Bula Natu

acessos
Diflubenzurom
2418
BRA

Composição

Diflubenzurom 250 g/kg Benzoiluréia

Classificação

Inseticida Fisiológico
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Pó molhável (WP)
Fisiológico, Inseticida

Algodão Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Curuquerê
(Alabama argillacea)
60 g p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo 3 aplicações com intervalo de 10 a 15 dias. 28 dias. Iniciar os tratamentos antes que o nível de desfolha ou a contagem de lagartas atinja os níveis preconizados nas tabelas tradicionais. Em regiões onde o curuquerê ataca na fase inicial da cultura, efetuar duas aplicações sequenciais de 30 g com intervalo de 10 dias
Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Bicho furão
(Ecdytolopha aurantiana)
500 g p.c./ha 2000 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Efetuar o tratamento no início da infestação antes que a larva penetre no fruto
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta do cartucho
(Spodoptera frugiperda)
100 g p.c./ha 200 a 400 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo 2 aplicações com intervalos de 14 dias. 60 dias. Efetuar amostragens selecionando 5 a 10 pontos de amostragem, considerando-se 100 plantas por cada ponto, contando-se o número de folhas raspadas. Quando ocorrer o início de sintomas de ataque, efetuar a aplicação com jato dirigido para o cartucho da planta. O tratamento deve ser sempre efetuado antes que as lagartas penetrem no cartucho
Soja Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Lagarta da soja
(Anticarsia gemmatalis)
30 a 60 g p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo duas aplicações conforme descrito na época. 21 dias. Iniciar as aplicações de 30 g/ha do produto no início do ataque da praga, com lagartas no 1º e 2º instar (fase jovem), repetindo a aplicação 15 dias após a primeira. Caso a cultura encontre-se em estágios com alto grau de enfolhamento, utilizar 60 g/ha, reaplicando 15 a 20 dias após a primeira (caso necessário), sempre com lagartas no 1º e 2º instar
Tomate Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Broca pequena do tomateiro
(Neoleucinodes elegantalis)
500 g p.c./ha 1000 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 a 14 dias. 4 dias. Efetuar o tratamento entre o começo do voo dos adultos e a oviposição
Lagarta da espiga do milho
(Helicoverpa zea)
500 g p.c./ha 1000 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 a 14 dias. 4 dias. Efetuar o tratamento entre o começo do voo dos adultos e a oviposição
Traça da batatinha
(Phthorimaea operculella)
500 g p.c./ha 1000 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 a 14 dias. 4 dias. Efetuar o tratamento entre o começo do voo dos adultos e a oviposição
Traça do tomateiro
(Tuta absoluta)
500 g p.c./ha 1000 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Realizar no máximo três aplicações com intervalo de 7 a 14 dias. 4 dias. Efetuar o tratamento entre o começo do voo dos adultos e a oviposição
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Gafanhoto
(Rhammatocerus schistocercoides)
100 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Efetuar o tratamento sobre os insetos na fase jovem (saltão) propiciando uma cobertura adequada inclusive das áreas subsequentes, observando-se o sentido de deslocamento da praga
Gafanhoto
(Rhammatocerus sp.)
100 g p.c./ha 150 a 200 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) - 30 dias. Efetuar o tratamento sobre os insetos na fase jovem (saltão) propiciando uma cobertura adequada inclusive das áreas subsequentes, observando-se o sentido de deslocamento da praga
Lagarta do trigo
(Pseudaletia sequax)
100 g p.c./ha 150 L de calda/ha 15 a 20 L de calda/ha (aéreo) Efetuar no máximo 2 aplicações com intervalo de 14 dias. 30 dias. Efetuar o tratamento no início da maturação fisiológica (grão leitoso) quando do início da infestação da praga

NATO não tem ação de choque, e a morte das pragas ocorre poucos dias após um tratamento. Por isso não se deve esperar que a infestação atinja o nível de controle. Recomendamos o início dos tratamentos para as seguintes culturas:

ADIÇÃO DE ADJUVANTE:

A adição de adjuvante oleoso na dose de 0,5 L/ha nas aplicações aéreas para as culturas de algodão e milho tende a melhorar a eficácia do produto.

