Bula Karmex 800

acessos
Diurom
408303
Adama

Composição

Diurom 800 g/kg Uréia

Classificação

Herbicida
III - Medianamente tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Contato
Abacaxi Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina diffusa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 400 L de calda/ha - - 140 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
1 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina diffusa)
1,5 a 2,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 120 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Cacau Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina diffusa)
3 a 3,5 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina diffusa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 30 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina diffusa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha 30 a 50 L de calda/ha (aéreo) - 150 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim braquiária
(Brachiaria decumbens)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim carrapicho
(Cenchrus echinatus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria sanguinalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim colchão
(Digitaria horizontalis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Capim pé de galinha
(Eleusine indica)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Carrapicho de carneiro
(Acanthospermum hispidum)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Corda de viola
(Ipomoea purpurea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Papuã
(Brachiaria plantaginea)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes
Trapoeraba
(Commelina diffusa)
2 a 4 kg p.c./ha 250 a 800 L de calda/ha - - 60 dias. Pré-emergência e pós-emergência inicial das plantas infestantes

Sacos multifoliados, metálicos, de plástico, de papel, de nylon/poli, caixas e barricas de papelão, bombonas plásticas e tambores metálicos contendo 1, 2, 3, 4, 5, 10, 15, 20, 25 e 50 kg. Embalagens tipo "minibulk" e "bulk" metálicas, de fibra, de plástico contendo 100, 200, 300, 400, 500, 1000, 2000, 5000 e 10000 kg.Sacos metálicos e de plástico contendo sacos hidrossolúveis de 100, 200, 250 e 500 g, 1; 2; 2,5 e 3 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:

CULTURAS:

KARMEX 800 é um herbicida apresentado na forma de granulado dispersível para controle seletivo de plantas infestantes em pré e pós-emergência inicial nas culturas de abacaxi, algodão, cacau, café, cana-de-açúcar e citros.

PLANTAS INFESTANTES CONTROLADAS: Vide seção: "Indicações de uso/doses".

DOSE UTILIZADA, NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ABACAXI

Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha após o plantio, em pré-emergência das plantas infestantes. Se necessário realizar mais uma ou duas aplicações nas doses de 1,0 a 2,0 kg/ha, antes da diferenciação floral, nas entrelinhas ou em área total, com intervalo mínimo de 2 meses entre as aplicações. Caso seja necessário realizar uma aplicação adicional após a diferenciação floral, na dose de 1,0 a 2,0 kg/ha nas entrelinhas. Nunca aplicar mais que 10 kg/ha por ciclo da cultura. Áreas tratadas poderão ser plantadas com abacaxi ou cana-de-açúcar um ano após a última aplicação.

ALGODÃO

Aplicar 1,5 a 2,5 kg/ha em pré-emergência imediatamente após a semeadura. A aplicação em uma única safra não deve exceder 1,5 kg/ha em solos leves, 2,0 kg/ha em solos médios, e 2,5 kg/ha em solos pesados. Aplicar 1,0 a 2,0 kg/ha em pós-emergência inicial, em jato dirigido quando as plantas infestantes tiverem no máximo 2 a 4 folhas, e o algodão no mínimo 30 cm de altura. Evitar aplicações sobre a cultura, bem como o plantio de outras culturas 1 ano após a última aplicação.

CACAU

Aplicar 3,0 a 3,5 kg/ha em pré-emergência, 4 semanas após o transplante das mudas para local definitivo ou em pós-emergência, sem atingir a folhagem da cultura. Não deve ser aplicado em solo arenoso ou com menos de 1% de matéria orgânica. Não aplicar mais que 3,5 kg/ha por ciclo da cultura.

CAFÉ

Realizar 2 aplicações na dose de 2,0 a 4,0 kg/ha por ano, sendo a primeira após a arruação e a segunda após a esparramação. As doses recomendadas referem-se a hectare tratado e deve-se descontar a área ocupada pelas saias dos cafeeiros. Aplicar em cafezais a partir de 2 anos, evitando-se o plantio de cultura intercalar (ex.: feijão, arroz), salvo recomendação especial. Não aplicar mais que 8 kg/ha por ciclo da cultura.

