Bula Moddus

acessos
Trinexapac-ethyl
296
Syngenta

Composição

Trinexapac-ethyl 250 g/L Ácido dioxociclohexanocarboxílico

Classificação

Regulador de crescimento
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Seletivo
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,8 a 1,2 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. 34 dias. Aplicar 40 a 60 dias, antes do corte da cana, quando a planta da cana já atingiu pleno desenvolvimento vegetativo, entre 10 e 12 meses de idade. Para variedades de maturação precoce (início de safra): aplicar entre os meses de fevereiro e abril, para melhorar a qualidade da cana e antecipar a colheita. Para variedades intermediárias e tardias (final da safra): aplicar entre os meses de maio e outubro, para evitar o declínio do teor de sacarose
Cevada Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar na época de elongação da planta, quando esta apresentar o primeiro nó visível, com porte aproximado de 25 a 35 cm de altura
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Regulador de crescimento
(Regulador de crescimento)
0,4 a 0,5 L p.c./ha 100 a 250 L de calda/ha 30 a 40 L de calda/ha (aéreo) Realizar uma aplicação. Não determinado devido à modalidade de emprego. Aplicar na época de elongação da planta, quando esta apresentar o primeiro nó visível, com porte aproximado de 25 a 35 cm de altura

Frasco de polietileno de 1 L.
Bombonas de polietileno de 5, 10 e 20 L.
Container de plástico (IBC - Intermediate Bulk Container) de 1.000 L.

IMPORTANTE:
USE ESTE PRODUTO DE ACORDO COM AS INSTRUÇÕES ABAIXO DESCRITAS. LEIA COM ATENÇÃO E NA INTEGRA AS INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO, DE MODO A OBTER TODAS AS INFORMAÇÕES NECESSÁRIAS PARA A UTILIZAÇÃO CORRETA, QUE RESUL TARÁ NA MÁXIMA EFICIÊNCIA BIOLÓGICA E ECONÔMICA DO MODDUS. UTILIZE O EQUIPAMENTO DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL (EPI) ADEQUADO.

INSTRUÇÕES DE USO:
MODDUS é um regulador de crescimento, seletivo, recomendado para aplicação na cultura
da cana-de-açúcar, visando a aceleração dos processos de maturação da planta e acúmulo
de sacarose no colmo. Sua aplicação é indicada, tanto na cana planta como na cana-soca.
Nas culturas de trigo e cevada, MODDUS é indicado para aplicação, visando reduzir o
crescimento das plantas e o fortalecimento dos entrenós basais.

MODO DE AÇÃO:
O produto MODDUS, uma vez aplicado, é absorvido pela planta e passa a atuar
seletivamente, através da redução do nível de giberelina ativa, induzindo a planta a uma
inibição temporária ou redução do ritmo de crescimento, sem afetar, porém, o processo de
fotossíntese e a integridade da gema apical.
O retorno ao ritmo normal de crescimento das plantas depende da dose aplicada e
condições ambientais reinantes.
Os resultados experimentais obtidos indicam que o MODDUS proporciona acúmulo de
sacarose no colmo da cana-de-açúcar, a partir de 30 dias após a aplicação, e mantém o
incremento acumulado, além de 90 dias.
Os maiores incrementos de açúcar, no entanto, são observados entre 45 a 75 dias, após a
aplicação do produto (dependendo da dose aplicada), período este indicado para colheita
que representa maior retorno econômico.
Nas culturas de trigo e cevada, a indução da inibição de crescimento passa a ser observada
gradativamente 4 a 5 semanas, após a aplicação, cujo efeito se mantém até a época da
colheita, final de ciclo.
Áreas de utilização objetivo do tratamento:
MODDUS é indicado para a maximização do manejo varietal, aumento do teor de sacarose
da cana-de-açúcar, e inibição de florescimento das variedades floríferas.
Pelas características do produto, sua utilização pode ser estendida, durante todo o período
de safra, visando, sobretudo, a obtenção de mais açúcar por hectare, nas diferentes fases
de corte da cana-de-açúcar:
-início de safra: manejo varietal, inibição do florescimento e antecipação da colheita;
-meio da safra: exploração do potencial máximo de sacarose das variedades da época;
-final de safra: manutenção do teor de sacarose, evitando o seu declínio e, principalmente,
para a melhoria da qualidade da matéria-prima proveniente de cana-de-açúcar de ano.
Nas culturas de trigo e cevada, tem como principal objetivo, evitar o problema do
acamamento.