MODO DE APLICAÇÃO / EQUIPAMENTOS:

NATO deve ser preparado em mistura com água e aplicado em pulverização, usando o volume de calda suficiente para dar cobertura uniforme.

Pulverização via terrestre:
• Costal: utilizar bicos cônicos das séries D, X ou equivalente com pressão de 40 a 60 lb/pol² (p.s.i.).
No caso específico do tomate aplicar de 400 a 1000 litros de calda por hectare, de acordo com o estágio da cultura.
• Tratorizado: quando aplicar com barra, usar bico cônico das séries D, X ou equivalente com pressão de 40 a 60 lb/pol² (p.s.i.) nos bicos.
Pulverização via aérea:
Nas culturas de algodão, milho, soja ou combate de gafanhotos, o avião deverá ser equipado com micronair AU 5000.
Largura da faixa: a ser definida por teste, dependendo da altura do voo.
Volume da calda: 15 a 20 litros por hectare.
Calcular a dose do produto de forma a manter a dose indicada por hectare.
NATO não deve ser aplicado com Umidade Relativa (UR) abaixo de 60%.
NATO não deve ser aplicado com equipamento de ultra-baixo-volume (UBV).

Lavagem do equipamento de aplicação:

Antes da aplicação, verifique e inicie somente com o equipamento limpo e bem conservado. Imediata-mente após a aplicação, proceda a uma completa limpeza de todo o equipamento para reduzir o risco da formação de depósitos sólidos que possam se tornar difíceis de serem removidos. O adiamento, mesmo por poucas horas, somente torna a limpeza mais difícil.
1. Com o equipamento de aplicação vazio, enxágue completamente o pulverizador e faça circular água limpa pelas mangueiras, barras, bicos e difusores, removendo fisicamente, se necessário, os depósitos visíveis de produto. O material resultante desta operação deverá ser pulverizado na área tratada com o respectivo produto.
2. Complete o pulverizador com água limpa. Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque na área tratada com o respectivo produto.
3. Complete o pulverizador com água limpa e adicione amônia caseira (3% de amônia) na proporção de 1% (1 litro por 100 litros). Circule esta solução pelas mangueiras, barras, filtros e bicos. Desligue a barra e encha o tanque com água limpa. Circule pelo sistema de pulverização por 15 minutos. Circule então pelas mangueiras, barras, filtros, bicos e difusores. Esvazie o tanque evitando que este líquido atinja corpos d’água, nascentes ou plantas úteis.
4. Remova e limpe os bicos, filtros e difusores em um balde com a solução de limpeza.
5. Repita o passo 3.
6. Enxágue completamente o pulverizador, mangueiras, barra, bicos e difusores com água limpa no mínimo 2 vezes.
Limpe tudo que for associado ao pulverizador, inclusive o material usado para o enchimento do tanque. Tome todas as medidas de segurança necessárias durante a limpeza. Não limpe o equipamento perto de 20/03/2018 versão 1.0

nascentes, fontes de água ou de plantas úteis. Descarte os resíduos da limpeza de acordo com a legislação Estadual ou Municipal.

INTERVALO DE SEGURANÇA:

Algodão............................ 28 dias
Citros .............................. 30 dias
Milho ............................... 60 dias
Soja ................................. 21 dias
Tomate............................... 4 dias
Trigo ................................ 30 dias

INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:

Não entrar nas áreas tratadas sem o equipamento de proteção individual por um período mínimo de aproximadamente 24 horas ou até que a calda pulverizada nas plantas esteja seca. Caso haja neces-sidade de reentrar nas lavouras ou áreas tratadas antes desse período, usar os EPIs recomendados.

LIMITAÇÕES DE USO:

NATO não apresenta restrições de uso desde que seja utilizado de acordo com as recomendações constantes na bula do produto.

