Bula Larvin 350 - Bayer

Bula Larvin 350

acessos
Thiodicarb
1238703
Bayer

Composição

Tiodicarbe 350 g/L Carbamato

Classificação

Inseticida
I - Extremamente tóxica
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Inseticida

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. Infestação de 2 lagartas por planta
Lagarta da maçã
(Heliothis virescens)
1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 7 dias. 10 % de infestação
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca das axilas
(Epinotia aporema)
1 a 1,5 L p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. Até formação das vagens com 30 % das plantas atacadas
Lagarta da soja
(Rachiplusia nu)
200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. 40 lagartas grandes, desfolha de 30 % antes do florescimento e 15 % depois
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
150 a 200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. 40 lagartas grandes, desfolha de 30 % antes do florescimento e 15 % depois
Lagarta-falsa-medideira
(Pseudoplusia includens)
200 mL p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 20 a 30 L de calda/ha (aéreo) - 14 dias. 40 lagartas grandes, desfolha de 30 % antes do florescimento e 15 % depois

Frascos plásticos: 1 litro. Bombonas de polietileno: 1, 5, 10 e 20 litros. Tambores de ferro: 200 litros.

INSTRUÇÕES DE USO: Controle de pragas nas culturas de algodão e soja.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ALGODÃO: Curuquerê - aplicar quando a infestação atingir duas lagartas por planta. Lagarta das maçãs - iniciar as aplicações quando constatado 10% de infestação, ou seja, 1 lagarta por 10 plantas.

O Larvin 350 aplicado na dose de 0,4 -0,8 L/ha apresenta ação ovicida, contra ovos de lagarta das maçãs (Heliothis virecens).

SOJA: Lagartas - controlar quando encontra 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por amostragem ou se o desfolhamento médio for superior a 30%, antes do florescimento, ou 15% depois do florescimento da soja.

Broca-das-axilas - controlar até a formação das vagens quando 30% das plantas estiverem com ponteiros atacados.

Utilizar a dose menor nas culturas menos desenvolvidas.

MODO/EQUIPAMENTO DE APLICAÇÃO: Este produto pode ser aplicado com equipamentos costais, manuais ou motorizados, tratorizado e aeronaves agrícolas.

Bicos: Deverão ser utilizados pontas de jato cônico com a combinação adequada de ponta e difusor para termos uma deposição mínima de 40 gotas!cm2 e um VMD=110-120 micrômetros. Deverão ser utilizados no avião IPANEMA (qualquer modelo) de 40-42 na barra de pulverização com os bicos das extremidades da asa em número de 4 a 5, fechados para ser evitado o arraste das gotas pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de oito, deverão estar funcionando e na mesma angulação dos existentes nas asas do avião. Poderá também ser utilizado bicos rotativos do tipo micronair (AU 3000 au AU 5000) trabalhando-se com as lâminas no ângulo adequado para se obter uma deposição mínima de 40 gotas!m2 com um VMD= 110-120 micrômetros.

Faixa de Deposição: Em equipamentos terrestres ficará limitada ao comprimento da própria barra. Nas aeronaves do tipo Ipanema (qualquer modelo) a faixa será de 20 metros.

Volume de aplicação: Equipamentos terrestres: 200-400 L de calda!ha procurando -se evitar o escorrimento do produto sobre as plantas.

Aeronaves: aplicar volumes de 20-30 L de calda!ha.

Altura da barra: em equipamentos terrestres o bico ou barra de pulverização deverá estar posicionada a uma altura de 50 cm em relação ao alvo de deposição. Aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) a altura do vôo deverá ser de 4-5 m em relação ao alvo da deposição. Pressão de trabalho: Equipamentos costais: 40-60 psi, Equipamentos tratorizados: 80-100 psi Aeronaves: 15-30 psi.

Condições climáticas: Temperatura máxima 27°C. Umidade relativa do ar: 55%, Velocidade do vento: máximo 10 km/hora (3 m/seg). Observar que a condição mais importante é a umidade relativa do ar, pois será o maior influenciador na maior ou menor evaporação das gotas de pulverização. Gotas grandes ocasionarão deposição irregular, faixa mais estreita e escorrimento do produto nas folhas Gotas finas terão deriva maior ou não atingirão o alvo ocasionando perdas do produto e poluição do meio ambiente.

INTERVALO DE SEGURANÇA: Algodão: 7 dias. Soja: 14 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: Até 24 horas após a aplicação, para reentrar nas lavouras ou áreas tratadas, usar macacão de mangas compridas, luvas e botas.

LIMITAÇÕES DE USO: Fitotoxicidade para a cultura indicada: O produto não é fitotóxico quando utilizados de acordo com as doses recomendadas.

