Bula Metsuram 600 WG

acessos
Metsulfurom-metílico
14711
Rotam

Composição

Metsulfurom-metílico 600 g/kg Sulfoniluréias

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Granulado Dispersível (WG)
Seletivo, Sistêmico
Arroz irrigado Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Angiquinho
(Aeschynomene rudis)
3,3 g p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas quando as plantas daninhas estiverem em pleno crescimento vegetativo.e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Picão preto
(Bidens pilosa)
6 a 10 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 30 dias. Aplicar em pós-emergência quando as plantas daninhas estiverem em pleno crescimento vegetativo
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
30 g p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 90 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
30 g p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 90 dias. Aplicar em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gervão branco
(Croton glandulosus)
6,6 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência, caso haja alta infestação, aplicar em área total, caso a infestação seja desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
10 a 13,3 g.p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 28 dias. Aplicar em pós-emergência, caso haja alta infestação, aplicar em área total, caso a infestação seja desuniforme em reboleiras ou manchas, aplicar em jato dirigido sobre as plantas infestantes
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Picão preto
(Bidens pilosa)
3,3 a 6,6 g p.c./ha 100 a 400 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 15 dias. Aplicar em pós-emergência, nos estádios fenológicos de início do perfilhamento e o emborrachamento do trigo e quando as plantas daninhas apresentarem no máximo com 6 folhas e em pleno desenvolvimento vegetativo

Sacos multifoliados, metálicos, de plástico, de papel de nylon/poli, caixas e barricas de papelão, bombonas plásticas e tambores metálicos contendo: 25; 50; 100; 200; 250 e 500 gramas, 1; 2; 3; 4; 5; 10; 20; 25 e 50kg.
Sacos metálicos multifoliados e de plástico contendo sacos hidrossolúveis, de 20; 50; 100; 200; 250 e 500 gramas, 1; 2; 2,5; 3; 4 e 5 kg.

INSTRUÇÕES DE USO:
DEFT® 600 WG é um herbicida seletivo sistêmico, pertencente ao grupo químico das sulfoniluréias. É absorvido através das raízes e folhas com rápida translocação acrópeta e basípeta. Plantas susceptíveis cessão o crescimento imediatamente após tratamento em pós-emergência e morrem em 7-21dias. Surfactantes aumentam a atividade de Metsulfurom. É um herbicida inibidor da síntese da cadeia de aminoácido (ALS e AHAS). Atua inibindo a biosíntese de aminoácidos essenciais como vanila, leucina e isoleucina, ocasionando a paralização da divisão celular foliar e do crescimento da planta, levando a planta à morte.
DEFT® 600 WG é utilizado para controle em pré-emergência de plantas daninhas na cultura de cana-de-açúcar e em pós-emergência das plantas daninhas para as culturas de Arroz irrigado, Aveia preta, Café, Cevada, trigo, triticale e pastagem..

CULTURAS: Arroz irrigado, Café, Cana-de-açúcar e trigo.

NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

ARROZ IRRIGADO:
Realizar somente 1 (uma) aplicação do produto durante a safra da cultura.
Aplicar quando as plantas daninhas estiverem entre os estádios de 2 a 4 folhas quando as plantas daninhas estiverem em pleno crescimento vegetativo.e quando a cultura estiver entre 10 e 30 dias após a emergência, normalmente apresentando de 3 a 4 folhas até o final do perfilhamento. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100mL/100 L de água (0,1%).

CAFÉ:
Realizar até 2 (duas) aplicações do produto durante a safra da cultura.
O produto pode ser aplicado via terrestre em pré-emergência e pós-emergência, quando as plantas daninhas estiverem em pleno crescimento vegetativo. Não aplicar quando as plantas estiverem com frutos. Aplique em jato dirigido ou protegido, evitando atingir a saia das plantas de café. Aplicar através de pulverizador tratorizado de barras e/ou costais manuais, equipados com pontas de pulverização do tipo jato em leque plano, com volumes de calda de 100 a 400 L/ha, conforme informações fornecidas pelo fabricante dos bicos.

