Bula Moddus

CI
Trinexapaque-Etílico
296
Syngenta

Composição

Trinexapaque-Etílico 250 g/L

Classificação

Terrestre/Aérea
Regulador de crescimento
5 - Produto Improvável de Causar Dano Agudo
III - Produto perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Regulador de crescimento, Seletivo

Frasco de polietileno de 1 L.

Bombonas de polietileno de 5, 10 e 20 L.

Container de plástico (IBC - Intermediate Bulk Container) de 1.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO

O produto é um regulador de crescimento, seletivo, recomendado para aplicação na cultura da cana-de-açúcar, visando a aceleração dos processos de maturação da planta e acúmulo de sacarose no colmo. Sua aplicação é indicada tanto na cana planta como na cana-soca.
Nas culturas de cevada e trigo, é indicado para aplicação, visando reduzir o crescimento das plantas e o fortalecimento dos entre-nós basais.
Na cultura da cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos) atua como um regulador de crescimento, seletivo, visando proporcionar uma redução de porte das plantas, deixando-as mais eretas e evitando o tombamento.

MODO DE AÇÃO

O produto, uma vez aplicado, é absorvido pela planta e passa a atuar seletivamente, através da redução do nível de giberelina ativa, induzindo a planta a uma inibição temporária ou redução do ritmo de crescimento, sem afetar, porém, o processo de fotossíntese e a integridade da gema apical.
O retorno ao ritmo normal de crescimento das plantas depende da dose aplicada e condições ambientais presentes.
Os resultados experimentais obtidos indicam que proporciona acúmulo de sacarose no colmo da cana-de-açúcar, a partir de 15 dias após a aplicação, e mantém o incremento acumulado até 60 dias após aplicado.
Os melhores resultados são obtidos quando é aplicado sobre as plantas de cana-de-açúcar em pleno desenvolvimento vegetativo, entre 10 e 12 meses após o plantio ou último corte, que não estejam sofrendo efeito de estresse hídrico, sob boas condições de umidade do solo e umidade relativa do ar superior a 60%, tanto antes quanto após a aplicação.
Nas culturas da cevada e trigo, a indução da inibição de crescimento passa a ser observada gradativamente 4 a 5 semanas, após a aplicação, cujo efeito se mantém até a época da colheita, final de ciclo.

ÁREAS DE UTILIZAÇÃO / OBJETIVO DO TRATAMENTO

O produto é indicado para a maximização do manejo varietal, aumento do teor de sacarose da cana-de-açúcar, e inibição de florescimento das variedades floríferas.
Pelas características do produto, sua utilização pode ser estendida durante todo o período de safra, visando, sobretudo, a obtenção de mais açúcar por hectare, nas diferentes fases de corte da cana-de-açúcar:
- Início de safra: Manejo varietal, inibição do florescimento e antecipação da colheita;
- Meio da safra: Exploração do potencial máximo de sacarose das variedades da época;
- Final de safra: Manutenção do teor de sacarose, evitando o seu declínio e, principalmente, para a melhoria da qualidade da matéria-prima proveniente de cana-de-açúcar de ano.

MODO DE APLICAÇÃO

Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos): Deve ser aplicado na forma de pulverização, com a utilização de pulverizadores terrestres convencionais (costal ou tratorizado até o momento que a altura da cultura permitir) ou com auxílio de aeronaves agrícolas (aviões agrícolas ou helicópteros).

Cana-de-açúcar (maturador): Deve ser aplicado na forma de pulverização, com auxílio de aeronaves agrícolas (aviões agrícolas ou helicópteros), dadas às características vegetativas da planta da cana-de-açúcar, época de aplicação e às extensivas áreas a serem tratadas.

Cevada e trigo: Poderá ser aplicado com auxílio de pulverizador convencional terrestre tratorizado, ou, também, com auxílio de aeronaves agrícolas (aviões agrícolas ou helicópteros), nas lavouras cultivadas, em áreas extensivas.
Deve-se observar sempre os parâmetros recomendados para cada modalidade de aplicação.
Nestas culturas, recomenda-se aplicar em dosagem maior, nas lavouras que receberam elevadas doses de nitrogênio.