NATO não deve ser aplicado com Umidade Relativa (UR) abaixo de 60%.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL A SEREM UTILIZADOS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA.

INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO A SEREM USADOS:

Vide Modo de aplicação.

DESCRIÇÃO DOS PROCESSOS DE TRÍPLICE LAVAGEM DA EMBALAGEM OU TECNOLOGIA EQUIVALENTE:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO, DESTINAÇÃO, TRANS-PORTE, RECICLAGEM, REUTILIZAÇÃO E INUTILIZAÇÃO DAS EMBALAGENS VAZIAS:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

INFORMAÇÕES SOBRE OS PROCEDIMENTOS PARA A DEVOLUÇÃO E DESTINAÇÃO DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

Vide DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:

ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO E SIGA AS INSTRUÇÕES CONTIDAS NA BULA E RÓTULO.

USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:

• Produto para uso exclusivamente agrícola.
• Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
• Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
• Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
• Os equipamentos de proteção individual (EPI) devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
• Não utilize equipamentos com vazamentos ou defeitos.
• Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
• Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, rações, animais e pessoas.
• Mantenha o produto afastado de crianças, animais domésticos, alimentos, medicamentos ou ração animal.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO:

• Use protetor ocular. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente com água corrente e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Use máscara cobrindo o nariz e a boca. Manuseie o produto em local arejado; caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local aberto e ventilado e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente com água corrente e sabão e SIGA AS ORIENTAÇÕES DESCRITAS EM PRIMEIROS SOCORROS.
• Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar a formação de pó ou poeira.
• Utilize os equipamentos de proteção individual – EPIs: macacão de algodão impermeável ou hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas das calcas por cima das botas; botas de borracha; máscara descartável do tipo PFF (Peça Facial Fil-trante); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO:

• Aplique o produto somente nas doses recomendadas.
• Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
• Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
• Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator aplique o produto contra o vento, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto.
• Observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
• Utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão impermeável ou hidrorre-pelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; avental impermeável; máscara descartável do tipo PFF (Peça Facial Filtrante); óculos de segurança com proteção lateral e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:

• Sinalizar a área tratada com os dizeres: “PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA” e manter os avisos até o final do período de reentrada.
• Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
• Não reutilize a embalagem vazia.

• Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem original, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
• Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPIs), lave as luvas vestidas para evitar contaminação.
• Os equipamentos de proteção individual (EPIs) devem ser retirados na seguinte ordem: touca árabe, viseira, avental, botas, macacão, luvas e máscara.
• Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
• Troque e lave suas roupas de proteção separadas das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilize luvas de borracha e avental impermeável.
• Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada aplicação do produto, distante de fontes de água para consumo.
• Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações do fabricante.
• No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual – EPI: macacão de algodão com tratamento hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: Procure logo um serviço médico de emergência levando a emba-lagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto.
INGESTÃO: Em caso de ingestão NÃO PROVOQUE VÔMITO. Nunca dê nada por via oral a uma pessoa inconsciente. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado.
OLHOS: Em caso de contato, lave com água corrente em abundância, durante 15 minutos. Evite que a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, remova a roupa contaminada e lave imediatamente as partes atingidas com água e sabão neutro em abundância, durante 15 minutos.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado (“respirado”), transporte a pessoa para um local arejado. Se a pessoa parar de respirar, aplique imediatamente respiração artificial e transporte-o imediatamente para assistência médica de urgência mais próxima.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

ANTÍDOTO E TRATAMENTO: Não existe antídoto específico para Diflubenzuron.
Tratamento sintomático e de suporte das funções vitais.
TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMAÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 (RENANCIAT – ANVISA/MS)
Telefone de Emergência da empresa: (19) 3422-9186