CANA DE AÇUCAR:
Realizar somente 1 (uma) aplicação do produto durante a safra da cultura.
Em condições de solo com textura leve, aplicar 30 g/ha de DEFT 600 WG em pré-emergência da cultura e das plantas daninhas; para o controle das espécies: Sida rhombifolia (Mata-pasto) e Sida cordifolia (Guanxuma). Em condições de solo com textura média aplicar 30 g/ha de DEFT 600 WG, para o controle da espécie Portulaca oleracea (Beldroega), em pré-emergência da cultura e da planta daninha.
TRIGO:
Realizar somente 1 (uma) aplicação do produto durante a safra da cultura.
As aplicações de DEFT 600 WG devem ser feitas nos estádios fenológicos de início do perfilhamento e o emborrachamento do trigo e quando as plantas daninhas apresentarem no máximo com 6 folhas e em pleno desenvolvimento vegetativo. Aplicar as doses de 3,3 a 6,6 g/ha de DEFT 600 WG para controlar as espécies Raphanus raphanistrum (Nabiça), Bidens pilosa (Picão-preto). Aplicar as doses mais elevadas quando as plantas daninhas apresentarem estádios de desenvolvimento mais avançados e/ou populações maiores. Usar óleo mineral emulsionável na dose de 100 mL/100 L (0,1%).
Manejo de inverno: Devido a sua seletividade a cultura do trigo, em área de plantio direto a aplicação de DEFT 600 WG deverá ser feita antes do plantio ou em pré-semeadura do trigo. Pode ser aplicado com 3 a 20 dias antes do plantio com o objetivo de sua ação poder ser observada, evitando interferências causadas pela plantadeira e re-infestação.

MODO DE APLICAÇÃO:

APLICAÇÃO TERRESTRE:
Pode ser utilizado pulverizador costal ou tratorizado. Quando utilizar pulverizador costal, utilizar volumes de 400 a 1000 litros de calda/ha e de 100 a 400 litros/ha para pulverizador tratorizado. Em pré-emergência utilizar o volume para aplicação, a partir de 250 litros de calda/ha.
Os tipos de bicos utilizados devem ser de pontas de jato plano (leque) como exemplo: Teejet, XR Teejet, DG Teejet, Turbo Floodjet; ou tipo cone (ex: Fulljet) dependendo das recomendações dos fabricantes.

Observação: Se utilizar outros equipamentos de pulverização verificar se os mesmos estão proporcionando uma boa cobertura das plantas daninhas ou do solo em pré-emergência no momento da aplicação.

APLICAÇÃO AÉREA:
Utilizar aeronaves agrícolas com barras de aplicação apropriada equipada com bicos de jato cônico vazio da série D8 a D12 ou similar, core 45, ou bicos rotativos (Micronair(r)), altura de vôo de 3 a 5 m acima do alvo, pressão da bomba 30 a 50 ib/pol². A vazão deve de ser de 30 a 40 L/ha quando se emprega barra com largura da faixa de disposição de 15 a 18 m, e com densidade mínima de 20 e 30 gotas/cm² para pré e pós emergência respectivamente. Não permita que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental. Siga as restrições existentes na legislação pertinente.

CONDIÇÕES CLIMÁTICAS RECOMENDADAS:
As condições climáticas mais favoráveis e recomendáveis ao bom resultado de uma pulverização , utilizando-se os equipamentos de pulverização, são:
- Umidade relativa do ar: Mínimo 70%
- Velocidade do vento: mínimo - 2 km/hora; máximo – 10 km/hora. Ultra baixo volume: 15 km/hora
- Temperatura: abaixo de 25 ºC
Em condições de orvalho não há restrições nas aplicações com aviões. Evitar aplicações com máquinas terrestres nas mesmas condições (orvalho).

LARGURA DA FAIXA DE APLICAÇÃO:
A largura de deposição efetiva adequada escolhida será determinada em função do tipo de aeronave, equipamentos de pulverização, das pontas utilizadas, e as condições climáticas no momento da aplicação. Deve-se evitar sobreposição incorreta das faixas de aplicação, proporcionado uma cobertura uniforme na faixa de deposição total escolhida. Seguir recomendações presentes em aplicação aérea.

