Nematóide das galhas
Nematóide (Meloidogyne incognita)
Culturas afetadas
Alface, Algodão, Batata, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Cebola, Cenoura, Crisântemo, Feijão e outras 9 culturas
Nematóide (Meloidogyne incognita)
Alface, Algodão, Batata, Cacau, Café, Cana-de-açúcar, Cebola, Cenoura, Crisântemo, Feijão e outras 9 culturas
Estes organismos, quando em densidade populacional alta, provocam nanismo, murcha e pouco desenvolvimento do tubérculo, afetando significativamente a produção. As espécies de Meloidogyne possuem a capacidade de interagir com outros organismos, como Ralstonia solanacearum, agente causal da murcha bacteriana, e com os fungos Verticillium e Rhizoctonia solani.
As principais hospedeiras desses organismos são as culturas agronômicas mais importantes e muitas plantas daninhas.
Danos: As plantas afetadas não apresentam sintomas aéreos, típicos da doença, nos locais onde há baixa densidade de nematóides, mas nota-se a redução da produção e o desenvolvimento apical deficiente.
No local onde o nematóide penetra e a partir de onde começa a alimentar-se ocorre a formação de células gigantes, ou seja, aumento de tamanho (hipertrofia) e multiplicação de células (hiperplasia). Observa-se, então, a formação de galhas de variados tamanhos, denominadas de pipoca. Quando a infestação é severa, os tubérculos são menores e ocorre baixa produção. O sistema radicular torna-se ineficiente na absorção de água e nutrientes, afetando o crescimento das plantas.
Quando a infestação é severa, as folhas murcham nos períodos mais quentes do dia.
Controle: O controle do nematóide do gênero Meloidogyne é muito dispendioso, principalmente devido ao fato de que a erradicação é praticamente impossível. O sucesso do controle em áreas infestadas depende de um conjunto de medidas associadas, visando principalmente reduzir o nível populacional e impedir a sua multiplicação.
Recomenda-se a utilização de mudas sadias e a limpeza das ferramentas e máquinas agrícolas antes de executar trabalhos nas áreas ainda não infestadas.
Executar adubação verde nas entrelinhas, utilizando plantas que inibem a reprodução, e retirar do campo as plantas daninhas hospedeiras dos nematóides.
Abamectina 72 g/L
Abamectina 18 g/L
Abamectina 400 g/kg
Abamectina 72 g/L
Abamectina 18 g/L
Bacillus subtilis 200 g/kg, Bacillus licheniformis 200 g/kg, Bacillus subtilis 9 x 10⁹ UFC/g p. c., Bacillus licheniformis 9 x 10⁹ UFC/g p. c., Paecilomyces lilacinus 200 g/kg, Paecilomyces lilacinus 9 X 10⁸ UFC/g p. c.
Bacillus amyloliquefaciens 45 g/L, Bacillus amyloliquefaciens 1 x 10⁹ UFC/mL p. c.
Bacillus subtilis 500 g/kg, Bacillus subtilis 1 x 10⁹ UFC/g p. c.
Bacillus velezensis 150 g/L, Bacillus velezensis 3.5 x 10¹¹ endósporos viáveis/L
Bacillus velezensis 800 g/L, Bacillus velezensis 1 x 10¹² endósporos viáveis/L
Paecilomyces lilacinus 7 g/L, Paecilomyces lilacinus 1 x 10⁵ UFC/ml p.c.
Bacillus amyloliquefaciens 15 g/L, Bacillus amyloliquefaciens 1 x 10⁹ UFC/mL p. c.
Abamectina 500 g/L
Bacillus amyloliquefaciens 270 g/L, Bacillus amyloliquefaciens 6.1 x 10¹⁰ UFC/ml p. c.
Abamectina 500 g/L
Abamectina 500 g/L
Azadiractina 12 g/L
Fluensulfona 200 g/L
Bacillus subtilis 10 g/kg, Bacillus thuringiensis 1 g/kg, Bacillus amyloliquefaciens 10 g/kg, Bacillus amyloliquefaciens 10 g/kg, Bacillus subtilis 1 X 10⁸ UFC/g p. c., Bacillus thuringiensis 5 X 10⁵ UFC/g. p. c., Bacillus amyloliquefaciens 1 X 10⁸ UFC/g p. c., Bacillus amyloliquefaciens 1 X 10⁸ UFC/g p. c.
Dazomete 980 g/kg
Bacillus amyloliquefaciens 42 g/L, Bacillus amyloliquefaciens 3 x 10⁹ UFC/mL p. c.
Bacillus velezensis 495 g/kg, Bacillus velezensis 3 x 10⁹ UFC/mL p. c.
Purpureocillium lilacinum 67.5 g/kg, Purpureocillium lilacinum 7 x 10⁹ conídios viáveis/g p. c.
Bacillus subtilis 9 x 10⁹ UFC/g p. c., Bacillus licheniformis 9 x 10⁹ UFC/g p. c., Paecilomyces lilacinus 9 X 10⁸ UFC/g p. c., Bacillus subtilis 100 g/kg, Bacillus licheniformis 100 g/kg, Paecilomyces lilacinus 100 g/kg