Bula Ishipron

acessos
Chlorfluazuron
8213
ISK

Composição

Chlorfluazuron 50 g/L Benzoiluréia

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Fisiológico inibidor da síntese de quitina
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
0,2 a 0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 14 dias. Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga
Batata Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
0,6 L p.c./ha 200 a 500 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 14 dias. Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca do colmo
(Diatraea saccharalis)
0,3 a 0,5 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 20 - 40 dias. 60 dias. Aplicar quando o nível de infestação atingir de 1 a 3% de colmos com presença de lagartas de até 3º instar ( ou menores que 1 cm). Reaplicar após 20 a 40 dias, caso haja reinfestação
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
30 mL p.c./100L água 1000 a 2000 L de calda/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 28 dias. Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
0,15 a 0,3 L p.c./ha 300 a 500 L de água/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 14 dias. Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga
Repolho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da couve
(Ascia monuste orseis)
50 mL p.c./100L água 600 a 800 L de água/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 7 dias. Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Helicoverpa
(Helicoverpa armigera)
0,6 a 0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 14 dias. Aplicar com a presença de lagartas de até 2º ínstar (ou menores que 1 cm)
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
0,4 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 14 dias. Aplicar com presença de lagartas de até 3º ínstar ( ou menores que 1,5 cm)
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
0,1 a 0,25 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 14 dias. Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
0,4 a 0,75 L p.c./ha 200 a 300 L de água/ha - Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 10 - 14 dias. 14 dias. Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de água/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 3 dias. Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
100 mL p.c./100L água 800 a 1000 L de água/ha - Realizar no máximo quatro aplicações com intervalo de 7 - 10 dias. 3 dias. Aplicar logo no início do desenvolvimento da praga

Frascos - Plástico - 50, 100, 200, 250 e 500 ml; 1, 2, 5, 6, 10 e 20 litros
Frascos - PET/COEX/PEAD - 50, 100, 200, 250 E 500 ml; 1, 2, 5, 6, 10 e 20 litros
Galão - Plástico - 1 litro; 2 litros; 3,785 litros (1,0 galão americano); 5 litros; 5,6775 litros (1,5 galões americanos); 6 litros; 10 litros; 15,14 litros (4,0 galões americanos); 18,925 litros (5,0 galões americanos) e 20 litros
Galão - PET/COEX/PEAD - 1 litro; 2 litros; 3,785 litros (1,0 galão americano); 5 litros; 5,6775 litros (1,5 galões americanos); 6 litros; 10 litros; 15,14 litros (4,0 galões americanos); 18,925 litros (5,0 galões americanos) e 20 litros
Galão - Metálico - 1 litro; 2 litros; 3,785 litros (1,0 galão americano); 5 litros; 5,6775 litros (1,5 galões americanos); 6 litros; 10 litros; 15,14 litros (4,0 galões americanos); 18,925 litros (5,0 galões americanos) e 20 litros
Bombona - Plástico - 3,785 litros (1,0 galão americano); 5 litros; 5,6775 litros (1,5 galões americanos); 6 litros; 10 litros; 15,14 litros (4,0 galões americanos); 18,925 litros (5,0 galões americanos) e 20 litros
Bombona - PET/COEX/PEAD - 3,785 litros (1,0 galão americano); 5 litros; 5,6775 litros (1,5 galões americanos); 6 litros; 10 litros; 15,14 litros (4,0 galões americanos); 18,925 litros (5,0 galões americanos) e 20 litros
Tambor - Plástico - 10, 20, 50, 100 e 200 litros
Tambor - Metálico - 10, 20, 50, 100 e 200 litros
Bulk - Plástico - 100, 150, 200, 250, 300, 400, 450, 500, 1000 e 2000 litros
Bulk - Metálico - 100, 150, 200, 250, 300, 400, 450, 500, 1000 e 2000 litros