CANA-DE-AÇÚCAR

Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha em pré-emergência das plantas infestantes, na cana planta e cana soca. KARMEX 800 também pode ser aplicado em pós-emergência inicial da cultura e das plantas infestantes, quando as plantas infestantes estiverem em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC. KARMEX 800 deve ser aplicado antes da emergência da cultura, até o estádio de "esporão" (cana planta) ou início de perfilhamento (cana soca) por serem estas as fases em que a cana-de-açúcar é mais tolerante aos herbicidas. Quando o porte da cana estiver dificultando o perfeito molhamento das plantas infestantes ou do solo, recomenda-se a aplicação em jato dirigido afim de se evitar o efeito "guarda-chuva". Não aplicar mais que 4,0 kg/ha por ciclo da cultura.

CITROS

Aplicar 2,0 a 4,0 kg/ha em pré ou pós-emergência inicial em pomar a partir de um ano de idade, evitando-se atingir folhas e frutos das plantas. Não aplicar mais que 4,0 kg/ha de KARMEX 800 por período de 12 meses.

MODO DE APLICAÇÃO:

KARMEX 800 pode ser aplicado ao solo em pré-emergência das plantas infestantes. O grau de controle e a duração do efeito variam de acordo com a dose aplicada, chuvas, temperatura e textura do solo e microrganismos. A umidade é necessária para uma boa ação do produto.

- Em pós-emergência usar espalhante adesivo nas doses recomendadas pelo fabricante e aplicar logo após a germinação das plantas infestantes para o controle de gramíneas ou até o primeiro par de folhas para o controle de folhas largas. As plantas infestantes devem estar em pleno desenvolvimento, sob condições de alta umidade e temperatura acima de 21ºC.

- As doses descritas no item 1.3 são expressas para aplicação em área total. Para tratamento em faixas use proporcionalmente menos.

- Usar doses menores para aplicações em solos leves e doses maiores para solos pesados. Em pós-emergência usar doses mais baixas para plantas infestantes menores e doses mais altas para plantas infestantes maiores.

- Sob ameaça de chuva suspender as aplicações. Caso ocorram chuvas nas primeiras 6 horas após a aplicação a eficiência do produto pode diminuir.

* Tanto nas aplicações de pós como de pré-emergência, a uniformidade da calda e a boa cobertura das plantas infestantes e/ou solo, são fundamentais para se obter um bom controle das invasoras.

EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM UTILIZADOS:

APLICAÇÃO TERRESTRE

* equipamentos: pulverizador costal ou tratorizado de barra, com pressão constante (15 à 50 lb/pol2).
* altura da barra: deve permitir boa cobertura do solo e/ou plantas infestantes. Observar que a barra em toda sua extensão esteja na mesma altura.
* tipos de bico: na pré e pós-emergência usar bicos de jato plano (ex.: Teejet, XR Teejet, TK, DG ou Twinjet); ou de jato cônico (ex.: Fulljet, Conejet), de acordo com as recomendações do fabricante.
* volume de aplicação: 250 à 400 L de calda/ha em pré-emergência e 350 à 800 L de calda/ha em pós-emergência.
Obs.: É necessário contínua agitação no tanque e fechamento do registro do pulverizador durante as paradas e manobras do equipamento para evitar a sobreposição das faixas de aplicação.

APLICAÇÃO AÉREA

* equipamentos: aeronaves agrícolas equipadas com barra de bicos.
* tipo de bicos: cônicos D8, D10 ou D12, core 45. * volume de aplicação: 30 à 50 L de calda/ha. * ângulo dos bicos em relação à direção de vôo: 135º.
* altura de vôo: 2 a 4 metros sobre o solo.
* largura da faixa de deposição efetiva: de acordo com a aeronave, de modo a proporcionar uma boa cobertura. * Evite a sobreposição das faixas de aplicação.
* condições climáticas:
- temperatura: inferior à 25ºC.
- umidade relativa do ar: superior a 70%.
- velocidade do vento: inferior a 10 km/h.

KARMEX 800 somente poderá ser aplicado via aérea na cultura da cana-de-açúcar em pré-emergência da cultura.