- INTOXICAÇÕES POR NATO -
INFORMAÇÕES MÉDICAS Grupo Químico Benzoilureia
Classe toxicológica III – Medianamente Tóxico
Vias de exposição Oral (digestiva), dérmica, ocular e inalatória.
Sintomas e
sinais clínicos Em humanos saudáveis, os inseticidas do grupo benzoilureia, não parecem oferecer risco toxicológico significativo, contudo os dados em humanos são limitados. A maioria dos casos de exposição é por via dérmica ou inalatória. A exposição oral pode ocorrer, mas não há dados relatados de ingestão acidental ou exposição intencional destes agrotóxicos.
Alguns estudos em animais mostram que a exposição a inseticidas benzo-ilureicos pode causar metemoglobinemia.
Respiratório: Dificuldades respiratórias foram observadas em experimentos com ratos Wistar. Alguns animais apresentam dificuldades de locomoção 2 horas após a administração da substância. Em testes inalatórios não foram constatados lesões macroscópicas nos pulmões, fígado e rins.
Gastrintestinal: Podem ocorrem náusea, e vômito após a ingestão destes agrotóxicos.
Hematológico: Foi relatada metemoglobinemia em vários estudos com animais de laboratório.
Toxicocinética Absorção:
1) Inseticidas do grupo benzoilureia podem ser absorvidos pelos humanos, devido à exposição ocupacional, por via dérmica ou via inalatória durante a pulverização de inseticidas.
2) Em animais experimentais, podem ser absorvidos através do trato digestivo e, em um grau menor, através da pele.
Distribuição:
1) Inseticidas do grupo benzoilureia parecem ser amplamente distribuído nos tecidos, sem acumular.
Metabolismo:
1) Não há estudos disponíveis em humanos.
2) Os estudos em animais com diflubenzurom mostraram que a principal rota de metabolismo em animais é pela hidroxilação e que altas doses orais não foram completamente absorvidas, mas o que foi absorvido pareceu ser rapidamente e completamente metabolizado por hidroxilação e hidrólise.
Excreção:
1) Em ratos e camundongos, a excreção urinária diminuiu proporcionalmente ao aumento do nível da dose.
2) Em gatos, porcos e gado, 70 a 80% do diflubenzurom são eliminados nas fezes. A absorção intestinal do diflubenzurom é altamente relacionada à dose administrada.
Quanto maior a dose, maior é a excreção nas fezes.
Mecanismos
de toxicidade Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos. Não existem dados disponíveis com relação a incidentes ou casos clínicos de envenena-mento com diflubenzuron.
Diagnóstico O diagnóstico é estabelecido pela confirmação da exposição e pela ocorrência de quadro clínico compatível.
Tratamento Prevenção da absorção:
A) Não há dados em humanos a respeito da exposição a inseticidas do grupo químico benzoilureia. Não há antídoto conhecido.
B) Observe os pacientes que ingeriram grandes quantidades da substância quanto ao desenvolvimento de sintomas sistêmicos e administre tratamento sintomático quando necessário.
C) A descontaminação intestinal geralmente não é necessária. Não se sabe se o carvão ativado é útil no tratamento das ingestões.
Monitoramento:
A) Monitore os sinais vitais e o estado mental após exposição significativa.
B) Monitore a contagem de células sanguíneas, testes de função hepática e nível de metemoglobina após exposições significativas ou em pacientes sinto-máticos.
C) Se ocorrer vômito severo ou diarreia após a ingestão de agrotóxico monitore os níveis hidroeletrolíticos.
Exposição Oral / Parenteral:
A) O tratamento é sintomático e de suporte.
B) A descontaminação gastrintestinal geralmente não é necessária.
C) Carvão ativado: Considere a administração de carvão ativado após ingestão potencialmente tóxica.
