Bula Pren-D 806

acessos
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D)
15808
Prentiss Química

Composição

Equivalente ácido de 2,4-D 670 g/L Ácido ariloxialcanóico
Sal de dimetilamina do ácido diclorofenoxiacético (2,4-D) 806 g/L Ácido ariloxialcanóico

Classificação

Herbicida
I - Extremamente tóxica
III - Produto perigoso
Não inflamável
Não corrosivo
Concentrado Solúvel (SL)
Seletivo, Sistêmico, Pós-emergência, Hormonal
Arroz Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Beldroega
(Portulaca oleracea)
1 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Fazer um aplicação em pós emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de ate 10 folhas
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Fazer um aplicação em pós emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de ate 10 folhas
Falsa serralha
(Emilia sonchifolia)
1 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Fazer um aplicação em pós emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de ate 10 folhas
Café Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas 30 dias Aplicar através do jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação
Poaia branca
(Richardia brasiliensis)
1,5 a 3,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas 30 dias Aplicar através do jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação
Cana-de-açúcar Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Caruru comum
(Amaranthus viridis)
0,5 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso em pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio ou corte. Aplicar em época quente, na pós-emergência das plantas daninhas, estando as mesmas com, no máximo 10 folhas, e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso em pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio ou corte. Aplicar em época quente, na pós-emergência das plantas daninhas, estando as mesmas com, no máximo 10 folhas, e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso em pós-emergência até 3 (três) meses após o plantio ou corte. Aplicar em época quente, na pós-emergência das plantas daninhas, estando as mesmas com, no máximo 10 folhas, e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura
Milho Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
0,5 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência. a. Plantio direto: Aplicar uma vez, ate cerca de 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de ate 10 folhas. b. Pósemergência da cultura: Aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Tanto para o tratamento de dessecação, como para pós-emergência da cultura, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas daninhas até o milho atingir uma altura de 25 cm
Apaga fogo
(Alternanthera tenella)
0,5 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência. a. Plantio direto: Aplicar uma vez, ate cerca de 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de ate 10 folhas. b. Pósemergência da cultura: Aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Tanto para o tratamento de dessecação, como para pós-emergência da cultura, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas daninhas até o milho atingir uma altura de 25 cm
Caruru gigante
(Amaranthus retroflexus)
0,5 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência. a. Plantio direto: Aplicar uma vez, ate cerca de 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de ate 10 folhas. b. Pósemergência da cultura: Aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Tanto para o tratamento de dessecação, como para pós-emergência da cultura, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas daninhas até o milho atingir uma altura de 25 cm
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
0,5 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência. a. Plantio direto: Aplicar uma vez, ate cerca de 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de ate 10 folhas. b. Pósemergência da cultura: Aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Tanto para o tratamento de dessecação, como para pós-emergência da cultura, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas daninhas até o milho atingir uma altura de 25 cm
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
0,5 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência. a. Plantio direto: Aplicar uma vez, ate cerca de 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de ate 10 folhas. b. Pósemergência da cultura: Aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Tanto para o tratamento de dessecação, como para pós-emergência da cultura, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas daninhas até o milho atingir uma altura de 25 cm
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência. a. Plantio direto: Aplicar uma vez, ate cerca de 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de ate 10 folhas. b. Pósemergência da cultura: Aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Tanto para o tratamento de dessecação, como para pós-emergência da cultura, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas daninhas até o milho atingir uma altura de 25 cm
Trapoeraba
(Commelina benghalensis)
1 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência. a. Plantio direto: Aplicar uma vez, ate cerca de 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de ate 10 folhas. b. Pósemergência da cultura: Aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Tanto para o tratamento de dessecação, como para pós-emergência da cultura, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas daninhas até o milho atingir uma altura de 25 cm
Pastagens Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Buva
(Conyza bonariensis)
1 a 2 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado Aplicar por cobetura total em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, existentes na área, com altura de, no máximo, 50 cm
Guanxuma
(Sida rhombifolia)
1 a 2 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Não determinado Aplicar por cobetura total em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, existentes na área, com altura de, no máximo, 50 cm
Soja S.P.D. Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Corda de viola
(Ipomoea grandifolia)
1 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Uso permitido somente em pré-plantio. A aplicação deve ser feita 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folhas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm
Picão preto
(Bidens pilosa)
0,5 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 200 a 400 L de calda/ha - 24 horas Uso permitido somente em pré-plantio. A aplicação deve ser feita 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folhas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm
Trigo Dosagem Calda Intervalo Época
Aplic
Terrestre Aérea Aplic Seg
Amendoim bravo
(Euphorbia heterophylla)
1 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 150 a 300 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das plantas infestantes
Nabiça
(Raphanus raphanistrum)
1 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 150 a 300 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das plantas infestantes
Picão branco
(Galinsoga parviflora)
1 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 150 a 300 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das plantas infestantes
Picão preto
(Bidens pilosa)
1 a 1,5 L p.c. / 100 L de água 150 a 300 L de calda/ha - 24 horas Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento. Aplicar no período após o início do perfilhamento e antes do emborrachamento. Uso em pós-emergência das plantas infestantes

