Bula Gastoxin Pasta

acessos
Fosfeto de alumínio
529009
Bequisa

Composição

Fosfeto de alumínio 570 g/kg Inorgânico precursor da fosfina

Classificação

Inseticida fumigante
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Inflamável
Corrosivo
Pasta (PA)
Inorgânico fumigante da fosfina
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Besouro do tronco
(Macropophora accentifer)
3 g p.c. / orifício - - O produto deve ser aplicado em dose única por orifício produzido pela praga. Não determinado devido a modalidade de emprego. Deve ser aplicado sempre que ocorrer ataque da praga
Broca dos ponteiros
(Diploschema rotundicolle)
3 g p.c. / orifício - - O produto deve ser aplicado em dose única por orifício produzido pela praga. Não determinado devido a modalidade de emprego. Deve ser aplicado sempre que ocorrer ataque da praga
Coleobroca dos citros
(Trachyderes thoracicus)
3 g p.c. / orifício - - O produto deve ser aplicado em dose única por orifício produzido pela praga. Não determinado devido a modalidade de emprego. Deve ser aplicado sempre que ocorrer ataque da praga

Lata de folhas de flandres de 400 g contendo 8 bisnagas pásticas de 50 g cada uma.
Lata de folhas de flandres de 700 g contendo 14 bisnagas pásticas de 50 g cada uma.
Lata de folhas de flandres de 1500 g contendo 30 bisnagas pásticas de 50 g cada uma.

Lata de folhas de flandres contendo seringas plásticas de 60 g contendo 6 bisnagas pásticas de 10 g cada uma.
Lata de folhas de flandres contendo seringas plásticas de 70 g contendo 7 bisnagas pásticas de 10 g cada uma.
Lata de folhas de flandres contendo seringas plásticas de 80 g contendo 8 bisnagas pásticas de 10 g cada uma.
Lata de folhas de flandres contendo seringas plásticas de 90 g contendo 9 bisnagas pásticas de 10 g cada uma.
Lata de folhas de flandres contendo seringas plásticas de 100 g contendo 10 bisnagas pásticas de 10 g cada uma.
Lata de folhas de flandres contendo seringas plásticas de 120 g contendo 12 bisnagas pásticas de 10 g cada uma.
Lata de folhas de flandres contendo seringas plásticas de 200 g contendo 20 bisnagas pásticas de 10 g cada uma.

INSTRUÇÕES DE USO: GASTOXIN PASTA é inseticida eficaz no combate as Coleobrocas das Plantas Cítricas e à Broca das Mirtáceas.

DOSES E FORMA DE APLICAÇÃO: 3-5 gramas/orifício. CITROS: A aplicação de "GASTOXIN PASTA" é feita introduzindo-se o bico aplicador do tubo nos orifícios de entrada e nas janelas feitas de espaço a espaço, pelas coleobrocas. Veda-se a abertura com o próprio material com auxílio de espátula de plástico. Em se tratando de coleobrocas dos ramos ou dos galhos cujas galerias são descendentes, é importante que a pasta seja colocada nos orifícios mais próximos da larva, o que pode ser observado pela seqüência de orifícios, sendo o de maior diâmetro o mais recente. À distância entre um orifício e outro, quando executado pela mesma larva é de 20 a 25 cm. 1 cm/galeria. NOGUEIRA PECAN: A Broca das Mirtáceas confecciona 1 único orifício, que funciona como entrada e saída, o que permite completa vedação, com excelente efeito fumegante. A aplicação de "Gastoxin-Pasta" é feita introduzindo-se o bico aplica-dor do tubo no orifício feito pela Broca. OBSERVAÇÃO: Para verificar se as larvas, tanto dos Cítricos como das Nogueiras, estão vivas ou ativas, basta constatar a presença de serragens e fezes frescas que saem dos orifícios.

INÍCIO, NÚMERO E ÉPOCA OU INTERVALO DAS APLICAÇÕES: GASTOXIN PASTA poderá ser aplicado conforme as instruções de uso, segundo as normas de fumigação com fosfina, quais sejam: O período de exposição mínima deverá ser contado a partir do momento da aplicação do Fosfeto de Alumínio. A fumigação deverá objetivar a morte das espécies de insetos em todos os seus estágios de vida. É necessário um tempo de exposição não inferior a 3 dias para que se consiga: um total desprendimento da fosfina; harmonizar a resposta da fosfina devido ao tempo de exposição necessário para efetivação do controle dos insetos.

