Bula Mirador 250 SC

acessos
Azoxystrobin
15616
Adama

Composição

Azoxistrobina 250 g/L Estrobilurina

Classificação

Fungicida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Suspensão Concentrada (SC)
Sistêmico

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ramularia
(Ramularia areola)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Até 3 aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Aplicar preventivamente ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Bipolaris oryzae)
400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias. Aplicação preventiva
Banana Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mal da sigatoka
(Mycosphaerella musicola)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo 3 aplicações com intervalo de 30 dias, intercalando com fungicidas de outros grupos químicos e modo de ação. 7 dias. Aplicação preventiva ou no aparecimento dos primeiros sintomas
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Mancha parda
(Septoria glycines)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Até duas aplicações com intervalo de 14 a 21 dias. 21 dias. Aplicar de maneira preventiva nos estádios R.5 e R5.5
Mancha púrpura da semente
(Cercospora kikuchii)
200 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) Até duas aplicações com intervalo de 14 a 21 dias. 21 dias. Aplicar de maneira preventiva nos estádios R.5 e R5.5
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ferrugem da folha
(Puccinia triticina)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) No máximo duas aplicações com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias. Aplicar nos estádios iniciais de infecção (traços a 5%) das doenças foliares da cultura
Mancha amarela
(Drechslera tritici-repentis)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) No máximo duas aplicações com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias. Aplicar nos estádios iniciais de infecção (traços a 5%) das doenças foliares da cultura
Mancha marrom
(Bipolaris sorokiniana)
200 a 400 mL p.c./ha 100 a 300 L de calda/ha 20 a 40 L de calda/ha (aéreo) No máximo duas aplicações com intervalo de 14 a 21 dias. 30 dias. Aplicar nos estádios iniciais de infecção (traços a 5%) das doenças foliares da cultura

Tipo: Balde
Material: Metálico e plástico
Capacidade: 10;15;2,0;20,0;2,2;2,4;2,5;25,0;3,0;30,0;4,0;40,0;5,0;50,0 L

Tipo: Bombona
Material: Metálico e plástico
Capacidade:10,0;15,0;2,0;20,0;2,2;2,4;2,5;25,0;3,0;30,0;4,0;40,0;5,0;50,0 L

Tipo: Container
Material: polietileno
Capacidade:1.000,0 L

Tipo: Frasco
Material: Metálico e plástico
Capacidade:0,25;0,5;0,6;0,8;1,0;1,2;1,5;1,6;1,8;2,0;2,2 L

Tipo: Tambor
Material: metálico e plástico
Capacidade:100,0;150,0;20,0;200,0;25,0;250,0;30,0;400,0;50,0;500,0 L

Tipo: Tanque
Material: Metalico
Capacidade :1.000;10.000;1.500;15000;2.000;20.000;2.500;3.000;4.000;500;5.000 L

1. Instruções DE USO:
1.1. CULTURAS:
MIRADOR 250 SC é um fungicida sistêmico, usado em pulverizações preferencialmente preventivas, para o controle das doenças da parte aérea das culturas do Algodão, arroz, banana, soja e trigo.
1.3 NúMERO, EPOCA E INTERVALO DE APLICACAO:
ALGODAO: Aplicar de maneira preventiva ou no aparecimento dos primeiros sintomas. E geral, duas aplicações sido suficientes para controlar a doença, porem,pode haver a necessidade de uma terceira aplicação. 0 intervalo entre as aplicações deve ser 14 dias. Realizar no Maximo 3 aplicações.
ARROZ: Aplicar de maneira preventiva. O intervalo ente as aplicações deve ser de 14 Realizar no Maximo 2 aplicações.
BANANA: Aplicar de maneira preventiva ou no aparecimento dos primeiros sintomas. Recomenda-se a aplicação do fungicida a cada 30 dias, intercalado com fungicidas de outros grupos químicos e modo de ação, como chlorothalonil, triazOis e benzimidazOis. Doses menores podem ser utiliz4das em condições climáticas desfavoráveis ao desenvolvimento da doença, ou em regiões com menor pressão da mesma. Realizar no Maximo 3 aplicações.
SOJA: Aplicar de maneira preventiva entre os estádios R.5 e R 5.5. Uma aplicação pode ser suficiente em variedades de soja mais tolerantes ou menos susceptíveis as doenças ou quando as condições climáticas forem desfavoráveis ao desenvolvimento da doença. Podem ser necessárias duas aplicações para o controle das doenças para as quais o produto é recomendado e o intervalo entre as aplicações deve ser de 14 a 21 dias. Realizar no Maximo 2 aplicações.
TRIGO: Aplicar nos estádios iniciais de infecção (traços a 5%) das doenças foliares d cultura. Manter com um intervalo entre as aplicações de 14 a 21 dias. A escolha das menores doses deve ser para uso no controle das doenças foliares em variedades de trigo com comprovada tolerância du menor susceptibilidade às doenças. Realizar no máximo 2 aplicações.
1.4 MODO DE APLICAÇÃO:
APLICAÇÃO TERRESTRE: Deverá ser utilizado pulverizador tratorizado de barra, equipamento com bicos apropriados para a aplicação de fungicidas que produza gotas finas à média, com densidade entre 50 a 70 gotas por cm2 e com pressão de trabalho de acordo com o fabricante. Caso utilizar outro tipo de equipamento, procurar obter uma cobertura uniforme na parte aérea da cultura. Diluir a dose recomendada do fungicida em água para obter um volume de calda na faixa de 100 a 300 L/ha
APLICAÇÃO AÉREA: MIRADOR 250 SC pode ser aplicado via aérea através de aeronaves agrícolas equipadas com barra contendo bicos apropriados para este tipo de aplicação ou atomizadores rotativos. O diâmetro de gotas deve ser ajustado para cada volume de aplicação em litros por ha, para proporcionar a cobertura adequada e a densidade de gotas desejada. Utilizar volume de calda de 20 a 40 L/ha.
Altura de vôo: 2 a 4 metros
Largura efetiva: 15-18 metros
CONDIÇOES CLIMÁTICAS:
Temperatura: máxima 30°C
Umidade relativa do ar (UR): mínima 55%
Velocidade de ventos: 3 a 8 km/hora
1.5 INTERVALO DE SEGURANÇA: CULTURA DIAS
Algodão................................................. 30
Arroz..................................................... 3 0
Banana....................... 07
Soja........................................................ 21
Trigo....................................................... 3 0

