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| Geral | ||
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Nome Técnico:
Isocicloseram; Clorfenapir
Registro MAPA:
11726
Empresa Registrante:
Syngenta |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Isocicloseram | 80 g/L | |
| Clorfenapir | 400 g/L | |
| Classificação | ||
|---|---|---|
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Aérea, Drone, Via irrigação (quimigação)
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
3 - Produto Moderadamente Tóxico
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Eucalipto | Recomendação | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|
| Costalimaita ferruginea vulgata (Besouro amarelo) | veja aqui | ||
| Gonipterus scutellatus (Gorgulho do eucalipto) | veja aqui | ||
| Feijão | Recomendação | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|
| Chrysodeixis includens (Falsa-Medideira) | veja aqui | ||
| Diabrotica speciosa (Vaquinha verde amarela) | veja aqui | ||
| Spodoptera eridania (Lagarta das folhas) | veja aqui | ||
| Milho | Recomendação | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|
| Dalbulus maidis (Cigarrinha do milho) | veja aqui | ||
| Dichelops melacanthus (Percevejo barriga verde) | veja aqui | ||
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | ||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 20 L |
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1 L |
| Não Lavável | Contentor Intermediário para Granel (intermediate bulk container (IBC)) | Plástico com estrutura metálica externa | Rígida | Líquido | 1000 L |
Para todas as culturas, a menor dose deve ser recomendada no início da infestação ou aparecimento dos primeiros sintomas na área, e a maior dose recomendada em áreas com histórico da praga ou quando o clima for favorável ao ataque.
MODO DE APLICAÇÃO:
Preparo da calda:
Antes do preparo de calda é necessário atenção às condições dos equipamentos: certifique-se que tanque, mangueiras, filtros e pontas estejam limpos e adequados para aplicação. Essa verificação garante eficiência para aplicação e pode evitar acidentes com exposição indevida ao produto.
O abastecimento do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até a metade da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento, e então, adicionar o produto e complementar o produto com água. A agitação deverá ser constante durante a preparação e aplicação da calda. Prepare apenas a quantidade de calda necessária para completar o tanque de aplicação, pulverizando logo após a sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação da calda, agitá-la vigorosamente antes de iniciar a aplicação. Realizar o processo de tríplice lavagem da embalagem durante o preparo da calda.
Pulverização terrestre:
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser costal manual ou motorizado ou tratorizado com barra ou autopropelido, providos de pontas que produzam classe de gota média a grossa (ISO/ASABE), com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas.
Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno. Ajustar a pressão de trabalho em função do volume de calda e da classe de gotas desejada.
Utilize tecnologia de aplicação que proporcione boa cobertura dos alvos. Consulte um Engenheiro Agrônomo. Excesso de velocidade, excesso de pressão, excesso de altura na barra deve ser evitados para garantia de uma pulverização adequada.
Aplicação por Sistema de irrigação por Aspersão (Convencional, Pivô Central ou Microaspersão): Utilizar equipamentos de irrigação ajustados de modo a possibilitar cobertura uniforme do produto. Importante utilizar sistemas de injeção completos e adequadamente calibrados. Verificar as características da área a ser tratada, quantidade de produto necessária e a taxa de injeção. Seguir as instruções do fabricante do sistema de irrigação para a melhor utilização do sistema dosador e de injeção, além da correta regulagem do equipamento.
Pulverização aérea:
Para as culturas indicadas na tabela de recomendação, INVENCIS® pode ser aplicado através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos ou atomizadores rotativos apropriados que produzam classe de gotas média a grossa (ISO/ASABE). Em testes realizados o tamanho de gota indicado garante a maior eficiência para o manejo agronômico, com cobertura apropriada e redução dos riscos de deriva.
O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos. A altura de voo deve ser dimensionada de acordo com as características da aeronave, desde que garantida a faixa de aplicação efetiva e a segurança operacional. Os ajustes da faixa de deposição devem garantir distribuição uniforme, conforme desempenho dos elementos geradores de gotas.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de Profissionais habilitados.
Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.
Pulverização via drones agrícolas:
Para todas as culturas acima mencionadas o produto INVENCIS® pode ser aplicado através de drones agrícolas, devendo ser adequados para cada tipo de cultura e alvo, provido de pontas ou atomizadores rotativos, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. O equipamento de aplicação deve estar em perfeitas condições de funcionamento, isento de desgaste e vazamentos, seguindo todas as orientações e normativas do MAPA e ANAC.
A altura de voo deve ser a menor possível, desde que garanta segurança e uniformidade da faixa de aplicação. A largura da faixa de deposição efetiva varia principalmente com a altura de voo, porte da aeronave e diâmetro das gotas. Esta deve ser determinada mediante testes de deposição com equipamentos que serão empregados na aplicação, sendo recomendado o uso de gotas na classe média a grossa (ISO/ASABE).
