Golero
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Diflubenzurom
Registro MAPA:
46925
Empresa Registrante:
Proregistros |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Diflubenzurom | 480 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea
Classe Agronômica:
Inseticida, Acaricida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Fisiológico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Algodão | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Alabama argillacea (Curuquerê) | veja aqui | veja aqui | |
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | veja aqui |
| Canola | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) | veja aqui | veja aqui |
| Ervilha | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Heliothis virescens (Lagarta da maçã) | veja aqui | veja aqui |
| Feijão-caupi | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Elasmopalpus lignosellus (Broca do colo) | veja aqui | veja aqui |
| Fumo / Tabaco | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) | veja aqui | veja aqui |
| Gergelim | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Antigastra catalaunaris (Lagarta enroladeira) | veja aqui | veja aqui |
| Girassol | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Chlosyne lacinia saundersii (Lagarta do girassol) | veja aqui | veja aqui |
| Grão-de-bico | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | veja aqui |
| Lentilha | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Epinotia aporema (Broca das axilas ) | veja aqui | veja aqui |
| Linhaça | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Helicoverpa zea (Lagarta da espiga do milho) | veja aqui | veja aqui |
| Milho | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | veja aqui |
| Soja | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Anticarsia gemmatalis (Lagarta da soja) | veja aqui | veja aqui | |
| Pseudoplusia includens (Lagarta-falsa-medideira) | veja aqui | veja aqui |
| Tomate | Dosagem | Calda Terrestre | |
|---|---|---|---|
| Neoleucinodes elegantalis (Broca pequena do tomateiro) | veja aqui | veja aqui |
| Trigo | Calda Terrestre | Dosagem | |
|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | veja aqui |
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Não Lavável | Caixa | Fibra celulósica | Flexível | Líquido | 12 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Tambor | Plástico | Rígida | Líquido | 200 L |
INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
GOLERO é um produto formulado à base de Diflubenzurom, com ação inseticida e acaricida que atua por ingestão, não tendo efeito sistêmico nas plantas e não penetrando nos tecidos vegetais. Assim, os insetos sugadores não são afetados, conferindo ao produto uma seletividade adicional entre os insetos.
Este produto fisiológico é inibidor da biossíntese de quitina presente na cutícula destes indivíduos. Após a ingestão de GOLERO, as larvas apresentam dificuldade na ecdise. Deste modo, a cutícula malformada do novo instar não suporta a pressão interna na fase da ecdise, impossibilitando o suporte dos músculos envolvidos. Este fato ocasiona a incapacidade de liberar a exúvia, acarretando na morte das larvas.
Indicado para o controle de pragas nas culturas de algodão, arroz, canola, citros, ervilha, feijão-caupi, fumo, gergelim, girassol, grão-de-bico, lentilha, linhaça, milho, soja, tomate e trigo.
GOLERO deve ser aplicado preferencialmente quando as lagartas estiverem nos dois primeiros estágios de desenvolvimento (1º e 2º instares). Como o produto não tem ação de choque, não se deve esperar até que uma alta infestação esteja provocando uma grande desfolha das plantas.
MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO:
GOLERO deve ser diluído em água e aplicado na forma de pulverização na dose recomendada, com qualquer tipo de equipamento terrestre, através de pulverizadores costais (manual, pressurizado ou motorizado), tratorizados com barra, turbo atomizadores ou através de aeronaves.
O produto deve ser aplicado respeitando as condições de velocidade do vento inferior a 10 km/hora, temperatura menor que 30°C, umidade relativa do ar de, no mínimo, 60% e evitar excesso de chuva.
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja as culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente. O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores referentes ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador é responsável por considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. EVITAR A DERIVA DURANTE A APLICAÇÃO É RESPONSABILIDADE DO APLICADOR.
Modo de preparo da calda:
Para preparação da calda, abasteça o pulverizador até 3/4 de sua capacidade, adicione a dose recomendada do produto mantendo um mínimo de agitação para uniformização da calda. Coloque a dose indicada do produto GOLERO em um recipiente com água a parte para se obter uma pré-diluição do produto e adicione ao tanque do pulverizador, após isso complete o volume restante do pulverizador com água e aplique de imediato sobre as plantas.
Informações sobre os equipamentos de aplicação a serem usados:
APLICAÇÃO TERRESTRE: Utilizar bicos cônicos das séries D, X ou equivalente com pressão de 40 a 60 Ib./pol2 (p.s.i.). Para a cultura do Citros, poderá ser usado equipamento tipo pistola ou turbo atomizador.
APLICAÇÃO AÉREA: Algodão, arroz, canola, feijão-caupi, girassol, milho e soja. As pontas e bicos devem ser apropriadas para o tipo de aplicação de maneira que proporcionem uma cobertura uniforme. Largura da faixa deve ser definida por teste, dependendo da altura do vôo. O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa, barras maiores aumentam o potencial da deriva. A altura da barra deve ser regulada de acordo com as instruções do fabricante a fim de proporcional cobertura mais uniforme e menor deriva possível. Atentar para os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entrar na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
• Fitotoxicidade para as culturas registradas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações da bula.
• Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
• Não pulverizar contra o vento e nem em dias de muito vento;
• Não aplicar o produto com temperaturas do ar superiores a 30ºC e umidade relativa do ar inferior a 60%;
• Por ser um produto com ação de contato, é importante que não ocorra chuvas no mesmo dia após a aplicação, de forma a proporcionar maior ingestão do inseticida pelas pragas.
• GOLERO não tem ação de choque e a morte das pragas ocorre alguns dias após o tratamento. Por isso, as aplicações devem sempre ser realizadas em períodos de baixa população das pragas.
• Na cultura do arroz, as aplicações devem ser realizadas quando a água de irrigação não esteja em movimento/agitação.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Incluir outros métodos de controle de doenças (ex. controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.
GRUPO 15 INSETICIDA
O inseticida GOLERO pertence ao grupo 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidóptera – Benzoiluréia) segundo classificação do IRAC, e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do GOLERO como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismos de ação distinto do Grupo 15. Sempre Rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
- Usar GOLERO ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias;
- Aplicações sucessivas de GOLERO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” exceda o período de uma geração da praga-alvo;
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do GOLERO, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das Benzoiluréia não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do GOLERO ou outros produtos do Grupo 15 quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações de dose e de modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; - Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).