ÉPOCA DE APLICAÇÃO

Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos)

Os melhores resultados, visando a redução de porte para à produção de mudas – propágulos vegetativos, são obtidos quando é aplicado sobre as plantas de cana-de-açúcar em pleno desenvolvimento vegetativo, que não estejam sofrendo efeito de estresse hídrico, sob boas condições de umidade do solo e umidade relativa do ar superior a 60%, tanto antes quanto após a aplicação.
Primeira aplicação quando a primeira aurícula visível das plantas de cana-de-açúcar encontrar-se a 25 cm do nível do solo ou a primeira gema estiver visível no colmo das plantas. Também pode-se iniciar a aplicação em plantas mais desenvolvidas sempre que se julgar necessário uma redução de porte das plantas para evitar tombamento. Para se atingir o máximo desempenho do produto, as demais aplicações devem ser realizadas quando as plantas apresentarem 3, 6, 9 e 12 gemas.

Cana-de-açúcar (maturador)

Pode ser utilizado durante todo o período de safra, devendo ser aplicado de 15 a 60 antes do corte da cana-de-açúcar e estando a cultura na fase final de desenvolvimento vegetativo.
Na região Centro-Sul, a época de aplicação ocorre entre meados de janeiro e meados de novembro, dependendo dos objetivos do tratamento.
As aplicações realizadas em início de safra objetivam a melhoria da qualidade da matéria prima e antecipação da colheita de variedades de ciclo de maturação médio ou tardio.
De maio até meados de novembro, o tratamento tem por objetivo explorar o potencial máximo de sacarose das cultivares intermediárias e tardias; evitar o declínio do teor de sacarose no final de safra, devido aos fatores climáticos, e, também, para melhorar a qualidade da matéria prima, proveniente de cana-de-açúcar de ano.

Cevada e trigo

Deve ser aplicado na época da elongação destas culturas, quando as plantas apresentam o 1º nó visível. Nesta fase, as plantas apresentam-se com o porte aproximado de 25 a 35 cm.

NÚMERO DE APLICAÇÕES

Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos): Desde que aplicado nas condições adequadas e com a observância dos parâmetros recomendados para sua utilização, pode ser aplicado no máximo 5 vezes por ciclo da cana-de-açúcar. Algumas variedades podem apresentar diferentes respostas ao tratamento, sendo que variedades que apresentem maior resposta ao produto podem necessitar um número menor de aplicações e/ou uma dose menor. Antes de realizar o tratamento em áreas extensas em variedades que não se conheça o efeito da aplicação, aplicar em pequenas áreas testes para verificar a necessidade da utilização da maior ou menor dose de bula ou uma redução no número de aplicações por ciclo da cultura.

Cana-de-açúcar (maturador), cevada e trigo

Desde que aplicado nas condições adequadas e com a observância dos parâmetros recomendados para sua utilização, 1 (uma) aplicação atende plenamente aos propósitos do tratamento.

FATORES RELACIONADOS COM A APLICAÇÃO

- Cana-de-açúcar (maturador)

O manejo da cultura da cana-de-açúcar é importante para o escalonamento do corte e no suprimento da indústria, para os processos de moagem. A aplicação conduz à antecipação da maturação da cana-de-açúcar, em diferentes fases, possibilitando o corte em períodos distintos, após o tratamento, e permitindo traçar um cronograma de colheita, para assegurar o suprimento contínuo da matéria-prima para a indústria, principalmente no inicio da safra.
A aplicação deve ocorrer com a cultura da cana-de-açúcar na fase de pleno desenvolvimento vegetativo, porém, sem que tenha alcançado um estádio avançado de maturação fisiológica, o que na maioria de nossas cultivares ocorre entre dez e doze meses de idade.
Desta forma, a cana-de-açúcar que apresenta atraso no crescimento ou que foi prejudicada nesse processo, por fatores climáticos adversos, deverá receber aplicações somente depois de atingir o seu desenvolvimento normal.
A aplicação realizada antes dos doze meses de idade poderá apresentar redução significativa no porte das plantas, com possíveis efeitos na produtividade, enquanto que a aplicação efetuada, muito além de doze meses, terá menor probabilidade de resposta, devido ao processo natural de maturação da planta.

- Culturas de cevada e trigo

Deve ser aplicado durante a fase de desenvolvimento destas culturas, para que o produto, após absorvido, venha a induzir o efeito desejável de redução de crescimento (redução de porte) e resposta positiva no fortalecimento dos entrenós basais, evitando o acamamento.

- Condições climáticas

As respostas às aplicações são, aparentemente, menos significativas quando as plantas se encontram no estado de estresse hídrico.
Nas culturas de trigo e cevada, a adubação nitrogenada, quando realizada em doses altas, poderá apresentar pouca resposta ao efeito do produto.

PREPARO DA CALDA

Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos): Os produtos nas quantidades pré-determinadas poderão ser despejados diretamente no tanque do pulverizador parcialmente cheio (1/4 do volume cheio) e com o sistema de agitação em funcionamento. Em seguida completar o volume d’água.

