Bula Hexaplus - Ouro Fino

Bula Hexaplus

CI
Clomazona; Hexazinona
13516
Ouro Fino

Composição

Clomazona 400 g/kg
Hexazinona 100 g/kg

Classificação

Terrestre/Aérea
Herbicida
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Seletivo, Sistêmico

Tipo: Frasco
Material: Metálico/ Plástico
Capacidade: 0,1; 0,5; 1,0; 5,0 kg

Tipo: Lata
Material: Metálico/ Plástico
Capacidade: 0,1; 0,5; 1,0; 5,0 kg


Tipo: Saco ( com ou sem saco hidrossolúvel )
Material: Aluminizado/ Plástico
Capacidade: 0,1; 0,5; 1,0; 5,0; 10; 12; 15; 20 kg


Tipo: Saco
Material: Hidrossolúvel
Capacidade: 0,1; 0,2; 0,3; 0,4; 0,5; 1,0; 1,5; 2,0; 2,5; 3,0; 3,5; 4,0 kg

INSTRUÇÕES DE USO

HEXAPLUS® é um herbicida seletivo de ação sistêmica, apresentado na forma de Pó Molhável, para o controle de plantas infestantes em pré-emergência na cultura da cana-de-açúcar. Apresenta duplo mecanismo de ação: 1) A hexazinona: Inibidores de Fotossíntese, atuando inibindo o Fotossistema II (Hexazinona) e no transporte de elétrons causando o acúmulo de elétrons na proteína QB, que por usa vez promove uma peroxidação de lipídios. As plantas daninhas quando emergem apresentam cloroses entre as nervuras das folhas que evoluem para necroses, ocasionando a morte das plantas e 2) o clomazona é metabolizado na forma de 5-Keto clomazona que é o herbicida ativo. A forma do 5-Keto clomazona inibe a 1-desoxi-D-xilulose 5-fosfato sintase (DOXP), um componente chave para a síntese de plastidios isoprenóides, precursores do pigmento fotossintético, determinando a redução do nível de caroteno e fitol e, consequentemente, de clorofila; uma vez que o caroteno protege a clorofila da destruição pela luz solar, o modo de ação do produto se torna bi-direcional, inibindo a produção de clorofila e a produção de pigmentos protetores da mesma, as plantas emergem brancas, por falta de clorofila, morrendo em pouco tempo.

MODO DE APLICAÇÃO

Características da aplicação: As aplicações deverão ser realizadas de acordo com as recomendações desta bula. Hexaplus® é aplicado em cana-de-açúcar, preferencialmente em períodos de baixo índice pluviométrico e/ou quando as chuvas estiverem regulares, pois para ativação do produto é necessária uma quantidade mínima de umidade no solo. Na ausência desta, deve-se aguardar uma chuva leve (mínimo de 10 mm) para sua ativação. Neste caso, se houver plantas infestantes já germinadas, as mesmas devem ser eliminadas através de cultivo (tratorizado ou manual) ou até químico. O solo de deve estar livre de torrões, previamente eliminados por um bom preparo do solo pelo cultivo. O produto é prontamente absorvido pelas raízes das plantas infestantes. O grau de controle e a duração variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo.
Preparo da calda:
Abastecer o tanque pulverizador com ¾ de sua capacidade com água limpa, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto, completando o volume com água. A agitação deve ser constante durante a preparação aplicação do produto.
Prepare somente a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após o seu preparo.
Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Antes da aplicação o equipamento de pulverização deverá estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.
Aplicação terrestre:
- Equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante.
- Altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo. Observar que a barra em toda a sua extensão esteja na mesma altura.
Tipos de pontas (bicos):
Aplicação em pré emergência: usar pontas do tipo TTI - Turbo TeeJet®, com ângulo de 110°, altura da barra de 50 centímetros e pressão de 3 a 4 bar (45 a 60 psi) ou ponta tipo Turf Jet ¼ TTJ04 altura da barra de 60 centímetros do alvo e pressão de 2 a 3 bar (30 a 45 psi) ou ponta similar que produza gotas com DMV entre 428 e 650µm.
Aplicação em pós emergência da cultura: aplicação com pingente na entrelinha da cultura com ponta tipo TF – Turbo Floodjet com pressão de 2 a 2,5 bar (30 a 38 psi) ou ponta similar que produza gotas com DMV entre 428 e 650µm.
Observação: É necessário continua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras para evitar a sobreposição das faixas de aplicação. Recomenda-se o uso de anti-gotejante nas pontas e marcadores que evitem a sobreposição de barras.
Condições climáticas:
Temperatura inferior a 27º C
Umidade relativa: superior a 55%
Velocidade do vento: superior a 2 Km/h e inferior a 10 km/h