MODO DE APLICAÇÃO:
Algodão e Soja - Com pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos tipo cone (jato cônico) aplicando em área total e cobrindo toda a planta. Utilizar de 200 a 300 litros de água por hectare.
Milho - Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos tipo leque (jato plano). O jato deve ser dirigido ao cartucho da planta, usando-se de 300 a 500 litros de água por hectare.
Repolho - Com pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos tipo cone (jato cônico) aplicando em área total e cobrindo toda a planta. Utilizar de 600 a 800 litros de água por hectare.
Tomate - Com pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos tipo cone gato cônico) aplicando em área total e cobrindo toda a planta. Utilizar de 800 a 1000 litros de água por hectare.
* O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo
INTERVALO DE SEGURANÇA:
Algodão 14 dias
Milho 14 dias
Repolho 7 dias
Soja 14 dias
Tomate 3 dias
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI's recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
O produto não causa fitotoxicidade para as culturas recomendadas desde que seguidas às recomendações de uso.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA
PRECAUÇÕES GERAIS
• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
• Produto extremamente irritante aos olhos.
• Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
• Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de proteção e luvas de nitrila.
• Manuseie o produto em local arejado.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
• Não reutilize a embalagem vazia.
• Não entre na área tratada com o produto até o termino do intervalo de reentrada (24h).
• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave as suas roupas de proteção separado demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
• Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro¬repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha
PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Em caso de ingestão, não provoque vômito. Entretanto, é possível que o mesmo ocorra espontaneamente não devendo ser evitado. Caso o vômito ocorra, deite o paciente de lado para evitar que aspire resíduo.
Olhos: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância durante 15 minutos. Pele: Em caso de contato, lave com água e sabão neutro em abundância.
Inalação: Em caso de inalação, transporte o intoxicado para um local arejado. Se o intoxicado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o pra assistência médica mais próxima.
ANTÍDOTO: Não existe antídoto específico.

