Bula Parsec

acessos
Amitraz
4794
Adama

Composição

Amitraz 200 g/L Bis(arilformamidina)

Classificação

Acaricida
III - Medianamente tóxico
III - Produto perigoso
Inflamável
Não corrosivo
Concentrado Emulsionável (EC)
Sistêmico

Citros Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da falsa ferrugem
(Phyllocoptruta oleivora)
150 a 175 mL p.c./100L água - - - 35 dias. Determinar a presença de ácaros
Ácaro da leprose
(Brevipalpus phoenicis)
175 mL p.c./100L água - - - 35 dias. Determinar a presença de ácaros
Maçã Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Ácaro da macieira
(Panonychus ulmi)
200 mL p.c./100L água - - - 20 dias. Determinar a presença de ácaros

Garrafa de plástico e de alumínio de 1 L. Embalagens metálicas de 1 e 5 L. Balde de aço de 20 L. Tambor de aço de 50, 100 e 200 L. Bombona plástica de 5, 10 e 20 L. Tambor de plástico de 50, 100 e 200 L.

1. INSTRUÇÕES DE USO:
1.2. CULTURAS: é um acaricida de ação sistêmica indicado para o controle de pragas nas culturas de citros e maçã.

1.3. QUANTIDADE DE CALDA POR PLANTA (VOLUME DE APLICAÇÃO):
CITROS:
-Ácaro-da-falsa-ferrugem: 2,0-4,0 L/árvore para plantas de 1,5 a 2,0 m de altura;4,0-6,0 L/árvore para plantas de 2,0-2,5 m, 6,0-8,0 L/árvore para plantas de 2,5-3,0m e 8,0-12,0 L/árvore para plantas de 3,0-3,5m.
-Ácaro-da-leprose: 3,0-5,0 L/árvore para plantas de 1,5-2,0m de altura; 5,0-7,0 L/árvore para plantas de 2,0-2,5m; 7,0-10,0 L/árvore para plantas de 2,5-3,0m e 10,0-15,0 L/árvore para plantas de 3,0-3,5m.
MAÇÃ: Ácaro-vermelho-europeu: Utilizar 0,7 a 1,5 litros de calda/árvore respeitando-se o mínimo de 1.100 litros/ha.

Obs.: Os volumes menores referem-se às árvores menos enfolhadas e vice-versa.

1.4. NÚMERO, ÉPOCA E INTERVALOS DE APLICAÇÃO: Tanto para a cultura de citrus, como de maçã, deverão ser realizados levantamentos periódicos para determinar a presença dos ácaros. Para esses levantamentos recomenda-se o uso de lente de dez aumentos, com 1 cm2 de campo visual.

CITROS: Deverão ser feitos levantamentos semanais, nos quais são inspecionados, ao acaso, duas em cada cem plantas do pomar. Para essa amostragem, o pomar deverá ser dividido em lotes de no máximo 3000 árvores, sendo que em talhões menores deverão ser amostradas no mínimo 40 plantas.

Ácaro da falsa ferrugem: As avaliações deverão ser feitas em frutos compreendidos entre os limites de 1,5 cm de diâmetro e a fase em que passam para a coloração amarelada. No caso de frutos menores que 1,5 cm ou plantas sem frutos a inspeção deverá ser feita nas folhas. Em cada órgão faz-se duas visadas em 3 frutos de cada planta escolhida. As aplicações deverão ser feitas quando:

a)Frutos destinados ao mercado: havendo a presença de ácaros em 20% dos frutos ou folhas.
b)Frutos destinados à indústria: havendo a presença de ácaros em 30% dos frutos ou folhas. Produtores que possuam equipes de levantamento poderão iniciar a aplicação quando 10% dos frutos ou folhas examinados estiverem infestados, desde que considerem o órgão como infestado quando, em pelo menos uma das visadas apresente:
a)Frutos destinados ao mercado: presença de 20 ou mais ácaros/cm2.
b)Frutos para a indústria: 30 ou mais ácaros/cm2.

Ácaro da leprose: As avaliações deverão ser feitas nos frutos, dando-se preferência aqueles maiores que 1,5 cm de diâmetro e com lesões de verrugose. Em cada planta escolhida examinam-se ao acaso, 3 frutos ou 3 ramos, quando não houver frutos, sempre localizados na parte interna da copa. Essa avaliação deverá ser feita em toda a superfície do fruto, iniciando-se pelas lesões de verrugose.
Para a determinação do nível de infestação, anota-se o número de frutos ou ramos em que for encontrado pelo menos um ácaro. As aplicações deverão ser feitas quando em 3% dos frutos ou ramos examinados for observada a presença do ácaro.

