Ishipron
| Geral | ||
|---|---|---|
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Nome Técnico:
Clorfluazurom
Registro MAPA:
8213
Empresa Registrante:
ISK |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Clorfluazurom | 50 g/L | |
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Aérea, Terrestre
Classe Agronômica:
Inseticida
Toxicológica:
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
Ambiental:
II - Produto muito perigoso
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Concentrado Emulsionável (EC)
Modo de Ação:
Fisiológico inibidor da síntese de quitina
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Algodão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Alabama argillacea (Curuquerê) | veja aqui | |||
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Batata | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Phthorimaea operculella (Traça da batatinha) | veja aqui | |||
| Cana-de-açúcar | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Diatraea saccharalis (Broca do colmo) | veja aqui | |||
| Citros | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Ecdytolopha aurantiana (Bicho furão) | veja aqui | |||
| Feijão | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Helicoverpa armigera (Helicoverpa) | veja aqui | |||
| Milho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Spodoptera frugiperda (Lagarta do cartucho) | veja aqui | |||
| Repolho | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Ascia monuste orseis (Lagarta da couve) | veja aqui | |||
| Tomate | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Tuta absoluta (Traça do tomateiro) | veja aqui | |||
| Trigo | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Pseudaletia sequax (Lagarta do trigo) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
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INSTRUÇÕES DE USO
Trata-se de um inseticida que atua como regulador de crescimento de insetos, pois é um inibidor da síntese de quitina. Deve ser utilizado em pulverização nas culturas de algodão, batata, cana-de-açúcar, citros, milho, repolho, soja, tomate e trigo.
MODO DE APLICAÇÃO
Algodão e Soja
Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos de pulverização tipo cone (jato cônico). Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 a 300 litros de água por hectare.
Aplicação aérea
Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Batata
Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 a 500 litros por hectare.
Cana-de-açúcar
Aplicação terrestre
Com pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 a 300 litros de água por hectare.
Aplicação aérea
Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Citros
Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 1000 a 2000 litros por hectare.
Feijão
Aplicação terrestre
Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato tipo leque. Realizar as aplicações em área total, com um volume de calda de 150 - 200 litros por hectare.
Milho
Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos tipo leque (jato plano). O jato deve ser dirigido ao cartucho da planta, usando-se de 300 a 500 litros d'água por hectare.
Aplicação aérea
Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
Repolho
Com pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos tipo cone (jato cônico) aplicando em área total e cobrindo toda a planta. Utilizar de 600 a 800 litros d' água por hectare.
Tomate
Com pulverizador tratorizado ou costal manual usar bicos tipo cone (jato cônico) aplicando em área total e cobrindo toda a planta. Utilizar de 800 a 1000 litros d'água por hectare.
Trigo
Utilizar pulverizador tratorizado ou costal manual com bicos de pulverização de jato cônico. Realizar as aplicações em área total, cobrindo toda a planta. Usar volume de calda de 200 a 300 litros por hectare.
Aplicação aérea
Utilizar aeronave equipada com bico cônico, altura de voo de 2 a 4 metros do alvo a ser atingido, com volume de calda de 40L/ha, largura da faixa de deposição de 15 a 18 metros. A velocidade do vento deve ser menor que 8 km/ha, a temperatura menor que 30°C e a umidade do ar maior que 70%.
O sistema de agitação, do produto no tanque de pulverização, deve ser mantido em funcionamento durante toda a aplicação. Seguir estas condições de aplicação, caso contrário, consultar um Engenheiro Agrônomo.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da completa secagem da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os EPI’s recomendados para o uso durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO
O produto não causa fitotoxicidade para as culturas recomendadas desde que seguidas às recomendações de uso.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.
A resistência de pragas a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. O inseticida pertence ao Grupo 15 (Inibidores da biossíntese de quitina, tipo 0, Lepidoptera) e o uso repetido deste inseticida ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas. Para manter a eficácia e longevidade do produto como uma ferramenta útil de manejo de pragas agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência. Adotar as práticas de manejo a inseticidas, tais como:
- Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto do Grupo 15. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
- Usar este ou outro produto do mesmo grupo químico somente dentro de um “intervalo de aplicação” (janelas) de cerca de 30 dias.
- Aplicações sucessivas podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração da praga-alvo.
- Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas. No caso específico do produto, o período total de exposição (número de dias) a inseticidas do grupo químico das Benzoiluréias não deve exceder 50% do ciclo da cultura ou 50% do número total de aplicações recomendadas na bula.
- Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização deste ou de outros produtos do Grupo 15 quando for necessário;
- Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
- Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Pragas (MIP) como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
- Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
- Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para o IRAC-BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).