INFORMAÇÕES MÉDICAS

Grupo químico Benzoiluréia
Classe toxicológica: I — Extremamente Tóxico
Mecanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Vias de exposição: Oral, dérmica e inalatória.
Sintomas e sinais clínicos: 1) Em humanos saudáveis, os inseticidas do grupo benzoiluréia, não parecem oferecer risco toxicológico significativo, contudo os dados em humanos são muito limitados. A maioria dos casos de exposição é por via dérmica ou inalatória. A exposição oral também pode ocorrer, mas não há dados relatados de ingestão acidental ou exposição intencional destes agrotóxicos.
2) Alguns estudos em animais mostraram que a exposição a inseticidas benzoiluréicos pode causar metemoglobinemia.
Ocular
Estudos realizados demonstraram que o clorfluazurom foi irritante para olhos de coelhos.
Respiratório:
Espirros, irritação e congestão nasal, rigidez peitoral, dificuldade respiratória, tosse, prejuízo da função pulmonar foram relatados, mas estão provavelmente relacionados à adição de outros ingredientes ao produto.
Gastrintestinal:
Podem ocorrer náusea e vômito após a ingestão destes pesticidas.
Sintomas e sinais clínicos: Hematológico - Foi relatada metemoglobinemia em vários estudos com animais de laboratório.
Toxicocinética: Absorção
1) Inseticidas do grupo benzoiluréia podem ser absorvidos pelos humanos, devido à exposição ocupacional, por via dérmica ou via inalatória durante a pulverização de inseticidas.
2) Em animais experimentais, podem ser absorvidos através do trato digestivo e, em um grau menor, através da pele
Distribuição
1) Inseticidas do grupo benzoiluréia parecem ser amplamente distribuído nos tecidos, sem acumular.
Metabolismo
1) Não há estudos disponíveis em humanos.
2) Os estudos em animais que foram conduzidos com um outro inseticida do grupo benzoiluréia (diflubenzurom) mostraram que a principal rota de metabolismo em animais é pela hidroxilação e que altas doses orais não foram completamente absorvidas, mas o que foi absorvido pareceu ser rapidamente e completamente metabolizado por hidroxilação e hidrólise
Excreção
1) Em ratos e camundongos, a excreção urinária diminuiu proporcionalmente ao aumento do nível da dose
Toxicocinética: 2) Em gatos, porcos e gado, 70 a 80% do diflubenzurom (um outro inseticida do grupo benzoiluréia) são eliminados nas fezes. A absorção intestinal do diflubenzurom é altamente relacionada à dose administrada. Quanto maior a dose, maior é a excreção nas fezes.
Diagnóstico: O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento: Prevenção da absorção
A) Não há dados em humanos a respeito da exposição a inseticidas do grupo benzoiluréia. Não há antídoto conhecido.
B) Observe os pacientes que ingeriram grandes quantidades da substância quanto ao desenvolvimento de sintomas sistêmicos e administre tratamento sintomático quando necessário.
C) A descontaminação intestinal geralmente não é necessária Não se sabe se o carvão ativado é útil no tratamento das ingestões.
Monitoramento
A) Monitore os sinais vitais e o estado mental após exposição significativa.
B) Monitore a contagem de células sanguíneas, testes de função hepática e nível de metemoglobina após exposições significativas ou em pacientes sintomáticos.
C) Se ocorrer vômito severo ou diarréia após ingestão de agrotóxico, monitore os níveis hidro-eletrolíticos.
Exposição Oral / Parenteral
A) O tratamento é sintomático e de suporte;
B) A descontaminação gastrintestinal geralmente não é necessária;
C) Carvão ativado: Considere a administração de carvão aditivado após ingestão potencialmente tóxica. Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g/kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico.
O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma vez que não há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga e é sabido que eles causam efeitos adversos tais como náusea, vômito, espasmos abdominais, desequilíbrio eletrolítico e , ocasionalmente, hipotensão.
COMPLICAÇÕES: êmese, aspiração. A aspiração pode ser complicada por falência respiratória aguda, síndrome da angústia respiratória do adulto ou bronquiolite obliterante.
D) Foi relatada metemoglobinemia em estudos em animais;
E) Metemoqlobinemia: Determine a concentração de metemoglobina e avalie o paciente quanto aos efeitos clínicos da metemoglobinemia (dispinéia, dor de cabeça, fadiga, depressão do SNC, taquicardia, acidose, etc.). Trate os pacientes sintomáticos com azul de metileno (isso geralmente ocorre em níveis de metemoglobina acima de 20 — 30%, mas pode ocorrer com níveis mais baixos de metemoglobina em pacientes com anemia, disordens pulmonares ou cardiovasculares).
Dose inicial / adulto ou criança: 1 a 2 mg/kg/dose (0,1 a 0,2 mi/kg/doses) via intravenosa acima de 5 minutos, conforme necessário, a cada 4 horas. A melhora é observada rapidamente após a administração se o diagnóstico estiver correto. O azul de metileno também pode ser administrado por infusão intraóssea se o acesso intravenoso não puder ser estabelecido. Neonatos: 0,3 a 1 mg/kg.
Doses adicionais podem ser necessárias, especialmente para substâncias com absorção prolongada, baixa eliminação, ou aquelas que originam metabólitos que produzem metemoglobinemia ou hernolise.
Contra-indicações: Deficiência de G-6-PD (desidrogenase de 6 fosfato de glicose): o azul de metileno pode causar hemólise.
Exposição Inalatária
A) Observe cuidadosamente os pacientes com exposição inalatória para o desenvolvimento de algum sinal de toxicidade sistêmica e institua tratamento sintomático conforme necessário.
B) Remova o paciente para um local arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteroides via oral ou parenteral.
C) Se a irritação do trato respiratório ou depressão respiratória são evidentes, monitore os gases sanguíneos arteriais, raio-x do tórax e testes de função pulmonar.
Exposição Ocular
A) Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico.
Exposição Dérmica
A) Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão.
B) O tratamento é sintomático e de suporte.
Contra-indicações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.
Atenção As intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos Telefones de Emergência.
PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica
RENACIAT — ANVISA / MS
Telefone de Emergência da empresa:
ISK Biosciences do Brasil Def. Agric. Ltda.: 0800-7010450
Arysta LifeSciences do Brasil Ltda... (15) 3292-1161
MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO:
• Mecanismo de ação: O produto ISHIPRON (Clorfluazurom) é um inseticida fisiológico que atua na inibição da síntese da quitina em insetos. Nos estudos crônicos realizados com animais em laboratório, Clorfluazurom, suas conjugações ou metabólitos não provocaram danos relevantes nos animais analisados, mesmo quando submetidos as maiores doses administradas.
• Absorção e Excreção: Nos estudos de metabolismo realizados em laboratório o produto foi administrado via oral, diretamente no estomago dos animais, sendo esta a inicial via de absorção.
Os estudos mostraram que o produto é pouco absorvido pelo trato gastrintestinal, visto que nos dois primeiros dias após a administração, o produto foi rapidamente excretado, principalmente via fezes (>80%). Outra via de excreção é através da urina, porém de modo menos efetivo .
Insignificantes quantidades do produto foram encontradas no ar expelido pelos animais analisados.
A taxa de recuperação do produto e seus metabólitos variou de 94,8 a 115,9%, sendo o Clorfluazurom o principal produto excretado.
EFEITOS AGUDOS, CRÔNICOS E COLATERAIS:
Efeitos agudos: Os efeitos que poderão ocorrer:
• Quando ingerido pode causar náuseas, salivação e diminuição da atividade locomotora.
• Causar severa irritação ocular quando em contato com os olhos.
• Quando em contato com a pele pode causar irritação moderada.
Efeitos crônicos: Em estudos realizados com animais em laboratório, somente nos animais submetidos a elevadas doses testadas foram observados alguns efeitos limitados a fezes macias, podendo chegar a causar diarréia, e um aumento nos níveis de colesterol no soro sanguíneo. Em menores doses administradas, tais efeitos não foram observados. Os resultados obtidos com animais em laboratório até o momento não mostraram que o produto apresenta efeitos mutagênicos, carcinogênicos ou teratogênicos