CULTURAS/ DOSAGEM/NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALO DE APLICAÇÃO:

- Cana-de-açúcar: 0,8-1,2* Litros/ha. NUMERO: 1 aplicação. ÉPOCA: Aplicar 40 a 60 dias, antes do corte da cana, quando a planta da cana já atingiu pleno desenvolvimento vegetativo, entre 10 e 12 meses de idade.
Para variedades de maturação precoce (inicio de safra): aplicar entre os meses de fevereiro e abril, para melhorar a qualidade da cana e antecipar a colheita.
Para variedades intermediárias e tardias (final da safra): aplicar entre os meses de maio e outubro, para evitar o declínio do teor de sacarose.

- CEVADA: 0,4-0,5* L/ha: NÚMERO: 1 aplicação. ÉPOCA: Aplicar na época de elongação da
planta, quando esta apresentar o primeiro nó visível, com porte aproximado de 25 a 35 cm de altura.

- TRIGO: 0,4-0,5* L/ha. NÚMERO: 1 aplicação. ÉPOCA: Aplicar na época de elongação da
planta, quando esta apresentar o primeiro nó visível, com porte aproximado de 25 a 35 cm de altura.

(*) 1 litro do produto comercial contém 250 g do ingrediente ativo trinexapaque-etílico.

MODO DE APLICAÇÃO:

Cana-de-açúcar: MODDUS deve ser aplicado na forma de pulverização com auxílio de
aeronaves agrícolas (aviões agrícolas ou helicópteros), dadas às caracteristicas vegetativas
da planta da cana-de-açúcar, época de aplicação e às extensivas áreas acerem tratadas.
Trigo e cevada: MODDUS poderá ser aplicado com auxílio de pulverizador convencional
terrestre tratorizado, ou, também, com auxílio de aeronaves agrícolas ( aviões agrícolas ou
helicópteros), nas lavouras cultivadas, em áreas extensivas.
Deve-se observar sempre os parâmetros recomendados para cada modalidade de aplicação.

Cultura da cana-de-açúcar:
O manejo da cultura da cana-de-açúcar com MODDUS, é importante para o escalonamento
do corte e no suprimento da indústria, para os processos de moagem, cujo beneficio poderá
ser obtido, conforme as recomendações abaixo:
Aplicação nas doses diferenciadas:
Aplicar o MODDUS, em maiores dosagens (1,0 -1 ,2 L/ha), para efetuar o corte da cana-de-
açúcar, a partir de 40 a 45 dias, após o tratamento; e aplicar as dosagens de ( 0,8 -1,0
L/ha), para efetuar o corte, a partir de 45 a 70 dias, após o tratamento.
A aplicação do MODDUS, nas dosagens diferenciadas, conduz à antecipação da maturação
da cana-de-açúcar, em diferente fases, possibilitando o corte em períodos distintos, após o
tratamento, e permitindo traçar um cronograma de corte, para assegurar o suprimento
contínuo da matéria-prima para a indústria, principalmente no início da safra.
Para determinar a época da aplicação, é importante que a cultura a ser tratada já tenha
atingido o seu pleno desenvolvimento vegetativo.
Desta forma, a cana-de-açúcar que apresenta atraso no crescimento ou que foi prejudicada
nesse processo, por fatores climáticos adversos, deverá receber aplicações de MODDUS
somente depois de atingir o seu desenvolvimento normal.

Cultura de trigo e cevada:
Nestas culturas, recomenda-se aplicar MODDUS em dosagem maior, nas lavouras que
receberam elevadas doses de nitrogênio.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO:
Cana-de-açúcar: MODDUS pode ser utilizado durante todo o período de safra, devendo ser
aplicado 40 a 60 dias, antes do corte da cana-de-açúcar, segundo a dose utilizada, e
estando a cultura na fase final de desenvolvimento vegetativo.
Na região Centro-Sul, a época de aplicação ocorre entre meados de fevereiro e meados de
.outubro, dependendo dos objetivos do tratamento.
As aplicações realizadas de meados de fevereiro a abril visam melhorar a qualidade da
cana-de-açúcar do início da safra e antecipar a colheita.
De maio até meados de outubro, o tratamento tem por objetivo explorar o potencial máximo
de sacarose das cultivares intermediárias e tardias; evitar o declínio do teor de sacarose no
final de safra, devido aos fatores climáticos, e, também, para melhorar a qualidade da
matéria-prima, proveniente de cana-de-açúcar de ano.
Trigo e cevada:
MODDUS deve ser aplicado na época da elongação destas culturas, quando as plantas
apresentam o 1° nó visível. Nesta fase, as plantas apresentam-se com o porte aproximadas
de 25 a 35 cm.