Aplicação aérea (somente em pré-emergência da cultura):
-Equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
-Tipo de bicos: cônicos 08, 010 ou 012, core 45.
-Volume de aplicação: 30 à 50 L de calda/há
-Ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º
-Altura de voo: 2 a 4 metros sobre o solo
-Largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma cobertura uniforme.
-Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
-Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
-Observe as normas técnicas previstas na Instrução Normativa n° 2/2008 e Decreto n° 86.765/1981 do Ministério da Agricultura, quando a pulverização utilizar aeronaves agrícolas respeitando as disposições constantes na legislação estadual e municipal.
Condições climáticas:
Temperatura inferior a 25º C
Umidade relativa: superior a 70%
Velocidade do vento: inferior a 10 km/h Faixa de deposição: Aviões IPANEMA e similares:
Faixa média de 15 m. Aviões grandes: não deverá exceder 22m.
Obs.: A aplicação aérea somente deverá ser feita em pré-emergência da cultura com acompanhamento de profissional técnico especializado.

LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO

Antes da aplicação, verifique e inicie a mesma somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo que por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1.Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2.Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3.Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 Litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
4.Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5.Repita o passo 3
6.Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 3 vezes. Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

Gerenciamento de deriva:
Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.
O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar. Evitar a deriva durante a aplicação é responsabilidade do aplicador.
APLICANDO GOTAS DE DIÂMETROS MAIORES REDUZ O POTENCIAL DE DERIVA, MAS NÃO A PREVINE SE AS APLICAÇÕES FOREM FEITAS DE MANEIRA IMPRÓPRIA OU SOB CONDIÇÕES AMBIENTAIS DESFAVORÁVEIS.
Importância do diâmetro de gota:
A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (entre 428µm e 650µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e infestação podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre condições de vento, temperatura e umidade, e inversão térmica.
Controlando o diâmetro de gotas – Técnicas Gerais:
Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas.
Bicos com vazão maior produzem gotas maiores
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gota e não melhoram a penetração na planta. Quando maiores os volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use tipo de bico apropriado para cada tipo de aplicação desejada, na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.
Controlando o diâmetro de gotas – Aplicação aérea:
Número de bicos: Use o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcionando os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás produzem gotas maiores que outros tipos de bico.
Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder ¾ da asa ou do comprimento do motor. Barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de voo: aplicações a alturas maiores que 3,0 m acima da cultura aumentam o potencial de deriva.
Altura da barra: Regule a altura da barra para a menor possível para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura com o mínimo de solavancos, proporcionando sobreposição homogênea dos jatos dos bicos.
Ventos:
O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo diâmetro de gotas e tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.
Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.
Temperatura e umidade:
Quando aplicado em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.
Inversão Térmica:
O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com relação à altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas ao pôr-do-sol e frequentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto, se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça originária de uma fonte no solo. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; enquanto que, se a fumaça for rapidamente dispersada e com movimento ascendente, há indicação de um bom movimento vertical do ar.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Cana-de-açúcar: 150 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes deste período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Uso exclusivamente agrícola.
- Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
- Não se recomenda aplicar HEXAPLUS® a menos de 800 m das culturas de girassol e milho e das seguintes atividades: hortas, pomares, viveiros, casas de vegetação (estufas), jardins, videiras, arvoredos, vegetações ribeirinhas e outras nativas.
- Independentemente da prática adotada, seja ela aplicação tratorizada em área total em pré-emergência, ou jato dirigido, não ultrapassar os limites máximos de dose em kg/ha recomendados nas instruções de uso.
- Chuvas extremamente pesadas após a aplicação podem resultar em um baixo controle e/ou injuria a cultura, especialmente se aplicação for realizada em solo seco.
- Para rotação de cultura observar o período mínimo de 01 ano após a aplicação para plantio de culturas sensíveis.
- Culturas de inverno (trigo, aveia, centeio) subsequentes à aplicação do produto poderão apresentar leve clorose em locais se houver sobreposição de barra. Entretanto, estas plantas recuperam-se normalmente, não afetando a produção nestas condições.
- Para aplicações em cana soca já brotada, poderá ocorrer clorose localizada pela ação do contato com o produto, havendo recuperação total da planta. Deve-se evitar aplicação em área total em cana soca com mais de 20 cm de altura, caso necessário, realizar a pulverização com jato dirigido.
- Não aplicar, exceto quando recomendado uso em cultura, ou drenar, ou lavar, equipamentos de pulverizações sobre ou próximo de plantas ou áreas onde suas raízes possam se estender, ou em local onde o produto químico possa ser lavado ou posto em contato com as raízes das mesmas. Não usar em gramados, parques ajardinados ou áreas similares.
- Evitar deriva e pulverização sobre plantas úteis.