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
- Este produto é:
[ ] - Altamente Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE I).
[ X ] - MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II).
[ - Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE III).
[ ] - Pouco Perigoso ao Meio Ambiente (CLASSE IV).
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos
- Este produto é ALTAMENTE BIOCONCENTRÁVEL em peixes.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE¬VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa lsk Biosciences do Brasil Defensivos Agrícolas Ltda. - telefone de emergência: (19) 3875-7450
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do cropo hidrico em questão e de quantidade do produto envolvido
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.
4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI
NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.
Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavaqem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; - A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa,
pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.
TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIA
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza
.
da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBA¬LAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contami¬nação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o alvo desenvolver algum mecanismo de resistência.
Implementando as seguintes estratégias de manejo poderemos prolongar a vida útil do produto utilizado:
- Qualquer produto para o controle das pragas, da mesma classe ou mecanismos de ação distintos;
- Utilizar os produtos somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo ou bula;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomnedações locais para o Maeno de Resistência;
- Incluir outros métodos de controle (ex: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo integrado, quando disponível e apropriado

Qualquer agente de controle de pragas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o alvo desenvolver algum mecanismo de resistência.
Implementando as seguintes estratégias de manejo poderemos prolongar a vida útil do produto utilizado:
- Qualquer produto para o controle das pragas, da mesma classe ou mecanismos de ação distintos;
- Utilizar os produtos somente na época, na dose e nos intervalos de aplicação recomendados no rótulo ou bula;
- Sempre consultar um engenheiro agrônomo para direcionamento sobre as recomnedações locais para o Maeno de Resistência;
- Incluir outros métodos de controle (ex: Resistência genética, controle cultural, biológico, etc.) dentro do programa de Manejo integrado, quando disponível e apropriado