MAÇÃ: As avaliações devem ser feitas em talhão de no máximo 2 ha. No caso de pomares grandes, deve-se dividir a área em talhões e fazer a amostragem localizada. Para isso, deve-se caminhar em zig-zag ou em forma de V, tomando- se plantas ao acaso no talhão. Deve-se coletar folhas na altura média da planta e posicionadas no terço médio do ramo de crescimento do ano. O número mínimo de amostras a serem observadas é de 9 plantas e o número máximo é 21 plantas, observando-se 5 folhas por planta. As observações devem ser feitas com auxílio de lupa e iniciadas logo após a queda das pétalas e repetido uma vez por semana. Iniciar a aplicação quando existirem 5 ácaros (formas móveis por folha. Reaplicar quando atingir este índice ou fazer amostragem seqüencial (presença/ausência) controlando quando forem encontrados ácaros em 72% das folhas).

1.5. MODO DE APLICAÇÃO: O produto deve ser diluído em água para ser aplicado em pulverização terrestre. As pulverizações devem ser feitas visando perfeita cobertura de toda a planta, com uma vazão suficiente para atingir o ponto de escorrimento do alvo.
O produto deve ser aplicado com equipamentos para pulverização terrestre tais como turboatomizadores ou pulverizadores equipados com pistolas. Bicos: cônicos. Pressão: 60 a 400 lbf/pol² (413,50 a 2756,7 KPa). Tamanho de gotas: 100 a 200 micrômetros. Densidade de gotas: 240 a 1900 gotas/cm2.

1.6. INTERVALO DE SEGURANÇA: Citros: 35 dias. Maçã: 20 dias.

1.7. INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS: A reentrada de pessoas nas culturas tratadas só deve ser permitida após a completa secagem da calda de pulverização aplicada.

1.8. LIMITAÇÕES DE USO: Fitotoxicidade para as culturas indicadas: ausente se aplicado de acordo com as recomendações. Incompatibilidade: incompatível com parathion e calda bordalesa.

1.9. INFORMAÇÕES SOBRE OS EQUIPAMENTOS DE APLICAÇÃO: Vide MODO DE APLICAÇÃO.

PRECAUÇÕES GERAIS: Não coma, não beba e não fume durante o manuseio do produto. Não utilize equipamentos com vazamento. Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca. Não distribua o produto com as mãos desprotegidas.

PRECAUÇÕES NO MANUSEIO: Use protetor ocular. O produto é irritante para os olhos. Se houver contato do produto com os olhos, lave-os imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use máscara cobrindo nariz e boca. Caso o produto seja inalado ou aspirado, procure local arejado e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Use luvas de borracha. Ao contato do produto com a pele, lave-a imediatamente e VEJA PRIMEIROS SOCORROS. Ao abrir a embalagem, faça-o de modo a evitar respingos. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, avental impermeável e botas.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO: Evite o máximo possível, o contato com a área de aplicação. Não aplique o produto contra o vento. Use macacão com mangas compridas, chapéu de aba larga, luvas e botas.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO: Não reutilize a embalagem vazia. Mantenha o restante do produto adequadamente fechado, em local trancado, longe do alcance de crianças e animais. Tome banho, troque e lave suas roupas.

PRIMEIROS SOCORROS: Ingestão: Não provoque vômito, procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico. Olhos: Lave com água em abundância e procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Pele: Lave com água e sabão em abundância e procure logo o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto. Inalação: Procure local arejado e se houver sinais de intoxicação, procure o médico, levando a embalagem, rótulo, bula ou receituário agronômico do produto.

MECANISMOS DE AÇÃO, ABSORÇÃO E EXCREÇÃO PARA O SER HUMANO: Após administração oral o amitraz é rapidamente metabolizado e excretado predominantemente na urina (53-85%), sendo também excretado nas fezes (17-47%) e ar expirado (<0.1%). O pico plasmático ocorre 1 hora após a administração oral de amitraz. Na urina pelo menos 4 metabólitos são encontrados, enquanto nas fezes são 6, sendo o principal componente a formamidina (N-(2,4-dimetil)-N`-metilformamidina).

EFEITOS AGUDOS E CRÔNICOS: O amitraz é um depressor do Sistema Nervoso Central, casos de intoxicação se manifestam por hipotensão, bradicardia, hipotermia, ataxia, depressão e coma nos casos mais graves. Observações em exposições ocupacionais demonstraram haver vasodilatação capilar mais devido à absorção sistêmica do que a à aplicação tópica do amitraz, esta alteração, porém, cessa tão logo o contato seja descontinuado. Devido à presença de solvente aromático podem ocorrer náuseas, vômitos, diarréia, cefaléia, tonturas, sedação e incoordenação.

EFEITOS COLATERAIS: Uma vez que o produto não apresenta efeito terapêutico para o homem, os efeitos anteriormente descritos tratam-se de efeitos colaterais.