Preparo da calda:

* O abastecimento do tanque do pulverizador deve ser feito enchendo o tanque até 3/4 da sua capacidade com água, mantendo o agitador ou retorno em funcionamento e então adicionando o produto previamente misturado com água em um balde, completando por fim o volume com água. Caso indicado, o espalhante deve ser o último produto a ser adicionado a calda. A agitação deve ser constante durante a preparação e aplicação do produto. Prepare apenas a quantidade necessária de calda para uma aplicação, pulverizando o mais rápido possível após sua preparação. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

Nota: antes da aplicação de KARMEX 800 o equipamento de pulverização deve estar limpo e bem conservado, procedendo então a calibragem do equipamento com água para a correta pulverização do produto.

- Recomendações para evitar a deriva:

Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.

O potencial de deriva é determinado pela interação de muitos fatores relativos ao equipamento de pulverização e o clima. O aplicador deve considerar todos estes fatores quando da decisão de aplicar.

* Importância do diâmetro de gota:

A melhor estratégia de gerenciamento de deriva é aplicar o maior diâmetro de gotas possível para dar uma boa cobertura e controle (> 150 a 200 µm). A presença de culturas sensíveis nas proximidades, condições climáticas e grau de infestão das plantas infestantes podem afetar o gerenciamento da deriva e cobertura da planta. Aplicando gotas de diâmetro maior reduz-se o potencial de deriva, mas não a previne se as aplicações forem feitas de maneira imprópria ou sob condições ambientais desfavoráveis. Leia as instruções sobre Condições de vento, Temperatura e Umidade e Inversão térmica.

* Controlando o diâmetro de gotas - Técnicas Gerais:

Volume: Use bicos de vazão maior para aplicar o volume de calda mais alto possível, considerando suas necessidades práticas. Bicos com uma vazão maior produzem gotas maiores.
Pressão: Use a menor pressão indicada para o bico. Pressões maiores reduzem o diâmetro de gotas e não melhoram a penetração na cultura. Quando maiores volumes forem necessários, use bicos de vazão maior ao invés de aumentar a pressão.
Tipo de bico: Use o tipo de bico apropriado para o tipo de aplicação desejada. Na maioria dos bicos, ângulos de aplicação maiores produzem gotas maiores. Considere o uso de bicos de baixa deriva.

* Controlando o diâmetro de gotas - Aplicação aérea:

Número de bicos: Use o menor número de bicos com a maior vazão possível, e que proporcione uma cobertura uniforme.
Orientação dos bicos: Direcione os bicos de maneira que o jato esteja dirigido para trás, paralelo a corrente de ar, o que produzirá gotas maiores que outras orientações.
Tipo de bico: bicos de jato cheio, orientados para trás, produzem gotas maiores que outros tipos de bico.

Comprimento da barra: O comprimento da barra não deve exceder 3/4 da asa ou do comprimento do motor - barras maiores aumentam o potencial de deriva.
Altura de vôo: aplicações a alturas maiores que 3 metros acima da cultura aumentam o potencial de deriva.

* Altura da barra:
Regule a barra na menor altura possível para se obter cobertura uniforme, reduzindo desta forma a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Para equipamento de solo, a barra deve permanecer nivelada com a cultura com o mínimo de solavancos.

* Ventos:

O potencial de deriva aumenta com a velocidade do vento, inferior a 5 km/h (devido ao potencial de inversão) ou maior que 16 Km/h. No entanto, muitos fatores, incluindo o diâmetro de gotas e o tipo de equipamento determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento. Não aplicar se houver rajadas de ventos ou em condições sem vento.

Observações: condições locais podem influenciar o padrão do vento. Todo aplicador deve estar familiarizado com os padrões de ventos locais e como eles afetam a deriva.

* Temperatura e umidade:

Quando aplicando em condições de clima quente e seco, regule o equipamento para produzir gotas maiores para reduzir o efeito da evaporação.

* Inversão térmica:

O potencial de deriva é alto durante uma inversão térmica. Inversões térmicas diminuem o movimento vertical do ar, formando uma nuvem de pequenas gotas suspensas que permanecem perto do solo e com movimento lateral. Inversões térmicas são caracterizadas pela elevação de temperatura com a altitude e são comuns em noites com poucas nuvens e pouco ou nenhum vento. Elas começam a ser formadas no pôr-do-sol e freqüentemente continuam até a manhã seguinte. Sua presença pode ser indicada pela neblina ao nível do solo, no entanto se não houver neblina, as inversões podem ser identificadas pelo movimento da fumaça de uma fonte no solo ou de um gerador de fumaça de avião. A formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral indicam a presença de uma inversão térmica; se a fumaça é rapidamente dispersa e com movimento ascendente, há indicações de um bom movimento vertical do ar.

