretanto, para os aspectos relacionados com a profundidade de plantio
das culturas. Eventualmente falha na seletividade poderá ocorrer como consequência de
plantios rasos (superficiais). Atentar também para as variedades indicadas e o tipo de solo,
de forma a assegurar a seletividade do produto.
Nas culturas de algodão e feijão deve-se aplicar GARDOMIL logo após a semeadura, ou no
máximo 1 dia depois, com o que se obtém maior segurança na sua utilização. Ainda no caso
da cultura de algodão, a aplicação pode ser feita em pré-emergência da cultura ou no
esquema sequencial.
A planta de milho é tolerante ao produto até a fase de charuto, e a soja até o estádio de
palito de fósforo (com os cotilédones fechados).
A planta da cana-de-açúcar, todavia, apresenta boa tolerância mesmo após germinada em
qualquer estádio de desenvolvimento.
GARDOMIL não pode ser aplicado sobre plantas germinadas de feijão, algodão e
girassol (exceto no caso da aplicação sequencial), devido à maior sensibilidade
destas espécies, principalmente na fase inicial de emergência.

DADOS RELATIVOS A PROTEÇÃO DA SAUDE HUMANA ANTES DE USATR LEIA COM ATEKAO AS INSTRUÇÕES.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO. PRECAUÇÕES GERAIS:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, mascara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço medico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; mascara com filtro combinado classe P2; Óculos de segurança com proteção lateral; -touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o Maximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
- Conforme modo de aplicação, de modo a evitar que o aplicador entre na nevoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a ultima aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; mascara com filtro combinado classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. AREA TRATADA" e manter os avisos ate o final do período de reentrada.
- Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do termino do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o
uso durante a aplicação.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original
em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
- Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na
seguinte ordem: touca árabe, óculos, avental, botas, macacão, luvas e mascara.
- Tome banho imediatamente apos a aplicação do produto.
- Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção apos cada aplicação
do produto.
- Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações
do fabricante.
- Nao reutilizar a embalagem vazia.
PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço medico de emergência levando a embalagem, rotulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vomit°. Caso o vômito ocorrer naturalmente, deite a pessoa de lado. Nunca de nada para beber ou corner a uma pessoa inconsciente.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), levar a pessoa para um local aberto e ventilado

INTOXICAÇÕES POR S-METOLACLORO

INFORMAÇÕES MÉDICAS


Grupo químico CLOROACETANILIDA
Vias de exposição Oral e dérmica
Toxicocinetica S- Metolachlor e absorvido extensamente após ser administrado via
oral. Estudos de laboratórios em ratos indicam que a absorçãoo
atraves da pele é moderada. As principals vias de excrecao sao a urina e fezes.
Mecanismos de Toxicidade Desconhece-se o mecanismo de toxicidade em humanos.
Sintomas e sinais clinicos 0 contato do produto corn os olhos ou pele pode resultar em irritacao.
Nao ha dados de casos de toxicidade aguda em humanos ap6s
ingestao do produto, portanto desconhecem-se os sintomas clínicos de toxicidade.
Diagnóstico Devido a ausencia de sintomatologia especifica, o diagnóstico deve estar baseado somente na história da ingestão do produto. Nao foram desenvolvidos metodos analiticos para determinar a presença de produtos metabolicos em fluidos biológicos.

Antídoto: não existe antídoto especifico.
As medidas gerais de tratamento devem estar orientadas a interromper/suspender a fonte de exposição ao produto, descontaminação gastrointestinal e proteção das vias respiratórias, para evitar aspiração de conteúdo gástrico.
Exposição Oral
A) O tratamento é sintomático e de suporte.
B) Lavagem gástrica: considere ap6s ingestão de uma quantidade de veneno potencialmente perigosa a vida, caso possa ser realizada logo apos a ingestão (geralmente dentro de 1 hora). Contra-indicações: perda de reflexos protetores das vias respirat6rias ou nível diminuído de consciência em pacientes não-intubados; apos ingestão de compostos corrosivos; hidrocarbonetos (elevado potencial de aspiração); pacientes com risco de hemorragia ou perfuração gastrintestinal e ingestão de quantidade não significativa. C) Carvão ativado
1) O carvão ativado se liga a maioria dos agentes tóxicos e pode diminuir a absorção sistêmica deles, se administrado logo apos a
ingestão.
2) O carvão ativado não deve ser administrado a pacientes que ingeriram ácidos ou bases fortes. 0 beneficio do carvão ativado também não é comprovada em pacientes que ingeriram substancias irritantes, onde ele pode obscurecer os achados endoscópicos, nos casos em que o procedimento é necessário.
3) Carvão ativado: administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano. E mais efetivo quando administrado dentro de uma hora apos a ingestão do agrotóxico.
D) Irritação
Observe os pacientes que ingeriram a substancia quanto a possibilidade de desenvolvimento de irritação ou queimadura gastrintestinal ou esofágica. Se estiverem presentes sinais ou sintomas de irritação ou queimadura esofágica, considere a endoscopia para determinar a extensão do dano.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritação no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate brancoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parental.
Exposição Ocular
Descontaminação: lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou sauna a 0,9% a temperatura ambiente, por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimeja mento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento
especifico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave a área

- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTENCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIOAMBIENTE:
- Este produto é:
[ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE l).
[ X ] - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
[ ] - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto e ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto e ALTAMENTE MOVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir, principalmente, águas subterrâneas.
- Este produto e ALTAMENTE TOXICO para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhen¬tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (du¬zentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos. Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal con¬cernentes as atividades aeroagricolas
2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVA00 E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- 0 local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível!.
- 0 local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: ISAMA/DIQUA/CGASO
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Syngenta Proteção de Cultivos Ltda. - tele
fone de emergência: 0800-704 43 04.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos
ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pa
e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. 0 produto derramado não devera mais ser
utilizado. Neste caso, contate a empresa registraste, para que a mesma faca o recolhimento. Lave o local
com grande quantidade de água
Solo: retire as camadas de terra contaminada ate atingir o solo não contaminado, recolha esse material e
coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registraste Conforrne
indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPROPRIOS PARA UTILIZAPAO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM Rígida LAVAVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa a embalagem ate do seu volume; - Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operagao tres vezes;
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os sequintes_procedimentos:
- Imediatamente apos o esvaziamento do conte0do original da embalagem, mante-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - Toda a água de lavagem e dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Apos a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
m armazenamento das embalagens vazias, ate sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local
coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (sets) meses após o termino do prazo de
validade.
m usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo minim° de um ano ap6s a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM Rígida NAO LÁVAVEL
ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
m armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇãO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida
no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de
validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de
validade.
0 usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano ap6s a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, ía
Vies, animais e pessoas.
EMBALAGEM SECUNDARIA (NAO CONTAMINADA ESTA EMBALAGEM NAO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
0 armazenamento da embalagem vazia, ate sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as
embalagens cheias.,

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal,no ato da compra.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAD0 FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registraste ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
E PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU 0 FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE 0 MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINA00 INADEQUADA DA EMBA¬LAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contamição do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPROPRIOS PARA reutilização OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impr6prio para utilização ou em desuso, consulte o registraste através do telefone indicado no rotulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTOXICOS, COMPONENTES E AFINS:
0 transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGAO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FE¬DERAL OU DO MUNICiPI0:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de pragas dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento da população de plantas infestantes a ele resistentes. Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes, deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, consulte um Engenheiro Agrônomo.