LIMITAÇÕES DE USO: PERÍODO DE CARÊNCIA (dias): Citros: 4 dias; Nogueira Pecan:

FITOTOXICIDADE: A fosfina não apresenta ação fitotóxica às plantas, mesmo em doses elevadas. OBSERVAÇÃO: O uso da fosfina em pasta, além de eficiente é seguro para o aplicador, pois a liberação do gás ocorre algumas horas após a sua colocação no orifício; a dosagem também é ínfima e aplicada em ambiente aberto.

INFORMAÇÕES ADICIONAIS: Informar se o Ingrediente Ativo está registrado no M. Agricultura: O Ingrediente Ativo FOSFINA está registrado no M. Agricultura, inclusive na forma de apresentação - pasta - ora requerida. MÉTODO DE ANÁLISE QUÍMICA: Método Potenciográfico. EMBALAGEM: Embalagens de alumínio com peso líquido de: 400 gramas contendo 8 bisnagas plásticas de 50 g. cada; 700 gramas contendo 14 bisnagas plásticas de 50 g. cada; 1.500 gramas contendo 30 bisnagas plásticas de 50 g. cada.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Medidas Gerais e Primeiros Socorros: Durante a manipulação, preparação da aplicação, use macacão com mangas compridas, capa ou avental impermeável, luvas impermeáveis, chapéu de abas largas, botas, óculos protetor e máscaras protetora especial provida de filtro adequado ao produto. Leia e siga as instruções do rótulo. Mantenha o produto afastado de crianças e animais domésticos. Evite beber, comer ou fumar durante o manuseio ou aplicação do produto. Mantenha o produto afastado de alimentos ou ração animal. Não contamine lagos, fontes, rios e demais coleções de água, lavando as embalagens ou aparelhagem aplicadora, bem como lançando-lhes seus restos. Mantenha a embalagem original sempre fechada e em lugar seco e ventilado. Inutilize e enterre profundamente as embalagens do produto. Mantenha afastado das áreas de aplicação, crianças, animais domésticos e pessoas desprotegidas. Uso exclusivamente agrícola. Após utilização do produto remova as roupas protetoras e tome banho. Não dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Procure imediatamente assistência médica em qualquer caso se suspeita de intoxicação. Aplique somente as doses recomendadas. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas, use luvas impermeáveis. Mantenha a embalagem longe do fogo. Distribua o produto da própria embalagem, sem contato manual.

PRIMEIROS SOCORROS: A inalação dos vapores pode ser fatal. Em caso de inalação remova o paciente para local arejado e chame imediatamente o médico; Produto facilmente absorvido pela pele e mucosas; Evite o contato com os olhos. Caso isso aconteça, lave-os imediatamente durante 15 minutos com água corrente e procure imediatamente o médico levando a embalagem ou o rótulo do produto; Evite o contato com a pele. Caso isso aconteça, lave as partes atingidas com água e sabão em abundância e procure logo o médico levando a embalagem ou o rótulo do produto; Tóxico para peixes; Mantenha o produto em lugar fresco e seco.

SINTOMAS DE ALARME: Sintomas vagos de fadiga, sonolência, tremores e posteriormente dores gástricas, vômitos, diarréia, dores de cabeça, hipotensão arterial, edema pulmonar e choque.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO (Informação de Uso Médico): No caso de ingestão não administre gorduras por acelerarem a absorção do tóxico. Dar a inalar oxigênio e deixar o paciente numa posição descontraída. Aplicar tratamento contra choque. Evitar excessiva acidez gástrica dando oralmente bicarbonato de sódio a 5%. Tratar também eventual edema pulmonar e, além disso, é conveniente dar Thionina (Katalysin) 5-40 cm3 diversas vezes ao dia, por via intravenosa. No caso de haver formação de Methemoglobina ou ter ocorrido intoxicação grave, deve dar-se ácido ascórbico (Vitamina C) 5 cm3 duma solução a 10%, diversas vezes ao dia. Thionina 10 cm3 por solução a 0,2% por via intramuscular. Além disso, é necessário manter normal circulação e controlar o equilíbrio hídrico e a eficiência renal. Em casos extremamente graves, aconselha-se transfusão de sangue.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas (MIP), envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle biológico (predadores e parasitoides), controle microbiano, controle por comportamento, variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos, com mecanismos de ação distintos.

Qualquer agente de controle de insetos pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se a praga-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando-se as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) pode-se prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga;
- Utilizar somente as doses recomendadas no rótulo/bula;
- Em caso de dúvidas, consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o Manejo de Resistência a Inseticidas (MRI);
- Incluir outros métodos de controle de insetos (Ex.: Controle Cultural, Biológico, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para a orientação sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.