PREPARO DA CALDA:
Prepare apenas a quantidade de calda necessária para uma aplicação. A agitação deve ser constante durante o preparo e a aplicação do produto. Para o abastecimento do tanque do pulverizador, deve-se encher até metade (1/2) da capacidade do tanque com água. Acionar e manter o agitador em funcionamento e então adicionar o produto DEFT 600 WG. Em caso de frascos é recomendado a pré diluição em água do produto antes da adição ao tanque pulverizador. Após a adição do produto, completar o volume do tanque com água. Caso indicado o adjuvante deve ser o último produto a ser adicionado à calda de pulverização. Caso aconteça algum imprevisto que interrompa a agitação do produto possibilitando a formação de depósitos no fundo do tanque do pulverizador, agitar vigorosamente a calda antes de reiniciar a operação.

LIMPEZA DO EQUIPAMENTO DE APLICAÇÂO:
Após a aplicação de DEFT 600 WG, lavar o equipamento pulverizador da seguinte forma:
- Encher o tanque com água limpa e agitar por 10 minutos;
- Drenar o tanque em fosso seco;
- Encher o tanque novamente com água limpa e adicionar amoníaco doméstico a 1% (100ml / 100 litros de água). Agitar por 10 minutos e drenar em fosso seco;
- Remover os bicos e peneiras e lava-los separadamente em um balde contendo a mesma solução de amoníaco a 1%.
- Encher o tanque com água limpa e agitar por 10 minutos novamente;
- Drenar o tanque em fosso seco novamente;

RECOMENDAÇÕES PARA EVITAR A DERIVA:
Considerar todos os fatores de interação relativos a equipamento de pulverização e de clima, que determinam o potencial de deriva, para a tomada de decisão de realizar a pulverização. Siga as restrições existentes na legislação. Evite que a deriva proveniente da aplicação atinja culturas vizinhas, áreas habitadas, leitos de rios e outras fontes de água, criações e áreas de preservação ambiental.

IMPORTÂNCIA DO DIÂMETRO DE GOTA:
Gotas finas ou mais leves: Demonstram de modo geral, depositarem melhor e mais facilmente nos alvos ou superfícies de deposição verticais e estreitas; penetrando melhor no interior das culturas. São mais sujeitas a deriva e perdas por evaporação. Os bicos que melhor proporcionam este tipo de gota são os bicos ou pontas de jato cônico vazio. São recomendados para aplicação de herbicida em pós- emergência.
Gotas grossas ou mais pesadas: Demonstram de modo geral, depositarem melhor em área posicionadas mais horizontalmente e planas. Apresentam uma maior facilidade de deposição na parte externa das plantas e uma grande dificuldade de penetração para o interior das culturas e/plantas. Apresentam uma menor perda por evaporação e pela deriva, mas apresentam grandes riscos de perda por escorrimento. Os bicos que melhor proporcionam este tipo de gota são os bicos ou pontas de jato plano. Esses bicos são recomendados para aplicação de herbicidas em pré-emergência.

DETERMINAÇÃO DO DIÂMETRO DE GOTAS:
Técnica de aplicação – para se obter gotas de diâmetro pequeno, leves ou mais finas, recomenda-se a aplicação com bicos de orifícios finos sob altas pressões. Inversamente a este processo, com a utilização de bicos com orifícios maiores e pressões baixas, apresenta a tendência de se obter gotas de diâmetro maiores e mais pesadas e/ou grossas.

ALTURA DA BARRA PARA APLICAÇÃO:
Utilizar a menor altura possível da barra para cobertura uniforme, reduzindo a exposição das gotas à evaporação e aos ventos. Quando utilizados bicos cônicos vazios em aplicação terrestre, em pós-emergência, usar o espaçamento de 50 cm entre bicos na barra, a uma altura de no mínimo 50 cm de altura em relação ao topo das plantas.
Na pulverização aérea, a altura do vôo não deve passar dos 4,0 m para evitar problemas com a deriva. O número de bicos utilizados deve ser o menor número de bicos com maior vazão possível que proporcione uma cobertura uniforme, sendo orientados de maneira que o jato esteja dirigido para trás, no sentido paralelo a corrente de ar. Os bicos utilizados devem ser do tipo jato cheio. O comprimento da barra deve ser de no máximo 3/4 do comprimento da asa da aeronave.