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO AS INSTRUÇÕES.
PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO PRECAUÇÕES GERAIS:
PRECAUÇÕES GERAIS:
- Produto para uso exclusivamente agrícola
- Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
- Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
- Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas de nitrila.
- Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
- Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
- Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
- Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
- Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as orientações descritas em primeiros socorros e procure rapidamente um serviço médico de emergência.
- Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
- Manuseie o produto em local aberto e ventilado.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:
- Evite o máximo possível o contato com a área tratada.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa de produto.
- Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
- Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão com tratamento hidrorepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calças por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro mecânico classe P2; óculos de segurança com proteção lateral; touca árabe e luvas de nitrila.
MECANISMO DE ACAO, ABSORCAO E EXCRECAO PARA ANIMAIS DE LABORATORIO:
Taxa e extensão da absorção: dependente da dose atingindo quase 100% em doses baixas. Distribuição: Maiores valores medidos pelo fígado em seguida, os rins.
Potencial de acumulação: não ha evidência de acumulação no organismo animal. Taxa e extensão da excreção: rapidamente eliminada com a bílis sendo a principal via. Compostos toxicologicamente significativos: compostos parentes.
Metabolismo: bem metabolizado (pelo menos 18 metabolitos).
EFEITOS AGUDOS PARA ANIMAIS DE LABORATORIO:
Efeitos agudo:
DL50 oral: 2000 mg/kg p c, por administração oral.
DL50 dérmica: > 2000 mg/kg de peso corpóreo.
CL50 inalatoria: Não foi possível conduzir o estudo devido algumas características físicas do produto.
Irritação dérmica: Não houve irritação dérmica.
Irritação ocular: Não houve irritação ocular.
Sensibilização cutânea: Não tem propriedades sensibilizantes.
EFEITOS CRONICOS PARA AMMAN DE LABORATORIO:
Toxicidade subcronica :
Azoxistrobina e considerado como uma substancia de baixa toxicidade subcronica em testes de 21 dias porvia dérmica.
Intoxicacão clinica :
Oncogenicitidade em Ratos: Azoxistrobina é considerado como uma substancia não-oncogenica para ratos.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

- Este produto é:
- PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III).
- Este produto é altamente tóxico para organismos aquáticos.
- Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamento com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d' água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Utilize equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetor e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

. Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso, contate o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

. Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.

. Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

-Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicação.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's -Equipamentos de Proteção Individual -recomendados para o preparo da calda do produto.

• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:

- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:

- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL (EMBALAGENS DE GRANDE VOLUME RETORNÁVEIS)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

Use luvas no manuseio dessa embalagem.

Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.

O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.



TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tomar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.

A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.



RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Recomenda-se, de maneira geral, o manejo integrado das doenças, envolvendo todos os princípios e medidas-disponíveis e viáveis de controle. O uso de sementes sadias, variedades resistentes, r Cação de culturas, época adequada de semeadura, adubação equilibrada, fungicidas, manejo da irrigação e outros, visam o melhor equilíbrio do sistema.

Qualquer produto utilizado no controle dc doenças de forma inadequada pode ficar menos efetivo ao longo do tempo devido ao desenvolvimento de resistência. O Comitê Brasileiro de Ação a Resistência a Fungicidas (FRAC-BR) recomenda as seguintes estratégias de manejo de resistência, visando com isso prolongar a vida Ca dos fungicidas e tarnbérn manter sua performance:
• Fungicidas específicos com o mesmo modo de ação, da mesma classe e com alto risco de resistência em alvos específicos, não devem ser utilizados em aplicações consecutivas no mesmo ciclo da cultura.
• Fazer a alternância e a rotação entre produtos de contato e produtos com modo e ação especifica (sistêmicos).
• Sempre consultor um Engenheiro Agrônomo para orientação sobre as recomenda dos locais para o manejo de resistência.
• Informações sobre possíveis casos de resistência devem ser encaminhados para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).