Administre uma suspensão de carvão ativado em água (240 mL de água/ 30 g de carvão). Dose usual: 25 a 100 g em adultos/adolescentes, 25 a 50 g em crianças (1 a 12 anos) e 1 g kg em crianças com menos de 1 ano. É mais efetivo quando administrado dentro de uma hora após a ingestão de agrotóxico. O uso de um catártico com o carvão ativado não é recomendado uma vez que não há evidência de que catárticos reduzem a absorção da droga e é sabido que eles causam efeitos adversos tais como náusea, vômito, espasmos abdominais, desequilíbrio eletrolítico e, ocasionalmente, hipotensão.
COMPLICAÇÕES:
Êmese, aspiração. A aspiração pode ser complicada por falência respiratória aguda, síndrome da angústia respiratória do adulto ou bronquiolite obliterante.
D) Foi relatada metemoglobinemia em estudos em animais.
E) Metemoglobinemia: determine a concentração de metemoglobina e avalie o paciente quanto aos efeitos clínicos da metemoglobinemia (dispneia, dor de cabeça, fadiga, depressão do SNC, taquicardia, acidose, etc.).
Trate os pacientes sintomáticos com azul de metileno (isso geralmente ocorre com níveis de metemoglobinemia acima de 20-30%, mas pode ocorrer com níveis mais baixos de metemoglobina em pacientes com anemia, desordens pulmonares ou cardiovasculares).
Dose inicial/ adulto ou criança: 1 a 2 mg/kg/dose (0,1 a 0,2 mL/kg/dose) via intravenosa acima de 5 minutos, conforme necessário, a cada 4 horas. A melhora é observada rapidamente após a administração se o diagnóstico estiver correto. O azul de metileno também pode ser administrado por infusão intraóssea se o acesso intravenoso não puder ser estabelecido. NeoCOPAs: 0,3 a 1 mg/kg.
Tratamento Doses adicionais podem ser necessárias, especialmente para substâncias com absorção prolongada, baixa eliminação, ou aquelas que originam metabólitos que produzem metemoglobinemia. Doses elevadas de azul de metileno podem causar metemoglobinemia ou hemólise.
Contraindicações: Deficiência de G-6-PD (desidrogenase de 6 fosfato de glicose): o azul de metileno pode causar hemólise.
Exposição inalatória:
A) Observe cuidadosamente os pacientes com exposição inalatória para desen-volvimento de algum sinal de toxicidade sistêmica e institua tratamento sintomático conforme necessário.
B) Remova o paciente para um local arejado. Cheque as alterações respiratórias. Se ocorrer tosse ou dificuldade respiratória, avalie quanto a irritação no trato respiratório, bronquite ou pneumonia. Administre oxigênio e auxilie na ventilação, se necessário. Trate broncoespasmos com agonistas beta 2 via inalatória e corti-costeroides via oral ou parenteral.
C) Se a irritação do trato respiratório ou depressão respiratória são evidentes, monitore os gases sanguíneos arteriais, raio-X do tórax e testes de função pul-monar.
Exposição ocular:
A) Descontaminação: lave os olhos expostos água em abundância ou soro fisiológico (0,9%) à temperatura ambiente por pelo menos 15 minutos. Se a irritação, dor, inchaço, lacrimejamento ou fotofobia persistirem, o paciente deve ser encaminhado para tratamento especifico.
Exposição dérmica:
A) Descontaminação: remova as roupas contaminadas e lave até a área exposta com água e sabão.
B) O tratamento é sintomático e de suporte.
Contraindicações A indução de vômito é contra indicada em razão do risco de aspiração.
Atenção As Intoxicações por Agrotóxicos estão incluídas entre as Enfermidades de Notificação Compulsória; comunique ao sistema de informação de agravos de notificação (SINAN/MS).
Comunique o caso e obtenha informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento através dos TELEFONES DE EMERGÊNCIA PARA INFORMA-ÇÕES MÉDICAS:
Disque-Intoxicação: 0800-722-6001
Rede Nacional de Centro de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT – ANVISA/MS
Telefone de Emergência da empresa: (19) 3422-9186

