Bula Larvin 350 - Bayer
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Bula Larvin 350

Tiodicarbe
0123870003
Bayer

Composição

Tiodicarbe 350 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Inseticida
3 - Produto Moderadamente Tóxico
II - Produto muito perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Contato, Ingestão

Frascos plásticos: 1 litro.

Bombonas de polietileno: 1, 5, 10 e 20 litros.

Tambores de ferro: 200 litros.

INSTRUÇÕES DE USO

LARVIN 350 é um inseticida do grupo químico metilcarbamato de oxima, indicado para o controle das pragas mencionadas nas culturas conforme a bula.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO

Algodão: Curuquerê - aplicar quando a infestação atingir duas lagartas por planta.
Lagarta-das-maças - iniciar as aplicações quando constatado 10 % de infestação, ou seja 1 lagarta por 10 plantas.
* O Larvin 350 aplicado na dose de 0,4-0,8 L/ha apresenta ação ovicida, contra ovos de lagarta-das-maçãs (Heliothis virecens).
Número máximo de aplicações: 2 por ciclo de cultivo.
Soja: Lagartas - controlar quando encontrar 40 lagartas grandes (maiores que 1,5 cm) por amostragem ou se o desfolhamento médio for superior a 30%, antes do florescimento, ou 15% depois do florescimento da soja.
Broca-das-axilas - controlar até a formação das vagens quando 30% das plantas estiverem com ponteiros atacados.
Usar a dose menor nas culturas menos desenvolvidas.
Número máximo de aplicações: 2 por ciclo de cultivo.

MODO DE APLICAÇÃO

Este produto pode ser aplicado com equipamentos costais, manuais ou motorizados tratorizado e aeronaves agrícolas.
Bicos: Deverão ser utilizadas pontas de jato cônico com a combinação adequada de ponta e difusor para termos uma deposição mínima de 40 gotas/cm² e um VMD= 110-120 micrômetros. Deverão ser utilizados no avião IPANEMA (qualquer modelo) de 40-42 ba barra de pulverização com os bicos das extremidades da asa em número de 4 a 5, fechados para ser evitado o arraste das gotas pelos vórtices da ponta da asa. Os bicos da barriga em número de oito, deverão estar funcionando e na mesma angulação dos existentes nas asas do avião. Poderá também ser utilizado bicos rotativos do tipo micronair (AU 3000 ou AU 5000) trabalhando-se com as lâminas no ângulo adequado para se obter uma deposição mínima de 40 gotas/m² com um VMD= 110-120 micrômetros.
Faixa de deposição:
Em equipamentos terrestres ficará limitada ao comprimento da própria barra.
Nas aeronaves do tipo Ipanema (qualquer modelo) a faixa será de 20 metros.
Volume de aplicação:
Equipamentos terrestres: 200-400 L de calda/ha procurando-se evitar o escorrimento do produto sobre as plantas.
Aeronaves: aplicar volumes de 20-30 L de calda/ha.
Altura da barra: em equipamentos terrestres o bico ou barra de pulverização deverá estar posicionada a uma altura de 50 cm em relação ao alvo de deposição.
Aviões do tipo Ipanema (qualquer modelo) a altura do voo deverá ser de 4-5 m em relação ao alvo da deposição.
Pressão de trabalho:
Equipamentos costais: 40-60 psi. Equipamentos tratorizados: 80-100 psi. Aeronaves: 15-30 psi.
Condições climáticas:
Tempertura máxima 27º C. Umidade relativa do ar: 55 %. Velocidade do vento: máximo 10 km/hora (3m/seg).
Observar que a condição mais importante é a umidade relativa do ar pois será o maior influenciador na maior ou menor evaporação das gotas de pulverização. Gotas grandes ocasionarão deposição irregular, faixa mais estreita e escorrimento do produto nas folhas. Gotas finas terão deriva maior ou não atingirão o alvo ocasionando perdas do produto e poluição do meio ambiente.

INTERVALO DE SEGURANÇA

Algodão: 07 dias;
Soja: 14 dias.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI's) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

- Fitotoxicidade para a cultura indicada: O produto não é fitotóxico quando utilizado de acordo com as doses recomendadas.
- Não misturar LARVIN 350 com produtos fortemente ácidos, alcalinos ou que contenham sais metálicos, como por exemplo, fungicidas, tais como MANEB, ZINEB, MANCOZEB, Sulfarto de cobre e cloreto de cobre.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex.: Controle Cultural, biológico, etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponível e apropriado.

Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto-alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementação as seguintes estratégias de manejo de resistência á inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de insetos da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.




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