FATORES AMBIENTAIS:

VENTOS:
A velocidade dos ventos influência o potencial de deriva. A velocidade do vento abaixo de 2 km/hora permite a formação e ocorrência do fenômeno climático denominado de inversão térmica, também esta associado à temperaturas. No entanto, muitos fatores, determinam o potencial de deriva a uma dada velocidade do vento, como já citados anteriormente.
Evitar aplicar o produto em condições de calmaria, ou seja com velocidade do vento inferior a 2 km/h e acima de 10 km/hora em aplicação terrestre e 15 km/hora em aplicação aérea.

UMIDADADE RELATIVA DO AR E TEMPERATURA:
A umidade relativa do ar determina a velocidade de evaporação de uma gota, consequentemente influencia no volume de aplicação atuando diretamente no rendimento da aplicação. Em condições ambientais de seca, recomenda-se obter um diâmetro de gotas grandes, conforme descrito em determinação do diâmetro de gotas.
Já temperaturas muito elevada associada a uma evapotranspiração muito elevada, causam a formação de correntes térmicas ascendentes (correntes de convecção) que prejudicam a deposição adequada das gotas. Nessas condições, evitar realizar a aplicação. Em condições de orvalho não há restrições nas aplicações com aviões. Evitar aplicações com máquinas terrestres nas mesmas condições (orvalho).

INVERSÃO TÉRMICA:
É a condição climática de algumas regiões da Terra nas quais uma camada de ar quente se sobrepõe a uma camada de ar frio, impedindo a subida do ar que está próximo da superfície. Se a temperatura do ar for bastante baixa, a umidade se condensa, formando nevoeiro. Indicativo da ocorrência deste fenômeno pode ser observado quando as partículas de fumaça, poeira e mesmo da pulverização, se mantém em suspensão durante muito tempo no ar. A inversão térmica pode ser notada com formação de uma nuvem de fumaça em camadas e com movimento lateral, enquanto se a fumaça é rapidamente dispersada e com movimento ascendente indicam um bom movimento vertical do ar.


INTERVALO DE SEGURANÇA:
Arroz Pós-emergência - 30 dias
Café Pós-emergência - 30 dias
Cana-de-açúcar Pre-emergência - 90 dias
Trigo Pós emergência - 15 dias


INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite de entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.


LIMITAÇÕES DE USO:
DEFT® 600 WG – Apresenta incompatibilidade biológica com formulações do tipo concentrado emulsionável (EC) de Tebuconazole, Parathion methyl, Chlorpyrifos e Diclofop methyl.
- Não aplicar em plantas daninhas ou culturas alvo em condições de “stress” causado, por exemplo, por frio, período de seca, excesso de chuvas, seqüência de dias nublados, etc...
- Não aplicar o produto quando a temperatura estiver abaixo de 10 ºC.
- Cana-de-açúcar - Não aplicar mais que 30,0 g de DEFT® 600 WG por hectare por safra. Nas aplicações em pré-emergência o solo deve estar úmido, bem preparado e livre de torrões.
- Trigo - Não aplicar mais que 6,6 g de DEFT® 600 WG por hectare por ciclo da cultura, em pós-emergência. Aplicar quando as plantas daninhas estiverem no máximo com 6 folhas.
- Café – Não aplicar em culturas com presença de frutos nas plantas.
- Evitar deriva na hora da aplicação.
- Não aplicar o produto quando as folhas estiverem molhadas pela chuva ou quando houver orvalho nas folhas.
- Não aplicar DEFT® 600 WG através de sistemas de irrigação.
- É necessário um período de 6 horas entre a aplicação e a ocorrência da primeira chuva e/ou orvalho abundante nas folhas das plantas daninhas.
- Para rotação de culturas, observar o prazo de 90 dias após a aplicação de DEFT® 600 WG para as culturas de girassol e algodão; 70 dias para a cultura do milho e 60 dias para as culturas de soja e feijão.
Os usos do produto estão restritos aos indicados no rótulo e bula.
Quando este produto for utilizado nas doses recomendadas, não causará danos às culturas indicadas.


INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana (ANVISA/MS).

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:
Vide Modo de Aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANSPORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente (IBAMA/MMA).

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
(Vide as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA).

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO. USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
Produto para uso exclusivamente agrícola.
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, máscara, óculos e luvas.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orificios e válvulas com a boca.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA :
Produto extremamente irritante para os olhos.
Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar dispersão de poeira.
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.
Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
Não aplique o produto contra o vento, se utilizar equipamento costal. Se utilizar trator (ou avião), aplique o produto contra o vento.
Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO
- Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA. ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada
Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), contaminação.
- Os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados devem ser retirados na segui
óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
-Tome banho imediatamente após a aplicação do produto. si 23 Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. A I roupas utilizar luvas e avental impermeável. -Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto.
-Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
-Não reutilizar a embalagem vazia.
- No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI : macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.
PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
Ingestão: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
Olhos: Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
Pele: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
Inalação: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deveria proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis, por exemplo.

INTOXICAÇÕES POR METSULFUROM METÍLICO - Informações Médicas -
Grupo químico: Sulfoniluréia
Classe toxicológica:I — Extremamente Tóxico
Vias de exposição: Oral, inalatória, ocular e dérmica.
Txicocinética: Em mamíferos, após administração oral, o metsulfurom metílico é excretado predominantemente inalterado. O metoxicarbonil e os grupos sulfoniluréia são apenas parcialmente degradados, por 0-demetilação e hidroxilação.
A recuperação do metsulfurom metílico nos grupos de tratamento foi de 91.6-103.8%. A via urinária contabilizou 71-95% da excreção em ratos, sendo a rota primária de excreção. A eliminação fecal foi de 4.8-13.3%. A excreção estava quase completa em 48h.
O acúmulo tecidual foi mínimo (geralmente <0.1% a 1%). O trato gastrintestinal, a carcaça e a pele tiveram as maiores concentrações de radioatividade.
Metanismos de toxicidade: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
Sintomas e sinais clínicos:
A)Baseado em resultados obtidos com parecem ter baixa toxicidade sistêmica. baseada nos achados clínicos. Pode ocorrer grandes quantidades.
B)Caso sejam evidentes sintomas severos se suspeitar da ação alternativa ou adicional
Ocular
A exposição dos olhos pode resultar em
Respiratório
Pode-se observar irritação da mucos
estudos em animais, estes agentes A severidade da intoxicação deve ser metemoglobinemia em ingestões de outros além da hemoglobinemia, deve-de algum outro tóxico.
Ocular: A exposição ocular pode resultar em irritação ocular.
Cardiovascular
A depressão do SNC e hipoxemia podem ser observadas caso haja
metemoglobinemia.
Gastrintestinal
Após ingestão, podem ocorrer náusea, vômito e diarréia.
Genitourinário
Alguns metabólitos podem causar irritação do trato urinário.
Hematológico
Foi observada sulfohemoglobina no sangue de ratos e cachorros aos quais administraram-se repetidamente altas doses de diuron, e em uma overdose de monolinuron em humano. A metemoglobinemia pode resultar de efeitos dos metabólitos de alguns herbicidas do grupo da sulfoniluréia.
Dermatológico
Pode ser observada cianose não responsiva à terapia de oxigênio em pacientes com metemoglobinemia devida à absorção de quantidades excessivas desses sentes.
D a nóitico
O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento:
Antídoto: Não existe antídoto específico.
Exposição Oral
A)Carvão ativado: Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 ml de água / 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos / adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g / kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão do agrotóxico;
B)Descontaminação — Remova as roupas contaminadas e lave as áreas afetadas, incluindo o cabelo, com água e sabão;
C)O tratamento é sintomático e de suporte;
D)Metemoglobinemia: Administre 1 a 2 mg/kg de uma solução de azul de metileno a 1% lentamente via intravenosa em pacientes sintomáticos. Doses adicionais podem ser necessárias.
Exposição Inalatória
Remova o paciente para um local arejado. Cheque quanto a alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritações no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corticosteróides via oral ou parenteral.
Exposição Ocular
Descontaminação: Lave os olhos expostos com quantidades copiosas de água ou salina a 0,9% à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento específico.
Exposição Dérmica
Descontaminação: Remova as roupas contaminadas e lave a área exposta com água e sabão. O paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico se a irritação ou dor persistirem.
Contra-inidcações: A indução do vômito é contra-indicada em razão do risco potencial de aspiração.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação(SIMAN / MS)
Telefone de Emergência da empresa Rotam do Brasil Agroquí • Agrícolas Ltda.: (0XX19) 3258-6763 (horário comercial)