Cana-de-açúcar (maturador), cevada e trigo

- Pulverização terrestre com equipamentos terrestres tratorizados:
A calda poderá ser preparada diretamente no tanque do pulverizador, procedendo-se da seguinte forma:
- Preencher o tanque do pulverizador, abastecendo até ¹/4 da sua capacidade.
- Adicionar o produto na quantidade requerida.
- Completar o volume do tanque, com o sistema de agitação em funcionamento.

- Pulverização aérea com auxílio de aviões agrícolas ou helicópteros

A calda pode ser preparada, basicamente, através de duas maneiras:
a) Preparo diretamente no tanque da aeronave: neste caso, adicionar a água previamente no tanque e depois o produto, no volume requerido.
b) Preparação de pré-mistura: utilizando-se um recipiente auxiliar (tanque ou tambor), preparar a pré-mistura do produto. Em seguida, com auxílio da moto-bomba, transferir a mesma para o tanque da aeronave, parcialmente cheio, para, posteriormente, completar o volume desejado com água.

Observação

Em ambos os sistemas mencionados anteriormente, a relação produto/água nunca deverá ser inferior a 1:5, ou seja, uma parte de produto em cinco partes de água ou mais.

-SEMPRE COLOCAR PRIMEIRO A ÁGUA, PARA DEPOIS ADICIONAR A DOSE DO PRODUTO (NUNCA: PRODUTO E DEPOIS ÁGUA)

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS E PARÂMETROS DE APLICAÇÃO

- Pulverizadores terrestres-tratorizados

Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos): parâmetros de aplicação

Bicos recomendados: Utilizar pontas tipo leque: 80.02, 80.03, 80.04, 110.02, 110.03, 110.04 ou similares, dependendo do volume de aplicação desejado.
Pressão da bomba: 30 a 60 libras por polegada quadrada.
Vazão: 100 a 300 litros de calda por hectare.

Cana-de-açúcar (maturador), cevada e trigo

PARÂMETROS ESPECIFICAÇÕES

Bicos- tipos: Leque (por exemplo: Teejet) 110.2/11.03 ou Cônico cheio
Altura da Barra Aprox. 50 cm
Pressão de trabalho 40 - 50 lb/pol²
Volume de calda 100 a 250 L/ha
O equipamento de pulverização deverá ser adequado para cada tipo de cultura, forma de cultivo e a topografia do terreno, podendo ser tratorizado com barra ou auto-propelido, providos de pontas que produzam gotas médias, com espaçamento, vazão, pressão de trabalho corretamente calibrados e que proporcionem uma vazão adequada para se obter uma boa cobertura das plantas. Ajustar a velocidade do equipamento para a vazão/volume de calda desejada e a topografia do terreno.
Utilizar técnicas de redução de deriva, tais como:
- Adotar condições operacionais que possibilitem redução de deriva (menor velocidade e altura de pulverização de no mínimo de 50 cm, adequadas ao equipamento em uso);
- Planejar a calda de aplicação para que esta não ofereça maior risco de deriva;
- Adequar a distância entre a aplicação e as áreas que precisam ser protegidas, de acordo com a técnica utilizada e as condições climáticas vigentes;
- Respeitar as faixas de segurança, de acordo com a legislação vigente.
Condições meteorológicas:
Temperatura do ar: abaixo de 30°C
Umidade relativa do ar: acima de 60%
Velocidade do vento: média de 3 km/h até 10 km/h
Evitar condições de inversão térmica ou correntes convectivas.

- Equipamentos aéreos - Avião agrícola

“Utilizar somente empresas e pilotos de aplicação aérea que sigam estritamente às normas e regulamentos da aviação agrícola, devidamente registrados junto ao MAPA, e que empreguem os conceitos das boas práticas na aplicação aérea dos produtos fitossanitários. Recomendamos a utilização de empresas certificadas para aplicação aérea.”

Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos) - Pulverização aérea

Volume de calda de 30 a 40 litros por hectare; pontas da série D preferencialmente com difusor 56 (D6, D8 ou D10), tomando o cuidado de não variar as característica da ponta na mesma barra.
Utilizar uma pressão de 15 a 30 psi; ângulo da barra de 90 graus; altura de voo de 2 a 3 metros; faixa de deposição de 12 a 15 metros; tamanho de gotas de 200 a 400 micra, procurando-se obter 20 a 40 gotas/cm².
Condições climáticas: temperatura até 27º C e umidade relativa do ar mínima de 55%, preferencialmente com vento cruzado em relação ao sentido de voo, com velocidade entre 3 e 10 km/h e não aplicar em condições de inversão térmica.
Somente realizar a aplicação aérea na presença de profissionais habilitados.

