Peregrino/Bio Pegasus/Canário/Glock Nema
| Geral | ||
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Nome Técnico:
Bacillus subtilis; Bacillus velezensis
Registro MAPA:
424
Empresa Registrante:
Bionat |
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| Composição | ||
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| Ingrediente Ativo | Concentração | |
| Bacillus subtilis ESALQ-EpD2-5 (1 x 10⁹ esporos viáveis/mL p. c.) | ||
| Bacillus velezensis ESALQ-RZ1MS9 (1 x 10⁹ esporos viáveis/mL p. c.) | ||
| Classificação | ||
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Técnica de Aplicação:
Terrestre, Tratamento de Sementes
Classe Agronômica:
Nematicida, Fungicida
Toxicológica:
Não Classificado
Ambiental:
IV - Produto pouco perigoso ao meio ambiente
Inflamabilidade:
Não inflamável
Corrosividade:
Não corrosivo
Formulação:
Suspensão Concentrada (SC)
Modo de Ação:
Contato, Ingestão, Agente biológico de controle, Microbiológico
Agricultura Orgânica:
Não |
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Indicações de Uso
| Todas as culturas com ocorrência do alvo biológico | Recomendação | Dosagem | Produtos Similares | |
|---|---|---|---|---|
| Fusarium solani f. sp. phaseoli (Podridão radicular seca) | veja aqui | |||
| Macrophomina phaseolina (Podridão cinzenta do caule) | veja aqui | |||
| Meloidogyne incognita (Nematóide das galhas) | veja aqui | |||
| Meloidogyne javanica (Nematóide das galhas) | veja aqui | |||
| Pratylenchus brachyurus (Nematóide das lesões) | veja aqui | |||
Embalagens
| Lavabilidade | Tipo de Embalagem | Material | Características | Acondicionamento | Capacidade |
|---|---|---|---|---|---|
| Lavável | Frasco | Plástico | Rígida | Líquido | 1,0 L |
| Lavável | Bombona | Plástico | Rígida | Líquido | 5,0 L |
INSTRUÇÕES DE USO:
PEREGRINO; BIO PEGASUS; CANÁRIO; GLOCK NEMA (Bacillus subtilis ESALQ-EpD2-5 e Bacillus velezensis ESALQ-RZ1MS9) é um nematicida e fungicida microbiológico de contato, indicado para aplicação via sulco de plantio para o controle de nematoide das lesões radiculares (Pratylenchus brachyurus) e nematoide das galhas (Meloidogyne incognita e Meloidogyne javanica), e indicado no tratamento de sementes para os alvos fusariose (Fusarium solani f.sp. phaseoli) e podridão-cinzenta (Macrophomina phaseolina). O produto apresenta eficiência agronômica comprovada na cultura da soja e feijão, podendo ser utilizado em qualquer outra cultura com ocorrência dos alvos biológicos.
MODO DE APLICAÇÃO:
Antes de realizar o preparo da calda de pulverização certificar-se da limpeza do reservatório do equipamento de aplicação em sulco de semeadura. Caso apresente resíduos de produtos de aplicações anteriores (principalmente fungicida e bactericidas) é de fundamental importância a limpeza do equipamento, pois pode afetar o desempenho do produto.
- Calibrar a pressão e vazão do pulverizador de forma a ajustar o volume de calda.
- Recomenda-se que se inicie a aplicação logo após o preparo da calda.
- Efetuar as aplicações de forma que possibilitem uma boa distribuição no solo ao redor das sementes.
- A escolha dos equipamentos a serem utilizados para aplicação deste produto poderá sofrer alterações a critério do Engenheiro Agrônomo, tomando-se o cuidado de evitar sempre à deriva e perdas do produto por evaporação.
- Aplicação em sulco de plantio: O volume de calda deverá ser de 50 a 80 L/ha. A mistura deve ser agitada até completa homogeneização.
- Tratamento de sementes (TS): Diluir a dose recomendada do produto na proporção de 600 mL /100 kg de sementes. A mistura deve ser agitada até completa homogeneização.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS TRATADAS:
Não entre na área em que o produto foi aplicado, aguardar pelo menos 24 horas para reentrada na lavoura ou após a secagem completa da calda. Caso necessite entrar na área tratada antes desse período, utilize os Equipamentos de Proteção Individual (EPI) recomendados para a aplicação do produto.
LIMITAÇÕES DE USO:
Recomenda-se aplicar nas horas mais frescas do dia, preferencialmente ao final da tarde ou a noite, em dias nublados.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde Humana – ANVISA/MS.
De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pelo Meio Ambiente – IBAMA/MMA.
Sempre que houver disponibilidade de informações sobre Manejo Integrado de nematoides (MIN), provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados. O MIN envolvendo os princípios e medidas disponíveis e viáveis de controle, como o controle cultural, controle microbiano, uso de variedades resistentes e controle químico, sempre alternando produtos de diferentes grupos químicos com mecanismo de ação distinto visam o melhor equilíbrio do sistema.
A resistência de nematoides a agrotóxicos ou qualquer outro agente de controle pode tornar-se um problema econômico, ou seja, fracassos no controle do patógeno podem ser observados devido à resistência.
O uso repetido do PEREGRINO ou de outro produto do mesmo grupo pode aumentar o risco de desenvolvimento de populações resistentes em algumas culturas.
Para manter a eficácia e longevidade do PEREGRINO como uma ferramenta útil de manejo de nematoides agrícolas, é necessário seguir as seguintes estratégias que podem prevenir, retardar ou reverter a evolução da resistência:
Adotar as práticas de manejo de resistência, tais como:
• Rotacionar produtos com mecanismo de ação distinto. Sempre rotacionar com produtos de mecanismo de ação efetivos para a praga alvo.
• Aplicações sucessivas de PEREGRINO podem ser feitas desde que o período residual total do “intervalo de aplicações” não exceda o período de uma geração do praga-alvo.
• Seguir as recomendações de bula quanto ao número máximo de aplicações permitidas.
• Respeitar o intervalo de aplicação para a reutilização do PEREGRINO ou outros produtos quando for necessário;
• Sempre que possível, realizar as aplicações direcionadas às fases mais suscetíveis das pragas a serem controladas;
• Adotar outras táticas de controle, previstas no Manejo Integrado de Nematoides (MIN) como rotação de culturas, controle biológico, controle químico etc., sempre que disponível e apropriado;
• Utilizar as recomendações e da modalidade de aplicação de acordo com a bula do produto;
• Sempre consultar um Engenheiro Agrônomo para o direcionamento das principais estratégias regionais para o manejo de resistência e para a orientação técnica na aplicação de inseticidas;
• Informações sobre possíveis casos de resistência a nematicidas devem ser encaminhados para o Irac-BR (www.irac-br.org//), ou para o Ministério da Agricultura, Pecuária e Abastecimento (www.agricultura.gov.br).