Frasco plástico de 1 L; Galão de plástico de 5 e 20 L; Bombona plástica de 10 L; Balde metálico de 20 L; Balde plástico de 20 L; Tambor metálico de 100 e 200 L; Tanque portátil metálico de 20.000 L.

INSTRUÇÕES DE USO DO PRODUTO:
PREN-D 806 é um herbicida hormonal seletivo do grupo ariloxialcanóico, concentrado solúvel, que contém 806 g/I do ingrediente ativo sal de dimetilamina do ácido 2,4-diclorofenoxiacético, utilizado na pós-emergência das plantas daninhas.

CULTURAS:
PREN-D 806 é indicado para o controle de plantas daninhas nas culturas dearroz(pós-emergência da cultura e plantas daninhas), café (jato dirigido nas entrelinhas), cana-de-açúcar (pós-emergência da cultura e plantas daninhas), milho (plantio direto e pós-emergência da cultura e plantas daninhas), soja (plantio direto) e pastagens.

NÚMERO, ÉPOCAS OU INTERVALOS DE APLICAÇÕES:
ARROZ (cultivo em áreas inundadas ou várzeas): Fazer uma aplicação em pós-emergência entre o perfilhamento e o emborrachamento da cultura, estando as plantas daninhas no estádio de até 10 folhas.
CAFÉ: Aplicar através jato dirigido, nas entrelinhas da cultura, em pós-emergência das plantas daninhas e quando as mesmas atingirem 5 a 10 cm de altura, sempre em época quente, logo após a arruação ou esparramação.
CANA-DE-AÇÚCAR: Aplicar em época quente, na pós-emergência das plantas daninhas, estando as mesmas com, no máximo 10 folhas, e quando a cana atingir 30 cm de altura. Repetir a aplicação após cada corte da cana em pós-emergência da cultura.
MILHO: a. Plantio direto: Aplicar uma vez, até cerca de 15 dias antes da semeadura do milho, visando a dessecação da área, com as plantas daninhas em estádio de até 10 folhas. b. Pós-emergência da cultura: Aplicar uma vez, em pós-emergência das plantas daninhas e da cultura, em área total, com o milho até 4 a 5 folhas. Tanto para o tratamento de dessecação, como para pós-emergência da cultura, respeitar o estádio de no máximo 10 folhas das plantas daninhas.
PASTAGENS: Aplicar por cobertura total em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas, existentes na área, com altura de, no máximo, 50 cm.
SOJA: A aplicação deve ser feita 10 a 15 dias antes do plantio, visando o controle em pós-emergência das plantas daninhas de folhas largas existentes na área, com altura de, no máximo, 10 cm.