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:

Estudos realizados com animais de laboratório demonstraram que o Diflubenzurom é absorvido e metabolizado principalmente no fígado e rins, sendo rapidamente excretado pelas fezes e urina. Os principais produtos de degradação encontrados são: 4-clorofenil ureia e acido 2,6 diflubenzoico. O diflubenzurom não apresenta potencial de bioacumulação. Testes realizados com ratos demonstram que 85% do produto administrado foi eliminado pelas fezes e 2% pela urina, num período de 48 horas.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:

Efeitos agudos (resultantes de ensaios com animais – Produto formulado):

• DL50 oral em ratos: 2000 mg/kg.
• CL50 inalatória em ratos (4h): não determinado nas condições testadas.
• DL50 dérmica em ratos > 2000 mg/kg.
• Irritação dérmica: irritação reversível em 7 dias.
• Irritação ocular: irritação reversível em 72 horas.
• Sensibilização cutânea: não sensibilizante.

Efeitos crônicos:

Em estudos realizados com animais de laboratórios (ratos) expostos a doses que variaram de 156 ppm à 10.000 ppm de Diflubenzurom, foi observada redução no ganho de peso corpóreo das fêmeas submetidas as doses mais altas assim como redução no nível de hemoglobina do sangue de machos e fêmeas, após um ano de teste, nos tratamentos a partir de 625 ppm.


DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE:

1. PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:
(X) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)
- Este produto é ALTAMENTE PERSISTENTE no meio ambiente.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d’água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
- Não execute aplicação aérea de agrotóxicos em áreas situadas a uma distância inferior a 500 (quinhentos) metros de povoação e de mananciais de captação de água para abastecimento público e de 250 (duzentos e cinquenta) metros de mananciais de água, moradias isoladas, agrupamentos de animais e vegetação suscetível a danos.
- Observe as disposições constantes na legislação estadual e municipal concernentes às atividades aeroagrícolas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PRE-VENÇÃO CONTRA ACIDENTES:

- Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
- O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
- Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas - ABNT.
- Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:

- Isole e sinalize a área contaminada.
- Contate as autoridades locais competentes e a empresa BRA DEFENSIVOS AGRÍCOLAS LTDA., telefone de emergência: (19) 3422-9186.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara com filtros).
- Em caso de derrame, siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa regis-trante conforme indicado acima. 20/03/2018 versão 1.0

• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.

• TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM FLEXÍVEL

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guar-dadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem vazia deve ser armazenada separadamente das lavadas, em saco plástico transpa-rente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de Distribuição.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.


Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

• TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas. Devem ser transportadas em saco plástico transparente (Embalagens Padronizadas – modelo ABNT), devidamente identificado e com lacre, o qual deverá ser adquirido nos Canais de distribuição.
Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTI-NAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:
EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

• LAVAGEM DA EMBALAGEM:

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's – Equipa-mentos de Proteção Individual – recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente após o seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa à embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
- Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.

• Lavagem sob Pressão:

Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.
Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA


Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armaze-nada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guar-dadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

• ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

• ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA

O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.

• DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA

E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal emitida pelo estabelecimento comercial.

• TRANSPORTE

As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS

A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS.

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO

Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

5. TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:

O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos e outros materiais.

6. RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU MUNICIPAL:

De acordo com as recomendações aprovadas pela Agência de Defesa Agropecuária do Paraná – ADAPAR, o produto NATO possui restrição de uso para os seguintes alvos: Rhammatocerus spp e Rhammatocerus schistocercoides.

INFORMAÇÕES SOBRE O MANEJO INTEGRADO DE PRAGAS:
Incluir outros métodos de controle de doenças (ex.: controle cultural, biológico etc.) dentro do
programa do Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando disponíveis e apropriados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA:
Qualquer agente de controle de inseto pode ficar menos efetivo ao longo do tempo se o inseto alvo desenvolver algum mecanismo de resistência. Implementando as seguintes estratégias de manejo de resistência a inseticidas (MRI) poderíamos prolongar a vida útil dos inseticidas:
- Qualquer produto para controle de inseto da mesma classe ou modo de ação não deve ser utilizado em gerações consecutivas da mesma praga.
- Utilizar somente as doses recomendadas na bula.
- Sempre consultar em Engenheiro Agrônomo para direcionamento sobre as recomendações locais para o MRI.