- Limpeza do equipamento de aplicação:

Antes da aplicação, comece com o equipamento limpo e bem conservado. Imediatamente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que podem se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil. A não lavagem ou mesmo a lavagem inadequada do pulverizador pode resultar em danos às culturas posteriores.

1. Esvazie o equipamento de pulverização. Enxague completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras e bicos. Solte e fisicamente remova os depósitos visíveis de produtos.
2. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (AJAX AMONÍACO OU SIMILAR COM 3% de AMÔNIA) na proporção de 1% (1 litro para 100 litros de água). Circule esta solução pelas mangueiras, barras e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barra e bicos. Esvazie o tanque.
3. Remova e limpe bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
4. Repita o passo 2.
5. Enxague completamente o pulverizador, mangueiras, barra e bicos com água limpa diversas vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento de tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação local.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Abacaxi ..................................... 140 dias
Algodão .................................... 120 dias
Cacau.......................................... 60 dias
Café .......................................... 30 dias
Cana de açúcar .......................... 150 dias
Citros ........................................ 60 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS).

LIMITAÇÕES DE USO:

- Culturas tratadas com KARMEX 800 não devem ser usadas para alimentação animal.
- Nas aplicações de pré-emergência o solo deve estar bem preparado, livre de torrões e úmido.
- A tolerância de novas variedades ou novos porta-enxertos no caso de citros deve ser determinada antes de se adotar KARMEX 800 como prática.
- Para rotação de cultura observar o período mínimo de 1 ano após a última aplicação para o plantio das culturas para as quais o produto está registrado.
- Não aplicar através de sistemas de irrigação.
- Não utilizar o produto em desacordo às especificações do rótulo e bula.
- Não se recomenda o plantio de culturas intercalares em áreas tratadas com KARMEX 800.

PRECAUÇÕES DE USO E RECOMENDAÇÕES GERAIS, QUANTO A PRIMEIROS SOCORROS, ANTIDOTOS E TRATAMENTOS:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES

Precauções Gerais:

- Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não manuseie ou aplique o produto sem o uso de equipamento de proteção individual (EPI) recomendados. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

Precauções no Manuseio:

- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar inalação do produto.
- Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente (com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas), avental impermeável, protetor ocular, máscara descartável com filtro de carvão ativado cobrindo o nariza e a boca, touca árabe, luvas e botas de borracha.

Precauções Durante a Aplicação:

- Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação.
- Não aplique o produto contra o vento e nas horas mais quentes do dia.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidro-repelente (com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas), protetor ocular, máscara descartável com filtro de carvão ativado cobrindo o nariz e boca, touca árabe, luvas e botas de borracha.

Precauções Após a Aplicação:

- Não reutilize a embalagem vazia
- Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada.
- Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance das crianças e animais.
- Tome banho imediatamente após a aplicação do produto, troque e lave as suas roupas de proteção separadas das demais roupas domésticas. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
- Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS:

Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: não provoque vômito.
Olhos: lave com água em abundância durante 15 minutos.
Pele: lave com sabão neutro e água em abundância.
Inalação: procure local arejado.
Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-Q imediatamente para assistência médica mais próxima.

Antídoto e Tratamento Médico:

Em caso de ingestão recente, proceder à lavagem gástrica. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 1g/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 ml de água. O carvão ativado pode ser administrado só ou associado a laxantes como sorbitol ( na dose de 1-2 g/kg de peso corporal por dose até o max. de 150 g/dose para adulto e 1-1,5 g/Kg de peso corporal por dose de uma solução a 35% para crianças maiores de 1 ano ), sulfato de sódio ou magnésio ( na dose de 20 a 30 g/dose para adultos e 250 mg por Kg de peso corporal para crianças), monitorando equilíbrio hidro-eletrolitico.
• Tratar a metahemoglobinemia, caso os níveis sejam maiores que 30%, ou a cianose, com Azul de Metileno 1 a 2 mg/kg de peso corporal por dose, intravenosa. Pode ser necessária outra dose 12 horas após.
• Administrar oxigênio. Monitorar função renal e hepática.
• No caso de exposição Ocular - os olhos devem ser lavados com grande quantidade de água a temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos.
• Mecanismo de ação, absorção e excreção para o ser humano:
a) Absorção: Em animais de laboratório é absorvido através do trato gastrointestinal e pelas vias respiratórias.
b) Metabolismo: A biotransformação desses compostos ( uréicos ) ocorre através de processos de N-desalquilação e hidroxilação no anel aromático, com reações semelhantes àquelas que ocorrem na degradação dos mesmos no meio ambiente. Assim, por exemplo, na biotransformação do diuron ocorre a N-desalquilação com formação de 3,4-diclorofenil-uréia com posterior conversão em 3,4-dicloroanilina.
c) Excreção: Estudos em animais demonstraram que 50% do diuron ingerido é excretado inalterado na urina, 10% nas fezes.
d) Mecanismo de ação: Os herbicidas uréicos são indutores do sistema Citocromo P450, da UDP-glucoroniltransferase e da Glutation-S-transferrase, importantes na biotransformação de inúmeros toxicantes. Ainda, o diuron é indutor do sistema enzimático microssomal epóxido-hidroxilase.
• Efeitos Agudos e Crônicos:
- Em animais de laboratório o produto apresentou DL50 aguda oral (ratos) = 2500 mg/kg massa corporal; DL50 aguda dérmica (coelhos)> 2000 mg/kg massa corporal, alguns sintomas de intoxicação aguda observados em animais (ratos) de laboratório incluem letargia, respiração irregular, secreção ocular, fraquesa muscular, secreção oral e nasal, mancha na cabeça, diarréia, ataxia, piloerecção.
Exposições mais prolongadas ou excessivas podem resultar em aumento do fígado; efeitos no baço e na tiróide, destruição de células vermelhas do sangue ou redução da capacidade de carregar oxigênio no sangue com cianose, fraqueza ou diminuição da respiração com a formação de metemoglobina
- Irritante para a pele e mucosa; a ingestão leva à irritação do tratamento gastrointestinal (gastroenterite); o contato ocular leva à conjutivite.
- Altas doses podem ser hepatóxicas e nefratóxicas.

SINTOMAS DE ALARME: Mal-estar, fadiga, tontura, tremores, cefaléia, náuseas, vômito, dores abdominais, taquipnéia. Sinais de lesões hepáticas e renais.

Efeitos colaterais:

Por não ser o produto de finalidade terapêutica, não há como caracterizar seus efeitos colaterais.

TELEFONES DE EMERGÊNCIA:

RENACIAT — ANVISAIMS — Rede Nacional de Centros de Informações e Assistência Toxicológica: 0800.7226001
Empresa: 0800.7010109

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIA QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é: MUITO PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE II)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreaes situadas a uma distancia inferior a 500(quinhentos metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250(duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Obeserve as disposições constantes na legislacão estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve 'ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos,
bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da
Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT
- Observe as disposições contantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa GRIFFIN DO BRASIL LTDA. - telefone de Emergência (XX24)3325-4100.
- Utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante pelo telefone indicado acima, para que seja feito
o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água;
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atinjir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido. Em caso de incêndios, use extintores de pó químico, CO2, espuma ou água, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento da embalagem vazia, até a sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no prórpio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em sacos
plasticos tranparentes (Emblagens Padronizadas - modelo ABNT), devidamente identificado
e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, a devoluçào deverá ocorrer até o fim do seu prazo de validade.

TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminaçào do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita por incineração em forno rotativo, equipado com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS E DO DF: Não há restrições.

Incluir outros métodos de controle de plantas infestantes (Ex. controle cultural, mecânico, etc) dentro do programa de Manejo de Plantas Infestantes quando disponível e apropriado.

O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes a ele resistentes.
Como prática de manejo de resistência de plantas infestantes deverão ser aplicados herbicidas, com diferentes mecanismos de ação, devidamente registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos consulte um Engenheiro Agrônomo.

Compatibilidade

Não se conhecem casos de incompatibilidade.