MODO DE APLICAÇÃO:
PREN-D 806 deve ser diluído em água e aplicado por pulverização tratorizada. O volume de calda pode variar em função da modalidade do tratamento, da área efetivamente tratada, do porte e da densidade das invasoras
O produto deve ser aplicado exclusivamente com equipamento tratorizado com barra, de modo a providenciar uma boa cobertura de pulverização nas plantas daninhas.
Volume de calda: 200 a 400 I/ha.
Bicos: tipo leque da série 80 ou 110.
Pressão: 2,15 a 4,3 kg/cm2 (30 a 60 lb/pol2)
Tamanho de gotas: 200 a 300 micrômetros.
Densidade de gotas: mínimo de 30 gotas/cm2.
Clima: observações locais deverão ser realizadas visando reduzir ao máximo as perdas por volatilização ou deriva.
Limpeza do equipamento de aplicação: proceda a lavagem com solução a 3% de amoníaco ou soda cáustica, deixando-a no tanque por 24 horas. Substituí-Ia depois, por solução de carvão ativado a 3 g/L de água e deixar em repouso por 1 a 2 dias, lavando em seguida com água e detergente. Descartar a água remanescente da lavagem por pulverização nas bordaduras da lavoura, em local onde não atinja culturas sensíveis ao 2,4-D. Recomenda-se fazer um teste de fitotoxicidade em culturas sensíveis ao 2,4-D, tais como: cucurbitáceas, tomate ou algodão antes de usar o equipamento para pulverização de outros produtos. Preferencialmente utilizá-lo unicamente para aplicação de 2,4-D ou formulações que o contenham.
INTERVALOS DE SEGURANÇA:
Arroz: Não determinado por ser de uso até a fase de emborrachamento.
Café: 30 dias.
Cana-de-açúcar: Não determinado por ser de uso em pós-emergência até 3 (três)
meses após o plantio ou corte.
Milho: Não determinado por ser de uso desde a fase de pré-emergência até o milho
atingir uma altura de 25 cm.
Soja: Uso permitido somente em pré-plantio. Pastagens: Não determinado.
INTERVALO DE REENTRADA DE PESSOAS NAS CULTURAS E ÁREAS
TRATADAS:
(De acordo com as recomendações aprovadas pelo órgão responsável pela Saúde
Humana ANVISA/MS)
LIMITAÇÕES DE USO:
•Uso exclusivamente agrícola.
•Não aplicar o produto quando houver possibilidade de atingir diretamente, ou por deriva, espécies de plantas úteis suscetíveis, tais como: culturas dicotiledôneas, hortaliças, ornamentais, bananeiras.
•Todo equipamento usado para aplicar o PREN-D 806 deve ser descontaminado antes de outro uso. Recomenda-se, se possível, utilizá-lo exclusivamente para aplicações com formulações que contenham 2,4-D.
•O produto pode apresentar fitotoxicidade para cereais, quando a aplicação é feita antes do perfilhamento ou após a elongação, e para milho quando a aplicação é feita fora do período recomendado.
•O produto em contato com sementes pode inibir a sua germinação.
•PREN-D 806 não deve ser misturado com óleos, espalhantes adesivos e outros adjuvantes, pois isso diminui a seletividade do produto.
•Aplicar apenas sobre plantas daninhas em estádio de crescimento ativo, não submetidas a qualquer "stress" como frio excessivo, seca ou injúrias mecânicas.
•Para uso na cultura do milho, verificar junto as empresas produtoras de sementes a existência de cultivares sensíveis ao 2,4-D.
•Para uso na cultura do café, fazê-lo de modo a não permitir o contato do produto
com as folhas da cultura.
•Para a cultura de soja, seu uso é permitido somente em pré-plantio.
•Não aplicar em plantas daninhas com altura superior a 10 cm e número de folhas
maior que 10.

DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DA SAÚDE HUMANA:
ANTES DE USAR LEIA COM ATENÇÃO ESTAS INSTRUÇÕES. PRODUTO PERIGOSO.
USE OS EQUIPAMENTOS DE PROTEÇÃO INDIVIDUAL COMO INDICADO.

PRECAUÇÕES GERAIS:
•Produto para uso exclusivamente agrícola.
•Não coma, não beba e não fume durante o manuseio e aplicação do produto.
•Não manuseie ou aplique o produto sem os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados.
•Os equipamentos de proteção individual (EPI) recomendados devem ser vestidos na seguinte ordem: macacão, botas, avental, máscara, óculos, touca árabe e luvas.
•Não utilize equipamentos de proteção individual (EPI) danificados.
•Não utilize equipamentos com vazamento ou com defeitos.
•Não desentupa bicos, orifícios e válvulas com a boca.
•Não transporte o produto juntamente com alimentos, medicamentos, raões, animais e pessoas.