Mecanismo de ação, absorção e excreção:
Os estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que Metsulfurom rapidamente absorvido, metabolizado e eliminado pelo organismo. Aproximadamente 90 radioativa administrada é excretada principalmente através das fezes e urina, no intervalo de 7
após a administração, sendo que a a maior parte da radioatividade é recuperada na forma do composto original.
A avaliação após administração oral, em diferentes doses, indicou que a meia vida biológica deste composto varia de 9 a 16 horas ou de 23 a 29 horas. A principal via de degradação é a quebra da ponte de uréia resultando compostos sulfonamida ou feniluréia e derivado de amina triazina. A desmetilação do grupo éster no composto sulfonamida gera sua forma ácida, que, após perda de uma molécula de água, transforma-se em sacarina.

Efeitos agudos:
Nos estudos de toxicidade oral e dérmica aguda e exposição inalatória não foram observados nenhuma alteração macroscópica em quaisquer dos órgãos examinados.
DL50 oral para ratos: >5000 mg/kg.
DL50 dérmica para ratos: >5050 mg/kg.
Concentração letal inalatória em coelhos: >2,27 mg/L. Irritabilidade dérmica em coelhos: Levemente irritante Irritabilidade ocular em coelhos: Severamente irritante Sensibilização cutânea em cobaias: potencialmente não sensibilizante.
Mutagenicidade: Não apresentou efeito mutagênico

Efeitos crônicos:
De acordo com estudos, a ingestão do produto em doses repetidas causou redução de massa corporal e redução do fígado em animais de laboratório. Metsulfurom metílico não apresentou toxicidade a órgãos-alvo específicos nos estudos agudos, subcrônicos e crônicos, conduzidos com animais. Nos referidos testes, o produto não apresentou potencial mutagênico, teratogênico ou carcinogênico.

DADOS RELAIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente — IBAMA/MMA)

RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ORGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

1- PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é: PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para algas.

- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
-Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
-Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distancia inferior a 500 (quinhen¬tos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento publico e de 250 (duzentos e cinqüenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação susceptível a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2- INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações e outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.
3- INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a Empresa BASF S.A. - telefone de emergência: Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, Óculos protetor e mascara com filtro)
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxilio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate a empresa registrante, para que a mesma faça o recolhimento. Lave o local com grande quantidade de água.
Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o Órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

4- PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador devera estar utilizando os mesmos EPIs- Equipamentos de Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem devera ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente apos o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL
ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA
ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.
DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PLANTAS DANINHAS:
Incluir outros métodos de controle de plantas daninhas (ex. controle cultural, etc.) dentro do programa do Manejo Integrado de plantas daninhas (MIPD) quando disponíveis e apropriados.

MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente utilizado no controle de plantas daninhas pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Herbicidas (FRAH-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência visando prolongar a vida útil dos herbicidas:
O uso continuado de herbicidas com o mesmo mecanismo de ação pode contribuir para o aumento de população de plantas infestantes resistentes a esse mecanismo de ação.
Como prática para o manejo de resistência de plantas infestantes; recomenda-se, alternadamente, herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Os herbicidas deverão estar registrados para a cultura. Não havendo produtos alternativos, recomenda-se a rotação de culturas que possibilite o uso de herbicidas com diferentes mecanismos de ação. Para maiores esclarecimentos, sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o manejo de resistência.