AVISO AO USUÁRIO

O produto deve ser exclusivamente utilizado de acordo com as recomendações desta bula. A OURO FINO QUÍMICA S.A. não se responsabiliza por perdas ou danos resultantes do uso deste produto de modo não recomendado especificamente pela bula. Consulte sempre um Engenheiro Agrônomo. O usuário assume todos os riscos associados ao uso não recomendado.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS

Os EPIs visam proteger a saúde dos trabalhadores e reduzir o risco de intoxicação decorrente de exposição de agrotóxicos. Para cada atividade envolvendo o uso de agrotóxicos é recomendado o uso de EPI's específicos descritos nas observações para preparação de calda durante a aplicação, após a aplicação, no descarte de embalagens e no atendimento dos primeiros socorros.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (ex. controle manual, como roçadas, capinas, etc.) dentro do programa de Manejo Integrado de Plantas Infestantes, quando disponível.

O uso sucessivo de herbicidas do mesmo mecanismo de ação para o controle do mesmo alvo pode contribuir para o aumento da população da planta daninha alvo resistente a esse mecanismo de ação, levando a perda de eficiência do produto e um consequente prejuízo.
Como prática de manejo de resistência de plantas daninhas e para evitar os problemas com a resistência, seguem algumas recomendações:
• Rotação de herbicidas com mecanismos de ação distintos do Grupo F4 e Grupo C1 para o controle do mesmo alvo, quando apropriado.
• Adotar outras práticas de controle de plantas daninhas seguindo as boas práticas agrícolas.
• Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto.
• Sempre consultar um engenheiro agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e a orientação técnica da aplicação de herbicidas.
• Informações sobre possíveis casos de resistência em plantas daninhas devem ser consultados e, ou, informados à: Sociedade Brasileira da Ciência das Plantas Daninhas (SBCPD: www.sbcpd.org), Associação Brasileira de Ação à Resistência de Plantas Daninhas aos Herbicidas (HRAC-BR: www.hrac-br.org), Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (MAPA: www.agricultura.gov.br).

GRUPO F4 HERBICIDA
GRUPO C1 HERBICIDA

O produto herbicida HEXAPLUS® é composto por Clomazona e Hexazinona, que apresentam mecanismos de ação dos mecanismos de ação dos inibidores da DOXP-Sintase e inibidores da síntese de caroteno pertencentes aos Grupos F4 e C1 segundo classificação internacional do HRAC (Comitê de Ação à Resistência de Herbicidas)