Quando utilizar aplicações via drones agrícolas obedecer às normas técnicas de operação previstas na Agência Nacional de Aviação Civil (ANAC) pelo regulamento brasileiro de aviação civil especial (RBAC) nº 94 e pelas diretrizes e orientações do Ministério da Agricultura (MAPA).
Para todos os tipos de aplicação, recomenda-se utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
• Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura da pulverização, adequadas ao equipamento em uso);
• Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
• Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
• Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas recomendadas para a aplicação (médias durante os tiros de aplicação):
• Temperatura do ar: abaixo de 30°C;
• Umidade relativa do ar: acima de 55%;
• Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h;
• Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.
IMPORTANTE: a critério do Engenheiro Agrônomo, os limites podem ser flexibilizados mediante uso de tecnologia adequada.
Velocidade do vento e umidade relativa do ar deverão ser constantemente monitoradas, considerando a temperatura. O excesso ou a ausência de vento potencializam o potencial de deriva; na ausência de vento ocorre a inversão térmica ou corrente convectiva.
FAIXA DE PROTEÇÃO PARA ABELHAS (zona tampão obrigatória)
Distâncias de segurança entre a área de aplicação e áreas de vegetação natural ou com plantas em florescimento:
Feijão e soja:
- Dose máxima de aplicação (mL/ha): 500
- Recomendação da classe de gotas: gota média a grossa
- Aplicação terrestre (metros): 4
- Aplicação aerea (metros): 49
Algodão e milho:
- Dose máxima de aplicação (mL/ha): 450
- Recomendação da classe de gotas: gota média a grossa
- Aplicação terrestre (metros): 4
- Aplicação aerea (metros): 43
Eucalipto:
- Dose máxima de aplicação (mL/ha): 300
- Recomendação da classe de gotas: gota média a grossa
- Aplicação terrestre (metros): 3
- Aplicação aerea (metros): 25
Adotar práticas que reduzam a deriva é responsabilidade do aplicador do produto. Os equipamentos de aplicação devem ser corretamente calibrados e o responsável pela aplicação deve estar familiarizado com todos os fatores que interferem na ocorrência da deriva, ou seja, tamanho de gota e a interação do equipamento de pulverização com as condições meteorológicas no momento da aplicação (velocidade do vento, umidade, temperatura e ocorrência de inversão térmica, correntes convectivas ou chuvas/orvalho).
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
PROIBIDA A ENTRADA EM ÁREA TRATADA ANTES DA SECAGEM COMPLETA DA CALDA. O descumprimento dessa medida de segurança expõe o trabalhador a riscos desconhecidos.
Intervalo de reentrada para Algodão, Eucalipto, Feijão, Milho e Soja: 24 horas*
*Após o intervalo de reentrada, o trabalhador deve utilizar vestimenta simples de trabalho (calça e camisa de mangas compridas, meias e sapatos) para reentrar na área.
Caso seja necessária a reentrada antes do intervalo estabelecido, utilize os seguintes EPIs (Equipamentos de Proteção Individual): macacão com tratamento hidrorrepelente com mangas e calças compridas, botas de borracha, equipamento de proteção respiratória com filtro mecânico classe P2 ou PFF2, viseira facial, touca árabe e luvas de proteção para produtos químicos.
LIMITAÇÕES DE USO:
Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água em caso de aplicação terrestre e 250 metros em caso de aplicação aérea. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.
Observar as Normas e Legislações complementares sobre segurança no trabalho.
Fitotoxicidade paras as culturas indicadas:
O produto não é fitotóxico para as culturas indicadas nas doses e condições recomendadas.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana - ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado de pragas, envolvendo todos os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, rotação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, inseticidas, controle biológico, , manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.
GRUPO 30 INSETICIDA
GRUPO 13 INSETICIDA
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência.
O inseticida INVENCIS® pertence aos grupos 30 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo GABA) e 13 (Desacopladores da fosforilação oxidativa via disrupção do gradiente de próton) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto dos mesmos grupos pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do INVENCIS® como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismos de ação distintos dos grupos 30 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo GABA) e 13 (Desacopladores da fosforilação oxidativa via disrupção do gradiente de próton). Sempre rotacionar com produtos de mecanismos de ação efetivos para a praga alvo;
• Usar INVENCIS® ou outro produto dos mesmos grupos químicos somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janela) de cerca de 30 dias;
• Aplicações sucessivas de INVENCIS® podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicação” não exceda o período de uma geração da praga-alvo;
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do INVENCIS® o período total de exposição (número de dias) a inseticidas dos grupos químicos 30 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo GABA) e 13 (Desacopladores da fosforilação oxidativa via disrupção do gradiente de próton) não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula;
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização de INVENCIS® ou outros produtos dos grupos 30 (Moduladores alostéricos de canais de cloro mediados pelo GABA) e 13 (Desacopladores da fosforilação oxidativa via disrupção do gradiente de próton) quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas; • Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura e Pecuária (www.agricultura.gov.br).