NÚMERO DE APLICAÇÕES:
Cana-de-açúcar, trigo e cevada:
Desde que aplicado nas condições adequadas e com a observância dos parâmetros
recomendados para sua utilização, 1 (uma) aplicação do MODDUS atende plenamente aos
propósitos do tratamento.

FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO DO MODDUS:
- Cana-de-açúcar:
A aplicação deve ocorrer com a cultura da cana-de-açúcar na fase final de desenvolvimento
vegetativo, porém, sem que tenha alcançado um estádio avançado de maturação fisiológica,
o que na maioria de nossas cultivares ocorre entre os dez e doze meses de idade.
A aplicação realizada antes dos doze meses de idade poderá apresentar redução
significativa no porte das plantas, com possíveis efeitos na produtividade, enquanto que a
aplicação efetuada, muito além de doze meses, terá menor probabilidade de resposta,
devido ao processo natural de maturação da planta.

- Culturas de trigo e cevada:
MODDUS deve ser aplicado durante a fase de desenvolvimento destas culturas, para que o
produto, após absorvido, venha a induzir o efeito desejável de redução de crescimento
(redução de porte) e resposta positiva no fortalecimento dos entrenós basais, evitando o
acamamento,

- Condições climáticas:
As respostas às aplicações do MODDUS são, aparentemente, menos significativas quando
as plantas se encontram no estado de estresse hídrico.
Nas culturas de trigo e cevada, a adubação nitrogenada, quando realizada em doses altas,
poderá apresentar pouca resposta ao efeito do Moddus.

PREPARO DA CALDA:
-Pulverização terrestre com equipamentos terrestres tratorizados:
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque do pulverizador, procedendo-se da
seguinte forma:
.Preencher o tanque do pulverizador, abastecendo até 1/4 da sua capacidade.
Adicionar o produto na quantidade requerida.
Completar o volume do tanque, com o sistema de agitação em funcionamento
- Pulverização aérea com auxilio de aviões agrícolas ou helicópteros:
A calda pode ser preparada, basicamente, através de duas maneiras:
a) Preparo diretamente no tanque da aeronave: neste caso, adicionar a água previamente
no tanque e depois o produto, no volume requerido.
b) Preparação de pré-mistura: utilizando-se um recipiente auxiliar (tanque ou tambor),
preparar a pré-mistura do produto. Em seguida, com auxílio da motobomba, transferir a
mesma para o tanque da aeronave, parcialmente cheio, para, posteriormente , completar o
volume desejado com água.
OBS.: em ambos os sistemas mencionados anteriormente, a relação produto/água
nunca deverá ser inferior a 1:5, ou seja, uma parte de produto em cinco partes de
água ou mais.

SEMPRE COLOCAR PRIMEIRO A ÁGUA, PARA DEPOIS ADICIONAR A DOSE DE MODDUS (NUNCA: MODDUS E DEPOIS ÁGUA)

INFORMAÇÕES SOBRE EQUIPAMENTOS E PARÂMENTROS DE APLICAÇÃO:

- Pulverizadores terrestres tratorizados:

PARÂMETROS ESPECIFICAÇÕES
Bicos-tipos: Leque (por exemplo:teejet) 110.2/11.3 ou
Cônico cheio
Altura da barra Aprox 50 cm
Pressão de trabalho 40-50 Ib/pol²
Volume de calda 100-250 L/ha

- Equipamentos aéreos - Avião agrícola:
MODDUS deve ser aplicado com aeronaves agrícolas, adaptadas com barra e equipadas com bicos hidráulicos ou rotativos do tipo micronair.

- Parâmetros para o avião Ipanema:

PARÂMETROS ESPECIFICAÇÕES
Equipamento Barra e bicos hidráulicos rotativo
Tipo de bico cônico vazio micronair
Ângulo dos bicos/ pás 90°-135° 40°-60°
Altura do vôo sobre cultura 3 a 4 metros 3 a 4 metros
Faixa de aplicação 15 metros 15 metros
Diâmetro das gotas 200- 400 micra 200-400 micra
Volume de aplicação 30 - 40 L/ha 30-40 L/ha
Distribuição dos bicos 17 cada asa e 3 sob fuselagem 3 a 4 por asa

IMPORTANTE:
a) Nas operações com aeronaves, atender às normas da Portaria N°.96 de 16.10.92 da
Secretaria de Defesa Agropecuária do Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento.
b) Para aplicações com outros tipos de aeronaves, consultar a área técnica da Syngenta
Proteção de Cultivos Ltda.
-Planejamento operacional:
Recomenda-se, para maior uniformidade de distribuição da pulverização e agilidade na
aplicação aérea do MODDUS, o planejamento e demarcação prévia da área a ser tratada.
-Parâmetros climáticos (Portaria 96):
Recomenda-se o acompanhamento das condições ambientais no momento da Pulverização;
de modo a obter a máxima segurança e eficiência biológica do produto.
-Temperatura máxima: 30° C;
-Velocidade do vento: 3 a 10 km/h;
-Umidade relativa do ar: mínima 55%.