Não misturar LARVIN 350 com produtos fortemente ácidos, alcalinos ou que contenham sais metálicos, como por exemplo, fungicidas, tais como MANEB, ZINEB, MANCOZEB, Sulfato de cobre e cloreto de cobre.

PRECAUÇÕES GERAIS: Produto para uso exclusivamente agrícola. Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados. Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas. Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, protetor ocular ou viseira facial, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca e luvas/botas de borracha).

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto na presença de ventos e nas horas mais quentes do dia. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança. Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, touca árabe, protetor ocular ou viseira facial, máscara descartável para vapores orgânicos cobrindo nariz e boca e luvas/botas de borracha).

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao período de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.

No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI (macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas/botas de borracha).

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito. Beba 1 a 2 copos de água com 10 g ou mais de carvão medicinal e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Olhos: Lave com água corrente em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure o médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto. Inalação: Procure local arejado e vá ao médico levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

TRATAMENTO MÉDICO DE EMERGÊNCIA/ANTíDOTO: Não específico -Tratamento sintomático conforme as ocorrências clínicas surgirem e segundo sua gravidade. Tome cuidado antes de induzir vômito, visto que há perigo de indução de pneumonia química pela aspiração do produto.

MECANISMO DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO: O THIODICARB foi absorvido, em ratos, através trato gastrointestinal e pele, metabolizado através de hidrólise em ácido acético e colina, sendo excretado principalmente através da urina. Não houve acúmulo da substância nos tecidos e órgãos.

Os carbamatos inibem a enzima acetil colinesterase, essencial para a transmissão normal dos impulsos nervosos do SNC e junções colinérgicas, reação reversível. Os sinais e sintomas aparecem em um curto espaço de tempo após intoxicação.

EFEITOS AGUDOS/SINTOMAS DE ALARME: Em estudos toxicológicos agudos em animais foram observados efeitos de tremores, salivação, perda de peso, ataxia, diarréia, piloereção, postura curvada, passos descordenados, olhos salientes, cianose e inibidor reversível da colinesterase. Larvin 800 WG não se mostrou irritante para a pele e olhos de coelhos e em cobais não apresentou potencial sensibilizante dérmico.

EFEITOS CRONICOS: Em estudos toxicológicos crônicos (exposição durante toda ou boa parte da vida dos animais), o produto causou uma redução do peso corpóreo e foi considerado um redutor da atividade da colinesterase periférica (plasma e eritrócitos).

TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS: Da empresa -ligações gratuitas: (Oxx21) 2761-4023/0800.7010450. Centro de Informações Toxicológicas: 0800.410148 (PR).

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO-AMBIENTE: Este produto é: Muito Perigoso ao Meio Ambiente (Classe II). Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para organismos aquáticos. Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza. Não utilize equipamentos com vazamento. Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes. Aplique somente as doses recomendadas. Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água. A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas. Não execute aplicações aéreas de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 ( duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas susceptíveis a danos. Observe a disposição constante na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES: Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada. O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais. A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente. O local de ser ventilado, coberto e ter piso impermeável. Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças. Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT. Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Isole e sinalize a área contaminada. Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Bayer CropScience Ltda. telefone de emergência: 0800.243334 ou (Oxx51) 562-1250. Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão de impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros). Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d' água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o meterial com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

LAVAGEM DA EMBALAGEM: Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's - Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

TRÍPLICE LAVAGEM (LAVAGEM MANUAL): Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos: Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos; Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador; Faça esta operação três vezes; Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

LAVAGEM SOB PRESSÃO:

AO UTILIZAR PULVERIZADORES DOTADOS DE EQUIPAMENTOS DE LAVAGEM SOB PRESSÃO SEGUIR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador; Acione o mecanismo para liberar o jato de água; Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

AO UTILIZAR EQUIPAMENTO INDEPENDENTE PARA LAVAGEM SOB PRESSÃO ADOTAR OS SEGUINTES PROCEDIMENTOS: Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos; Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos; Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador; Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE -NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA: O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA: É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE: As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS: A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS: A Destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO: Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS: O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

Insetos: Sempre que houver disponibilidade de informações sobre MIP, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. Qualquer agente de controle de insetos pode se tornar menos efetivo ao longo do tempo, se a praga alvo desenvolver algum mecanismo de resistência a ele. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Inseticidas (IRAC – BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil do inseticida:
- Qualquer produto para controle de pragas, da mesma classe ou modo de ação, não deve ser usado em gerações consecutivas da praga;
- Usar somente as doses recomendadas na bula/rótulo;
- Consultar sempre um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre o Manejo de Resistência a Inseticidas;
- Incluir outros métodos de controle de pragas (Ex.: controle cultural, biológico, químico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas, quando disponível e apropriado.

Compatibilidade

Incompatível com produtos fortemente ácidos ou alcalinos.