PRECAUÇÕES NA PREPARAÇÃO DA CALDA:
•Produto extremamente irritante para os olhos.
•Caso ocorra contato acidental da pessoa com o produto, siga as instruções descritas em primeiros socorros e procure rapidamente o serviço médico de emergência.
•Ao abrir a embalagem, faça-o de maneira a evitar respingos.
•Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.
•Manuseie o produto em local aberto e ventilado.

PRECAUÇÕES DURANTE A APLICAÇÃO
•Evite o máximo possível, o contato com a área tratada.
•Não aplique o produto na presença de ventos fortes e nas horas mais quentes do dia.
•Não aplique o produto contra o vento, se utilizar distribuidor costal. Se utilizar trator aplique o produto contra o vento, de modo a evitar que o aplicador entre na névoa do produto.
•Aplique o produto somente nas doses recomendadas e observe o intervalo de segurança (intervalo de tempo entre a última aplicação e a colheita).
•Utilize equipamento de proteção individual — EPI: macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas passando por cima do punho das luvas e as pernas por cima das botas; botas de borracha; máscara com filtro combinado (filtro químico contra vapores orgânicos e filtro mecânico classe P2); óculos de segurança com proteção lateral, touca árabe e luvas de nitrila.

PRECAUÇÕES APÓS A APLICAÇÃO:
•Sinalizar a área tratada com os dizeres: "PROIBIDA A ENTRADA, ÁREA TRATADA" e manter os avisos até o final do período de reentrada.
•Caso necessite entrar na área tratada com o produto antes do término do intervalo de reentrada, utilize os equipamentos de proteção individual (EPIs) recomendados para o uso durante a aplicação.
•Mantenha o restante do produto adequadamente fechado em sua embalagem
original em local trancado, longe do alcance de crianças e animais.
•Antes de retirar os equipamentos de proteção individual (EPI), lave as luvas ainda
vestidas para evitar contaminação.
•Os equipamentos de proteção individual devem ser retirados na seguinte ordem:
touca árabe, óculos, botas, macacão, luvas e máscara.
•Tome banho imediatamente após a aplicação do produto.
•Troque e lave as suas roupas de proteção separado das demais roupas da família. Ao lavar as roupas utilizar luvas e avental impermeável.
•Faça a manutenção e lavagem dos equipamentos de proteção após cada
aplicação do produto.
•Fique atento ao tempo de uso dos filtros, seguindo corretamente as especificações
do fabricante.
•Não reutilizar a embalagem vazia.
•No descarte de embalagens utilize equipamento de proteção individual — EPI:
macacão de algodão hidrorrepelente com mangas compridas, luvas de nitrila e botas de borracha.

PRIMEIROS SOCORROS: procure logo um serviço médico de emergência levando a embalagem, rótulo, bula e/ou receituário agronômico do produto. INGESTÃO: Se engolir o produto, não provoque vômito. Caso o vômito ocorra naturalmente, deite a pessoa de lado. Não dê nada para beber ou comer.
OLHOS: ATENÇÃO: ESTE PRODUTO É IRRITANTE AOS OLHOS. Em caso de contato, lave com muita água corrente durante pelo menos 15 minutos. Eviteque a água de lavagem entre no outro olho.
PELE: Em caso de contato, tire a roupa contaminada e lave a pele com muita água corrente e sabão neutro.
INALAÇÃO: Se o produto for inalado ("respirado"), leve a pessoa para um local aberto e ventilado.
A pessoa que ajudar deve proteger-se da contaminação usando luvas e avental impermeáveis.