ANTÍDOTO: Não se conhece antídoto específico, porém, segundo Hsu e Mcneel (1985) a Ioimbina pode reverter o quadro de depressão do Sistema Nervoso Central.

TRATAMENTO MÉDICO: Tratamento sintomático e de suporte. Em caso de ingestão, promover lavagem gástrica. Devido à depressão do SNC, pode ser necessária oxigenoterapia e monitoramento cardíaco.

PRECAUÇÕES DE USO E ADVERTÊNCIAS QUANTO AOS CUIDADOS DE PROTEÇÃO AO MEIO AMBIENTE:

Este produto é MUITO PERIGOSO ao meio ambiente.
Este produto é ALTAMENTE TÓXICO para microcrustáceos.
Evite a contaminação ambiental - Preserve a Natureza.
Não utilize equipamento com vazamentos.
Aplique somente as doses recomendadas.
Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
Não lave embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos de água. Descarte corretamente as embalagens e restos do produto - siga as instruções da bula. Em caso de acidente, siga corretamente as instruções constantes na bula.

INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas ou outros materiais.
A construção deve ser de alvenaria ou de material não comburente.
O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO. Trancar o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
Deve haver sempre sacos plásticos disponíveis para envolver adequadamente embalagens rompidas ou para recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns maiores, deverão ser seguidas as instruções constantes da NBR 9843.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES: Contacte as autoridades locais competentes e a empresa. Utilize o EPI (macacão de PVC, luvas e botas de borracha, óculos protetores e máscara contra eventuais vapores). Isole e sinalize a área contaminada.
Em caso de derrame, estancar o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou cursos de águas naturais, siga as instruções abaixo:

Piso pavimentado: absorver o produto derramado com terra ou serragem. Recolher o material com auxílio de uma pá e colocar em tambores ou recipientes devidamente lacrados e identificados. Remover para área de descarte de lixo químico. Lave o local com grande quantidade de água.

Solo: retirar as camadas de terra contaminadas até atingir o solo não contaminado, e adotar os mesmos procedimentos acima descritos para recolhimento e destinação adequada.

Corpos de água: interromper imediatamente o consumo humano e animal e contactar o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do recurso hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
Em caso de incêndio use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA A UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL
LAVAGEM DA EMBALAGEM

Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI'S - Equipamentos de Proteção Individual - recomendados para o preparo da calda do produto.

Tríplice Lavagem (lavagem manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imdiatamente após seu esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:

- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a na posição vertical durante 30 segundos;
- Adicione água limpa a embalagem até ¼ do seu volume;
- Tampe bem a embalagem e agite-a, por 30 segundos;
- Despeje a água da lavagem no tanque pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
- Inutilize a embalagem plástica perfurando o fundo.

Lavagem sob pressão:
Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão seguir os seguintes procedimentos:
- Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
- Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
- Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a boca do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob pressão, dire¬cionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Toda a água de lavagem é dirigida diretamente para o tanque do pulverizador;
- Inutilize a embalagem plástica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA:

Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem Sob Pressão, essa embalagem deve ser armazena¬da com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas.
O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, e obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 (seis) meses apos o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local co¬berto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva quando existente, separada¬mente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em ate 6 (seis) meses após o termino do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (NÃO CONTAMINADA)

ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário deve ser efetuado em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde são guardadas as embalagens cheias.
DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de ate um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.


DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realiza¬da pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos Órgãos competentes.
É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E RECICLAGEM DAS EMBALAGENS VAZIAS OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.
EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTE DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS:
A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causam contaminação do solo, da água e do ar prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.
PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final.
A desativação do produto e feita através de incinerarão em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmara de lavagem de gases efluentes e aprovados por Órgão ambiental competente.
TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte esta sujeito as regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação especifica, que in¬clui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.
RESTRIÇÕES ESTABELECIDAS POR ÓRGÃO COMPETENTE DO ESTADO, DISTRITO FEDERAL OU DO MUNICÍPIO:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos Órgãos responsáveis.

Incluir outros métodos de controle de insetos (ex. Controle cultural, biológico,etc) dentro do programa de Manejo Integrado de Pragas (MIP) quando dispnível e apropriado.

A resistência de pragas a agrotóxicos ou a qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle da praga podem ser observados devido à resistência. As seguintes estratégias podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
-Rotação de produtos com mecanismos de ação distintos, quando apropriado;
-Adotar outras táticas de controle, prevista no MIP como rotação de culturas, controle biológico, controle por comportamento etc., sempre que disponível e apropriado;
-Utilizar as recomendações de dose e modo de aplicação de acordo com a bula do produto;
-Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para orientação técnica na aplicação de inseticidas;
-Informações sobre possíveis casos de resistência em insetos e ácaros devem ser encaminhados para IRAC - BR (www.irac-br.org.br), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).

Compatibilidade

Incompatível com parathion e calda bordalesa.