INTERVALO DE SEGURANÇA (período de tempo que deverá transcJrrer entre a última
aplicação e a colheita):

Cana-de-açúcar: 34 dias.
Cevada: Não determinado devido à modalidade de emprego.
Trigo: Não determinado devido à modalidade de emprego.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
A reentrada na lavoura poderá ocorrer 1 dia (24 horas) após a aplicação, quando a calda aplicada estiver seca. Caso seja necessária a reentrada na lavoura antes desse
período, é necessário utilizar aqueles mesmos equipamentos de proteção individual usados
durante a aplicação.
LIMITAÇÕES DE USO:
Fitotoxicidade para as culturas indicadas:
Cana-de-açúcar:
Dentro das doses recomendadas e nas condições indicadas para aplicação, MODDUS se
mostra bastante seguro para a cultura da cana-de-açúcar.
Como conseqOência da aplicação do produto, a planta apresentará redução dos internódios,
engrossamento do palmito, e eventuais emissões de brotações laterais, especialmente em
lavouras acamadas, onde as gemas foram expostas à luz.
Uma eventual redução de porte da planta poderá ser observada se a aplicação for realizada
em plantas muito jovens ou se o corte da cana-de-açúcar for realizado após um período
muito posterior ao recomendado.
Os sintomas do produto na planta acima descritos são temporários, após o que a mesma
retomará o processo de desenvolvimento normal.

Trigo e cevada:
MODDUS aplicado nas dosagens de 0,4 e 0,5 Uha foi bastante seguro para estas cul uras
não foi constatado qualquer sintoma de fitotoxicidade, mostrando que estas gra ' o
tolerantes ao produto.
Outras restrições a serem observadas:

Cana-de-açucar:
-MODDUS não deve ser aplicado com a cultura no estado de estresse e por deficiência
hídrica.
-MODDUS não deve ser aplicado em plantas jovens, normalmente
meses de idade, ou com a estrutura produtiva não formada.
-Recomenda-se evitar a manutenção prolongada da planta da cana-de açúcar, tratada com
MODDUS no campo, após atingir o pico de maturação.
-Não é recomendado deixar calda pronta do produto de um dia para o outro.

Trigo e cevada:
Nas culturas de trigo e cevada, MODDUS não deve ser aplicado antes do aparecimento do
primeiro nó ou, muito tardiamente, com as plantas na fase de desenvolvimento muito
adiantado, pois o produto não apresentará efeito desejado.
As culturas de trigo e cevada tratadas com o produto MODDUS não devem ser utilizadas
para alimentação de animais, quando no estádio vegetativo.

PRECAUÇÕES GERAIS: Produto para uso exclusivamente agrícola.
Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.
Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
PRECAUÇÕES NO MANUSEIO
Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente (com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas), óculos, máscara com filtro de carvão ativado cobrindo nariz e boca, luvas e botas de borracha.
PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
Evite, o máximo possível, o contato com a área aplicada.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia. Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança.
Utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente (com as mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as calças passando por cima das botas), óculos, máscara com filtro de carvão cobrindo nariz e boca, touca árabe, luvas e botas de borracha.
PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO Não reutillize a embalagem vazia.
Evite o máximo possível, o contato com a área aplicada com o produto até o término do intervalo de reentrada (24h).
Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
Troque e lave as suas roupas de proteção separadamente das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto. Fique atento ao periodo de vida útil dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual - EPI: macacão de algodão hidro-repelente com mangas compridas, luvas e botas de borracha.

INTOXICAÇÃO POR TRINEXAPAQUE-ETÍLICO

PRIMEIROS SOCORROS:
Procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e receituário agronômico do produto.

Ingestão: Não provoque vômito.

Olhos: Lave com água em abundância durante 15 minutos.

Pele: Lave com água e sabão em abundância. Inalação: Procure local arejado.

Se o acidentado parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial. Transporte-o imediatamente para assistência médica mais próxima.

ANTÍDOTO
Não há antídoto específico.