- INTOXICAÇÕES POR 2,4-D - INFORMAÇÕES MÉDICAS

GRUPO QUÍMICO: Ácido ariloxialcanóico.
CLASSE TOXICOLÓGICA: I- Extremamente tóxico.
VIAS DE EXPOSIÇÃO: Oral, ocular, dérmica e inalatória.
TOXICOCINÉTICA: Estudos realizados em animais de laboratório mostraram que o 2,4-D é excretado principalmete através da urina (84 a 94% do 2,4-D administrado,a excreção é facilitada e acelerada quando a urina está alcalina)e a eliminação fecal como via secundária de excreção (2 a 11%). Apenas uma pequena fração de 2,4-D foi encontrado nos tecidos e carcaça (0,4 a 3,0%) após 48 horas.
MECANISMOS DE TOXIDADE: Os mecanismos de toxicidade em humanos não são conhecidos.
SINTOMAS E SINAIS CLÍNICOS: Exposição Aguda:
A maior parte dos casos fatais envolvem falência renal, acidose metabólica, desequilíbrio hidroeletrolítico, resultando em uma falência múltipla de órgãos. Pode ocorrer irritação nos olhos, nariz e boca após contato direto.
Ingestão:
Podem ocorrer miose, coma, febre, hipotensão, vômito, taquicardia, bradicardia, anormalidades no
eletrocardiograma, rigidez muscular, insuficiência respiratória, edema pulmonar e rabdomiólise.
Patofisiologia:
Esses agentes são primariamente irritantes, mas foi relatado um caso de alterações degenerativas das células cerebrais e toxicidade do sistema nervoso central.
Cardiovascular:
Na overdose, relatou-se taquicardia, bradicardia, anormalidades no eletrocardiograma, assistolia, outras disritmias e hipotensão.
Respiratório:
Ingestão de grande quantidade pode causar bradipnéia, insuficiência respiratória, hiperventilaçáo ou edema pulmonar. Um odor peculiar é sentido no ar expelido pelo paciente.
Neurológico:
A)Exposição a baixas doses: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, vertigem, dor de cabeça, mal-estar e parestesias.
B)Exposição a doses elevadas: podem ocorrer, dependendo do composto envolvido, contrações musculares, espasmos, fraqueza profunda, polineurite e perda de consciência.
C)Reações idiossincráticas: neuropatias periféricas.
Gastrintestinal:
Foram relatados náusea, vômito, diarréia e necrose da mucosa gastrintestinal.
Hepático:
Foram relatadas elevações nas enzimas lactato desidrogenase, ASAT e ALAT.
Genitourinário:
Podem ocorrer albuminúria e porfiria; falência renal devida à rabdomiólise também é possível.
Hidro-eletrolítico:
A ingestão de 2,4-D pode levar à hipocalcemia, hipercalemia e hipofosfatemia.
Hematológico:
A trombocitopen ia é o efeito hematológico primário. A leucopenia também já foi rela tada.
Dermatológico:
O contato direto pode causar irritação na pele.
Musculoesquelético:
Podem ocorrer espasmos musculares, rigidez muscular, elevação da creatina quinase e rabdomiólise. Endócrino:
Foi relatada hipoglicemia em casos de intoxicação aguda por 2,4-D. Estudos com animais mostraram decréscimo nos níveis de T3 e T4, mas esse efeito não foi relatado em humanos.
DIAGNÓSTICO: Anamnese detalhada, com noção de exposição ao produto e sintomatologia clínica compatível.
TRATAMENTO: Descontaminação a ser realizada por profissional protegido por avental impermeável, botas de borracha e luvas de nitrila. Se o produto foi ingerido até 1h antes da chegada ao hospital, proceder a uma lavagem gástrica. Tratamento sintomático e de manutenção das funções vitais. Controlar a função hepática e renal, o estado neurológico do paciente, eletrólitos e hemograma. Não há antídoto para este produto.
CONTRA-INDICAÇÕES: O vômito é contra-indicado em razão do risco potencial de aspiração.
EFEITOS SINÉRGICOS: Não se conhecem informações a respeito de efeitos aditivos, sinérgicos e/ou potencializadores relacionados ao produto.
ATENÇÃO: Ligue para o Disque-Intoxicação: 0800-722-6001 para notificar o caso e obter informações especializadas sobre o diagnóstico e tratamento.
Rede Nacional de Centros de Informação e Assistência Toxicológica RENACIAT — ANVISA/MS
Notifique ao sistema de informação de agravos de notificação(SINALA / MS
Telefone de Emergência da empresa: (41) 3370-3700