Cana-de-açúcar (maturador), cevada e trigo

Deve ser aplicado com aeronaves agrícolas, adaptadas com barra e equipadas com bicos hidráulicos ou rotativos tipo micronair.

IMPORTANTE

- Para aplicações com outros tipos de aeronaves, consultar a área técnica da Syngenta Proteção de Cultivos Ltda.

- Planejamento operacional

Recomenda-se, para maior uniformidade de distribuição da pulverização e agilidade na aplicação aérea, o planejamento e demarcação prévia da área a ser tratada.

- Parâmetros climáticos

Recomenda-se o acompanhamento das condições ambientais no momento da pulverização, de modo a obter a máxima segurança e eficiência biológica do produto.

- Temperatura máxima: 30º C;
- Velocidade do vento: 3 a 10 km/h;
- Umidade relativa do ar: mínima 60%.

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS

Não entre na área em que o produto foi aplicado antes da secagem completa da calda (no mínimo 24 horas após a aplicação). Caso necessite entrar antes desse período, utilize os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados para o uso durante a aplicação.

LIMITAÇÕES DE USO

Utilize este produto de acordo com as recomendações em rótulo e bula. Esta é uma ação importante para obter resíduos dentro dos limites permitidos no Brasil (referência: monografia da ANVISA). No caso de o produto ser utilizado em uma cultura de exportação, verifique, antes de usar, os níveis máximos de resíduos aceitos no país de destino para as culturas tratadas com este produto, uma vez que eles podem ser diferentes dos valores permitidos no Brasil ou não terem sido estabelecidos. Em caso de dúvida, consulte o seu exportador e/ou importador.
Respeite as leis federais, estaduais e o Código Florestal, em especial a delimitação de Área de Preservação Permanente, observando as distâncias mínimas por eles definidas. Nunca aplique este produto em distâncias inferiores a 30 metros de corpos d’água. E utilize-se sempre das Boas Práticas Agrícolas para a conservação do solo, entre elas a adoção de curva de nível em locais de declive e o plantio direto.

Fitotoxicidade para as culturas indicadas

Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos): Dentro das doses recomendadas e nas condições indicadas para aplicação, ocasionará a redução dos internódios e consequentemente de altura da cultura, porém, não causando qualquer dano a brotação das gemas oriundas desse material.

Cana-de-açúcar (maturador)

Como consequência da aplicação do produto, a planta apresentará redução dos internódios, engrossamento do palmito, e eventuais emissões de brotações laterais, especialmente em lavouras acamadas, onde as gemas foram expostas à luz.
Uma eventual redução de porte da planta poderá ser observada se a aplicação for realizada em plantas muito jovens ou se o corte da cana-de-açúcar for realizado, após um período muito posterior ao recomendado.
Os sintomas do produto na planta acima descritos são temporários, após o que a mesma retomará o processo de desenvolvimento normal.

Cevada e trigo

Não foi constatado qualquer sintoma de fitotoxicidade quando foi aplicado nas dosagens de 0,4 e 0,5 L/ha, mostrando que estas gramíneas são tolerantes ao produto.

Outras restrições a serem observadas

Cana-de-açúcar destinada à produção de mudas (propágulos vegetativos): Não deve ser aplicado com a cultura no estado de estresse por deficiência hídrica. A aplicação do produto em solo excessivamente seco e com baixa umidade relativa do ar, pode potencializar a ação do produto ocasionando redução excessiva de porte das plantas.
Não é recomendado deixar calda pronta do produto de um dia para o outro.

Cana-de-açúcar (maturador)

- Não deve ser aplicado com a cultura no estado de estresse por deficiência hídrica.
- Não deve ser aplicado em plantas jovens, normalmente com menos de 10 meses de idade, ou com a estrutura produtiva não formada.
- Recomenda-se evitar a manutenção prolongada da planta da cana-de-açúcar, tratada no campo, após atingir o pico de maturação.
- Não é recomendado deixar calda pronta do produto de um dia para o outro.

Cevada e trigo

Nas culturas da cevada e trigo, não deve ser aplicado antes do aparecimento do primeiro nó ou, muito tardiamente, com as plantas na fase de desenvolvimento muito adiantado, pois o produto não apresentará efeito desejado.
As culturas da cevada e trigo tratadas com o produto não devem ser utilizadas para alimentação de animais, quando no estádio vegetativo.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.

De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes sejam implementados.

Não se aplica, devido tratar-se de um Regulador de Crescimento.




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