Grupo químico:
Ácido Dioxociclohexanocarboxílico.

Classe toxicológica:
III - Mediamente tóxico

Mecanismo de Toxicidade:
Não estão disponíveis informações quanto ao mecanismo de ação para o ser humano.

Toxicidade:
Têm baixa toxicidade aguda

Vias de absorção:
Oral (80-85%), déermica em menor intensidade.

Metabolismo e toxicocinética:
Não há referência sobe intoxicação aguda em humanos.

Tratamento:
As medidas abaixo relacionadas, especialmente aquelas voltadas para a adequada oxigenação do intoxicado, devem ser implementadas concomitantemente ao tratamento medicamentoso e a descontaminação.
Utilizar luvas e avental durante a descontaminação.

1. Remover roupas e acessórios e descontaminar a pele (incluindo pregas, cavidades e orifícios) e cabelos, com água fria abundante e sabão. Colocar r a vítima para local ventilado
2. Se houver exposição ocular, irrigar abundantemente com soro fisiológico ou água, por no mínimo 15 minutos, evitando contato com a pele e mucosas.
3. Em caso de ingestão recente, fazer lavagem gástrica. Atentar para nível de consciência e proteger vias aéreas do risco de aspiração. Administrar carvão ativado na proporção de 50-100 g em adultos e 25-50 g em crianças de 1-12 anos, e 19/Kg em menores de 1 ano, diluídos em água, na proporção de 30 g de carvão ativado para 240 mL de água.
4. O tratamento é sintomático e de manutenção.

Atenção:
As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória. Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque Intoxicações: 0800 580 1000
Centro de Informações Toxicológicas: 0800-410148 (PR) Centro de Informações Toxicológicas: 0800-780200 (RS) São Paulo: (OXX11) 5011-5111/5012-5311
Campinas: (OXX 19) 3788-7573
Da empresa: Plantão Syngenta 24 horas: 0800160210

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA ANIMAIS DE LABORATÓRIO
Os resultados encontrados em experimentos com animais de laboratório demonstraram que o ETIL-TRINEXAPAC é absorvido e metabolizado por ratos, sendo eliminado rapidamente extensivamente através principalmente da urina.

EFEITOS AGUDOS - MODDUS:
Sob condições de laboratório, sintomas não específicos de intoxicação foram observados em ratos.
DL50 Oral (ratos): maior que 4.000 mg/kg.
DL50 Dérmica (ratos): maior que 4.800 mg/kg.
Irritação ocular (coelhos): não irritante.
Irritação cutânea (coelhos): não irritante.
Classificação Toxicológica : III (produto Medianamente Tóxico)

EFEITOS CRÔNICOS - ETIL-TRINEXAPAC:
A toxicidade crónica foi estudada em animais de laboratório com o produto técnico. Nestes estudos, o produto foi administrado em diferentes doses a ratos, cães e camundongos, e foi possível o estabelecimento de NOELs:
Os valores de NOELs encontrados foram: ratos (estudos de 2 anos) = 115 mg/Kg peso corpóreo/dia. camundongos (estudos de 18 meses) = 451 mg/Kg peso corpóreo/dia. cães (estudos de 1 ano) = 31,6 mg/Kg peso corpóreo/dia.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é:
- Perigoso ao Meio Ambiente (Classe III).

Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
Evite a contaminação ambiental -Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite contaminação da água.
Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinqOenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e culturas suscetíveis a danos.
Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.
Descarte corretamente as embalagens e restos do produto.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original, sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não carburante.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis, para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados. Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa Syngenta Proteção de cultivos LTDA., pelo telefone de emergência: 0800-160210.
Utilize o equipamento de proteção individual -EPI (macacão impermeavél, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtro).
Isole e sinalize a área contaminada.
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá mais ser utilizado. Neste caso consulte o registrante, através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.

Solo: Retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante, conforme indicado acima.

Corpos d'água: Interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade de produto envolvido.

Em caso de incêndio, use extintores (DE ÁGUA EM FORMA DE NEBLINA, DE CO2 ou PÓ QUÍMICO), ficando a favor do vento para evitar intoxicação

PROCEDIMENTO DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPls - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até Y4 do seu volume; Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos; Despeje a água de lavagem no tanque pulverizador;
Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão :
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-Ia invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, esta embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo da chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardadas as embalagens cheias

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalaggem vazia com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro do seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
É obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

PARA TODOS OS TIPOS DE EMBALAGENS

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos com petentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILlZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas

PRODUTO IMPRÓRPIO PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Informação inexitente na bula.