Mecanismo de Ação, Absorção e Excreção para Animais de Laboratório:
O 2,4 D é absorvido pelas vias oral, dermal e inalatória. Distribui-se por todo o corpo não havendo evidências de efeitos cumulativos. Estudo de laboratório com ratos utilizando o 2,4—Diclorofenoxiacetato 2—Butoxietil Ester (2,4—D BEE) radiomarcado mostrou uma rápida absorção, metabolização e excreção na forma de 2—butoxyethanol e seus conjugados, o 2,4—D, o ácido 2—
-butoxiacético e o etileno glicol. Após 48 horas de exposição, a média de recuperação da radioatividade foi de 78,15% da dose administrada. A via urinaria foi maior rota de eliminação (58,32% da dose administrada). O 14CO2 expirado e as fezes representaram respectivamente 17,13 e 2,39% da dose administrada. A eliminação foi rápida, como indicou a porcentagem de recuperação de 48,9% na urina após 12 horas pós exposição. A meia vida de eliminação da radioatividade na urina foi de 4,6 horas. No estudo in vivo, o composto teste primário não foi detectado na urina. O metabólito principal na urina foi o ácido 2—butoxiacético. A hidrólise in vitro e in vivo de 2,4—D BEE pareceu ser rápida e completa. A meia vida hidrolítica do 2,4—D BEE incubado com soro ou com o homogenato do estômago, duodeno e fígado, variou de 0,6 minutos a 2,3 minutos.

Efeitos Agudos e Crônicos para Animais de Laboratório:
Efeitos Agudos:
•DL50 oral em ratos: 500 mg/kg
•DL50 dérmica em ratos > 4.000 mg/kg
•CL50 Inalatória: > 2,384 mg/L
•Irritação Dérmica: Irritante.
•Irritação Ocular: Extremamente Irritante.
•Sensibilização cutânea: Sensibilizante.

Efeitos crônicos:
Exposições prolongadas podem levar a problemas no fígado e rins, além de edema pulmonar. Casos de intoxicação severa podem levar a coma e morte.

1. DADOS RELATIVOS À PROTEÇÃO DO MEIO AMBIENTE

-Este produto é:

( x ) PERIGOSO AO MEIO AMBIENTE (CLASSE III)

- Este produto é ALTAMENTE MÓVEL, apresentando alto potencial de deslocamento no solo, podendo atingir principalmente águas subterrâneas.
- Evite a contaminação ambiental — Preserve a Natureza.
- Não utilize equipamentos com vazamento.
- Não aplique o produto na presença de ventos fortes ou nas horas mais quentes.
- Aplique somente as doses recomendadas.
- Não lave as embalagens ou equipamento aplicador em lagos, fontes, rios e demais corpos d'água. Evite a contaminação da água.
- A destinação inadequada de embalagens ou restos de produtos ocasiona contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

2. INSTRUÇÕES DE ARMAZENAMENTO DO PRODUTO, VISANDO SUA CONSERVAÇÃO E PREVENÇÃO CONTRA ACIDENTES:
Mantenha o produto em sua embalagem original sempre fechada.
O local deve ser exclusivo para produtos tóxicos, devendo ser isolado de alimentos, bebidas, rações ou outros materiais.
- A construção deve ser de alvenaria ou de material não combustível.
- O local deve ser ventilado, coberto e ter piso impermeável.
- Coloque placa de advertência com os dizeres: CUIDADO VENENO.
- Tranque o local, evitando o acesso de pessoas não autorizadas, principalmente crianças.
- Deve haver sempre embalagens adequadas disponíveis para envolver embalagens rompidas ou para o recolhimento de produtos vazados.
Em caso de armazéns, deverão ser seguidas as instruções constantes na NBR 9843 da Associação Brasileira de Normas Técnicas — ABNT.
Observe as disposições constantes da legislação estadual e municipal.

