Helicovir CI

Geral
Nome Técnico:
Baculovirus - Helicoverpa armigera
Registro MAPA:
19716
Empresa Registrante:
Andermatt do Brasil
Composição
Ingrediente Ativo Concentração
Baculovirus Helicoverpa armigera (HearSNPV) 6,95 g/L
Classificação
Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Microbiológico, Agente biológico de controle
Agricultura Orgânica:
Não

Indicações de Uso

Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico Dosagem Calda Terrestre
Helicoverpa armigera (Helicoverpa) veja aqui veja aqui

Embalagens

Lavabilidade Tipo de Embalagem Material Características Acondicionamento Capacidade

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um inseticida é um inseticida microbiológico eficaz no controle de Helicoverpa armígera em todas as culturas com ocorrência dos alvos biológicos.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Época de aplicação: HELICOVIR deve ser aplicado sobre a cultura, quando for observada a presença de ovos do alvo biológico indicado, na eclosão das primeiras lagartas. Realizar a segunda aplicação 8 dias após a primeira, para prolongar o período de controle das lagartas. Caso necessário, realizar uma nova aplicação, respeitando-se o limite de no máximo 4 aplicações do produto, num mesmo ciclo da cultura.
Modo de aplicação: HELICOVIR deve ser aplicado na forma de pulverização foliar sobre a cultura.
No preparo da calda de aplicação, o pH da água deve estar entre 5,0 e 8,5.
Preparo da calda: antes de adicionar o produto ao tanque do pulverizador, misturar o produto com água em um volume menor, agitar vigorosamente até obter uma solução homogênea e então adicionar ao tanque, mantendo a agitação da calda.

Condições climáticas recomendadas durante a pulverização:
• Umidade relativa do ar acima de 55%
• Temperatura abaixo de 30ºC
• Velocidade do vento entre 3 a 1 O km/h

Aplicação terrestre:
Através de pulverizador costal ou tratorizado, equipados com pontas que reduzem perdas por deriva e promovem uma cobertura homogênea sobre a cultura, conforme as recomendações do fabricante.
Utilizar o volume de calda de 100 a 200L (amendoim, arroz, feijão e soja); 200 a 400 L (algodão, batata, café, milho, milheto, sorgo e girassol); 600 a 1000 L (tomate); 1000 a 2000 L (citros). O volume de calda poderá ser alterado de acordo com os equipamentos de aplicação e a cultura tratada.

Aplicação aérea:
Através de aeronaves agrícolas utilizando volume de calda entre 30 e 50 Uha. As pontas devem ser apropriadas para o tipo de aplicação. Recomenda-se o fechamento de bicos nas pontas das asas para evitar perdas por influência dos vórtices. Evitar aplicações com velocidade do vento inferiores a 3 km/h devido ao fenômeno da inversão térmica.
OBS.: assegurar que a pulverização ou sua deriva não atinjam culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Seguir rigorosamente as instruções da legislação pertinente e vigente.


RECOMENDAÇÕES DE ARMAZENAMENTO E MANUSEIO

Em temperaturas até -1 BºC o produto se mantém líquido e pode ser imediatamente utilizado para aplicação, não necessitando descongelamento.
Armazenamento por 2 anos a 5ºC mantém a integridade do produto.
Armazenamento por mais de 2 anos a -18ºC mantém a integridade do produto.


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NA CULTURA E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendado para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO

Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto é utilizado nas doses recomendadas, não causa danos às culturas indicadas.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

HELICOVIR pode ser usado com sucesso como parte do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP), o qual também pode incluir outros métodos de controle de insetos (Ex. controle cultural, controle químico, etc.). Os princípios e práticas do Manejo Integrado de Pragas incluem avaliação do campo e sistemas de monitoramento (armadilhas com feromônio), correta identificação da praga-alvo, monitoramento populacional, rotação de inseticidas com diferentes modos de ação e tratamento quando as populações da praga-alvo atingirem limiares determinados localmente.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O uso repetido do HELICOVIR ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do HELICOVIR como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo;
• Aplicações sucessivas de HELICOVIR podem ser feitas desde que o período residual total do "intervalo de aplicações" não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas;
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do HELICOVIR ou outros produtos quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).

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