3. INSTRUÇÕES EM CASO DE ACIDENTES:
- Isole e sinalize a área contaminada.
Contate as autoridades locais competentes e a Empresa PRENTISS QUÍMICA LTDA. - telefone de emergência: (41) 3370-3700.
- Utilize o equipamento de proteção individual - EPI (macacão impermeável, luvas e botas de PVC, óculos protetor e máscara com filtros).
Em caso de derrame, estanque o escoamento, não permitindo que o produto entre em bueiros, drenos ou corpos d'água. Siga as instruções abaixo:
• Piso pavimentado: absorva o produto com serragem ou areia, recolha o material com o auxílio de uma pá e coloque em recipiente lacrado e identificado devidamente. O produto derramado não deverá ser mais utilizado. Neste caso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para a sua devolução e destinação final.
• Solo: retire as camadas de terra contaminada até atingir o solo não contaminado, recolha esse material e coloque em um recipiente lacrado e devidamente identificado. Contate a empresa registrante conforme indicado acima.
• Corpos d'água: interrompa imediatamente a captação para o consumo humano ou animal, contate o órgão ambiental mais próximo e o centro de emergência da empresa, visto que as medidas a serem adotadas dependem das proporções do acidente, das características do corpo hídrico em questão e da quantidade do produto envolvido.
- Em caso de incêndio, use extintores de água em forma de neblina, CO2 ou pó químico, ficando a favor do vento para evitar intoxicações.

4. PROCEDIMENTOS DE LAVAGEM, ARMAZENAMENTO, DEVOLUÇÃO, TRANSPORTE E DESTINAÇÃO DE EMBALAGENS VAZIAS E RESTOS DE PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO:

EMBALAGEM RÍGIDA LAVÁVEL

LAVAGEM DA EMBALAGEM:
Durante o procedimento de lavagem o operador deverá estar utilizando os mesmos EPI's —Proteção Individual — recomendados para o preparo da calda do produto.
• Tríplice Lavagem (Lavagem Manual):
Esta embalagem deverá ser submetida ao processo de Tríplice Lavagem, imediatamente a esvaziamento, adotando-se os seguintes procedimentos:
- Esvazie completamente o conteúdo da embalagem no tanque do pulverizador, mantendo-a vertical durante 30 segundos;
Adicione água limpa à embalagem até 1/4 do seu volume;
Tampe bem a embalagem e agite-a por 30 segundos;
Despeje a água de lavagem no tanque do pulverizador;
- Faça esta operação três vezes;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica perfurando o fundo.
• Lavagem sob Pressão: Ao utilizar pulverizadores dotados de equipamentos de lavagem sob pressão procedimentos:
Encaixe a embalagem vazia no local apropriado do funil instalado no pulverizador;
Acione o mecanismo para liberar o jato de água;
- Direcione o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- A água de lavagem deve ser transferida para o tanque do pulverizador;
Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo. Ao utilizar equipamento independente para lavagem sob pressão adotar os seguintes procedimentos:
Imediatamente após o esvaziamento do conteúdo original da embalagem, mantê-la invertida sobre a b
do tanque de pulverização, em posição vertical, durante 30 segundos;
- Manter a embalagem nessa posição, introduzir a ponta do equipamento de lavagem sob direcionando o jato de água para todas as paredes internas da embalagem, por 30 segundos;
- Inutilize a embalagem plástica ou metálica, perfurando o fundo.

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
Após a realização da Tríplice Lavagem ou Lavagem sob Pressão, essa embalagem deve ser armazenada com a tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens não lavadas. O armazenamento das embalagens vazias, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuado em coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, ou no próprio local onde guardad local embalagens cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra.
Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, pelo prazo mínimo de um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM RÍGIDA NÃO LAVÁVEL

- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA

- ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução pelo usuário, deve ser efetuada em local coberto, ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, no próprio local onde guardadas as embalagens cheias.
Use luvas no manuseio dessa embalagem.
Essa embalagem deve ser armazenada com sua tampa, em caixa coletiva, quando existente, separadamente das embalagens lavadas.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
No prazo de até um ano da data da compra, é obrigatória a devolução da embalagem vazia, com tampa, pelo usuário, ao estabelecimento onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida no ato da compra. Caso o produto não tenha sido totalmente utilizado nesse prazo, e ainda esteja dentro de seu prazo de validade, será facultada a devolução da embalagem em até 6 meses após o término do prazo de validade.
O usuário deve guardar o comprovante de devolução para efeito de fiscalização, por pelo menos um ano após a devolução da embalagem vazia.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

EMBALAGEM SECUNDÁRIA (CAIXA DE TRANSPORTE - NÃO CONTAMINADA)
- ESTA EMBALAGEM NÃO PODE SER LAVADA -

ARMAZENAMENTO DA EMBALAGEM VAZIA
O armazenamento da embalagem vazia, até sua devolução ventilado, ao abrigo de chuva e com piso impermeável, cheias.

DEVOLUÇÃO DA EMBALAGEM VAZIA
E obrigatória a devolução da embalagem vazia, pelo usuário, onde foi adquirido o produto ou no local indicado na nota fiscal, emitida pelo estabelecimento comercial.

TRANSPORTE
As embalagens vazias não podem ser transportadas junto com alimentos, bebidas, medicamentos, rações, animais e pessoas.

DESTINAÇÃO FINAL DAS EMBALAGENS VAZIAS
A destinação final das embalagens vazias, após a devolução pelos usuários, somente poderá ser realizada pela Empresa Registrante ou por empresas legalmente autorizadas pelos órgãos competentes.

- É PROIBIDO AO USUÁRIO A REUTILIZAÇÃO E A RECICLAGEM DESTA EMBALAGEM VAZIA OU O FRACIONAMENTO E REEMBALAGEM DESTE PRODUTO.

- EFEITOS SOBRE O MEIO AMBIENTE DECORRENTES DA DESTINAÇÃO INADEQUADA DA EMBALAGEM VAZIA E RESTOS DE PRODUTOS

A destinação inadequada das embalagens vazias e restos de produtos no meio ambiente causa contaminação do solo, da água e do ar, prejudicando a fauna, a flora e a saúde das pessoas.

PRODUTOS IMPRÓPRIOS PARA UTILIZAÇÃO OU EM DESUSO
Caso este produto venha a se tornar impróprio para utilização ou em desuso, consulte o registrante através do telefone indicado no rótulo para sua devolução e destinação final. A desativação do produto é feita através de incineração em fornos destinados para este tipo de operação, equipados com câmaras de lavagem de gases efluentes e aprovados por órgão ambiental competente.

TRANSPORTE DE AGROTÓXICOS, COMPONENTES E AFINS:
O transporte está sujeito às regras e aos procedimentos estabelecidos na legislação específica, que inclui o acompanhamento da ficha de emergência do produto, bem como determina que os agrotóxicos não podem ser transportados junto de pessoas, animais, rações, medicamentos ou outros materiais.

RESTRIÇÕES ESTADUAIS, DO DISTRITO FEDERAL E MUNICIPAIS:
De acordo com as recomendações aprovadas pelos órgãos responsáveis.

Sempre que houver disponibilidade de informações sobre programas de Manejo Integrado, provenientes da pesquisa pública ou privada, recomenda-se que estes programas sejam implementados.

INFORMAÇÕES SOBRE MANEJO DE RESISTÊNCIA.
Quando herbicidas com o mesmo modo de ação são utilizados repetidamente por vários anos para controlar as mesmas espécies de plantas daninhas nas mesmas áreas, biotipos resistentes de plantas daninhas, de ocorrência natural, podem sobreviver ao tratamento herbicida adequado, propagar e passar a dominar a área. Esses biotipos resistentes de plantas daninhas podem não ser controlados adequadamente. Práticas culturais como cultivo, prevenção de escapes que cheguem a sementar, e uso de herbicidas com diferentes modos de ação na mesma safra ou entre safras, pode ajudar a retardar a proliferação e possível dominância de biotipos de plantas daninhas resistentes a herbicidas.